Me chamo Raul Ramirez e tenho 35 anos, me considero de porte médio, nem gordo nem magro, só preciso dar uma tonificada no corpo kkkk. Tenho 1,82m, cabelo curto preto, barba cheia mas não descuidada, cuido dela pra ter um visual melhor; sou moreno e tenho um tamanho médio de uns 16-19 cm mais ou menos…
Bom, tudo aconteceu há uns quatro anos atrás, eu tinha acabado de fazer 31 anos e, como quase sempre rolava nessas situações entre o círculo de amigos que eu tava, me preparava pra comemorar o fim de semana inteiro, começando na sexta-feira quando saí do escritório até domingo à noite. Dessa vez, além de quem geralmente tava junto — Gerson 25, Oscar 37, Carlos 28 e eu —, também estavam Carmen 26, Jorge 20 e Jenny 25 (prima e filhos do Oscar). Esses últimos eu já conhecia há um tempão, na verdade, a Jenny, que é a mais nova e a protagonista da história, eu conhecia desde que ela tinha 10 anos.
Sempre me pareceu uma menina muito bonita, mas nunca a tinha visto como mulher, primeiro pela idade e segundo por ser filha do meu parceiro. Ela tem a pele muito branca, uns olhos enormes e um sorriso que conquistava a maioria de quem a via no negócio da família (lava-jato). Baixinha, no máximo 1,60, corpo médio com uma cintura bem definida, quadril digamos que ainda em desenvolvimento, que emoldurava uma bunda que, embora fosse bem grande, era proporcional ao tamanho dela e definitivamente muito firme. Por último, deixei o maior dos seus atributos: adivinharam, uns peitos lindos, um tamanho que eu achava grande demais pra idade dela, mas perfeitamente redondos, com uma queda natural, e o melhor é que ela adorava exibi-los.
Quase sempre usava blusas de alcinha ou bem decotadas, como naquela ocasião. Tava vestida com uma blusa de alcinha branca, daquelas de lycra que são justas no corpo, então marcava bem os peitos e a cintura dela. Por baixo, e confesso que me deixou doido, ela usava um sutiã de renda branca com detalhes pretos e pedrinhas de meia taça — pra quem não sabe, esses sutiãs quase só cobrem o bico do peito. Na parte de baixo, ela vestia uma legging branca combinando com a blusa, que fazia a bundinha dela se destacar pra caralho, mesmo ela já tendo uma bunda enorme, e dava pra ver uma tanguinha daquelas que são só dois triângulos pequenos e três fios.
Como te falei antes, nunca tinha visto ela como mulher até essa vez. Entre um gole e outro, o clima foi esquentando no bar e decidimos ir pro apartamento do Oscar. Ele mora sozinho desde que se separou da mãe dos filhos dele, quando a Jenny tinha só 2 anos. Os meninos moram com ela e só visitam o pai em alguns fins de semana. Continuamos bebendo e começamos a cantar. Depois, colocaram salsa. Como sou o único homem do grupo que dança, já viu, né? Foi um vai e vem entre a Carmen e a Jenny a cada troca de música. De repente, alguém trocou a música pra um trap — que, pra ser sincero, é um gênero que não suporto. Quando eu tava quase indo sentar e continuar bebendo, a Jenny me pegou pela mão e me fez dançar com ela. No fim, pela idade dela, era a música da moda. Ela começou a se mexer e colar o corpo no meu, ao mesmo tempo que me fazia segurar na cintura dela pra gente ficar ainda mais junto. De repente, ela vira de costas pra mim, sem parar de dançar, rebolando a bunda — que, sinceramente, mexia de um jeito espetacular — roçando no meu pau, que cada vez ficava mais duro. E óbvio que ela percebia, porque fazia isso de propósito, me olhando por cima do ombro com um olhar bem safado, mordendo o lábio inferior.
