Descobri que existem lugares chamados cabines, onde você pode literalmente interagir com estranhos através de um buraco na parede. Quando comecei a ver imagens e vídeos de gloryhole, minha cabeça explodiu. Só de pensar em estar num quartinho sentada, esperando uma rola aparecer do outro lado da parede, sem saber de quem era, já me deixava excitada pra caralho. Me masturbei um monte de vezes imaginando como seria, mas na real, não tinha coragem de ir. Fiz algumas postagens sobre isso e, na hora, recebi um monte de mensagens de caras querendo me levar, mas, francamente, sentia que, se fosse fazer, teria que ir sozinha. Combinar com alguém tira toda a adrenalina. Sexta-feira passada, finalmente me decidi. Mas tive uma ideia doida. No jantar de quinta, estando com minha mãe e meu pai, perguntei de um jeito discreto, mas queria ver a reação deles sobre o assunto:
· Ei, quero perguntar uma coisa, mas não quero que vocês fiquem bravos comigo ou me julguem mal. É que esse assunto surgiu entre minhas amigas da escola, mas eu não acho que seja bem como elas dizem. Prometem que não vão ficar bravos?
· Fala, filha. Fica tranquila. Você já tá na faculdade – meu pai falou.
· Então, parece que em algumas sex shops tem uma área com quartinhos que têm telas passando pornô, mas também têm buracos nas paredes, e os caras enfiam as coisas deles por ali, pra quem tá do outro lado fazer um boquete…
Meus pais trocaram olhares, e minha mãe começou a falar um monte de coisas ruins sobre esses lugares, das doenças que dava pra pegar e um monte de outros motivos pelos quais era uma merda. Mas, por outro lado, meu pai só escutava e olhava pra nós duas. Acho que ele percebeu minha curiosidade, porque continuou tomando o café dele e, de repente, minha mãe virou pra ele e perguntou se ele não ia falar nada. Ele só riu e disse que eram coisas de adolescente. Minha mãe ficou puta, levantou e foi pro quarto. Aí, só meu pai e eu ficamos. Na mesa, me virei pra olhar e, num tom de voz bem baixinho, ele começou a conversar.
· Olha, filha, nesses lugares é só pra se divertir mesmo, é tipo um mar de prazer pela adrenalina que rola, mas como sua mãe diz, tem que se cuidar, porque mesmo transando só com seu parceiro ou pessoas conhecidas, você acaba pegando alguma coisa. Então, não sou ninguém pra julgar quem vai nesses lugares.
· Você já foi nesses lugares, pai? – perguntei de repente, e ele me olhou, não disse nada, continuou tomando o café e só falou:
· Eu já vi que na praça que você costuma ir com suas amigas tem um lugar desses. Sabia. Sabia que meu pai tava percebendo a mulher que eu tava me tornando, porque no ensino médio ele quase me matava por puxar esses assuntos, mas agora até me disse que sabe onde tem uns lugares assim. Podia jurar que ele já foi lá pra ver se arruma alguma mina. Não ia descansar até descobrir. Passou pela minha cabeça uma ideia rápida de como seria me encontrar com meu pai numa cabine e ele não saber que eu tô do outro lado. Ver o pau dele aparecer por aquele buraco, duro, pulsando, pronto pra receber o melhor boquete da vida, da própria filha dele, sem ele saber. No dia seguinte, saindo da escola, me troquei no banheiro, coloquei uma legging preta bem justinha e tirei a calcinha, e em cima só uma blusa de lycra sem sutiã, onde dava pra ver meus peitos bem gostosos, um moletom e pronto. Fui pra praça e, quando cheguei, sentia que o coração ia explodir, mas mesmo assim me dirigi pra sexshop que meu pai tinha mencionado. Na entrada, tudo parecia normal, então fui até o balcão onde um senhor me perguntou o que eu queria.
· Com licença, boa tarde, quanto custa pra entrar nas cabines?
· Você quer entrar nas cabines, sozinha? Normalmente não deixamos meninas entrarem pra trabalhar aqui.
· Desculpa, senhor, não vim trabalhar, vim Saindo da escola, mas tô morrendo de curiosidade pra saber o que rola nas cabines. O senhor me deixa entrar só um pouquinho, só pra conhecer? O cara me olhou de cima a baixo e piscou um olho, falando que normalmente não fazem isso, mas que por ser pra mim, ia deixar passar dessa vez.
