O problema dos seis corpos (8)

Capítulo 1Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 7Valentina foi a primeira a levantar de manhã, acordando entre o Daniel e eu. Dormimos até tarde. O suficiente pra pensar em fazer um brunch em vez de um café da manhã normal. Costumo ter comida suficiente na geladeira. O que eu não esperava era que a Valentina e o Daniel me obrigassem a ficar no sofá enquanto eles preparavam tudo. Torraram pão, fizeram ovos mexidos e espremeram umas laranjas e uns tomates pra fazer sucos. Não me deixaram nem ligar a cafeteira.

“E depois vou fazer compras”, me avisou a Valentina, enquanto a gente curtia o almoço.

“E por quê?”

“Porque você já banca o apê, a cama, sua pica… a gente também tem que contribuir.”

“Vou com você, também abusei da hospitalidade do JP”, disse o Daniel.

“Posso dar palpite?”

“Não”, responderam os dois ao mesmo tempo.

Então aceitei que meus amigos cuidassem um pouco de mim. Depois de recuperar as forças da noite anterior, resolvemos esperar um pouco antes de começar de novo, pra evitar que nossos estômagos pregassem uma peça desagradável, então fui lavar a louça.

Tava tão de boa quando de repente alguém se aproximou por trás e começou a massagear minha pica.

“A gente não tinha combinado de esperar antes de foder?”

“É que não lembro se ontem eu chupei ela direito”, respondeu o Dani.

“Você sabe que nem sempre vai ser totalmente recíproco”, respondi.

“Bobo… é que quero chupar ela”, explicou. Ele puxou um pouco de mim e sentou no chão, na altura perfeita pra me fazer um boquete.

“Cara… a Valentina vai ficar puta se a gente começar sem ela”, gemi.

“Nada disso, a Valentina quer que vocês se divirtam, que depois ela vai chupar ela assim que você terminar”, disse a Valentina, que devia estar no sofá, nos observando.

Me apressei pra terminar de lavar a louça enquanto a boca quente do Daniel me dava prazer. A língua dele acariciava minha glande num ritmo que me deixava louco, e os lábios dele eram uma delícia no meu pau. Parecia que ela chupava minha pica. Porra… quando terminei com o último prato, tentei segurar a cabeça dele e enfiar na boca, e ele respondeu com total submissão.

“Não monopoliza ele, Daniel, que eu também quero”, disse Valentina. “Vamos, que ontem fiquei com vontade de algo”

Nós nos aproximamos dela, com nossas picas apontando pro rosto dela. Ela bateu uma pra nós dois.

“Agora aqui quero até vocês gozarem”, disse, e foi chupar a do Dani, mas ele a parou.

“E o seu prazer?”

“Não posso sentir prazer chupando as picas de vocês?”, retrucou ela, e começou pela minha. Me dedicou um bom tempo de boquete, e depois atacou com a boca a do Daniel. Eu e ele demos as mãos enquanto nossa amiga alternava a punheta e o boquete entre nossas picas. Ela parecia realmente disposta a ir até o fim.

E de repente ela fez a gente juntar nossas picas e tentou enfiar as duas na boca ao mesmo tempo. Aquilo foi um pouco difícil, mas ela se esforçou. Senti a língua dela percorrendo nossas cabeças em círculos. E o estímulo da cabeça do Dani contra a minha também me dava muito tesão. Nós dois nos seguramos, passando os braços por cima do ombro um do outro. Dani me beijou, e eu comecei a acariciar os mamilos dele enquanto Valentina dava um jeito de chupar os dois, e conseguimos gozar na boca dela.

“Aaaaaah… isso eu adoro”, disse ela, mostrando a língua suja antes de engolir nosso leite. “E agora… venham me pegar”, disse, e saiu correndo pra cama. Chegamos lá os três e, com um leve empurrão, caímos todos na cama. Valentina nos beijou os dois, com muita paixão. Ela estava se divertindo pra caralho. E de repente, mostrou o vidrinho de lubrificante e uma camisinha. “Escolham”

Eu peguei o vidro de lubrificante na frente, e Dani rasgou com a boca o papel brilhante. Mas mesmo naquela ocasião, Valentina tomou a iniciativa, e se aproximou de costas pra mim. Suavemente, começou a reboltar a bunda na minha ereção, que foi abrindo caminho. dentro dela até que ela suspirou ao sentir ele todo lá dentro. Acariciei os peitos dela enquanto Dani se aproximava, com a camisinha já colocada, e enfiou tudo de uma vez.

