Quero uma pica que me faça sentir um orgasmo. Que gostosa é a sensação de um orgasmo onde posso ser uma puta completa e que possa me ter pra ele mesmo, uma puta como eu, hehe. Bom, vou começar me descrevendo: sou uma garota pequenininha e, sinceramente, tenho um corpo bem gostoso, tenho uma cintura fina, uns peitos muito, muito gostosos, e uma bunda bem grande que, com minha carinha de diaba, sempre faz um bom contraste, hehehe. Sou bem provocante e, se posso dizer, gosto de ser bem puta. Nos meus relatos, só vou contar histórias que aconteceram comigo, espero que vocês curtam. Uns meses atrás, contei minha experiência com uma garota chamada Yessenia, que entrou em contato comigo por uma plataforma onde garotas jovens procuram pegar homens mais velhos. Desde aquele relato com a Yessenia, a gente já transou mais duas vezes, mesmo ela me dizendo na primeira vez que estava prestes a aceitar um pretendente como namorado e não tinha feito isso porque queria transar com um homem mais velho. Duas semanas atrás, ela me ligou de novo e pensei que queria outro encontro comigo, porque nessas três fodas que tivemos ao longo dos meses, foram umas trepadas fenomenais e muito intensas. Dessa vez, ela me fala da melhor amiga dela, chamada Kiara, que, assim como a Yessenia, hoje tem 20 anos. Ela me conta que a amiga está prestes a se casar e, segundo ela, o único homem com quem esteve, que é o namorado dela desde os 18 anos, não dá conta do recado e, na verdade, rindo, ela me diz que ele não aguenta nem um minuto quando goza, então a Kiara nunca teve um orgasmo sentindo um pau dentro da buceta dela. Dessa vez, a Yessenia me conta que vem convencendo a amiga a tentar transar com outra pessoa antes de casar e se dar essa chance de sentir uma boa foda como as que a Yessenia experimentou comigo. Ela diz que convenceu a amiga, que por meses recusou a proposta, mas que é tanta a frustração sexual que ela tem com o namorado, e decidiu se dar uma chance e ter uma experiência sexual com um homem diferente. Obviamente ela falou de mim, e a Yessenia me mandou umas fotos da Kiara em várias poses, mostrando um pouco da pele dela. Dá pra ver que é uma mina super gostosa, com um corpo fenomenal. Na pele dela dá pra notar aqueles traços africanos, embora ela seja mais clara, típica da mistura latina comum, mas aquela bunda deliciosa que ela tem, puta merda, qualquer um queria meter a boca. Kiara é uma mina de cabelo preto ondulado que bate no meio das costas, tem uns lábios carnudos e sensuais, nariz pequeno e bem simétrico, uns peitos redondos, talvez um manequim C, e a bunda dela deve passar dos noventa, porque parece bem volumosa, com aquela cintura perfeita que ela tem. Sinceramente, colocando as duas lado a lado, ela é bem mais gostosa que a Yessenia, que também tem seus atributos. Não entendo como isso acontece, especialmente hoje em dia com tanta informação disponível. Entendo perfeitamente que tem caras com essa situação chata de ser ejaculador precoce, mas isso dá pra amenizar de alguma forma, e tem um monte de possibilidades pra deixar uma mina feliz sexualmente na cama. Bom, mas isso é uma vantagem pra mim e me dá esse tipo de chance e oportunidade. Meu conselho: se informem sobre como satisfazer a parceira, e muitos divórcios ou términos seriam evitados, e as traições seriam bem menores, mas isso já é outro assunto. Vamos ao que interessa. Combinamos com a Yessenia que ela ia nos apresentar, e a Kiara, se já estava num hotel, era porque tava decidida a dar esse passo, e o único pedido dela era que eu fizesse o máximo pra mostrar pra Kiara que ninguém mais ia saber disso, porque essas duas amigas iam levar esses segredos pro túmulo. Assim, a gente se encontrou naquele dia num restaurante pra tomar café da manhã juntos. três, fazer essa apresentação e nos conhecermos e enquanto Yessenia ia pras lojas da área fazer umas compras, Kiara ficaria comigo no quarto do hotel onde elas passariam aquela noite e, na verdade, Yessenia me dava um adiantamento do que ela tinha na mente pro final daquela noite, mas isso não sei se vou contar agora. Por algum motivo, depois do café da manhã, não fomos direto pro hotel e Kiara me pedia pra chegar num horário específico com aquele tom sério e pensativo de como ela se mostrava com algo que é desconhecido pra ela. Pensei que era a hora de desistir, mas não, essa mensagem nunca chegou e exatamente às 11 da manhã eu tava no hotel batendo na porta dela. O hotel tinha duas camas, um sofá de um lado e uma penteadeira com espelho na frente das camas e de um lado da parede era um espelho gigante que a gente se via em dobro. As cortinas grossas estavam puxadas pra deixar a luz entrar entre as cortinas finas, dando pra ver alguns prédios da cidade. Uma televisão ligada que ficou assim sem a menor intenção de assistir nada, a gente se concentrou mais um no outro pra tentar quebrar esse gelo, esse nervosismo que eu sabia que essa mina de só 20 anos tinha. No começo, ela parecia meio arredia, como se de repente viessem uns lampejos de vergonha e talvez de querer voltar atrás naquela situação. Falei que ela era uma garota muito gostosa, que tava linda, e ela só deu um "obrigada" tímido, desviando o olhar. Sabia que tinha que fazer algo rápido e tirar os medos e nervos dela. Só coloquei minhas mãos nos