Meu sogro é pedreiro e tá trabalhando na minha casa, colocando azulejo nos quartos. Eu sempre andava de shortinho curto e uma blusinha que batia no umbigo. Sentia ele me olhando toda vez que eu passava por perto. A gente almoçava junto, nós três, porque meu marido só chegava às oito da noite.
Um dia, depois de levar meu filho na escola, fui lavar umas roupas e esqueci que ele tava trabalhando em casa. Fiquei só de uma tanga verde-limão, sem sutiã, e uma camisa de futebol do meu marido.
— Espero que não se incomode de me ver assim — falei, e quando virei, vi a cara de surpresa dele ao notar meus mamilos marcando o tecido.
— Você tem um corpo lindo, pena que não posso tocar.
— Claro que pode, mas só um pouquinho.
Me aproximei devagar, e ele começou a tocar meus mamilos por cima do pano. Aos poucos, o pau dele foi crescendo, dava pra ver marcando na calça. Não aguentei, tirei a camisa e fiquei só de tanga. Ele se aproximou e começou a chupar meus mamilos enquanto eu passava a mão no pau dele por cima da calça.
Não pensei duas vezes: ele baixou a calça. Pra minha surpresa, o pau do meu sogro era enorme, vermelho de tão duro que tava.
Tava doida pra sentir aquela peça de carne. Virei de costas pra ele, levantei um pouco a bunda. Ele puxou a tanga pro lado e foi enfiando devagarzinho. Eu sentia ele abrindo caminho e comecei a gemer. Ele me segurou pela cintura, se agarrando em mim. Umas poucas estocadas foram o suficiente pra eu gozar. AAAAAAA, minhas pernas tremiam, mas o desgraçado não parou, continuou metendo forte até eu gritar de prazer. Aí senti que gozei de novo, jorrando um jato forte que caiu no chão, e logo depois ele me encheu de porra.
— Muito gostoso e tal, mas isso não pode se repetir, sogrinho.
O sem-vergonha tava se vestindo e só falou:
— Vai dar pra ver o quanto eu te deixei aberta.
Me vesti e perguntei se ele podia ir. levou meu neto pra escola, me disse que sim e foi embora, demorando uns 30 minutos. Quando voltaram, meu filho foi direto pro quarto tirar o uniforme, e eu tava cortando um frango pra cozinhar quando sinto alguém pegar na minha bunda. Depois, ele se encostou atrás de mim, esfregando o pau no meio das minhas nádegas.
Isso me excitou pra caralho, mas meu filho tava em casa e não dava pra fazer nada. Quando ele se afastou de mim, roçou os dedos nos meus lábios da buceta, me deu uma espécie de arrepio.
Já eram umas 6 da tarde, aproveitei que meu pequeno tava tirando uma soneca pra ir onde o sogro tava. Pra minha sorte, ele tava terminando de trabalhar no banheiro.
Ele me viu e saiu rápido, fomos pra cozinha. Lá, ele só tirou o pauzão pra fora e, assim de pé, desapareceu dentro de mim. Me abria demais, o prazer era indescritível. Minha vulva se abria e fechava como se tivesse pronta pra receber o gozo dele. Entre gemidos, chegamos ao orgasmo juntos. Já tinha saciado meu tesão, então decidi fazer o jantar. Fiz ele com o sêmen escorrendo entre minhas pernas.
Um dia, depois de levar meu filho na escola, fui lavar umas roupas e esqueci que ele tava trabalhando em casa. Fiquei só de uma tanga verde-limão, sem sutiã, e uma camisa de futebol do meu marido.
— Espero que não se incomode de me ver assim — falei, e quando virei, vi a cara de surpresa dele ao notar meus mamilos marcando o tecido.
— Você tem um corpo lindo, pena que não posso tocar.
— Claro que pode, mas só um pouquinho.
Me aproximei devagar, e ele começou a tocar meus mamilos por cima do pano. Aos poucos, o pau dele foi crescendo, dava pra ver marcando na calça. Não aguentei, tirei a camisa e fiquei só de tanga. Ele se aproximou e começou a chupar meus mamilos enquanto eu passava a mão no pau dele por cima da calça.
Não pensei duas vezes: ele baixou a calça. Pra minha surpresa, o pau do meu sogro era enorme, vermelho de tão duro que tava.
Tava doida pra sentir aquela peça de carne. Virei de costas pra ele, levantei um pouco a bunda. Ele puxou a tanga pro lado e foi enfiando devagarzinho. Eu sentia ele abrindo caminho e comecei a gemer. Ele me segurou pela cintura, se agarrando em mim. Umas poucas estocadas foram o suficiente pra eu gozar. AAAAAAA, minhas pernas tremiam, mas o desgraçado não parou, continuou metendo forte até eu gritar de prazer. Aí senti que gozei de novo, jorrando um jato forte que caiu no chão, e logo depois ele me encheu de porra.
— Muito gostoso e tal, mas isso não pode se repetir, sogrinho.
O sem-vergonha tava se vestindo e só falou:
— Vai dar pra ver o quanto eu te deixei aberta.
Me vesti e perguntei se ele podia ir. levou meu neto pra escola, me disse que sim e foi embora, demorando uns 30 minutos. Quando voltaram, meu filho foi direto pro quarto tirar o uniforme, e eu tava cortando um frango pra cozinhar quando sinto alguém pegar na minha bunda. Depois, ele se encostou atrás de mim, esfregando o pau no meio das minhas nádegas.
Isso me excitou pra caralho, mas meu filho tava em casa e não dava pra fazer nada. Quando ele se afastou de mim, roçou os dedos nos meus lábios da buceta, me deu uma espécie de arrepio.
Já eram umas 6 da tarde, aproveitei que meu pequeno tava tirando uma soneca pra ir onde o sogro tava. Pra minha sorte, ele tava terminando de trabalhar no banheiro.
Ele me viu e saiu rápido, fomos pra cozinha. Lá, ele só tirou o pauzão pra fora e, assim de pé, desapareceu dentro de mim. Me abria demais, o prazer era indescritível. Minha vulva se abria e fechava como se tivesse pronta pra receber o gozo dele. Entre gemidos, chegamos ao orgasmo juntos. Já tinha saciado meu tesão, então decidi fazer o jantar. Fiz ele com o sêmen escorrendo entre minhas pernas.
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