"Vamos... ah, sim...", suspirou Valentina. "Vocês sabem como eu gosto... sim, sim, assim, aaaah..." arranquei outro gemido dela ao beliscar o mamilo. "Se me foderem tão bem assim, vou deixar vocês fazerem isso mais vezes..."

Ela jogou a cabeça pra trás e virou na minha direção, onde nossos lábios se encontraram enquanto eu bombava a bunda dela. Dani, que segurava ela pelos quadris, se inclinou pra frente, reivindicando os lábios dela e também os meus, trocando beijos, saliva e línguas onde todos se encontravam. Eu sentia as bolas de Daniel se esfregando nas minhas toda vez que um de nós enfiava em Valentina. Nos olhamos, cúmplices, e aceleramos o ritmo com mais vontade. Valentina, naquele momento, ficou presa no prazer, e parece que gozou na hora. Não que eu fosse aguentar muito mais, e soltei meu gozo dentro do cu dela enquanto Dani gozava na gominha.

"Achei que vocês estariam secos depois de ontem", brincou Valentina, ofegante na minha cama. "Mas vejo que formam uma boa dupla. Esse fim de semana vou aproveitar como nunca..."

"Olha, Valentina, tem uma coisa que queríamos te falar", eu disse. Ela me olhou.

"Aconteceu algo ruim?"

"Ruim não", falou Dani. "Mas... pode acabar estragando o fim de semana. Não sei."

"Então por que me contar hoje?", perguntou, estranhando.

"É importante pra mim. Tô curtindo muito, com você e com o JP. E acho que não é justo guardar segredo..."

"Segredo?"

Dani se levantou e foi pro meu banheiro. Eu peguei Valentina pela mão, que se deixou levar, e segurei ela pela cintura. Ela não entendia nada. Nosso amigo entrou no chuveiro e ligou a água fria. Valentina ficou de boca aberta ao ver Daniel se transformar em garota na nossa frente.

"É... é... uma garota...", gaguejou Valentina.

"Dani sofreu aquela maldição que tavam comentando nas redes", expliquei. "E agora... a água fria faz ela mudar de sexo"

"É garota…", repetiu Valentina.

Daniela saiu do chuveiro devagar, esperando alguma outra reação da nossa amiga.

"Então, é verdade… essa maldição é real…", continuou Valentina. "É real! É uma garota de verdade!"

Ela se aproximou de Daniela rápido demais, e ela deu um passo para trás. Valentina parecia não saber o que fazer.

"Então a gente pode…? Quer dizer, eu posso…? Vocês deixam eu…? Tipo! Ah", tive que colocar as mãos nos ombros de Valentina para ela se acalmar. "Tá… quer dizer, o Daniel vira garota…"

"Pode me chamar de Daniela…", respondeu ela, meio sem graça.

"Legal… então… você e eu poderíamos… transar enquanto você tá assim?", perguntou Valentina. Era a primeira vez na vida que eu a via envergonhada.

"Você quer transar… com uma garota?", perguntou Daniela.

"Tipo… sim, mas tem o JP, embora…"

"Meninas, vocês têm minha cama pra fazer o que quiserem", ofereci. "A Daniela nunca teve chance de experimentar sexo lésbico… e acho que você também não", indiquei pra Valentina. Ela estendeu as mãos para Daniela.

"Eu quero fazer isso"

"Eu… eu também", disse Dani. "Mas JP, fica na cama com a gente. Não quero que você fique de fora"

"Se a Valentina não se importar…"

"Claro que sim. Vem, gostosa… vamos ver o que a gente sabe fazer juntas", propôs Valentina.

De mãos dadas, as duas voltaram pra minha cama. Eu me deitei de lado pra não perder nada. Apesar do nervosismo do momento, Valentina tomou a iniciativa de beijar Daniela. As duas se entregaram a um beijo que no começo foi tímido, mas parece que gostaram e começaram a ficar mais passionais. Tanto que vi a língua de Valentina percorrer os lábios da Dani enquanto soltavam a paixão.