ombros dela, puxei ela pra perto e falei no ouvido: -Só se deixa levar e vai ver que a gente vai se divertir pra caralho. Nessa hora, fui pro lóbulo dela, beijando e mordendo de leve, enquanto segurava as mãos dela que tavam meio tremendo e falei: -Você tem um rostinho muito lindo e um corpo maravilhoso, e te garanto que não vou deixar um centímetro sem acariciar. – Dessa vez, ela só sorriu. Ela tava usando um desses vestidos tubinho de tecido macio que grudava no corpo gostoso dela, e aquele azul turquesa combinava demais com a pele dela e com os sapatos de salto dourado. Um vestido com a saia que ficava acima do joelho, algo sugestivo, mas sem ser minissaia, e eu sabia que ela tinha escolhido ele pra essa ocasião, porque quando a gente se conheceu no restaurante Kiara, ela tava de jeans. Eu beijava os lóbulos e o pescoço dela enquanto minhas mãos tomavam conta daquela paisagem e daquele atributo chamativo que são as bundas lindas dela. Imaginava como seriam e como eu ia comer elas, e tudo que passava na minha cabeça sobre o que fazer com essa mina frustrada sexualmente também era alimentado por uns gemidos baixinhos da Kiara quando minha língua acariciava o pescoço dela. Tava nessa quando garanti que não ia deixar marcas nela. Aquele vestido já tava atrapalhando, e eu abaixei um zíper pequeno e sabia que ela não tava de sutiã, porque o vestido era desenhado assim. Meto minhas mãos entre o vestido e toco a pele das costas dela, e a gente tá os dois de pé, um na frente do outro, e vejo nos olhos dela que a Kiara tá mais relaxada e se deixando levar pelo tesão. Ela levanta os braços e o vestido de tecido macio desliza, parando na cintura porque a curva da bunda bonita dela segura, e eu deixo ele ali enquanto ainda de pé desço do pescoço pra acariciar esses dois peitões lindos e mordisco os mamilos escuros dela. É um gemer constante da Kiara, e eu sinto que ela é uma mina muito sexual que foi reprimida pela incompetência do namorado dela. Eu agarro um peito, chupo suavemente o outro, e a Kiara só segura minha cabeça, suspirando pra caralho, e eu continuo com as mãos massageando a bunda suculenta dela ainda por cima do tecido do vestido azul turquesa. Talvez a gente tenha passado uns 10 ou 12 minutos nisso, mas eu vou com calma porque quero que a Kiara esquente, que chegue na temperatura certa pra colocar o próximo ingrediente sexual. Puxo o vestido dela pra baixo e ele cai nos pés dela. e vejo uma calcinha fio dental azul turquesa igual ao vestido dela e uns relevos dourados como os sapatos dela. Ver de cima aquele ângulo aquela bunda é uma paisagem completa, especialmente quando refletia em todos os espelhos. Kiara tira o vestido e joga no sofá, senta na beirada da cama esperando eu me despir. Tiro a camisa, a regata, depois a calça e sei que ela consegue ver o volume na minha cueca, que já tá bem molhada, porque na real eu produzo muito líquido pré-ejaculatório e, mesmo tendo 56 anos, ainda gozo uma boa quantidade de esperma. Acho que é uma combinação dos meus genes, do tipo de comida e do exercício. Levo Kiara pra deitar de costas, nós dois ainda de roupa íntima, e começo a beijar o torso dessa mina gostosa, beijo a virilha dela, enquanto, na medida do possível, continuo passando os dedos nos peitos dela ou apertando delicadamente os mamilos. Essa mulher não fala muito, mas geme pra caralho. Sem dizer uma palavra — e é que quando tem química e o desejo é mútuo, essa intuição faz a gente se comunicar só com o olhar —, essa mina levanta o quadril, arqueando as costas, e assim eu tiro a calcinha fio dental dela e vejo que, igual à minha cueca, tá super molhada. Uma bucetinha de Barbie, pequena apesar de essa mina ter fácil um metro e sessenta, delicadamente depilada como se nunca tivesse nascido nenhum pelo nela. Pele super lisa. Kiara vê que eu vou em direção a ela, ela abre as pernas como se oferecendo, como esperando esse próximo passo que ela fantasiou, porque depois ela me contou que era a primeira vez que recebia sexo oral, embora ela já tivesse feito sexo oral. Aparentemente, o namorado dela é religioso e, mesmo ela indo na mesma igreja, por causa desses tabus, ela nunca insinuou que queria experimentar sexo oral ou ser mais aberta no sexo. A pele de Kiara se arrepiou quando minha língua tocou o clitóris pequeno dela, um clitóris meio escuro e pulsando no ritmo do coração dela, e aquela buceta já estava molhada, esperando ser devorada e invadida. Kiara gemia de prazer quando minha língua se movia ao redor do clitóris dela e levava as mãos à boca quando minha língua descia e tentava enfiar. Ela deu um gemido bem alto quando eu chupei o clitóris dela e sabia que estava à beira do paraíso, e de repente ergueu a pélvis e Kiara começou a gemer de um jeito que poucas garotas eu ouvi fazer. Ela aproveitou vários segundos aquela gozada e depois aquelas carícias da minha língua na buceta dela viraram uma espécie de cócegas, e ela pediu pra eu parar. A gente tinha combinado de não usar camisinha porque essa garota, como é sexualmente ativa com o namorado que a deixa frustrada, está no controle de natalidade e também porque ela é alérgica ao látex. Eu estava levando ela de volta pra cama na posição de quatro quando ela me pediu assim: -Posso chupar? – Obviamente eu respondi que sim, mas essa garota tem uma