Comi a filha do meu amigo

Me chamo Raul Ramirez e tenho 35 anos de idade, considero que tenho uma compleição média, nem gordo nem magro, só falta tonificar um pouco o corpo hahaha. Tenho 1,82m, cabelo curto preto, barba crescida mas não por fazer, cuido dessa parte pra dar um aspecto melhor; cor morena pobre e com medidas médias de 16-19 cm aproximadamente…Comi a filha do meu amigoBom, tudo aconteceu há uns quatro anos, eu tinha acabado de fazer 31 anos e, como quase sempre acontecia nessas situações no meu círculo de amigos, eu estava me preparando para curtir o fim de semana inteiro, começando na sexta-feira quando saí do escritório até domingo à noite. Naquela ocasião, além dos que geralmente estavam lá – Gerson 25, Oscar 37, Carlos 28 e eu –, também estavam Carmen 26, Jorge 20 e Jenny 25 (prima e filhos do Oscar). Eu já conhecia os últimos mencionados há um tempo, na verdade, a Jenny, que é a mais nova e a protagonista da história, eu conhecia desde que ela tinha 10 anos.vadiaSempre achei ela uma garota muito bonita, mas nunca a tinha visto como mulher, primeiro pela idade e segundo por ser filha do meu parceiro. Ela tem a pele muito branca, uns olhos enormes e um sorriso que cativava a maioria das pessoas que a viam no negócio da família (lavagem de carros). É baixinha, 1,60 no máximo, com corpo médio e uma cintura bem definida. Os quadris, digamos, em pleno desenvolvimento, emolduravam uma bunda que, apesar de ser bem grande, era proporcional ao corpo dela e definitivamente muito firme. Por último, deixei o maior dos seus atributos – adivinharam – uns peitos lindíssimos, de um tamanho que, na minha opinião, era muito grande para a idade dela, mas perfeitamente redondos, com uma queda natural, e o melhor: ela adorava exibi-los.rabaoEla quase sempre usava blusinhas de alcinha ou bem decotadas, como naquela ocasião. Estava vestida com uma blusa branca de alcinha daquelas de lycra que são bem coladas no corpo, então marcava muito bem os peitos e a cintura dela, e por baixo - devo confessar que me excitou bastante - usava um sutiã de renda branco com detalhes pretos e pedrarias de meia taça, que pra quem não sabe quase sempre mal cobre o mamilo. Na parte de baixo, usava uma legging branca combinando com a blusa, que fazia o bumbum dela destacar bastante, mesmo sendo enorme, e dava pra ver a marca de uma calcinha fio dental daquelas que são só dois triângulos minúsculos e três fios.garota de bunda grandeComo eu disse antes, nunca tinha visto ela como mulher até essa vez. Entre um gole e outro, o clima foi esquentando no bar e decidimos ir para o apartamento do Oscar. Ele mora sozinho desde que se separou da mãe dos filhos quando a Jenny tinha só 2 anos. As crianças moram com ela e só visitam o pai em alguns finais de semana. Continuamos bebendo e começamos a cantar, depois botaram salsa. Do grupo, sou o único homem que dança, então já podem imaginar. Foi um vai e vem entre a Carmen e a Jenny a cada troca de música. De repente, alguém mudou a música para trap, que, pra ser sincero, é o gênero que não tolero. E quando eu estava prestes a ir sentar e continuar bebendo, a Jenny me pegou pela mão e me fez dançar com ela. No fim das contas, pela idade dela, era a música da moda. Ela começou a se mexer e a colar o corpo no meu, ao mesmo tempo que fazia com que eu a segurasse pela cintura para nos aproximarmos ainda mais. De repente, ela vira de costas para mim sem parar de dançar, rebolando aquele rabo que, sinceramente, ela mexia de um jeito espetacular, roçando no meu pau que cada vez ficava mais duro – e, obviamente, ela não percebia. Na verdade, ela fazia com total intenção, porque virou e me olhou de um jeito muito safado enquanto mordia o lábio inferior.bunda grande gostosaEssa situação acho que não agradou nada o Oscar, seu