Acho que essa situação não agradou nada o Oscar, pai dela e meu amigo, que na hora mandou ela sentar do lado dele e pediu pra trocarem a música. Tenho que confessar que pelo resto da noite não consegui parar de pensar naquele momento e de ficar olhando pra ela, primeiro pelo que ela me causou, depois pelo decote que ela tava usando e que, de vez em quando, não sei se de propósito, ela se abaixava na minha frente deixando ver de leve a auréola do pezinho rosado dela.
A noite foi passando e, aos poucos, todo mundo foi caindo de bêbado ou de cansado. Depois de algumas horas, só restamos acordados eu, a Jenny, a Carmen e o Carlos. Fui pra cozinha preparar mais uns drinks e a Jenny entrou logo atrás de mim. Ela disse que tinha vindo pra deixar os outros dois sozinhos, porque parecia que tava rolando um clima entre eles e já tinham começado a se pegar. Abriu a geladeira e falou: "Vou pegar uma cerveja porque isso aqui tá esquentando demais." Na mesma hora, se inclinou na minha frente, deixando eu ver a bunda firme dela em todo o esplendor, com a calcinha fio dental marcada ainda mais pelo alongamento do leggings. Essa situação me deixou de novo a mil, e ela, óbvio, percebeu e me lançou de novo aquele olhar safado enquanto dava um gole na cerveja dela.
Saímos da cozinha interrompendo Carlos e Oscar, continuamos bebendo mais um pouco e, depois de uma hora, decidi ir pra casa. Oscar me acompanhou enquanto tentava convencer a Carmen a ir com ele pra finalizar o que tinham começado. Jenny me olhava com olhos de quem queria que eu fizesse o mesmo com ela, mas, apesar de quente que eu tava, me segurei principalmente por causa da idade dela — ainda é menor pra mim. Então só me despedi dela enquanto demos um último amasso de corpos.
No caminho pra casa, não conseguia tirar da cabeça a imagem da bunda dela empinada na minha frente e a cena enquanto a gente dançava e ela esfregava a buceta no meu pau duro. Assim que cheguei em casa, tirei ele pra fora e comecei a bater a melhor punheta da minha vida. Ainda mais que ela me mandou um WhatsApp dizendo "tenha uma noite linda, ou o que resta dela", junto com uma foto usando a mesma blusa de antes, mas sem sutiã, os bicos super marcados e ela lambendo os lábios de um jeito muito sexy e sugestivo.
No dia seguinte continuamos a farra, curamos a ressaca juntos e voltamos à mesma rotina pelo resto do fim de semana, só que dessa vez sem as insinuações tão explícitas. Talvez o pai dela tenha chamado a atenção dela, ou foi só estratégia dela pra me deixar mais interessado. Depois disso, mantivemos contato pelo WhatsApp e por ligações, mas sem nenhum teor sexual. Pelo contrário, começamos com umas paradas de namorados e tal. Uns dias depois, o Oscar comentou que a Jenny ia fazer 23 anos e que ele queria comemorar de algum jeito, já que a mãe dela não tava afim de fazer nada e ele achava muito sacanagem deixar a data passar em branco, como se fosse um dia qualquer. Ele pediu opiniões, e a maioria sugeriu fazer uma festa com os amigos e blá blá blá. Eu sugeri alugar uma casa de fim de semana. Quem não conhece El Salvador, tem uma cidade chamada Surf City, com um clima muito gostoso e umas casas super em conta pra alugar. A ideia agradou ele pra caralho e ele decidiu por essa opção.