bunda tão perfeita que eu não aguentava de vontade de colocá-la de quatro na beira da cama. Ela puxou minha cueca já toda molhada e começou a pegar a cabeça do meu pau depois de limpar a umidade do meu cock com uma toalha. Ela realmente mamava gostoso, tinha um bom ritmo e manejava muito bem os tempos, às vezes devagar, às vezes de um jeito agressivo. Ela me fez um boquete de uns 5 a 6 minutos, mas eu queria voltar pra posição de quatro de novo, porque segundo ela, queria gozar assim, já que pra essa garota era uma espécie de fantasia, porque o namorado dela não aguentava mais que uns dois minutos pra gozar. Dessa vez ela aceitou a posição e eu podia ver aquela bunda linda e não sabia como começar, mas lembrei da conversa anterior. A verdade é que a buceta da Kiara é bem apertada, dá pra sentir aquela pressão na hora que coloquei a cabeça do pau na entrada. Não é que ela tenha uma vagina pequena, porque absorveu meus 21 centímetros, mas é bem apertadinha que mesmo com toda aquela lubrificação natural dos dois, ela não parou de gemer com minha invasão, então começamos com um vai e vem meio lento, fazendo pausas pra buceta da Kiara se dilatar e se ajustar à grossura da invasão. Notei que as pernas dela tremiam e perguntei se ela tava se sentindo bem. Ela disse que tinha se impressionado com o tamanho do meu pau e que tava com medo de eu machucar ela. A verdade é que, mesmo apertadinha, aquilo com aquele vai e vem meio lento tava ficando meio rotineiro. Eu tava dominando aquela bunda deliciosa, abrindo ela pra observar melhor aquela raba gostosa que eu ia tentar penetrar depois, mas aquilo era um mete e tira que fazia um barulhão no quarto, a cama rangia e a Kiara gemia de prazer. Foi um vai e vem constante, às vezes meio lento, outras vezes na velocidade das cenas de pornô pesado que foram levando ela de volta pro paraíso. Acho que tudo virou um orgasmo fenomenal quando comecei a esfregar o cuzinho dela com meu dedão. Eu cuspia no dedo e passava no cu dela enquanto meu pau saía quase todo e eu via ele sumir naquela cavidade apertada da mina. Os sucos da buceta dela ficavam meio esbranquiçados de tanto bater, e ela mexia aquela bunda enorme pra bater no meu pau, fazendo minhas bolas balançarem, que também tavam quase pra gozar. Era uma cena deliciosa e é tão excitante ouvir a Kiara gemer que eu tive que pensar em outras coisas que não aquela raba pra aguentar. Por sorte a Kiara começou a avisar: -Assim, assim, mete forte na minha buceta, vai me fazer gozar... Ela deu um gemido escandaloso igual ao primeiro e mexia aquela bunda gostosa enquanto gozava um segundo orgasmo, e eu via os poros da pele dela se abrindo e as coxas tremendo de prazer, e aí não aguentei mais e gozei com tudo naquela buceta linda da Kiara. Ela percebeu porque virou e me olhou com uma Olhar safado e cheio de muito tesão. Tirei ela quando meu pau começou a murchar e parte da minha gozada começou a escorrer e deslizar pela bucetinha da Kiara. Era a primeira vez que essa garota, pelo que ela me contou, gozava porque um pau a fez chegar completamente ao paraíso. Ela parecia satisfeita e com aquela magia da excitação fomos tomar banho juntos. Era uma delícia ver como a água escorria no corpo perfeito da Kiara. Ela tem um rostinho muito lindo com aqueles lábios carnudos que, junto com os dentes branquinhos, formam um sorriso muito erótico. De novo ela me pedia permissão para chupar meu pau e eu adorava ver como ela deixava ele bem duro de novo. Ela chupava minhas bolas enquanto a água quente batia no rosto dela e, depois de alguns minutos, voltei a admirar aquele rabo perfeito e coloquei ela de frente pra parede do banheiro, enquanto me ajoelhava pra comer aquela bunda linda. Comecei pela borda das nádegas dela e, aos poucos, com aquela massagem da minha língua na pele, cheguei na pele áspera do cu dela. Eu abria as nádegas dela com as mãos e ela já se posicionava porque, psicologicamente, sabia o que eu queria fazer. Eu posso passar horas comendo uma bunda perfeita como essa e não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas era um show erótico de gemidos e dava pra ouvir aquele barulho da minha língua entre as nádegas dela, tentando com a ponta abrir um pouco o cuzinho. Como eu disse, não sei quanto tempo passei naquilo, que depois do show de gemidos, uns mais altos que outros, vi as pernas dela começarem a tremer, como se fossem ficando fracas, e ela começou a dizer: — Meu Deus, Tony! Você sabe mesmo o que faz… vai me fazer gozar, meu Deus… que gostoso! — Dava pra ouvir como se ela estivesse ofegante e, finalmente, disse: — Meu Deus, eu vou gozar, vou gozar… ai, eu tô gozando. Assim como quando eu comia ela de quatro, metendo na bucetinha, dessa vez ela esfregava a bunda na minha cara e foi um orgasmo totalmente desconhecido para a Kiara, pois ela não conseguia entender que sem penetração e só com uma massagem da minha língua no cu dela, ela tinha tido um dos orgasmos mais intensos da vida dela aos 20 anos. O orgasmo passou e ela só ria e me falava como aquilo tinha sido estranho pra ela. Enquanto ela falava, eu aproveitava pra lavar o rosto, já que ainda estávamos no banheiro, e quando me levantei, coloquei ela na minha frente e falei mais uma vez como ela era linda e que eu me sentia privilegiado por estar fodendo ela, que me