Sissy dos meus valentões do colégio 3

Dia 1 e a surpresa
Acordei cedo no sábado, tomei um banho, vesti o que o amo mandou e por cima minha roupa de homem, saí de casa às 10:45 pra ser pontual, cheguei no prédio dele às 10:50, subi com muito medo até o 4º andar e, resignada, comecei a tirar minha roupa de homem, torcendo pra nenhum vizinho do Cristian aparecer. Peguei as chaves da minha jaula de castidade, coloquei entre os dentes e fiquei de joelhos — ainda eram 10:58, mas antes que eu pudesse bater na porta, ouvi alguém se aproximando. Era uma vizinha descendo. Tentei me cobrir o máximo que pude com minha mochila, mas não adiantou muito.
Vizinha: Que nojo.
Me senti tão humilhada, mas já eram 11:01, então bati na porta, selando meu destino. Cristian abriu a porta rindo, e eu fiquei pálida quando vi o resto dos meus valentões sentados lá, rindo também. Todos estavam com o uniforme de futebol, já que jogavam juntos. Fiquei chocada até ouvir a voz do Cristian.
Cristian: Acho que te falei 11 em ponto, sua estúpida. Vou ter que te castigar, mas vai ser mais tarde, haha. Já percebeu que os outros também vieram, né? Quando contei que tava me vingando de você te transformando na minha putinha pessoal, eles perguntaram se podiam se vingar também, e não pude recusar. No final, você também fez eles perderem um ano inteiro. Então, eles também são seus amos e donos. Você é propriedade deles, e vão fazer o que quiserem com você. Você só obedece, Foxy. Agora, coloca as chaves na minha mão e fica de quatro, igual a puta que você é.
Fiz isso. Coloquei as chaves na mão dele e fiquei de quatro. Cristian colocou uma coleira de cachorro no meu pescoço com uma plaquinha que dizia "puta" e prendeu uma guia na coleira. Deu um puxão, e eu entendi que tinha que andar. Quando entrei completamente na casa, ele fechou a porta, e durante tudo isso, meus valentões só zombavam de mim.
Cristian: O que acham da nossa nova putinha, rapazes?
Fabricio: É patética, mas vamos nos divertir muito com ela.
Todos: Riram e assistiram. Cristian puxou a coleira e me levou direto pro quarto dele. Lá estavam pendurados meus uniformes de empregada. Ele mandou eu vestir o rosa pra combinar com as meias e a peruca. Quando terminasse, eu tinha que voltar de quatro pra sala e esperar instruções. Fiz isso: me troquei e arrumei a peruca. Quando me senti pronta, voltei de quatro, como ele mandou, até a sala. Quando cheguei, parei esperando ordens.

Cristian: Muito bem, sua putinha. Agora senta.

Eu tava ali no meio da sala, vestida de empregada, olhando pros meus valentões e esperando o que iam fazer comigo.

Cristian: Eu e meus amigos vamos jogar FIFA por umas horas, porque, como você sabe, a gente vem muito cansado do nosso jogo de futebol. Então seu trabalho vai ser massagear, cheirar e beijar os pés de todos nós enquanto a gente joga. Você vai se revezar a cada 30 minutos até terminar com todo mundo, e vai começar da esquerda pra direita. Porque a gente tava discutindo sobre quem eu apostaria que tem os pés mais fedidos, e nessa ordem a gente se sentou.

Tavam nessa ordem, da esquerda pra direita: Cristian, Arturo, José, Esteban e, por último, Fabrício, que supostamente era quem tinha os pés mais fedidos.

Cristian: A gente acha que os pés do Fabrício fedem mais, porque como a gente tava planejando isso há um tempo, todo mundo usou essas mesmas meias por pelo menos 3 partidas, mas ele joga com outro time, então ele usou essas mesmas meias por 7 partidas. Então começa logo, sua putinha, hahaha.

Enquanto eles começavam a jogar, eu tirei os tênis de futebol do Cristian e, antes que eu pudesse me aproximar do pé dele, ele colocou o pé bem na minha cara, enquanto todo mundo ria.

Cristian: Isso, sua estúpida. Inspira bem o cheiro de chulé, hahaha.