· E como funciona? – perguntei com um tom inocente.
· Olha só, você procura um quartinho onde se sinta à vontade, fecha a porta, bota o trinco senão vão querer te pegar lá dentro. Quando ouvir alguém entrar na cabine do lado, você espreita pelo buraco. Se ver algo que te agrade, só enfia os dedos pelo furo e a outra pessoa vai saber que você quer que ele meta o pau ali. O que rolar depois é por sua conta – ele deu uma risadinha e me indicou por onde entrar.
Conforme me aproximava da cortina de tiras pra entrar, meu coração acelerava demais. Não sabia o que ia rolar, mas não dava pra voltar atrás. Entrei e tava tudo escuro, só tinha umas luzes meio roxas, então fiquei parada na porta enquanto meus olhos se acostumavam com a penumbra. Depois de uns segundos, consegui ver que tudo era pintado de preto, mas as luzes fracas deixavam ver um corredor tipo de hotel, com várias portas, uma do lado da outra, e comecei a andar devagar. Minha surpresa foi que em alguns quartos a porta não tava fechada e tinha uns caras chupando paus. Não soube como reagir, mas senti um fiozinho escorrendo entre minhas pernas. Fiquei excitada pra caralho. Continuei andando e encontrei uns homens que me olhavam meio desconcertados, mas com muito tesão. Tava fazendo um calorão, então tirei meu moletom. Meus bicos pularam na hora, como se quisessem estourar minha lycra. Minhas tetas se desenhavam totalmente pelo jogo de escuridão e luz. Encontrei uma porta encostada, sem ninguém dentro. Entrei o mais rápido que pude e tranquei a porta. Sentei no sofá e respirei fundo, deixando que Meu nariz se encheu daqueles aromas, mistura de aromatizante com porra rançosa que vagava pelo lugar todo. Depois de uns segundos, procurei se dava pra desligar a tela pra luz não atrapalhar enxergar quem tava do outro lado. Desconectei. A cabine ficou na penumbra. Sem esperar ouvir nada, só me ajoelhei na frente do buraco e dei uma olhada pra ver o que tinha do outro lado. Dava pra ver o outro sofá com a porta aberta, uns caras apareciam quando passavam reto vendo tudo vazio. Várias vezes tentaram abrir a porta, mas eu falei alto: "Tá ocupado." E aí rolou a mágica: quando ouviram a voz de uma mulher naquela cabine, na hora escutei passos apressados indo pra cabine vizinha. Entrou um senhor de uns 50 anos, baixinho, de roupa humilde, fechou a porta na hora, abaixou o zíper e começou a bater punheta pra ficar duro. Não demorou muito e já tava de pau duro. Eu tava com os olhos colados no buraco e ele não parava de me olhar. Sem me dar tempo de nada, ele se aproximou do buraco na parede e meteu o pau dele bem bruto, quase furou meu olho. Me afastei um pouco, mas a glande dele ficou bem perto do meu nariz. Segurei com a mão e apertei um pouco. Senti na hora ele começar a pulsar gostoso. Inspirei fundo e foi delicioso aquele cheiro de pau rançoso. Puxei o prepúcio dele e vi um pau não muito limpo, mas todo lubrificado. Enfiei na boca de uma vez, até o fundo. Segurava os testículos dele enquanto deixava minha língua brincar com o pau todo. O engraçado é que eu nem tinha começado a me tocar quando ouvi ele bufando do outro lado e, em menos do que esperava, ele me jogou um jatinho de porra na cara. O pau dele murchou na hora, ele se recolheu, subiu a calça rápido, abriu a porta e saiu quase esbarrando em outro que tava na fila pra entrar. Eu tava super excitada. Levantei minha camiseta e mostrei meus peitos. ao ar. Comecei a apertar meus mamilos enquanto via outra pessoa entrar na cabine. Qual não foi minha surpresa ao perceber que era nosso vizinho. Seu Leonardo, um mecânico que ajuda meu pai com os carros. Queria tanto que ele não tivesse me reconhecido ao entrar, mas já não tinha volta. Vi ele se abaixar pra espiar e fiquei com medo de que soubesse quem eu era, então me levantei bem rápido e me encostei na parede. Meu púbis