sentia um sortudo por isso. Dei um beijo na boca dela, que ela correspondeu, e abracei ela pra depois pegar de novo na bunda dela, mas dessa vez eu tocava o cu dela com a intenção de penetrar. Ela me olhou com aqueles olhos cor de mel e falou assim: - Imagino o que o senhor tá pensando... Você tem cara de anjinho, mas é um diabinho bonito, senhor Tony. O que o senhor quer fazer comigo, senhor Tony? Me fala. - Você disse que imagina o que eu tô pensando... Então, se já imagina, me diz se é possível. - Não sei... - e sorriu. - O senhor é o expert. Eu tenho minhas dúvidas e... é que o seu é bem grande. - Me fala se você quer fazer... Não quero que você faça nada que não tenha vontade. - Vontade, vontade... é tesão. Aqui quem manda é o senhor, o senhor tá me guiando... - Mas você quer tentar? - Com você dá vontade de fazer coisas que, se eu parasse pra pensar, me dariam medo. É que isso é muito grande... cê acha que cabe? - e ela pegou na minha pica, que já tava quase mole de novo. - É questão de tentar. A gente nunca falou de sexo anal, mas os dois sabiam do que a gente tava falando. Sem perder tempo, a gente se secou e foi pra cama, pra tirar essas dúvidas da Kiara e abrir a mente pra uma nova aventura que essa mina queria experimentar e que muita gente ainda trata como tabu, mas que muitas mulheres querem experimentar, mesmo que seja só uma vez na vida. Imaginar abrir a bunda gostosa da Kiara é uma delícia. Viver isso é estar no Éden, no paraíso. Antes de enfiar minha cabecinha no cu dela, dei mais uma chupada agressiva na bunda dela e percorri as dobras das nádegas dela várias vezes. Ela só gemia com minha invasão, mas diferente da primeira vez, hoje eu enfiava meu dedo do meio no cu dela e ao mesmo tempo chupava o clitóris dela, porque estávamos na posição de papai e mamãe com as pernas dela levantadas na beira da cama. Acho que ela entrou numa espécie de transe, porque Kiara pedia para sentir meu pau no cu dela e pedia assim: — Tony, quero que você arrebente minha bunda, deixa eu sentir seu pau no meu cu… me faz sua completamente. — Ela falava quase aos gritos, e nessa posição comecei minha invasão na bunda linda dela. Era meio desconfortável por causa da altura da cama. Eu tenho um metro e oitenta e seis e praticamente estava de cócoras para penetrar aquele cu, mas valia a pena, pra caralho. Vi literalmente minha cabecinha desaparecer depois de várias tentativas e gemidos da Kiara, mas quando cedeu, comecei um vai e vem meio lento, e aquele cu era uma delícia. Kiara gemia, e eu também. Me perdi naquela sensação daquela bunda tão apertada que mandava aquela onda de contração divina, e vejo a bucetinha da Kiara soltando uns líquidos vaginais claros e grossos, e isso me mostra que, apesar do desconforto de alguma dor, ela também estava curtindo. As pernas dela estavam sobre meu peito, meu pau no cu dela entrando e saindo, e com meus dedos comecei a bater punheta no clitóris dela. Ela não aguentou muito, e senti o cu dela apertando meu pau, via a vulva dela se contraindo, os gemidos aumentavam, os lábios dela se franziam, os olhos reviravam, os poros se abriam de novo, os músculos tremiam, e sem dizer muito, o vulcão explodiu numa erupção que só de ver e sentir tudo aquilo, me fez gozar no cu dela. Kiara respirava pesado, igual a mim, e nós dois chegávamos de novo ao paraíso juntos. Dessa vez, em vez de ver meu esperma saindo da buceta dela, saía da bunda linda dela que naquele dia tinha sido Decidida a perder a virgindade. A gente se levantou e se beijou como se fosse namorado, apesar da diferença de idade. Acho que a Kiara ficou confusa com a surpresa de como ela vivia a sexualidade dela com um homem que podia ser pai dela, e acho que isso com certeza aumentava a tara dela. A bunda dela tinha sangrado um pouco, mas ela tava disposta a experimentar de novo. Eram duas da tarde e ela tinha gozado sei lá quantas vezes, mas eu já tinha gozado três, o suficiente pra um homem da minha idade levantar bandeira branca. A gente ficou conversando até umas três naquela cama, sem olhar pra televisão que continuava ligada, passando as notícias do ex-presidente que tentou esconder aqueles abusos transando com uma atriz pornô e uma mina daquela revista famosa. Senti pena daquele filho da puta do presidente, porque aqui estava eu comendo essa menina linda e ia tranquilo pra casa, mas não… A Yessenia tinha outros planos. Ela ligou e perguntou se tava tudo limpo. Chegou e nos encontrou já vestidos. A Kiara com a calça jeans dela e eu com minha roupa de academia. E a Yessenia continuou com um papo que acho que já tava ensaiado: – Tony, vai ter energia pra mais uma foda hoje à noite? – Do que você tá falando? – Você sabe que eu adoro a sua pica. – Ela falou no meu ouvido. – Do que você tá falando, Yessenia? – Quero que você me coma hoje à noite e que a Kiara olhe pra gente, e quem sabe ela queira entrar na festa também. – Cê acha que sua amiga vai querer fazer uma parada dessas? – Não sei… mas até agora consegui convencer ela a experimentar outras coisas na vida. Cê acha que pode vir depois das 9? Acho que pode ser muito divertido. – Vocês querem um menage? – Quem sabe rola, mas o que eu quero é que você me coma e que a Kiara olhe e ouça a gente. É minha fantasia e sei que você pode fazer isso.