pai e meu amigo, que imediatamente a fez sentar ao seu lado e pediu para trocarem a música. Devo confessar que pelo resto da noite não consegui parar de pensar naquele momento e de olhar pra ela, primeiro pelo que me provocou, depois pelo decote que ela exibia e que às vezes, não sei se de propósito, ela se abaixava na minha frente deixando ver levemente a auréola do seu mamilo rosado.Comi a filha do meu amigoA noite seguiu e pouco a pouco foram caindo de bêbados ou de cansaço, depois de algumas horas só estávamos acordados Jenny, Carmen, Carlos e eu. Fui para a cozinha preparar mais uns drinks e Jenny entrou logo atrás de mim, me disse que tinha vindo para deixar os outros dois sozinhos porque aparentemente estavam na mesma sintonia e tinham começado a se esquentar. Abriu a geladeira e disse "vou tomar uma cerveja porque isso aqui tá esquentando muito" logo em seguida se inclinou na minha frente, deixando eu ver sua bunda firme em todo o esplendor e a calcinha fio dental marcada muito mais pelo esticado da legging, essa situação me deixou a mil de novo, ela obviamente percebeu e me deu aquele olhar safado de novo enquanto dava um gole na cerveja.vadiaSaímos da cozinha interrompendo Carlos e Oscar, continuamos bebendo mais um pouco e depois de mais uma hora decidi ir para casa. Oscar me deu cobertura enquanto tentava convencer Carmen a ir com ele para consumar o que haviam começado. Jenny me olhava com olhos pedindo para eu fazer o mesmo com ela, mas apesar de como ela me deixou excitado, eu parei principalmente por causa da idade dela. Ainda é muito nova para mim, então apenas me despedi dela enquanto demos uma última esfregada de corpos.rabaoNo caminho para casa não conseguia tirar da cabeça a imagem da sua bunda empinada na minha frente e a cena enquanto dançávamos, ela esfregando a bunda no meu pau duro. Assim que cheguei em casa, tirei ele pra fora e comecei a fazer a melhor punheta da minha vida. Ajudou ainda mais que ela me mandou um WhatsApp dizendo "que tenha uma linda noite, ou o que resta dela" junto com uma foto com a mesma blusa que usava, mas sem sutiã - os mamilos super marcados e ela lambendo os lábios de um jeito muito sexy e sugestivo.garota de bunda grandeNo dia seguinte continuamos a farra, curamos a ressaca juntos e voltamos à ativa durante o resto do fim de semana, com a diferença de que não houve mais insinuações tão marcadas, talvez o pai dela tenha dado uma chamada ou foi só estratégia dela para me manter mais interessado. Depois disso mantivemos comunicação por WhatsApp e ligações, mas sem conotações sexuais, começamos a falar como namorados e coisas assim. Alguns dias depois, Oscar comentou que seria o aniversário de 23 anos da Jenny e que gostaria de comemorar de algum jeito, já que a mãe dela não planejava fazer nada e ele achava muito paia deixar a data passar como se fosse um dia qualquer. Pediu opiniões e a maioria sugeriu fazer uma festa com os amigos e blá blá blá, eu comentei que ele podia alugar uma casa de fim de semana - quem não conhece El Salvador, há uma cidade chamada Surf City com um clima muito agradável e casas para alugar bem baratas. A ideia agradou bastante e ele decidiu por essa opção.bunda grande gostosaAssim que já tinha tudo definido, ele nos disse a mim e ao Carlos que estávamos convidados, que a coisa era mais familiar, mas que a Jenny tinha pedido para nos convidar já que tinha muito apreço por nós. Os convidados éramos Jose (pai do Oscar), Manuel (irmão), Claudia (cunhada), Mayte (filha do Manuel), Daniela (irmã e que será protagonista de outro relato), Carmen, Carlos e eu; além da Jenny, do Jorge e do Oscar, obviamente. O aniversário da Karina é em agosto, naquela ocasião caiu numa quinta e o aluguel era de sexta a domingo, então, se adivinharam, naquele fim de semana ela