ficou bem pertinho da bunda e senti na hora os dedos dele roçando minha buceta por cima da calcinha, que já tava muito molhada. Ajudei um pouco, puxando ela pra baixo e deixando minha virilha nua. Ele começou a querer enfiar o dedo, mas eu recuei um pouco. Quando vi que ele tirou os dedos e, discretamente, ao me inclinar, vi o nariz e a boca dele, decidi me aproximar de novo. Ele respirou fundo e esticou a língua, tentando se encher de mim. Aproximei minha buceta o máximo que pude, mas ele não conseguiu alcançar. Ouvi ele se levantar e me sentei no sofá na hora, me inclinando. Ele já tava tirando o pau pra fora. Era bem moreno e curvado. Não muito grosso, até dava pra dizer que era fino, mas era comprido. Me preparei. Aproximei minha boca da cabeça e abri o máximo que pude, senti ele entrar todinho, a ponto de me fazer arquear um pouco. Segurei com uma mão e ainda sobrou pau pra encher minha boca. Nunca imaginei que Leonardo tivesse um pau tão comprido. Deixei minha boca na cabeça, sugando, enquanto com as mãos eu masturbava ele freneticamente. Senti quando ele ia gozar, mas dessa vez eu queria ver meus peitos cheios de porra, então parei de chupar e masturbei ele até que ele gozasse num jorro longo e forte que espirrou no meu peito. A porra começou a escorrer pelo meu peito e eu comecei a espalhar por todos os meus seios, ainda tinha esperma fresco no meu rosto. Isso era excitante demais, eu já não aguentava mais, tava enlouquecida de prazer. Já tinha levado dois paus em menos de 15 minutos e eles não tinham me visto, mas eu sim. Não tinham me apalpado, mas eu já tinha deixado eles. vazios. Leonardo ficou sentado por uns minutos, se limpou o pau, subiu as calças e tirou uma nota da carteira, enfiou pelo buraco na parede e ouvi ele dizer: Valeu, putinha, que boquete gostoso você acabou de me dar. Eu não conseguia acreditar, agora até dinheiro eu tinha por estar me dando o maior prazer que já conheci. A cabine vizinha ficou vazia por uns minutos, percebi que o movimento lá fora tinha parado. Já não se ouvia quase nada, só o som das telas nas outras cabines. Ouvi uns passos pelos corredores e fiquei totalmente gelada ao escutar dois homens conversando lá fora.
· E aí, meu irmão, como é que cê tá?
· Tô bem, véio, aqui na luta, que milagre. Faz tempo que não te via por aqui.
· É que tava muito ocupado, mas ontem no jantar minha filha me perguntou sobre esses lugares e aí me deu um tesão de novo, hahaha, e cá estou. Como é que tá de gente?
· Entrou uma menininha dessas de escola particular faz um tempo e não saiu, mas já foram uns caras que saíram bem felizes, então acho que ela tá se garantindo. Hahahaha.
· Em qual cabine ela tá? Nesse momento ouvi passos indo pro outro corredor, eu tava espiando discretamente pelo buraco, tremendo sem querer, sentindo o suor frio escorrendo pelas minhas costas até chegar na minha cintura. Comecei a respirar ofegante quando vi a porta abrir, entrou um homem de costas e fechou a porta devagar. Minhas suspeitas eram totalmente certas. Meus medos e minha fantasia dançavam juntos de um jeito frenético. Ele se virou, se tocando no pau por cima da calça, sentou no sofá e puxou o membro pra fora. Ali estava, aquele pau grande, grosso, bem duro, brilhoso, aquele pau que me deu a vida agora tava na cabine ao lado. Eu me levantei, abaixei minha calcinha pra ele não me reconhecer e tirei a blusa. Tava praticamente nua quando vi ele se inclinar. Meu pai só conseguiu ver quase todo meu corpo pelado entre Penumbras, mas não via meu rosto. Aproximei a boca do buraco e ele disse: "Tá uma delícia, princesa, bem do jeito que eu gosto." Quase que em sincronia, quando ele se levantou, eu me ajoelhei, vi ele se preparando pra encostar aquela pica na parede. Recuei um pouco e foi um momento tão gostoso e obsceno ver a pica do meu pai aparecer por aquele