Depois que tudo já estava definido, ele disse pra mim e pro Carlos que a gente tava convidado, que era uma coisa mais de família, mas que a Jenny tinha pedido pra gente ir porque ela gostava muito da gente. Os convidados eram: José (pai do Oscar), Manuel (irmão), Cláudia (cunhada), Maite (filha do Manuel), Daniela (irmã e que vai ser protagonista de outra história), Carmen, Carlos e eu; além da Jenny, Jorge e Oscar, claro. O aniversário da Karina é em agosto, e dessa vez caiu numa quinta-feira, e a casa alugada era de sexta a domingo, então, se vocês adivinharam, naquele fim de semana ela já seria uma mulher mais madura… Chegou o dia, eu fui na frente com o Carlos pra pegar a casa, preparar a geladeira pra cerveja e a comida, ver se tava tudo em ordem, comprar umas coisas que faltavam, etc. Daqui a pouco todo mundo chegou e a festa começou. Preciso dizer que aquilo era um deleite pros homens que estavam lá, porque todas as convidadas, incluindo a Jenny e a Carmen, eram de dar água na boca, uns corpos deliciosos que exibiam uns biquínis que, puta merda, na família acho que todas as mulheres foram abençoadas com uns peitões enormes. Além disso, a raba da Daniela e da Cláudia era uma coisa tão linda, o biquíni afundava entre as nádegas delas feito fio dental e dava um show majestoso.
Naquele dia, começamos a beber e a festejar, nadamos um pouco, comemos, continuamos bebendo e dançando. Preciso mencionar como sou sortudo de novo: 5 mulheres gostosas pra caralho e eu, o único cara dançando. Com aquele grupo foda, dancei até bachata e reggaeton sem problema, só pra sentir aqueles corpos se esfregando perto de mim. Como era de se esperar, pelo cansaço da semana e da viagem, uma a uma foram caindo. Lá pela meia-noite, só restavam os mesmos 4 sobreviventes da noitada, e a Mayte se juntou a nós. Continuamos a festa, bebendo até o dia começar a clarear. De repente, a Jennt se aproximou de mim e me abraçou de frente, colando as tetonas dela no meu peito. Começamos a conversar bem pertinho, enquanto os outros preparavam mais bebidas. Quando, de repente, começamos a nos beijar, e os outros nos olharam com cara de surpresa. Mas não falaram nada, e a gente não parou. Não consegui esconder a ereção no short que eu tava usando, e a Jenny se esfregava cada vez mais forte em mim. De repente, o Carlos interrompeu a gente, dizendo: "Acabaram os cigarros, temos que ir comprar.
Pegamos as chaves do carro e entramos, Carlos e Carmen na frente, no banco de trás íamos eu, Mayte e Jenny, que não parávamos de nos beijar. Aí a Mayte falou "não quero ir com esses dois tarados" e passou pra frente com a Carmen, nos deixando mais espaço pra continuar no nosso rolé. Os três desceram pra comprar cigarro enquanto a gente continuava no nosso esquema, cobertos com uma toalha comecei a apalpar o peito da Jenny, era uma maravilha e de repente puxei o sutiã, deixando no ar aquelas tetas majestosas, eram mais lindas do que imaginei, redondas e firmes, com uns bicos lindíssimos, rosados clarinhos e grandes, do tamanho certo das tetas dela. Eles voltaram pro carro e eu guardei tudo de novo no sutiã, mas não sem dar umas chupadinhas em cada uma. Voltamos pro aluguel do mesmo jeito que fomos, nós dois sozinhos atrás nos beijando, já eram mais de 7 da manhã e o sol já tava totalmente fora. Descemos do carro, fomos andando em direção ao terraço onde estávamos bebendo, mas no meio do caminho a Jenny chamou a Mayte e perguntou "você fica de olho pra gente?" Ela sorriu e respondeu "vocês são uns putos, todo mundo dorme lá em cima, mas vou ficar de olho, se der merda eu aviso". Então a Jenny me puxou pra um banheiro que ficava no andar de baixo do aluguel, continuamos com os beijos e a cada segundo eu ficava mais excitado. Já dentro do banheiro, os beijos deram lugar a mais carícias. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto desafivelava a única coisa que separava aquelas tetas lindas do meu rosto, quando consegui, pude me maravilhar com aquele par lindo, bem redondinhas e com uns bicos grandes e rosados, aliás, bem durinhos por causa da excitação do momento. Não me segurei mais e comecei a massagear um enquanto chupava e mordiscava o outro, uma delícia total. Entre os beijos, chupadas e apalpadas, a excitação dela começou a ficar evidente, ela soltava uns gemidos gostosos e cada vez mais altos, a mão dela começou a massagear meu pau por cima da roupa e deixando ele cada vez mais duro. Aos poucos foi desamarrando o cadarço do short e enfiou a mão até pegar no meu pau e continuou com as massagens, eu não parava de beijar ela, chupar os peitos dela, massagear a bunda dela e tocar a buceta dela por cima do leggings que ela usava e que já começava a deixar sentir a umidade dos fluidos dela. Já pelados da cintura pra cima, continuamos com as brincadeiras e aos poucos fui descendo o leggings deixando ela só de uma linda calcinha fio dental preta de renda, ela fez o mesmo comigo só que de uma vez só puxou meu short e a cueca pra baixo, fazendo meu pau pular pra fora. Quando ela viu, sorriu safada e disse "parece maior do que eu imaginava" e na mesma hora se ajoelhou e começou a dar beijinhos nele enquanto com uma mão passava da ponta até a base, dos beijos vieram lambidas na cabeça e de vez em quando ela fazia isso desde as bolas, de repente ela disse "que gostoso" e enfiou ele inteiro na boca dela, não consigo descrever em palavras o que senti naquele momento. Ela me deu um boquete de profissional, chupava e esfregava meu pau com uma mão, dava lambidas e de novo chupava até que me fez gozar na boca dela, foi um momento delicioso sentir como descarreguei tudo na boca dela e ela saboreava, depois de engolir todo meu leite ela só disse "gozada de manhã, que gostoso" Continuamos na nossa e era minha vez, então deitei ela no chão e comecei a beijar ela toda, acariciava os peitos dela e a bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, que fui descendo aos poucos até tirar completamente, aquilo era uma vista maravilhosa, os peitões enormes apertados por ela mesma entre os braços e a buceta dela exposta completamente só pra mim. Ela tinha depilado quase tudo, só uma linha bem fina enfeitava a buceta dela bem como modelo de revista masculina. Depois de morder o lábio inferior ela me disse com um tom muito safado "você gostou? Arrumei assim pra você" aquelas palavras me acenderam completamente, a filha de um dos meus melhores amigos que tinha acabado de fazer dezoito anos planejou me comer. quem sabe por quanto tempo… Eu estava completamente excitado, as palavras da Karina me deixaram a mil e depois aquela vista impecável, então comecei a chupar a buceta dela por vários minutos, ao mesmo tempo meu pau começava a se recuperar e ganhar força de novo, lambia o clitóris dela, percebia o quanto ela curtia pelos gemidos, como se contorcia e um squirt que ela deu, molhando minha cara toda. Conto Relatos Início Hétero Hétero Karina, a filha do meu amigo JFBrown -06/04/19039198 8T. Leitura: 9 min. Vou começar essa história mencionando que é uma experiência pessoal e que aconteceu uns 3 ou 4 anos atrás, obviamente vou trocar os nomes dos envolvidos pra evitar qualquer tipo de problema. Me chamo Diego, tenho 34 anos, me considero de porte médio, nem gordo nem magro, só falta dar uma tonificada no corpo hahaha. Tenho 1,82, cabelo curto preto, barba feita mas não na brutal, cuido dessa parte pra dar um visual melhor; moreno e com medidas médias uns 15-17 cm mais ou menos… Pois bem, tudo aconteceu uns quatro anos atrás, tinha acabado de fazer 30 anos e como quase sempre rolava nessas situações no círculo de amigos que eu tava, me preparava pra comemorar o fim de semana inteiro, começando na sexta que saí do escritório até domingo à noite. Nessa ocasião, além de quem geralmente tava presente, Miguel 24, Israel 36, Raúl 28 e eu; também estavam Carmen 26, Jorge 20 e Karina 17 (prima e filhos do Israel, respectivamente). Os últimos mencionados eu já