já seria uma mulher mais madura… Chegou o dia, me adiantei com o Carlos para receber o aluguel, preparar a geladeira para as cervejas e a comida, verificar se tudo estava em ordem, comprar algumas coisas que estavam faltando, etc. Pouco tempo depois chegaram todos e começamos a festa, devo mencionar que aquilo era um deleite para os homens que estavam ali, já que todas as convidadas, incluindo a Jenny e a Carmen, eram dignas de admiração, uns corpos deliciosos que exibiam com biquínis que, uau, na família acho que todas as mulheres tinham sido agraciadas com peitos enormes, além de que a bunda da Daniela e da Claudia era uma coisa tão linda, o biquíni afundava entre as nádegas feito um fio-dental e proporcionavam um espetáculo majestoso.Comi a filha do meu amigoAquele dia a gente começou a beber e comemorar, nadamos um pouco, comemos, continuamos bebendo e dançando, preciso mencionar de novo a sorte que eu tenho, 5 mulheres lindíssimas e eu o único homem dançando, com um grupo incrível, dancei até bachata e reggaeton sem problema nenhum só pra sentir aqueles corpos se esfregando perto de mim. Como era de esperar, pelo cansaço da semana e da viagem, pouco a pouco foram caindo e por volta da meia-noite só estavam os mesmos 4 sobreviventes da noite e a Mayte se juntou a nós. Continuamos na festa bebendo até começar a amanhecer, de repente a Jennt se aproximou e me abraçou de frente, esfregando aqueles peitões enormes no meu peito, começamos a conversar bem perto enquanto os outros preparavam outras bebidas, quando do nada começamos a nos beijar e os outros nos viram com caras de surpresa, mas não disseram nada e a gente não parou, foi impossível esconder minha ereção no shorts que eu tava usando e a Jenny foi se esfregando cada vez mais forte, de repente o Carlos nos interrompeu dizendo que os cigarros acabaram, precisamos ir comprar.vadiaPegamos as chaves do carro e entramos, Carlos e Carmen na frente, atrás íamos Mayte, Jenny e eu, que não parávamos de nos beijar. Aí a Mayte disse "não quero ficar com esses tarados" e foi pra frente com a Carmen, nos deixando mais espaço pra continuar na nossa. Eles desceram os três pra comprar cigarros enquanto a gente continuava na nossa, cobertos com uma toalha comecei a tocar o peito da Jenny, era uma maravilha e de repente puxei o sutiã, deixando à mostra aquelas tetas majestosas, eram mais lindas do que imaginei, redondas e firmes, com uns mamilos lindíssimos, rosas clarinhos e grandes, do tamanho perfeito pras tetas dela. Eles voltaram pro carro e eu guardei elas de novo no sutiã, mas não antes de dar umas chupadinhas rápidas em cada um. Voltamos pro aluguel do mesmo jeito que fomos, nós dois sozinhos atrás nos beijando, já eram mais de 7 da manhã e o sol já estava completamente lá fora, descemos do carro, começamos a caminhar em direção à varanda onde estávamos bebendo, mas no meio do caminho a Jenny falou com a Mayte e disse "você dá uma coberta pra gente?". Ela sorriu e respondeu "tão foda, todo mundo tá dormindo lá em cima, mas vão sim, eu aviso". Então a Jenny me puxou pra um banheiro que ficava na parte de baixo do aluguel, continuamos com os beijos e a cada segundo eu ficava mais excitado. Já dentro do banheiro, os beijos deram lugar a mais carícias. Comecei a beijar seu pescoço enquanto desabotoava a única coisa que ficava entre aquelas tetas lindas e meu rosto, quando consegui pude me maravilhar com aquele par lindo bem redondinho e com uns mamilos de bom tamanho na cor rosa, aliás bem duros pela excitação do momento, não me contive mais e comecei a massagear um enquanto chupava e mordiscava o outro, um verdadeiro deleite. Entre beijos, chupadas e toques, a excitação dela começou a ficar notória, ela soltava uns gemidos deliciosos e cada vez mais altos, sua mão começou a massagear