buraco. Na hora segurei ela, e minhas mãos estavam suando. Quando apertei, senti ela pulsar e ficar ainda mais dura. Aproximei minha boca e com a ponta da língua comecei a percorrer devagar toda a cabeça dela. Minha outra mão já estava entre meus lábios, esfregando meu clitóris no mesmo ritmo da minha língua. Sentia os pequenos espasmos dele tentando se segurar, curtindo como eu tava chupando. Eu não sabia o que fazer, isso é doentio demais. Quem mais me reprimiu e cuidou na vida, bem naquele momento tinha a pica dele na minha boca e eu tava fascinada. Dava pra imaginar que ele vinha de transar com minha mãe e que ainda tinha os sucos dela no pau. Queria deixar ele totalmente limpo. Enfiava até onde cabia, queria ter ela toda dentro de mim. Quando a pica já tava o mais fundo na minha garganta, tentava lamber as bolas dele. No começo foi meio difícil, mas comecei a controlar a ânsia e consegui. Tirava a boca e enfiava de novo até o fundo, uma vez e outra, sem perceber gozei num jorro grande e forte, e agradeci por ter as calças arriadas. Minhas pernas tremiam, mas eu não parava de mamar que nem uma vaca a pica do meu pai. Tava tão gostosa, só queria ser banhada no leite dele. Num momento, por instinto, comecei a vestir a blusa e a subir a calcinha. Sem parar de chupar, claro. Mas tinha pensado que quando ele gozasse, com certeza ia querer ir pro meu quarto e aí sim ia foder tudo isso. Ia ter que sair o mais rápido possível enquanto ele se recuperava. Comecei a masturbar ele bem rápido e apertava a pica com desespero até sentir ela inchar. Conforme ela ficava mais gorda, num segundo saiu um jorro de porra quente e grande que encheu minha boca e parte do meu rosto. Acelerei o ritmo da minha mão e enfiei a cabeça na minha boca para espremer ele por completo, até que ele se soltou e caiu exausto no sofá. Naquele momento, me levantei, peguei minhas coisas como pude e saí correndo. Passei direto pelo balcão e não parei até chegar no ponto de ônibus, onde sabia que ninguém me reconheceria. Tinha um senhor que não parava de me olhar. Já tinham passado vários ônibus e ele continuava sentado bem perto de mim, me encarando de um jeito tarado. Foi quando me toquei que estava com a cara cheia de porra. Passei a língua pelos lábios e aquele leite ainda estava fresco. Juntei tudo com os dedos e levei à boca, sem tirar os olhos do senhor no ponto.
· Ei, quero perguntar uma coisa, mas não quero que vocês fiquem bravos comigo ou me julguem mal. É que esse assunto surgiu entre minhas amigas da escola, mas eu não acho que seja bem como elas dizem. Prometem que não vão ficar bravos?
· Fala, filha. Fica tranquila. Você já tá na faculdade – meu pai falou.
· Então, parece que em algumas sex shops tem uma área com quartinhos que têm telas passando pornô, mas também têm buracos nas paredes, e os caras enfiam as coisas deles por ali, pra quem tá do outro lado fazer um boquete…
Meus pais trocaram olhares, e minha mãe começou a falar um monte de coisas ruins sobre esses lugares, das doenças que dava pra pegar e um monte de outros motivos pelos quais era uma merda. Mas, por outro lado, meu pai só escutava e olhava pra nós duas. Acho que ele percebeu minha curiosidade, porque continuou tomando o café dele e, de repente, minha mãe virou pra ele e perguntou se ele não ia falar nada. Ele só riu e disse que eram coisas de adolescente. Minha mãe ficou puta, levantou e foi pro quarto. Aí, só meu pai e eu ficamos. Na mesa, me virei pra olhar e, num tom de voz bem baixinho, ele começou a conversar.
· Olha, filha, nesses lugares é só pra se divertir mesmo, é tipo um mar de prazer pela adrenalina que rola, mas como sua mãe diz, tem que se cuidar, porque mesmo transando só com seu parceiro ou pessoas conhecidas, você acaba pegando alguma coisa. Então, não sou ninguém pra julgar quem vai nesses lugares.