As duas começaram a se apalpar os peitos uma da outra. Valentina olhava pra Dani encantada, hipnotizada pela beleza da nossa amiga. Reparei que ela testava estimular os bicos dela com pressões diferentes, e Daniela reagia com gemidos variados. intensidade. Valentina sorriu, e a outra devolveu o sorriso. Depois de mais um beijo onde os lábios se esfregaram, Valentina começou a descer pelo corpo da Dani. Agora ela gemia mais alto, sentindo a boca de Valentina nos peitos dela.

Ela estava solta, provando cada poro que alcançava da pele da Daniela. Enfiou a cabeça entre os peitos dela, se dedicando ao colo, enquanto Dani só conseguia gemer. Se agarrou na cabeça de Valentina, que continuou usando a boca por um tempo até começar a descer pela barriga dela, e desceu um pouco mais até alcançar a buceta dela. Naquele momento, Dani começou a ofegar com força. Valentina chupava com gosto. Bem ou mal, mas ela tava adorando. E com uma mão esticada pra continuar apalpando um peito dela. Valentina era foda na cama e parecia disposta a provar isso até na estreia lésbica dela.

Quando Dani parecia ter gozado, Valentina subiu de novo pelo corpo dela e começou a beijar a boca dela outra vez. Daniela acariciou as bochechas da nossa amiga e se preparou pra fazer o mesmo com ela. E começou pelo beijo, enquanto uma mão descia e começava a acariciar a xereca de Valentina. Ela começou a gemer contra a boca da Daniela, que estimulou um pouco mais enquanto continuava beijando ela. Vi como ela chupava a língua dela antes de descer pra provar o gosto dos peitos dela. Era a primeira vez em muito tempo que eu via Valentina dominada, e aquilo me excitava. Especialmente quando Dani se preparou pra chupar a buceta dela, provocando uns gemidos bem agudos acompanhados de um ofego sem parar. Valentina acariciava os próprios peitos enquanto curtia aquele oral, e em certo momento o olhar dela cruzou com o meu. Ela tava adorando, e eu vi como chegava ao orgasmo.

Mas Valentina não parecia disposta a se deixar vencer… nem muito menos a parar de experimentar. Pegou Daniela pela cintura e beijou ela de novo, enquanto começava a passar uma perna entre as pernas da outra. Dani se deixou levar e soltou um gemido de prazer quando a xoxota dela se roçou na de Valentina. Valentina. As duas se olharam e, aos poucos, foram mexendo os quadris, se deliciando com aquela tesoura enquanto trocavam carícias e apertões nos peitos uma da outra. Daniela segurou Valentina pelas bochechas e a beijou enquanto aumentavam a velocidade dos quadris. Se deixaram levar até gozarem, quase ao mesmo tempo, e caíram exaustas no colchão.

"JP, você é muito safado", reclamou Valentina. Ela e Daniela tinham se aproximado de mim e agora descansavam, usando cada uma uma das minhas pernas como se fossem travesseiros. "Por que você escondeu uma pessoa tão incrível como a Dani de mim?"

"Eu sou incrível?", perguntou ela, corando.

"Claro que é"

"Bom, é que a Dani e eu também não nos conhecemos há muito tempo", respondi.

E contamos a história para Valentina desde o começo, naquele bar de drinks. Nossa amiga começou a processar a história, até que de repente percebeu algo.

"Então, você é a putinha por quem eu perdi a aposta!", exclamou.

Dani engoliu seco. Mas Valentina sorriu.

"Fica tranquila, não tô brava. Se mereci, por ter provocado o JP", brincou e acariciou meu peito. "Mas sempre que faço isso, acabo transando. Na verdade, tô fazendo um favor pra ele", riu. "Mas me veio uma ideia"

"Que ideia?"

"Bom. Perdi a aposta. Tenho que fazer um boquete nele por uma hora. Mas já que você gosta tanto de foder com ele... queria que você me acompanhasse"

"Como assim?"

"Em vez de chupar sozinha... a gente pode chupar ele juntas. Acho que ele não vai recusar, né?", me olhou com malícia e sorriu. Eu fiquei vermelho. "Obviamente é minha aposta. Se não quiser, faço outro dia..."

"Chupar o JP por uma hora...", murmurou Dani. "Só isso? Porque por ele eu aguentaria o que fosse"

"Dani, não se sinta obrigada...", falei.