Quero uma pica que me faça sentir um orgasmo. Que gostosa é a sensação de um orgasmo onde posso ser uma puta completa e que possa me ter pra ele mesmo, uma puta como eu, hehe. Bom, vou começar me descrevendo: sou uma garota pequenininha e, sinceramente, tenho um corpo bem gostoso, tenho uma cintura fina, uns peitos muito, muito gostosos, e uma bunda bem grande que, com minha carinha de diaba, sempre faz um bom contraste, hehehe. Sou bem provocante e, se posso dizer, gosto de ser bem puta. Nos meus relatos, só vou contar histórias que aconteceram comigo, espero que vocês curtam. Uns meses atrás, contei minha experiência com uma garota chamada Yessenia, que entrou em contato comigo por uma plataforma onde garotas jovens procuram pegar homens mais velhos. Desde aquele relato com a Yessenia, a gente já transou mais duas vezes, mesmo ela me dizendo na primeira vez que estava prestes a aceitar um pretendente como namorado e não tinha feito isso porque queria transar com um homem mais velho. Duas semanas atrás, ela me ligou de novo e pensei que queria outro encontro comigo, porque nessas três fodas que tivemos ao longo dos meses, foram umas trepadas fenomenais e muito intensas. Dessa vez, ela me fala da melhor amiga dela, chamada Kiara, que, assim como a Yessenia, hoje tem 20 anos. Ela me conta que a amiga está prestes a se casar e, segundo ela, o único homem com quem esteve, que é o namorado dela desde os 18 anos, não dá conta do recado e, na verdade, rindo, ela me diz que ele não aguenta nem um minuto quando goza, então a Kiara nunca teve um orgasmo sentindo um pau dentro da buceta dela. Dessa vez, a Yessenia me conta que vem convencendo a amiga a tentar transar com outra pessoa antes de casar e se dar essa chance de sentir uma boa foda como as que a Yessenia experimentou comigo. Ela diz que convenceu a amiga, que por meses recusou a proposta, mas que é tanta a frustração sexual que ela tem com o namorado, e decidiu se dar uma chance e ter uma experiência sexual com um homem diferente. Obviamente ela falou de mim, e a Yessenia me mandou umas fotos da Kiara em várias poses, mostrando um pouco da pele dela. Dá pra ver que é uma mina super gostosa, com um corpo fenomenal. Na pele dela dá pra notar aqueles traços africanos, embora ela seja mais clara, típica da mistura latina comum, mas aquela bunda deliciosa que ela tem, puta merda, qualquer um queria meter a boca. Kiara é uma mina de cabelo preto ondulado que bate no meio das costas, tem uns lábios carnudos e sensuais, nariz pequeno e bem simétrico, uns peitos redondos, talvez um manequim C, e a bunda dela deve passar dos noventa, porque parece bem volumosa, com aquela cintura perfeita que ela tem. Sinceramente, colocando as duas lado a lado, ela é bem mais gostosa que a Yessenia, que também tem seus atributos. Não entendo como isso acontece, especialmente hoje em dia com tanta informação disponível. Entendo perfeitamente que tem caras com essa situação chata de ser ejaculador precoce, mas isso dá pra amenizar de alguma forma, e tem um monte de possibilidades pra deixar uma mina feliz sexualmente na cama. Bom, mas isso é uma vantagem pra mim e me dá esse tipo de chance e oportunidade. Meu conselho: se informem sobre como satisfazer a parceira, e muitos divórcios ou términos seriam evitados, e as traições seriam bem menores, mas isso já é outro assunto. Vamos ao que interessa. Combinamos com a Yessenia que ela ia nos apresentar, e a Kiara, se já estava num hotel, era porque tava decidida a dar esse passo, e o único pedido dela era que eu fizesse o máximo pra mostrar pra Kiara que ninguém mais ia saber disso, porque essas duas amigas iam levar esses segredos pro túmulo. Assim, a gente se encontrou naquele dia num restaurante pra tomar café da manhã juntos. três, fazer essa apresentação e nos conhecermos e enquanto Yessenia ia pras lojas da área fazer umas compras, Kiara ficaria comigo no quarto do hotel onde elas passariam aquela noite e, na verdade, Yessenia me dava um adiantamento do que ela tinha na mente pro final daquela noite, mas isso não sei se vou contar agora. Por algum motivo, depois do café da manhã, não fomos direto pro hotel e Kiara me pedia pra chegar num horário específico com aquele tom sério e pensativo de como ela se mostrava com algo que é desconhecido pra ela. Pensei que era a hora de desistir, mas não, essa mensagem nunca chegou e exatamente às 11 da manhã eu tava no hotel batendo na porta dela. O hotel tinha duas camas, um sofá de um lado e uma penteadeira com espelho na frente das camas e de um lado da parede era um espelho gigante que a gente se via em dobro. As cortinas grossas estavam puxadas pra deixar a luz entrar entre as cortinas finas, dando pra ver alguns prédios da cidade. Uma televisão ligada que ficou assim sem a menor intenção de assistir nada, a gente se concentrou mais um no outro pra tentar quebrar esse gelo, esse nervosismo que eu sabia que essa mina de só 20 anos tinha. No começo, ela parecia meio arredia, como se de repente viessem uns lampejos de vergonha e talvez de querer voltar atrás naquela situação. Falei que ela era uma garota muito gostosa, que tava linda, e ela só deu um "obrigada" tímido, desviando o olhar. Sabia que tinha que fazer algo rápido e tirar os medos e nervos dela. Só coloquei minhas mãos nos ombros dela, puxei ela pra