meu pau por cima da roupa e a deixá-lo cada vez mais duro. Aos poucos foi Desamarrando o cadarço do short e meteu a mão até pegar meu pau, continuando com as massagens. Eu não parava de beijá-la, chupar seus peitos, massagear sua bunda e tocar sua ppk por cima do leggings que ela usava, que já começava a deixar sentir a umidade dos seus fluidos. Já sem roupa da cintura para cima, continuamos com as brincadeiras e aos poucos fui puxando o leggings para baixo, deixando-a só numa linda calcinha fio-dental preta de renda. Ela fez o mesmo comigo, mas de uma vez só puxou meu short e a cueca, fazendo meu pau pular de repente. Quando o viu, sorriu maliciosamente e disse: "Parece maior do que eu imaginava". Em seguida, ajoelhou-se e começou a dar pequenos beijos enquanto com uma mão percorria da ponta até a base. Dos beijos passou para lambidas na cabeça e, de vez em quando, começava pelos saco. De repente, ela disse: "Que gostoso!" e enfiou tudo na boca. Não consigo descrever com palavras o que senti naquele momento. Ela deu um boquete de profissional: chupava e esfregava meu pau com uma mão, dava lambidas e de novo chupava até me fazer gozar na sua boca. Foi um momento delicioso sentir como descarregava tudo na sua boca e ela saboreava. Depois de engolir toda minha porra, só disse: "Porra de manhã, que gostoso". Continuamos na nossa e era minha vez. Deitei-a no chão e comecei a beijá-la por todo o corpo, acariciando seus seios e sua bucetinha por cima da calcinha, que fui puxando aos poucos até tirar completamente. Aquilo era uma vista maravilhosa: seus seios enormes apertados por ela mesma entre os braços e sua ppk completamente exposta só para mim. Estava depilada quase por completo, só uma linha bem fina enfeitava seu púbis, igualzinho a modelo de revista masculina. Depois de morder o lábio inferior, ela me disse com um tom muito safado: "Gostou? Arrumei assim para você". Essas palavras me deixaram completamente excitado. A filha de um dos meus melhores amigos, que tinha acabado de atingir a maioridade, planejava me comer. quem sabe por quanto tempo... Eu estava completamente excitado, as palavras da Karina me deixaram a mil e depois aquela vista inigualável, então comecei a chupar sua buceta por vários minutos, ao mesmo tempo meu pau começava a se recuperar e ganhar força de novo, chupava seu clitóris, notava o quanto ela gostava pelos seus gemidos, como ela se contorcia e um squirt que ela deu, molhando meu rosto todo. Contos Relatos Início Hetero Hetero Karina, a filha do meu amigo JFBrown -06/04/19039198 8T. Leitura: 9 min. Vou começar essa história mencionando que é uma experiência pessoal e que aconteceu há 3 ou 4 anos aproximadamente, obviamente vou mudar os nomes dos envolvidos para evitar qualquer tipo de problema. Me chamo Diego, tenho 34 anos de idade, considero que tenho uma compleição média nem gordo nem magro, só falta tonificar um pouco o corpo hahaha. Tenho 1,82m, cabelo curto preto, barba crescida mas não muito grande, cuido dessa parte para dar um aspecto melhor; moreno e com medidas médias 15-17 cm aproximadamente... Pois bem, tudo aconteceu há quatro anos aproximadamente, eu tinha acabado de fazer 30 anos e como quase sempre acontecia em situações assim no círculo de amigos em que eu estava, me preparava para comemorar o fim de semana inteiro, começando na sexta-feira quando saí do escritório até o domingo à noite. Naquela ocasião, além de quem geralmente estava Miguel 24, Israel 36, Raúl 28 e eu; estavam Carmen 26, Jorge 20 e Karina 17 (prima e filhos de Israel respectivamente). Aos últimos mencionados já conhecia há um tempo, na verdade, a Karina que é a mais nova e quem é a protagonista do relato, conhecia desde que ela tinha 14 anos. Sempre achei ela uma menina muito bonita mas nunca a tinha visto como