"Não... me sinto lisonjeada", respondeu ela. Notei que o pulso dela acelerou, e ela se virou de novo para Valentina. "Como a gente faz?"

"Então olha, a gente se coloca aqui no meio", disse ela. Elas se jogaram entre minhas pernas. "E agora, JP coloca um alarme pra avisar daqui uma hora... você não vai querer se aproveitar de duas pobres garotas, vai?", perguntou num tom doce.
"Claro que não, olha", falei, e mostrei o celular. Preparado pra uma hora.
"E agora... vamos tentar que sempre tenha alguém chupando isso", suspirou Valentina e começou a me chupar na ponta.
"Isso, senão não é uma hora seguida", concordou Daniela, e se juntou ao boquete, atacando a base.
Tentei relaxar. Aquelas duas gostosas estavam me dando muito prazer com suas bocas. Sentia a língua da Valentina na minha glande enquanto a Dani massageava a parte de baixo com a dela molhada. Começaram a subir e descer no meu pau, babando ele inteiro, e se beijando de língua quando se encontravam na ponta. Deus, como eu adorava senti-las ali.
Vi a Valentina descer pra chupar minhas bolas, deixando a Dani enfiando e tirando meu pau da boca por um bom tempo. Tentei me segurar, mas ainda faltava muito, e gozei quando a Valentina subiu pra lamber minha ponta com a Daniela. As duas continuaram como se nada enquanto eu gozava, e conseguiram manter o boquete sem parar, engolindo meu leite.
Percebi que elas tinham começado a se tocar mutuamente. Seus corpos juntinhos me excitavam muito, e elas sabiam disso, mas também faziam por prazer próprio. Parecia que o corpo da Daniela funcionava muito bem com outro corpo feminino. Valentina a puxou mais pra perto e elas se beijaram de novo na ponta do meu pau, um beijo de língua apaixonado, até que gozei pela segunda vez.
Pensei em dizer que a aposta estava paga, mas elas continuaram com aquele boquete. Valentina tomou a iniciativa de enfiar e tirar várias vezes da boca, momento que a Dani aproveitou pra chupar minhas bolas com uma sucção deliciosa que me deixava a mil. E naquele momento, o alarme começou a tocar... mas nenhuma das duas parecia disposta a parar. Senti as duas me dando a mão. Valentina manteve minha ereção entre os lábios dela enquanto a Dani enfiava e tirava da boca várias vezes, e depois trocaram, várias vezes, até eu gozar mais uma vez.

"Meninas... a hora... acabou há quinze minutos...", suspirei.

"Sabemos, mas não íamos te deixar na mão", respondeu Valentina. "O que achou, Dani?"

"Tô molhadíssima... adoro a pica do JP", respondeu ela. Limpei com o polegar uma manchinha de porra que ela tinha no canto da boca. "Somos um bom time, né?"

"Demais. E mesmo sentindo a buceta ardendo, admito que tô com vontade de te ver foder com ele", disse Valentina.

"Tem certeza?"

"Vamos, não é que eu vou ficar sem transar, né?", ela me perguntou.

"Claro que não. Minha pica tá pronta pra vocês duas", garanti com um sorriso.

O que eu não esperava era ver a Valentina engatinhando atrás da Daniela. Roubou um beijo dela e depois se posicionou atrás, abrindo as pernas dela pra mim e acariciando os mamilos dela. Eu me aproximei delas com o pau pronto pra foder, e nesse momento a Valentina se surpreendeu.

"Esqueceu a camisinha?"

"É... é que a Daniela e eu fazemos no pelo... como ela não pode engravidar..."

"Tá me zoando"

"Não", interferiu Dani. "É sério. Enquanto meu corpo mudar entre homem e mulher, não posso engravidar"

"Que sorte hein..."

"Te incomoda?", perguntei pra Valentina.

"Eu? Por quê? Porque você pode gozar dentro dela e não em mim...? Desculpa, foi mesquinho", suspirou. "Não é culpa de vocês... Vamos, JP, mostra pra Daniela como você fode bem!", exclamou, tentando nos animar de novo.

"Espera, Valentina", disse Daniela, se levantando. "Deixa eu fazer algo por você..."