perto e falei no ouvido: -Só se deixa levar e vai ver que a gente vai se divertir pra caralho. Nessa hora, fui pro lóbulo dela, beijando e mordendo de leve, enquanto segurava as mãos dela que tavam meio tremendo e falei: -Você tem um rostinho muito lindo e um corpo maravilhoso, e te garanto que não vou deixar um centímetro sem acariciar. – Dessa vez, ela só sorriu. Ela tava usando um desses vestidos tubinho de tecido macio que grudava no corpo gostoso dela, e aquele azul turquesa combinava demais com a pele dela e com os sapatos de salto dourado. Um vestido com a saia que ficava acima do joelho, algo sugestivo, mas sem ser minissaia, e eu sabia que ela tinha escolhido ele pra essa ocasião, porque quando a gente se conheceu no restaurante Kiara, ela tava de jeans. Eu beijava os lóbulos e o pescoço dela enquanto minhas mãos tomavam conta daquela paisagem e daquele atributo chamativo que são as bundas lindas dela. Imaginava como seriam e como eu ia comer elas, e tudo que passava na minha cabeça sobre o que fazer com essa mina frustrada sexualmente também era alimentado por uns gemidos baixinhos da Kiara quando minha língua acariciava o pescoço dela. Tava nessa quando garanti que não ia deixar marcas nela. Aquele vestido já tava atrapalhando, e eu abaixei um zíper pequeno e sabia que ela não tava de sutiã, porque o vestido era desenhado assim. Meto minhas mãos entre o vestido e toco a pele das costas dela, e a gente tá os dois de pé, um na frente do outro, e vejo nos olhos dela que a Kiara tá mais relaxada e se deixando levar pelo tesão. Ela levanta os braços e o vestido de tecido macio desliza, parando na cintura porque a curva da bunda bonita dela segura, e eu deixo ele ali enquanto ainda de pé desço do pescoço pra acariciar esses dois peitões lindos e mordisco os mamilos escuros dela. É um gemer constante da Kiara, e eu sinto que ela é uma mina muito sexual que foi reprimida pela incompetência do namorado dela. Eu agarro um peito, chupo suavemente o outro, e a Kiara só segura minha cabeça, suspirando pra caralho, e eu continuo com as mãos massageando a bunda suculenta dela ainda por cima do tecido do vestido azul turquesa. Talvez a gente tenha passado uns 10 ou 12 minutos nisso, mas eu vou com calma porque quero que a Kiara esquente, que chegue na temperatura certa pra colocar o próximo ingrediente sexual. Puxo o vestido dela pra baixo e ele cai nos pés dela. e vejo uma calcinha fio dental azul turquesa igual ao vestido dela e uns relevos dourados como os sapatos dela. Ver de cima aquele ângulo aquela bunda é uma paisagem completa, especialmente quando refletia em todos os espelhos. Kiara tira o vestido e joga no sofá, senta na beirada da cama esperando eu me despir. Tiro a camisa, a regata, depois a calça e sei que ela consegue ver o volume na minha cueca, que já tá bem molhada, porque na real eu produzo muito líquido pré-ejaculatório e, mesmo tendo 56 anos, ainda gozo uma boa quantidade de esperma. Acho que é uma combinação dos meus genes, do tipo de comida e do exercício. Levo Kiara pra deitar de costas, nós dois ainda de roupa íntima, e começo a beijar o torso dessa mina gostosa, beijo a virilha dela, enquanto, na medida do possível, continuo passando os dedos nos peitos dela ou apertando delicadamente os mamilos. Essa mulher não fala muito, mas geme pra caralho. Sem dizer uma palavra — e é que quando tem química e o desejo é mútuo, essa intuição faz a gente se comunicar só com o olhar —, essa mina levanta o quadril, arqueando as costas, e assim eu tiro a calcinha fio dental dela e vejo que, igual à minha cueca, tá super molhada. Uma bucetinha de Barbie, pequena apesar de essa mina ter fácil um metro e sessenta, delicadamente depilada como se nunca tivesse nascido nenhum pelo nela. Pele super lisa. Kiara vê que eu vou em direção a ela, ela abre as pernas como se oferecendo, como esperando esse próximo passo que ela fantasiou, porque depois ela me contou que era a primeira vez que recebia sexo oral, embora ela já tivesse feito sexo oral. Aparentemente, o namorado dela é religioso e, mesmo ela indo na mesma igreja, por causa desses tabus, ela nunca insinuou que queria experimentar sexo oral ou ser mais aberta no sexo. A pele de Kiara se arrepiou quando minha língua tocou o clitóris pequeno dela, um clitóris meio escuro e pulsando no ritmo do coração dela, e aquela buceta já estava molhada, esperando ser devorada e invadida. Kiara gemia de prazer quando minha língua se movia ao redor do clitóris dela e levava as mãos à boca quando minha língua descia e tentava enfiar. Ela deu um gemido bem alto quando eu chupei o clitóris dela e sabia que estava à beira do paraíso, e de repente ergueu a pélvis e Kiara começou a gemer de um jeito que poucas garotas eu ouvi fazer. Ela aproveitou vários segundos aquela gozada e depois aquelas carícias da minha língua na buceta dela viraram uma espécie de cócegas, e ela pediu pra eu parar. A gente tinha combinado de não usar camisinha porque essa garota, como é sexualmente ativa com o namorado que a deixa frustrada, está no controle de natalidade e também porque ela é alérgica ao látex. Eu estava levando ela de volta pra cama na posição de quatro quando ela me pediu assim: -Posso chupar? – Obviamente eu respondi que sim, mas essa garota tem uma bunda tão perfeita que eu não