mulher, primeiro pela idade e segundo por ser filha do meu amigo. Ela tem a pele muito branca com uns olhos enormes e um sorriso que cativava a maioria de quem a via no negócio da família (venda de celulares), de corpo baixinha, 1,60 no máximo, de compleição média com uma cintura bem definida, de quadril digamos em pleno crescimento que emoldurava uma bunda que, apesar de não ser muito grande, estava no tamanho certo para ela e definitivamente bem firme; por último, deixei o maior de seus atributos, adivinharam, uns peitos lindíssimos, de um tamanho que, na minha opinião, era muito grande para a idade dela, mas perfeitamente redondos com uma queda natural e o melhor é que ela adorava exibi-los. Quase sempre usava blusas de alcinha ou bem decotadas, como naquela ocasião. Ela estava vestida com uma blusa de alcinha branca daquelas de lycra que são bem coladas ao corpo, marcando muito bem os seios e a cintura, e por baixo, devo confessar que me excitou bastante, usava um sutiã de renda branco com detalhes pretos e pedrinhas, de meia taça — para quem não sabe, esses quase sempre mal cobrem o mamilo. Na parte de baixo, usava uma legging branca combinando com a blusa, que fazia seu bumbum destacar bastante, mesmo sendo um tanto pequeno, e dava para ver a marca de uma calcinha fio dental daquelas que são só dois triângulos minúsculos e três fios. Como eu disse antes, nunca a tinha visto como mulher até essa hora, entre um gole e outro o clima foi esquentando no bar e decidimos ir para o apartamento do Israel — ele mora sozinho desde que se separou da mãe dos filhos quando a Karina tinha só 2 anos, as crianças moram com ela e só visitam o pai alguns fins de semana. Continuamos bebendo e começamos a cantar, depois botaram salsa, do grupo eu sou o único homem que dança, então já sabem. Foi um vai e vem entre a Carmen e a Karina a cada troca de música, até que alguém mudou para reggaeton, que, pra ser sincero, é o gênero que não tolero, e quando eu estava quase indo sentar e seguir bebendo, a Karina me pegou pela mão e me fez dançar com ela, afinal, pela idade dela, era a música da moda. Ela começou a se mexer e a colar o corpo no meu, ao mesmo tempo que fazia com que eu a segurasse pela... cintura para nos aproximarmos ainda mais, de repente ela vira de costas para mim sem parar de dançar, esfregando a bunda em mim - que, sinceramente, ela mexia de um jeito espetacular - roçando no meu pau que cada vez ficava mais duro, e obviamente ela notava, na verdade fazia com total intenção porque virou e me olhou de um jeito muito safado enquanto mordia o lábio inferior. Essa situação acho que não agradou nem um pouco ao Israel, seu pai e meu amigo, que imediatamente a fez sentar ao seu lado e pediu para trocarem a música. Devo confessar que pelo resto da noite não consegui parar de pensar naquele momento e de ficar olhando para ela, primeiro pelo que me provocou, depois pelo decote que ela exibia e que às vezes - não sei se intencionalmente - ela se abaixava na minha frente deixando ver levemente a aréola do seu mamilo rosado. A noite seguiu e pouco a pouco foram caindo pela bebedeira ou pelo cansaço, depois de algumas horas só estávamos acordados Karina, Carmen, Miguel e eu. Fui à cozinha preparar mais uns drinks e Karina entrou logo atrás de mim, disse que tinha vindo para deixar os outros dois sozinhos porque aparentemente estavam com química e tinham começado a se esquentar. Abriu a geladeira e me disse "vou tomar uma cerveja porque isso aqui está esquentando muito", na mesma hora se inclinou na minha frente me deixando ver sua bunda firme em todo o esplendor e o fio dental marcado ainda mais pelo estiramento da legging, essa situação me deixou a mil de novo, ela obviamente percebeu e novamente me deu aquele olhar safado enquanto dava um gole