Assim, ela ficou de quatro pra eu começar a foder a bucetinha dela, enquanto enfiava a cabeça entre as pernas da Valentina e começava a chupar a rachinha dela. Enfiou os braços por baixo das pernas da nossa amiga e segurou as mãos dela enquanto eu a penetrava. Eu curtia o espetáculo enquanto gozava com a buceta molhada da Dani. Na minha opinião, ela tinha ficado muito excitada, porque meu pau deslizava fácil pra dentro e pra fora dela. Aproveitei pra apertar as bundas dela e fazer delas minhas enquanto a fodia. Fui aumentando o ritmo, até que, pra minha surpresa, a Valentina jorrou na boca da Daniela. Ela gemia, e a Valentina se abaixou ao lado dela pra beijá-la enquanto eu continuava metendo, até que comecei a gozar dentro dela, e a Dani deixava cair seus jorros nas minhas coxas.

"Que inveja de te ver assim", admitiu a Valentina, olhando pra buceta cheia de leite da Dani. "JP... ontem já deixei você fazer isso... tudo bem se a gente fizer de novo sem proteção?", ela me perguntou.

"E a pílula?"

"Tomei enquanto você lavava a louça e a Dani te chupava", ela explicou. "Confia em mim, né? Agora nenhum de nós dois quer filhos..."

"Claro que confio. E não tem nada que eu queira mais", respondi. Ela sorriu. "Vamos, meninas, hora de montar no papai"

"No papai?", riram.

"Vocês não gostam de como soa?"

"Claro que sim... vamos, me fode, papai", pediu a Valentina.

Me deitei de barriga pra cima e a Valentina subiu em cima, de pernas abertas. Começou a esfregar a rachinha dela no meu pau, deixando ele duro, enquanto a Daniela fazia o mesmo na minha cabeça. Comecei a chupar a bocetinha dela. Aproveitei o gosto salgado enquanto sentia a Valentina levando meu pau pra dentro da xereca dela. Deus, que molhado e que quente. Que gostoso que era. Segurei os quadris dela e fiz ela subir e descer enquanto a Dani deixava a bocetinha na melhor posição pra eu chupar.

Um barulho de lábios me indicou que as duas tinham começado a se beijar em cima do meu corpo. Podia sentir elas se mexendo enquanto se acariciavam com as mãos. Senti que elas pegavam na minha mão e juntavam com as delas. Em certo momento, senti elas chupando meus dedos com delicadeza, e finalmente, pegavam na minha outra mão. Minhas mãos acabaram uma em cima do peito de cada uma, enquanto a Valentina cavalgava no meu pau e a Dani mantive a rachinha dela molhada na minha boca.

Senti a Dani ter vários arrepios e senti os jatos dela na minha língua. Deixei escorrer pelo canto dos lábios enquanto cuidava pra que o orgasmo dela durasse mais, enquanto gozava dentro da Valentina, cujos jatos me encharcaram a pélvis. Valentina ficou mais um tempinho em cima de mim, me espremendo por completo e curtindo a sensação de eu gozar dentro dela.

“Essa sensação é a melhor, né?”, perguntou a Dani. A gente tava os três largados na cama, pelados. A tarde ia passando.

“Cala a boca, sortuda”, respondeu a Valentina, e a Dani acalmou ela com um beijo. “slut… como você beija bem”

“Acho que foi assim que conquistei o JP”, brincou. Não tava totalmente errada. Tossi.

“Ei, Dani… você viraria menino de novo? Tipo, não cansa nem nada?”, perguntou a Valentina.

“Qual é. Tanto quanto eu quiser. Quer me ver de menino de novo?”, perguntou ela.

“Adoraria curtir vocês dois de novo. Se vocês toparem”

“Com todo prazer”, respondeu ela. Levantou pro banheiro e quando voltou, era o Daniel de novo. “Meu pau tá pronto pra você”, brincou. “Ah, que pena que meus pais não ficam sabendo disso”

“Sabendo do quê?”, perguntou a Valentina.

“Tão enchendo o saco há tempos pra eu sair com garotas”, respondi. “Quase tiveram um desgosto quando viram que eu tinha passado uma tarde comigo. Se imaginassem que a gente tinha transado, tinham um infarto”, brinquei. Valentina me deu uma camisinha.

“Cê faz alguma coisa segunda?”, perguntou pro Daniel.

“Hã… não…”, disse ele, recebendo também uma camisinha da Valentina.