aguentava de vontade de colocá-la de quatro na beira da cama. Ela puxou minha cueca já toda molhada e começou a pegar a cabeça do meu pau depois de limpar a umidade do meu cock com uma toalha. Ela realmente mamava gostoso, tinha um bom ritmo e manejava muito bem os tempos, às vezes devagar, às vezes de um jeito agressivo. Ela me fez um boquete de uns 5 a 6 minutos, mas eu queria voltar pra posição de quatro de novo, porque segundo ela, queria gozar assim, já que pra essa garota era uma espécie de fantasia, porque o namorado dela não aguentava mais que uns dois minutos pra gozar. Dessa vez ela aceitou a posição e eu podia ver aquela bunda linda e não sabia como começar, mas lembrei da conversa anterior. A verdade é que a buceta da Kiara é bem apertada, dá pra sentir aquela pressão na hora que coloquei a cabeça do pau na entrada. Não é que ela tenha uma vagina pequena, porque absorveu meus 21 centímetros, mas é bem apertadinha que mesmo com toda aquela lubrificação natural dos dois, ela não parou de gemer com minha invasão, então começamos com um vai e vem meio lento, fazendo pausas pra buceta da Kiara se dilatar e se ajustar à grossura da invasão. Notei que as pernas dela tremiam e perguntei se ela tava se sentindo bem. Ela disse que tinha se impressionado com o tamanho do meu pau e que tava com medo de eu machucar ela. A verdade é que, mesmo apertadinha, aquilo com aquele vai e vem meio lento tava ficando meio rotineiro. Eu tava dominando aquela bunda deliciosa, abrindo ela pra observar melhor aquela raba gostosa que eu ia tentar penetrar depois, mas aquilo era um mete e tira que fazia um barulhão no quarto, a cama rangia e a Kiara gemia de prazer. Foi um vai e vem constante, às vezes meio lento, outras vezes na velocidade das cenas de pornô pesado que foram levando ela de volta pro paraíso. Acho que tudo virou um orgasmo fenomenal quando comecei a esfregar o cuzinho dela com meu dedão. Eu cuspia no dedo e passava no cu dela enquanto meu pau saía quase todo e eu via ele sumir naquela cavidade apertada da mina. Os sucos da buceta dela ficavam meio esbranquiçados de tanto bater, e ela mexia aquela bunda enorme pra bater no meu pau, fazendo minhas bolas balançarem, que também tavam quase pra gozar. Era uma cena deliciosa e é tão excitante ouvir a Kiara gemer que eu tive que pensar em outras coisas que não aquela raba pra aguentar. Por sorte a Kiara começou a avisar: -Assim, assim, mete forte na minha buceta, vai me fazer gozar... Ela deu um gemido escandaloso igual ao primeiro e mexia aquela bunda gostosa enquanto gozava um segundo orgasmo, e eu via os poros da pele dela se abrindo e as coxas tremendo de prazer, e aí não aguentei mais e gozei com tudo naquela buceta linda da Kiara. Ela percebeu porque virou e me olhou com uma Olhar safado e cheio de muito tesão. Tirei ela quando meu pau começou a murchar e parte da minha gozada começou a escorrer e deslizar pela bucetinha da Kiara. Era a primeira vez que essa garota, pelo que ela me contou, gozava porque um pau a fez chegar completamente ao paraíso. Ela parecia satisfeita e com aquela magia da excitação fomos tomar banho juntos. Era uma delícia ver como a água escorria no corpo perfeito da Kiara. Ela tem um rostinho muito lindo com aqueles lábios carnudos que, junto com os dentes branquinhos, formam um sorriso muito erótico. De novo ela me pedia permissão para chupar meu pau e eu adorava ver como ela deixava ele bem duro de novo. Ela chupava minhas bolas enquanto a água quente batia no rosto dela e, depois de alguns minutos, voltei a admirar aquele rabo perfeito e coloquei ela de frente pra parede do banheiro, enquanto me ajoelhava pra comer aquela bunda linda. Comecei pela borda das nádegas dela e, aos poucos, com aquela massagem da minha língua na pele, cheguei na pele áspera do cu dela. Eu abria as nádegas dela com as mãos e ela já se posicionava porque, psicologicamente, sabia o que eu queria fazer. Eu posso passar horas comendo uma bunda perfeita como essa e não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas era um show erótico de gemidos e dava pra ouvir aquele barulho da minha língua entre as nádegas dela, tentando com a ponta abrir um pouco o cuzinho. Como eu disse, não sei quanto tempo passei naquilo, que depois do show de gemidos, uns mais altos que outros, vi as pernas dela começarem a tremer, como se fossem ficando fracas, e ela começou a dizer: — Meu Deus, Tony! Você sabe mesmo o que faz… vai me fazer gozar, meu Deus… que gostoso! — Dava pra ouvir como se ela estivesse ofegante e, finalmente, disse: — Meu Deus, eu vou gozar, vou gozar… ai, eu tô gozando. Assim como quando eu comia ela de quatro, metendo na bucetinha, dessa vez ela esfregava a bunda na minha cara e foi um orgasmo totalmente desconhecido para a Kiara, pois ela não conseguia entender que sem penetração e só com uma massagem da minha língua no cu dela, ela tinha tido um dos orgasmos mais intensos da vida dela aos 20 anos. O orgasmo passou e ela só ria e me falava como aquilo tinha sido estranho pra ela. Enquanto ela falava, eu aproveitava pra lavar o rosto, já que ainda estávamos no banheiro, e quando me levantei, coloquei ela na minha frente e falei mais uma vez como ela era linda e que eu me sentia privilegiado por estar fodendo ela, que me sentia um sortudo por