· Você já foi nesses lugares, pai? – perguntei de repente, e ele me olhou, não disse nada, continuou tomando o café e só falou:
· Eu já vi que na praça que você costuma ir com suas amigas tem um lugar desses. Sabia. Sabia que meu pai tava percebendo a mulher que eu tava me tornando, porque no ensino médio ele quase me matava por puxar esses assuntos, mas agora até me disse que sabe onde tem uns lugares assim. Podia jurar que ele já foi lá pra ver se arruma alguma mina. Não ia descansar até descobrir. Passou pela minha cabeça uma ideia rápida de como seria me encontrar com meu pai numa cabine e ele não saber que eu tô do outro lado. Ver o pau dele aparecer por aquele buraco, duro, pulsando, pronto pra receber o melhor boquete da vida, da própria filha dele, sem ele saber. No dia seguinte, saindo da escola, me troquei no banheiro, coloquei uma legging preta bem justinha e tirei a calcinha, e em cima só uma blusa de lycra sem sutiã, onde dava pra ver meus peitos bem gostosos, um moletom e pronto. Fui pra praça e, quando cheguei, sentia que o coração ia explodir, mas mesmo assim me dirigi pra sexshop que meu pai tinha mencionado. Na entrada, tudo parecia normal, então fui até o balcão onde um senhor me perguntou o que eu queria.
· Com licença, boa tarde, quanto custa pra entrar nas cabines?
· Você quer entrar nas cabines, sozinha? Normalmente não deixamos meninas entrarem pra trabalhar aqui.
· Desculpa, senhor, não vim trabalhar, vim Saindo da escola, mas tô morrendo de curiosidade pra saber o que rola nas cabines. O senhor me deixa entrar só um pouquinho, só pra conhecer? O cara me olhou de cima a baixo e piscou um olho, falando que normalmente não fazem isso, mas que por ser pra mim, ia deixar passar dessa vez.
· E como funciona? – perguntei com um tom inocente.
· Olha só, você procura um quartinho onde se sinta à vontade, fecha a porta, bota o trinco senão vão querer te pegar lá dentro. Quando ouvir alguém entrar na cabine do lado, você espreita pelo buraco. Se ver algo que te agrade, só enfia os dedos pelo furo e a outra pessoa vai saber que você quer que ele meta o pau ali. O que rolar depois é por sua conta – ele deu uma risadinha e me indicou por onde entrar.
Conforme me aproximava da cortina de tiras pra entrar, meu coração acelerava demais. Não sabia o que ia rolar, mas não dava pra voltar atrás. Entrei e tava tudo escuro, só tinha umas luzes meio roxas, então fiquei parada na porta enquanto meus olhos se acostumavam com a penumbra. Depois de uns segundos, consegui ver que tudo era pintado de preto, mas as luzes fracas deixavam ver um corredor tipo de hotel, com várias portas, uma do lado da outra, e comecei a andar devagar. Minha surpresa foi que em alguns quartos a porta não tava fechada e tinha uns caras chupando paus. Não soube como reagir, mas senti um fiozinho escorrendo entre minhas pernas. Fiquei excitada pra caralho. Continuei andando e encontrei uns homens que me olhavam meio desconcertados, mas com muito tesão. Tava fazendo um calorão, então tirei meu moletom. Meus bicos pularam na hora, como se quisessem estourar minha lycra. Minhas tetas se desenhavam totalmente pelo jogo de escuridão e luz. Encontrei uma porta encostada, sem ninguém dentro. Entrei o mais rápido que pude e tranquei a porta. Sentei no sofá e respirei fundo, deixando que Meu nariz se encheu daqueles aromas, mistura de aromatizante com porra rançosa que vagava pelo lugar todo. Depois de uns segundos, procurei se dava pra desligar a tela pra luz não atrapalhar enxergar quem tava do outro lado. Desconectei. A cabine ficou na penumbra. Sem esperar ouvir nada, só me ajoelhei na frente do buraco e dei uma olhada pra ver o que tinha do outro lado. Dava pra ver o outro sofá com a porta aberta, uns caras apareciam quando passavam reto vendo tudo vazio. Várias vezes tentaram abrir a porta, mas eu falei alto: "Tá ocupado." E aí rolou a mágica: quando ouviram a voz de uma mulher naquela cabine, na