conhecia há um tempo, na verdade, a Karina que é a mais nova e quem é a protagonista da história, eu conhecia desde que ela tinha 14 anos. Sempre achei ela uma menina muito bonita mas nunca tinha visto como mulher, primeiro pela idade dela e segundo por ser filha do meu amigo. Ela é de pele muito branca com uns olhos enormes e um sorriso que conquistava a maioria de quem via ela no negócio da família (venda de celulares). De corpo baixinho, no máximo 1,60m, de compleição média com uma cintura bem definida, quadril digamos em pleno crescimento que emoldurava umas nádegas que, embora não fossem muito grandes, eram proporcionais ao tamanho dela e definitivamente muito firmes; por último, deixei o maior dos seus atributos, adivinharam, uns peitos lindíssimos, de um tamanho que, na minha opinião, era muito grande pra idade dela, mas perfeitamente redondos, com uma queda natural e o melhor é que ela adorava exibi-los. Quase sempre usava blusas de alcinha ou bem decotadas, como naquela ocasião. Ela estava vestida com uma blusa de alcinha branca, daquelas de lycra que são justas no corpo, então marcava muito bem os peitos e a cintura; por baixo, e confesso que me deixou doido, ela usava um sutiã de renda branca com detalhes pretos e pedrinhas, de meia taça — pra quem não sabe, esses sutiãs mal cobrem o mamilo. Na parte de baixo, ela vestia uma legging branca combinando com a blusa, que fazia a bundinha dela se destacar bastante, apesar de ser um pouco pequena, e marcava uma tanga daquelas que são só dois triângulos pequenos e três fios. Como eu disse antes, nunca tinha visto ela como mulher até aquela vez; entre um gole e outro, o clima foi esquentando no bar e decidimos ir pro apartamento do Israel. Ele mora sozinho desde que se separou da mãe dos filhos dele, quando a Karina tinha só 2 anos; os meninos moram com ela e só visitam o pai em alguns fins de semana. Continuamos bebendo e começamos a cantar, depois colocaram salsa. No grupo, sou o único homem que dança, então já viu... Foi um vai e vem entre a Carmen e a Karina a cada troca de música. De repente, alguém mudou a música pra reggaeton, que, pra ser sincero, é um gênero que não suporto, e quando eu já ia sentar e continuar bebendo, a Karina me pegou pela mão e me fez dançar com ela. No fim, pela idade dela, era a música da moda. Ela começou a se mexer e colar o corpo no meu, enquanto me fazia segurá-la pela cintura. cintura pra gente se juntar ainda mais, de repente ela vira de costas pra mim sem parar de dançar, esfregando a bunda em mim, que sinceramente mexia de um jeito espetacular, roçando no meu pau que cada vez ficava mais duro e obviamente ela percebia, na verdade fazia de propósito porque virou pra me olhar de um jeito bem safado enquanto mordia o lábio inferior. Essa situação acho que não agradou nada o Israel, pai dela e meu amigo, que na hora mandou ela sentar do lado dele e pediu pra trocarem a música. Devo confessar que pelo resto da noite não consegui parar de pensar naquele momento e de olhar pra ela, primeiro pelo que me provocou, depois pelo decote que ela usava e que de vez em quando, não sei se de propósito, se abaixava na minha frente deixando ver de leve a auréola do peitinho rosado. A noite seguiu e aos poucos foram caindo de bêbados ou de cansaço, depois de algumas horas só estavam acordados eu, Karina, Carmen e Miguel. Fui na cozinha preparar mais uns drinks e Karina entrou logo atrás de mim, disse que tinha ido pra deixar os outros dois sozinhos porque parecia que tava rolando um clima e já tinham começado a se pegar. Ela abriu a geladeira e falou “vou pegar uma cerveja porque isso aqui tá esquentando demais” e na hora se inclinou na minha frente deixando eu ver a bunda firme dela em todo esplendor e a calcinha fio dental marcada ainda mais pelo alongamento da legging, essa situação me deixou de novo a mil, ela obviamente percebeu e me deu de novo aquele olhar safado enquanto dava um gole na cerveja. Saímos da cozinha