na cerveja. Saímos da cozinha interrompendo Carmen e Miguel, continuamos bebendo mais um tempo e depois de mais uma hora decidi ir para casa, Miguel topou ir junto enquanto tentava convencer Carmen a ir com ele para consumar o que tinham começado, Karina me olhava com olhos pedindo para eu fazer o mesmo com ela, mas apesar de como ela me deixou excitado, me segurei principalmente pela idade dela - ainda era menor de idade - então apenas me despedi. dela ao mesmo tempo em que demos uma última esfregada de corpos. No caminho para casa não conseguia tirar da cabeça a imagem da bunda dela empinada na minha frente e a cena enquanto dançávamos, com ela esfregando a bunda no meu pau duro. Assim que cheguei em casa, tirei ele para fora e comecei a fazer a melhor punheta da minha vida, e ainda por cima ela me mandou um WhatsApp dizendo “que tenha uma linda noite ou o que resta dela” junto com uma foto com a mesma blusa que usava, mas sem sutiã, os mamilos super marcados e ela lambendo os lábios de um jeito muito sexy e sugestivo. No dia seguinte continuamos a farra, curamos a ressaca juntos e voltamos à ativa durante o resto do fim de semana, com a diferença de que não houve mais insinuações tão diretas. Talvez o pai dela tenha chamado a atenção ou foi só estratégia dela para me manter mais interessado. Depois disso mantivemos comunicação por WhatsApp e chamadas, mas sem tons sexuais, começamos a falar como namorados e coisas assim. Alguns dias depois, Israel comentou que seriam os 18 anos de Karina e que gostaria de comemorar de algum modo, já que a mãe dela (de Karina) não planejava fazer nada e ele achava muito ruim deixar a data passar como se fosse um dia qualquer. Pediu opiniões e a maioria foi de fazer uma festa com os amigos e blá blá blá. Eu comentei que ele podia alugar uma casa de fim de semana. Quem não conhece o México, há uma cidade chamada Cuernavaca, que tem um clima muito agradável e alugam casas bem baratas. A ideia agradou bastante a ele e ele decidiu por essa opção. Depois que tudo estava definido, ele disse a Miguel e a mim que estávamos convidados, que a coisa era mais familiar, mas que Karina tinha pedido para nos convidar, já que ela gostava muito de nós. Os convidados éramos José (pai de Israel), Manuel (irmão), Sandy (cunhada), Maite (filha de Manuel), Daniela (irmã, que será protagonista de outra história), Carmen, Miguel e eu; além de Karina, Jorge e Israel. obviamente. O aniversário de Karina é em junho, naquela ocasião caiu numa quinta e o aluguel a gente tinha de sexta a domingo, então, se vocês adivinharam, naquele fim de semana ela já seria maior de idade… Chegou o dia, me adiantei com o Miguel pra receber o aluguel, preparar a geladeira pra cerveja e comida, ver se tava tudo em ordem, comprar algumas coisas que faltavam, etc. Pouco depois chegaram todos e começamos a festa, preciso mencionar que aquilo era um deleite pros homens que estavam lá, já que todas as convidadas, incluindo Karina e Carmen, eram dignas de admiração, uns corpos deliciosos que exibiam uns biquínis que, uau, na família acho que todas as mulheres foram agraciadas com peitos enormes, além de que a bunda da Daniela e da Sandy era uma coisa tão linda, o biquíni afundava entre as nádegas delas feito um fio-dental e dava um espetáculo majestoso. Esse dia a gente começou a beber e comemorar, nadamos um pouco, comemos, continuamos bebendo e dançando, preciso mencionar de novo a sorte que eu tenho, 5 mulheres lindíssimas e eu o único que dança, com um grupo da hora, dancei até bachata e reggaeton sem problema só pra sentir aqueles corpos se esfregando perto de mim. Como era de se esperar, pelo cansaço da semana e da viagem, pouco a pouco foram caindo e por volta da meia-noite já só estávamos os mesmos 4 sobreviventes da noite e a Maite se