hora escutei passos apressados indo pra cabine vizinha. Entrou um senhor de uns 50 anos, baixinho, de roupa humilde, fechou a porta na hora, abaixou o zíper e começou a bater punheta pra ficar duro. Não demorou muito e já tava de pau duro. Eu tava com os olhos colados no buraco e ele não parava de me olhar. Sem me dar tempo de nada, ele se aproximou do buraco na parede e meteu o pau dele bem bruto, quase furou meu olho. Me afastei um pouco, mas a glande dele ficou bem perto do meu nariz. Segurei com a mão e apertei um pouco. Senti na hora ele começar a pulsar gostoso. Inspirei fundo e foi delicioso aquele cheiro de pau rançoso. Puxei o prepúcio dele e vi um pau não muito limpo, mas todo lubrificado. Enfiei na boca de uma vez, até o fundo. Segurava os testículos dele enquanto deixava minha língua brincar com o pau todo. O engraçado é que eu nem tinha começado a me tocar quando ouvi ele bufando do outro lado e, em menos do que esperava, ele me jogou um jatinho de porra na cara. O pau dele murchou na hora, ele se recolheu, subiu a calça rápido, abriu a porta e saiu quase esbarrando em outro que tava na fila pra entrar. Eu tava super excitada. Levantei minha camiseta e mostrei meus peitos. ao ar. Comecei a apertar meus mamilos enquanto via outra pessoa entrar na cabine. Qual não foi minha surpresa ao perceber que era nosso vizinho. Seu Leonardo, um mecânico que ajuda meu pai com os carros. Queria tanto que ele não tivesse me reconhecido ao entrar, mas já não tinha volta. Vi ele se abaixar pra espiar e fiquei com medo de que soubesse quem eu era, então me levantei bem rápido e me encostei na parede. Meu púbis ficou bem pertinho da bunda e senti na hora os dedos dele roçando minha buceta por cima da calcinha, que já tava muito molhada. Ajudei um pouco, puxando ela pra baixo e deixando minha virilha nua. Ele começou a querer enfiar o dedo, mas eu recuei um pouco. Quando vi que ele tirou os dedos e, discretamente, ao me inclinar, vi o nariz e a boca dele, decidi me aproximar de novo. Ele respirou fundo e esticou a língua, tentando se encher de mim. Aproximei minha buceta o máximo que pude, mas ele não conseguiu alcançar. Ouvi ele se levantar e me sentei no sofá na hora, me inclinando. Ele já tava tirando o pau pra fora. Era bem moreno e curvado. Não muito grosso, até dava pra dizer que era fino, mas era comprido. Me preparei. Aproximei minha boca da cabeça e abri o máximo que pude, senti ele entrar todinho, a ponto de me fazer arquear um pouco. Segurei com uma mão e ainda sobrou pau pra encher minha boca. Nunca imaginei que Leonardo tivesse um pau tão comprido. Deixei minha boca na cabeça, sugando, enquanto com as mãos eu masturbava ele freneticamente. Senti quando ele ia gozar, mas dessa vez eu queria ver meus peitos cheios de porra, então parei de chupar e masturbei ele até que ele gozasse num jorro longo e forte que espirrou no meu peito. A porra começou a escorrer pelo meu peito e eu comecei a espalhar por todos os meus seios, ainda tinha esperma fresco no meu rosto. Isso era excitante demais, eu já não aguentava mais, tava enlouquecida de prazer. Já tinha levado dois paus em menos de 15 minutos e eles não tinham me visto, mas eu sim. Não tinham me apalpado, mas eu já tinha deixado eles. vazios. Leonardo ficou sentado por uns minutos, se limpou o pau, subiu as calças e tirou uma nota da carteira, enfiou pelo buraco na parede e ouvi ele dizer: Valeu, putinha, que boquete gostoso você acabou de me dar. Eu não conseguia acreditar, agora até dinheiro eu tinha por estar me dando o maior prazer que já conheci. A cabine vizinha ficou vazia por uns minutos, percebi que o movimento lá fora tinha parado. Já não se ouvia quase nada, só o som das telas nas outras cabines. Ouvi uns passos pelos corredores e fiquei totalmente gelada ao escutar dois homens conversando lá fora.
· E aí, meu irmão, como é que cê tá?
· Tô bem, véio, aqui na luta, que milagre. Faz tempo que não te via por aqui.