Fiquei 15 minutos cheirando e beijando o pé direito. Em algum momento, tirei a meia dele e lambi a sola do pé. Depois, por mais 15 minutos, repeti o processo com o pé esquerdo, até que senti o Arturo puxar minha coleira e me deixar de joelhos na frente dele. Ele me deu um tapa e eu tive que agradecer depois de. Eu repeti a mesma fórmula que usei com o Cristian. Quando passei pro José, ele cuspiu na minha boca e eu tive que engolir e agradecer cada vez. O cheiro tava cada vez pior, cada vez mais suor e umidade. O Esteban também me fez comer um cuspe e agradecer. O cheiro dos pés dele era tenebroso, quase vomitei quando senti, mas passou meia hora e chegou a vez do Fabrício. Eu tava com medo de não aguentar o cheiro dos pés dele, já que supostamente o dele seria pior que o de todos. Ele puxou minha coleira até eu ficar de joelhos na frente dele e me deu as instruções: "Fabrício, escuta, vadia. Deita e deixa sua cabeça na altura dos meus pés. Só quero te usar pra descansar eles por 25 minutos, e nos últimos 5 você vai ficar beijando eles. Mas primeiro, quero que você coma uma coisa."

Pensei que ele fosse cuspir em mim como os outros, mas tava enganada. Ele tinha um marshmallow, e achei estranho quando vi, até que ele começou a esfregar nos próprios testículos, no pênis e entre as pernas. Tirou e colocou perto do meu nariz, o cheiro era horrível, mas ele colocou na minha boca e eu tive que engolir. Depois que viu que eu engoli, ele tirou os sapatos. O cheiro chegou na hora e era horrível, quase vomitei, mas só deu tempo de recuperar o ar quando ele colocou os pés em cima da minha cara. Fiquei aguentando a vontade de vomitar por 25 minutos. Nunca na minha vida tinha sentido tanto nojo. As meias dele estavam muito úmidas, quase encharcadas de suor. Depois de uns 15 minutos, me acostumei com o cheiro. Quando ele finalmente me liberou, me ajoelhei e comecei a beijar os pés, já com menos nojo por causa do costume. Quando percebi, já tinha terminado, então voltei pro centro da sala e fiquei esperando instruções.