juntou a nós. Continuamos na festa bebendo até começar a amanhecer, de repente a Karina se aproximou e me abraçou de frente, colando aqueles peitões dela no meu peito, começamos a conversar bem perto enquanto os outros preparavam outras bebidas, quando do nada começamos a nos beijar e os outros nos viram com cara de surpresa, mas não disseram nada e a gente não parou, foi impossível esconder minha ereção no shorts que eu tava usando e a Karina foi se esfregando cada vez mais forte, de repente o Miguel nos interrompeu dizendo que acabaram os cigarros, tem que ir a comprar. Pegamos as chaves do carro e entramos, Miguel e Carmen na frente, atrás iam Maite, Karina e eu, que não parávamos de nos beijar. Aí Maite disse: "Eu não quero ir com esses tarados" e foi pra frente com a Carmen, nos deixando mais espaço pra continuar na nossa. Eles desceram os três pra comprar cigarros enquanto a gente continuava na nossa, cobertos com uma toalha comecei a tocar o peito da Karina, era uma maravilha e de repente puxei o sutiã, deixando à mostra aquelas tetas majestosas, eram mais lindas do que imaginei, redondas e firmes, com uns mamilos lindíssimos, rosas clarinhos e grandes, do tamanho perfeito pras tetas dela. Eles voltaram pro carro e eu guardei elas de novo no sutiã, mas não antes de dar umas chupadinhas rápidas em cada um. Voltamos pro aluguel do mesmo jeito que fomos, nós dois sozinhos atrás nos beijando, já eram mais de 7 da manhã e o sol já estava completamente lá fora, descemos do carro, começamos a ir em direção à varanda onde estávamos bebendo, mas no meio do caminho a Karina falou com a Maite e disse: "Você dá uma olhada pra gente?" Ela sorriu e respondeu: "Tão foda, todo mundo tá dormindo lá em cima, mas vão sim, eu aviso". Então a Karina me puxou pra um banheiro que ficava na parte de baixo do aluguel, continuamos com os beijos e a cada segundo eu ficava mais excitado. Já dentro do banheiro, os beijos deram lugar a mais carícias. Comecei a beijar seu pescoço enquanto desabotoava a única coisa que ficava entre aquelas tetas lindas e meu rosto, quando consegui pude me maravilhar com aquele par lindo bem redondinho e com uns mamilos de bom tamanho na cor rosa, aliás bem duros pela excitação do momento, não me contive mais e comecei a massagear um enquanto chupava e mordiscava o outro, um verdadeiro deleite. Entre beijos, chupadas e toques, a excitação dela começou a ficar notória, ela soltava uns gemidos deliciosos e cada vez mais altos, a mão dela começou a massagear meu pau por cima da roupa e a deixá-lo cada vez mais duro. Pouco a pouco Ele foi desamarrando o cadarço do shorts e enfiou a mão até pegar meu pau nela, continuando com as massagens. Eu não parava de beijá-la, chupar seus peitos, massagear sua bunda e tocar sua puba por cima do leggings que ela usava, que já começava a deixar sentir a umidade dos seus fluidos. Já sem roupa da cintura para cima, continuamos com as brincadeiras e aos poucos fui baixando o leggings, deixando-a só numa linda calcinha fio-dental preta de renda. Ela fez o mesmo comigo, só que de uma vez puxou meu shorts e a cueca para baixo, fazendo meu pau pular de repente. Quando viu, sorriu maliciosamente e disse: "Parece maior do que eu imaginava". Em seguida, ajoelhou-se e começou a dar pequenos beijos enquanto com uma mão percorria da ponta à base. Dos beijos vieram lambidas na cabeça e de vez em quando ela fazia isso a partir dos testículos. De repente, ela me disse: "Que gostoso", e enfiou tudo na boca. Não consigo descrever com palavras o que senti naquele momento. Ela me deu um boquete de profissional, chupava e esfregava meu pau com uma mão, dava lambidas e de novo chupava até me fazer gozar na sua boca. Foi um momento delicioso sentir como descarregava tudo na sua boca e ela saboreava. Depois