isso. Dei um beijo na boca dela, que ela correspondeu, e abracei ela pra depois pegar de novo na bunda dela, mas dessa vez eu tocava o cu dela com a intenção de penetrar. Ela me olhou com aqueles olhos cor de mel e falou assim: - Imagino o que o senhor tá pensando... Você tem cara de anjinho, mas é um diabinho bonito, senhor Tony. O que o senhor quer fazer comigo, senhor Tony? Me fala. - Você disse que imagina o que eu tô pensando... Então, se já imagina, me diz se é possível. - Não sei... - e sorriu. - O senhor é o expert. Eu tenho minhas dúvidas e... é que o seu é bem grande. - Me fala se você quer fazer... Não quero que você faça nada que não tenha vontade. - Vontade, vontade... é tesão. Aqui quem manda é o senhor, o senhor tá me guiando... - Mas você quer tentar? - Com você dá vontade de fazer coisas que, se eu parasse pra pensar, me dariam medo. É que isso é muito grande... cê acha que cabe? - e ela pegou na minha pica, que já tava quase mole de novo. - É questão de tentar. A gente nunca falou de sexo anal, mas os dois sabiam do que a gente tava falando. Sem perder tempo, a gente se secou e foi pra cama, pra tirar essas dúvidas da Kiara e abrir a mente pra uma nova aventura que essa mina queria experimentar e que muita gente ainda trata como tabu, mas que muitas mulheres querem experimentar, mesmo que seja só uma vez na vida. Imaginar abrir a bunda gostosa da Kiara é uma delícia. Viver isso é estar no Éden, no paraíso. Antes de enfiar minha cabecinha no cu dela, dei mais uma chupada agressiva na bunda dela e percorri as dobras das nádegas dela várias vezes. Ela só gemia com minha invasão, mas diferente da primeira vez, hoje eu enfiava meu dedo do meio no cu dela e ao mesmo tempo chupava o clitóris dela, porque estávamos na posição de papai e mamãe com as pernas dela levantadas na beira da cama. Acho que ela entrou numa espécie de transe, porque Kiara pedia para sentir meu pau no cu dela e pedia assim: — Tony, quero que você arrebente minha bunda, deixa eu sentir seu pau no meu cu… me faz sua completamente. — Ela falava quase aos gritos, e nessa posição comecei minha invasão na bunda linda dela. Era meio desconfortável por causa da altura da cama. Eu tenho um metro e oitenta e seis e praticamente estava de cócoras para penetrar aquele cu, mas valia a pena, pra caralho. Vi literalmente minha cabecinha desaparecer depois de várias tentativas e gemidos da Kiara, mas quando cedeu, comecei um vai e vem meio lento, e aquele cu era uma delícia. Kiara gemia, e eu também. Me perdi naquela sensação daquela bunda tão apertada que mandava aquela onda de contração divina, e vejo a bucetinha da Kiara soltando uns líquidos vaginais claros e grossos, e isso me mostra que, apesar do desconforto de alguma dor, ela também estava curtindo. As pernas dela estavam sobre meu peito, meu pau no cu dela entrando e saindo, e com meus dedos comecei a bater punheta no clitóris dela. Ela não aguentou muito, e senti o cu dela apertando meu pau, via a vulva dela se contraindo, os gemidos aumentavam, os lábios dela se franziam, os olhos reviravam, os poros se abriam de novo, os músculos tremiam, e sem dizer muito, o vulcão explodiu numa erupção que só de ver e sentir tudo aquilo, me fez gozar no cu dela. Kiara respirava pesado, igual a mim, e nós dois chegávamos de novo ao paraíso juntos. Dessa vez, em vez de ver meu esperma saindo da buceta dela, saía da bunda linda dela que naquele dia tinha sido Decidida a perder a virgindade. A gente se levantou e se beijou como se fosse namorado, apesar da diferença de idade. Acho que a Kiara ficou confusa com a surpresa de como ela vivia a sexualidade dela com um homem que podia ser pai dela, e acho que isso com certeza aumentava a tara dela. A bunda dela tinha sangrado um pouco, mas ela tava disposta a experimentar de novo. Eram duas da tarde e ela tinha gozado sei lá quantas vezes, mas eu já tinha gozado três, o suficiente pra um homem da minha idade levantar bandeira branca. A gente ficou conversando até umas três naquela cama, sem olhar pra televisão que continuava ligada, passando as notícias do ex-presidente que tentou esconder aqueles abusos transando com uma atriz pornô e uma mina daquela revista famosa. Senti pena daquele filho da puta do presidente, porque aqui estava eu comendo essa menina linda e ia tranquilo pra casa, mas não… A Yessenia tinha outros planos. Ela ligou e perguntou se tava tudo limpo. Chegou e nos encontrou já vestidos. A Kiara com a calça jeans dela e eu com minha roupa de academia. E a Yessenia continuou com um papo que acho que já tava ensaiado: – Tony, vai ter energia pra mais uma foda hoje à noite? – Do que você tá falando? – Você sabe que eu adoro a sua pica. – Ela falou no meu ouvido. – Do que você tá falando, Yessenia? – Quero que você me coma hoje à noite e que a Kiara olhe pra gente, e quem sabe ela queira entrar na festa também. – Cê acha que sua amiga vai querer fazer uma parada dessas? – Não sei… mas até agora consegui convencer ela a experimentar outras coisas na vida. Cê acha que pode vir depois das 9? Acho que pode ser muito divertido. – Vocês querem um menage? – Quem sabe rola, mas o que eu quero é que você me coma e que a Kiara olhe e ouça a gente. É minha fantasia e sei que você pode fazer isso.
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