Quando finalmente terminaram o jogo deles, já eram umas 2 da tarde, então decidiram comer. Pediram umas pizzas que chegaram meia hora depois. Quando o entregador bateu na porta, o Cristian me deu dinheiro e mandou eu receber. Nesse ponto, eu já nem conseguia imaginar o que era vergonha. Então abri a porta, peguei a pizza e Paguei o entregador, obviamente ele riu e falou: "que bichinha linda"
Cristian: Como se diz "slut"
Karla: Muito obrigada
Fazendo também uma reverência, o entregador foi embora dando risada e eu fechei a porta, coloquei as pizzas na mesa e voltei pro meu lugar de joelhos
Cristian: Muito bem, vamos comer porque vamos precisar de energia pro que vem depois haha
Cristian foi pegar pratos pra eles e vi que ele também trouxe um pote de cachorro com a palavra "Bichinha" escrita nele e cheio de arroz
Cristian: Olha só, isso é o que essa idiota vai comer, mas sinto que falta alguma coisa
Então todos começaram a cuspir no prato várias vezes e quando terminaram, Cristian colocou no chão debaixo da mesa, me mandou ficar ali e eles se sentaram pra comer
Cristian: Muito bem, slutty, começa a comer, obviamente sem as mãos, come como a porca que você parece
Eles também começaram a comer e de vez em quando me davam chutes e alguns colocavam os pés na minha frente, então eu tinha que pausar minha comida e beijar os pés que se aproximavam
Depois de um tempo assim, todos terminamos de comer e chegou a hora do que eu mais temia. Cristian pegou minha coleira e me levou engatinhando até o quarto dele, me colocou na cama e me deixou ali de quatro
Cristian: Muito bem, galera, é hora de transformar essa maricona numa puta de verdade. Se ela se sentia mulher, vamos foder ela como uma. Eu vou começar porque fui eu que consegui dominar ela, mas daqui pra frente sempre tem que ter 2 paus nela ao mesmo tempo, uma na buceta anal e a outra na boca, sem limite de repetições
Cristian: Quanto a você, slutty, vou te dar um copo. Quero que toda vez que alguém gozar na sua boca, você não engula, tem que cuspir no copo. Ficou claro?
Karla: Sim, amo, ficou claro (falei quase chorando, ainda era virgem e estava prestes a ficar com 5 homens ao mesmo tempo)
Cristian não queria que eu fizesse barulho, então pediu pro Fabrício uma das meias dele e colocou na minha boca como mordaça, era nojento
Ele tirou o pau, senti como colocou a ponta na entrada do meu cuzinho minúsculo, eu já tava chorando porque ele não ia usar lubrificante e sabia que ia doer. Cristian: "Isso vai doer, mas lembra que você mereceu, haha." Quando ele falou isso, enfiou a rola inteira no meu rabo, senti uma queimação horrível, parecia que eu tava rasgando, e comecei a chorar. Ele começou a bombar e eu queria morrer, era uma dor indescritível, mas ele não tinha piedade, bombava mais forte e rápido. Cristian: "Isso, putinha, isso, cê gosta?" Eu gritava o quanto podia com a mordaça que tava usando, mas minha tentativa desesperada de implorar por misericórdia só fazia eles rirem. Cristian: "Você é uma puta nojenta, só serve pra isso, entendeu? De agora em diante, você vai ser só nosso depósito de porra." Enquanto o Cristian falava isso, a dor começou a diminuir e, por algum motivo, eu comecei a gostar. Meus gemidos já não eram de dor, eram de prazer, e eu sozinha comecei a me enfiar mais, o que só provocou mais risadas. Arturo: "Olha só, haha, já começou a gostar." Fabricio: "Haha, eu sempre soube que era um viadinho carente de rola, mas isso é ser muito puta, que patético." O Cristian tava bombando uns 15 minutos até que senti o pau dele inchar e senti pela primeira vez a porra de um macho dentro de mim. Ele ficou assim uns minutos e, quando tirou o pau, disse: "Pronto, galera, é toda de vocês, haha." Na hora, um ficou na minha frente e o outro atrás, tiraram minha mordaça, me deram uns tapas na cara e começaram a foder minha boca e meu rabo ao mesmo tempo. Passou a primeira rodada e eu deixei a primeira gozada no copo, e nisso os próximos 2 já tavam prontos. Perdi a conta de quantas vezes fui fodida como a puta vil que sou, mas sei que todos enfiaram no meu cu e na minha boca pelo menos 2 vezes. Foram quase horas recebendo rola. Quando finalmente pararam, eu tinha enchido um copo e meio com a boca. O Cristian trouxe um pote grande e me fez agachar como se fosse fazer xixi igual uma menina em cima do pote. Senti a porra escorrendo pelo meu cu e fiquei assim uns 10 minutos. Enquanto tiravam fotos e vídeos de mim e zoavam, falavam: "olha só que gordinha gostosa, deixamos a putinha". De vez em quando me davam tapas e cuspiam na minha cara, e eu ali, tirando o sêmen do cu. Quando terminei, o Cristian mandou eu ir no banheiro me limpar e fazer minhas necessidades se precisasse, e depois voltar só de meia, calcinha e sapatilhos. Eles foram pra sala.

Quando finalmente fiquei pronta, voltei pra sala de quatro e esperei as ordens deles.

Cristian: "Por hoje é só, putinha. Pode ir descansar. Você foi uma puta aceitável hoje. Sua roupa de homem está lá fora, quando sair pode se trocar. Mas primeiro, vai ter que se despedir de cada um dos seus donos. Vai ter que agradecer depois de cada despedida. Seu cumprimento e despedida pros seus donos é de joelhos e beijar nossos paus, além do que mais a gente quiser fazer."

Passei por cada um dos meus donos beijando o pau deles. Uns completaram com tapa, outros com cusparada. Agradeci a todos, tiraram minha coleira e saí andando da casa do Cristian. Me troquei e fui pra minha casa, humilhada, rebaixada e usada como uma puta. Era patético, mas era só o começo.

Espero que tenham gostado dessa parte 3 da história kkkk. Tá cheia de muito tesão e humilhações. Então lembrem-se: estou procurando um dono dominante no Edomex ou na Cidade do México. Serei sua putinha submissa, escrava pessoal.

Contato: ntv00092@gmail.comSissy dos meus valentões do colégio 3
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2 comentários - Sissy dos meus valentões do colégio 3

No me gustaría estar en una situación como esa pero si acepto que es muy caliente y excitante leer un relato así como este.. yo también soy una chica Sissi y me encanta vestirme de hembra y deseo tener un macho que me sepa hacer bien el amor ❤️❤️

sissy

Sissy de mis bullys de secundaria 3

putita