“Então, como o JP trabalha, eu podia ir te ver como amiga… e garantir que seus pais me ouçam gemer com as picas que você vai me dar”, propôs ela.

“Tá falando sério?”, perguntou ele, todo corado.

“Valentina sempre cumpre o que promete”, garanti. “Aceita o presente dela”

“Valeu, JP”, disse a Valentina. “E depois a gente pode fazer mais coisas que tenho na cabeça…”

“Quais?”

“Sei lá… agora minha cabeça Só consigo pensar nos seus paus", respondeu enquanto se deitava na cama e abria as pernas. "Vamos ver com o que vocês me surpreendem, meus queridos..."

"Dani, que tal se...?", fiz a proposta no ouvido dele.

"Sim, acho que ela vai gostar", ele respondeu.

Nós nos aproximamos dela, com as picas prontas. Ela nos olhou com um sorriso. Levantamos as pernas dela com cuidado, dando acesso à buceta dela, e começamos a meter nela de vez em quando. Comecei eu, empurrando minha pica dentro dela várias vezes. Devagar no começo. E depois deixei o Dani meter, já com um pouco mais de vontade. Eu estava segurando a bunda do Dani, acariciando enquanto ele fodia a Valentina.

Quando trocamos de novo e eu estava metendo nela, o Dani se abaixou e começou a lamber a xereca dela. Valentina parecia adorando o tratamento que estava recebendo. Depois ele me substituiu de novo e meteu nela, enquanto eu acariciava os peitos da Valentina. Na cara dela dava pra ver o prazer máximo. Quando estávamos chegando ao fim, começamos a trocar mais rápido. Uma metida cada um. Ela ficava louca com aquele contraste, sentindo um de cada vez metendo nela. Ela gozou enquanto eu e o Dani continuávamos metendo de vez em quando, e quando ela se acalmou, nós dois tiramos as camisinhas e gozamos sobre o púbis dela, perto da rachinha, mas sem risco.

Valentina esticou as pernas e viu como a tínhamos deixado. Pareceu pensar... e então pegou um pouco da porra com o dedo e levou à boca.

"Como vocês se sentem, garotos? Por ter uma putinha como eu faminta de sexo?", perguntou e se acariciou os peitos.

"Você não é uma putinha. É uma parceira", corrigi. "Não é?"

"Sim. Eu sou muito grato a você", disse Dani. "Tudo que você me deixou fazer... adorei."

"Bom, eu aproveitei muito. E é só sábado à tarde, então ainda temos muito tempo pra nos divertir", garantiu.

"Escutem... não devíamos ficar aqui muito mais", falei pra eles. "Tipo, adoraria, mas devíamos dar uma... Tomar uma ducha e sair pra comer alguma coisa. Um lanche-jantar, porque desde o brunch a gente não comeu nada. E depois, ver se minha cama aguenta a noite inteira transando."

"Com certeza aguenta mais que você", brincou Valentina. "Mas acho que você tem razão."

"Beleza. Vou primeiro no banho", disse Dani, e foi pro chuveiro.

Valentina nessa hora aproveitou pra se sentar em cima das minhas pernas. Minha pica tava entre nós dois, meio dura.

"Ei... se eu passar dos limites com meus comentários, me fala, tá?", sussurrou enquanto me abraçava. "Tô me divertindo pra caralho nesse fim de semana e não quero estragar... você sempre teve paciência comigo."

"Fica tranquila. Não levo a mal."

"Valeu... outro dia eu tava muito magoada, mas hoje quero te falar porque tô adorando: você é muito importante pra mim."

E me deu um beijo. Não daqueles apaixonados que ela raramente me dava, mas um mais carinhoso, mais íntimo, daqueles que ela menos me deu. Ficamos ali um tempão, curtindo nossos corpos pelados, até o Daniel sair do banho e ela ir se lavar.

"Valeu por esse fim de semana, mano...", falou enquanto sentava do meu lado.

"Te falei que ia dar certo."

"Mas não tão certo. Tô me sentindo livre e à vontade com vocês dois, e isso me faz muito bem."

"É pra isso que a gente tá aqui. E ainda temos um dia inteiro pra curtir", lembrei com um sorriso.CONTINUALembra que tu pode ler todas as minhas históriasneste link😉

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