· É que tava muito ocupado, mas ontem no jantar minha filha me perguntou sobre esses lugares e aí me deu um tesão de novo, hahaha, e cá estou. Como é que tá de gente?
· Entrou uma menininha dessas de escola particular faz um tempo e não saiu, mas já foram uns caras que saíram bem felizes, então acho que ela tá se garantindo. Hahahaha.
· Em qual cabine ela tá? Nesse momento ouvi passos indo pro outro corredor, eu tava espiando discretamente pelo buraco, tremendo sem querer, sentindo o suor frio escorrendo pelas minhas costas até chegar na minha cintura. Comecei a respirar ofegante quando vi a porta abrir, entrou um homem de costas e fechou a porta devagar. Minhas suspeitas eram totalmente certas. Meus medos e minha fantasia dançavam juntos de um jeito frenético. Ele se virou, se tocando no pau por cima da calça, sentou no sofá e puxou o membro pra fora. Ali estava, aquele pau grande, grosso, bem duro, brilhoso, aquele pau que me deu a vida agora tava na cabine ao lado. Eu me levantei, abaixei minha calcinha pra ele não me reconhecer e tirei a blusa. Tava praticamente nua quando vi ele se inclinar. Meu pai só conseguiu ver quase todo meu corpo pelado entre Penumbras, mas não via meu rosto. Aproximei a boca do buraco e ele disse: "Tá uma delícia, princesa, bem do jeito que eu gosto." Quase que em sincronia, quando ele se levantou, eu me ajoelhei, vi ele se preparando pra encostar aquela pica na parede. Recuei um pouco e foi um momento tão gostoso e obsceno ver a pica do meu pai aparecer por aquele buraco. Na hora segurei ela, e minhas mãos estavam suando. Quando apertei, senti ela pulsar e ficar ainda mais dura. Aproximei minha boca e com a ponta da língua comecei a percorrer devagar toda a cabeça dela. Minha outra mão já estava entre meus lábios, esfregando meu clitóris no mesmo ritmo da minha língua. Sentia os pequenos espasmos dele tentando se segurar, curtindo como eu tava chupando. Eu não sabia o que fazer, isso é doentio demais. Quem mais me reprimiu e cuidou na vida, bem naquele momento tinha a pica dele na minha boca e eu tava fascinada. Dava pra imaginar que ele vinha de transar com minha mãe e que ainda tinha os sucos dela no pau. Queria deixar ele totalmente limpo. Enfiava até onde cabia, queria ter ela toda dentro de mim. Quando a pica já tava o mais fundo na minha garganta, tentava lamber as bolas dele. No começo foi meio difícil, mas comecei a controlar a ânsia e consegui. Tirava a boca e enfiava de novo até o fundo, uma vez e outra, sem perceber gozei num jorro grande e forte, e agradeci por ter as calças arriadas. Minhas pernas tremiam, mas eu não parava de mamar que nem uma vaca a pica do meu pai. Tava tão gostosa, só queria ser banhada no leite dele. Num momento, por instinto, comecei a vestir a blusa e a subir a calcinha. Sem parar de chupar, claro. Mas tinha pensado que quando ele gozasse, com certeza ia querer ir pro meu quarto e aí sim ia foder tudo isso. Ia ter que sair o mais rápido possível enquanto ele se recuperava. Comecei a masturbar ele bem rápido e apertava a pica com desespero até sentir ela inchar. Conforme ela ficava mais gorda, num segundo saiu um jorro de porra quente e grande que encheu minha boca e parte do meu rosto. Acelerei o ritmo da minha mão e enfiei a cabeça na minha boca para espremer ele por completo, até que ele se soltou e caiu exausto no sofá. Naquele momento, me levantei, peguei minhas coisas como pude e saí correndo. Passei direto pelo balcão e não parei até chegar no ponto de ônibus, onde sabia que ninguém me reconheceria. Tinha um senhor que não parava de me olhar. Já tinham passado vários ônibus e ele continuava sentado bem perto de mim, me encarando de um jeito tarado. Foi quando me toquei que estava com a cara cheia de porra. Passei a língua pelos lábios e aquele leite ainda estava fresco. Juntei tudo com os dedos e levei à boca, sem tirar os olhos do senhor no ponto.
4 comentários - Buraco da Glória