de engolir toda minha porra, só disse: "Porra de manhã, que gostoso". Continuamos na nossa e era minha vez, então deitei-a no chão e comecei a beijá-la por todo o corpo, acariciava seus seios e sua bucetinha por cima da calcinha, que fui baixando aos poucos até tirar completamente. Aquilo era uma vista maravilhosa, seus enormes seios apertados por ela mesma entre os braços e seu sexo exposto completamente só para mim. Ela tinha depilado quase tudo, só uma linha bem fina adornava sua puba, exatamente como modelo de revista masculina. Depois de morder o lábio inferior, ela me disse com um tom muito safado: "Gostou? Arrumei assim para você". Essas palavras me deixaram completamente excitado. A filha de um dos meus melhores amigos, que tinha acabado de atingir a maioridade, planejou Me pegaram, quem sabe por quanto tempo... Eu estava completamente excitado, as palavras da Karina me deixaram a mil e aquela vista inigualável, então comecei a comer a buceta dela por vários minutos, ao mesmo tempo meu pau foi se recuperando e ganhando força de novo, chupava seu clitóris, notava o quanto ela gostava pelos gemidos, como se contorcia e até um squirt que ela deu, me molhando toda a cara. Foi aí que recebi meu sinal, então me levantei, me ajoelhei entre suas pernas e de uma vez enfiei na buceta dela, uma sensação incomparável; mesmo não sendo mais virgem e tendo experiência, o aperto da sua vagina era uma maravilha, sentia todo o calor e a umidade, as contrações das paredes cada vez que eu metia, ela envolveu minha cintura com as pernas e me puxava para fazer com mais força, mudamos para uma posição diferente. Sentei no vaso sanitário, fechado com a tampa, obviamente, e então ela ficou em cima de mim com as pernas abertas, chupou os dedos, abriu a vagina e montou em mim como uma profissional, mostrou tudo que sabia fazer, seus movimentos, embora um pouco desajeitados, tinham um bom ritmo e o mais importante é que nós dois estávamos gostando. Depois que descansei um pouco, decidi colocá-la de quatro, a imagem daquela bunda nua empinada na minha frente é algo que até hoje tenho fixado na mente, me ajoelhei atrás dela e comecei a meter de novo, primeiro devagar, fui aumentando a intensidade até estar metendo tão forte que a fiz gritar tanto que a Mayte correu para perguntar se estava tudo bem e nos pediu para baixar o barulho porque os outros iam acordar. Obedecemos, mas sem parar de foder como deve ser. Mudamos de posição de novo, dessa vez os dois em pé, ela apoiada numa penteadeira e eu atrás, mal começamos o vai e vem quando a Mayte bateu e disse: "Andem logo, porque meu tio (Oscar) e meu avô já acordaram". Foi aí que tive que acelerar o ritmo, as enfiadas eram fortes mas muito mais rápidas que antes, querendo terminar o mais cedo possível para evitar sermos descobertos. Foi mais excitante ainda porque, para evitar que ela gritasse de novo, com uma mão tapei sua boca enquanto com a outra a segurei pela cintura para que recebesse as enfiadas com mais força. Disse: "Já tô quase gozando, vou gozar". E então ouvi as palavras mágicas: "Não tira, goza dentro". Essas palavras me excitaram tanto que acelerei o passo e de repente soltei toda a porra quente que ainda tinha. Sentir os espasmos do corpo dela enquanto as pernas dela dobram me fez entender que tinha feito um bom trabalho.

Nos vestimos de novo, ela saiu do banheiro primeiro e eu fiquei trancado lá dentro porque Israel já tinha descido e não podíamos levantar suspeitas. Nos reunimos todos para tomar café na mesa do pátio e começamos a falar sobre a boa festa da noite anterior. Alguns de ressaca, outros cansados pela festa, mas tinha alguém que não conseguiu dormir e foi testemunha silenciosa de tudo o que aconteceu naquela madrugada.

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