interrompendo a Carmen e o Miguel, continuamos bebendo mais um pouco e depois de uma hora decidi ir pra casa, Miguel me acompanhou enquanto tentava convencer a Carmen a ir com ele pra finalizar o que tinham começado, Karina me olhava com cara de quem queria que eu fizesse o mesmo com ela mas apesar de tão excitado que fiquei, me segurei principalmente por causa da idade dela, ainda era menor de idade, então só me despedi. dela enquanto a gente se dava o último amasso. No caminho pra casa, não conseguia tirar da cabeça a imagem da bunda dela empinada na minha frente e a cena enquanto a gente dançava e ela esfregava a bunda no meu pau duro. Assim que cheguei em casa, tirei ele pra fora e comecei a bater a melhor punheta da minha vida. Ainda ajudou que ela me mandou um WhatsApp dizendo "tenha uma noite linda ou o que resta dela" junto com uma foto usando a mesma blusa de antes, mas sem sutiã, os peitos dela super marcados e ela lambendo os lábios de um jeito muito sexy e provocante. No dia seguinte, a gente continuou a farra, curamos a ressaca juntos e voltamos à ativa pelo resto do fim de semana, só que dessa vez sem insinuações tão explícitas. Talvez o pai dela tenha chamado a atenção dela, ou foi só estratégia dela pra me deixar mais interessado. Depois disso, a gente manteve contato por WhatsApp e ligações, mas sem conotação sexual, começamos com umas paradas de namorados e tal. Uns dias depois, Israel comentou que ia fazer 18 anos e que queria comemorar de algum jeito, já que a mãe dela (da Karina) não tava afim de fazer nada e ele achava muito sacanagem deixar a data passar como se fosse um dia qualquer. Pediu opiniões e a maioria falou de fazer uma festa com os amigos e blá blá blá. Eu sugeri alugar uma casa de fim de semana. Quem não conhece o México, tem uma cidade chamada Cuernavaca que tem um clima muito gostoso e alugam casas bem baratas. A ideia agradou ele e ele decidiu por essa opção. Quando já tava tudo certo, ele falou pra mim e pro Miguel que a gente tava convidado, que era uma parada mais familiar, mas que a Karina tinha pedido pra ele nos convidar porque gostava muito da gente. Os convidados eram José (pai do Israel), Manuel (irmão), Sandy (cunhada), Maite (filha do Manuel), Daniela (irmã que vai ser protagonista de outra história), Carmen, Miguel e eu; além da Karina, Jorge e Israel. Obviamente. O aniversário da Karina é em junho, nessa ocasião caiu numa quinta-feira e o aluguel era de sexta a domingo, então, se vocês adivinharam, naquele fim de semana ela já seria maior de idade… Chegou o dia, eu me adiantei com o Miguel pra receber o aluguel, preparar a geladeira pra cerveja e a comida, revisar se tava tudo em ordem, comprar umas coisas que faltavam, etc. Daí a pouco chegaram todos e começamos a festa. Preciso mencionar que aquilo era um deleite pros homens que estavam lá, porque todas as convidadas, incluindo a Karina e a Carmen, eram dignas de admiração — uns corpos deliciosos que exibiam uns biquínis que, uff, na família acho que todas as mulheres foram abençoadas com uns peitões enormes. Além disso, a bunda da Daniela e da Sandy era uma coisa tão linda, o biquíni afundava entre as nádegas delas feito uma tanga e davam um espetáculo majestoso. Esse dia começamos a beber e festejar, nadamos um pouco, comemos, continuamos bebendo e dançando. Preciso mencionar como sou sortudo de novo: 5 mulheres lindíssimas e eu, o único que dança, com um grupo tão foda — dancei até bachata e reggaeton sem problema só pra sentir esses corpos se esfregando perto de mim. Como era de se esperar, pelo cansaço da semana e da viagem, foram caindo aos poucos e lá pela meia-noite só restavam os mesmos 4 sobreviventes da noitada, e a Maite se juntou a nós. Continuamos a festa bebendo até que o dia começava a clarear, quando de repente a Karina se aproximou de mim e me abraçou de frente, colando os peitões enormes dela no meu peito. Começamos a conversar bem pertinho enquanto os outros preparavam mais bebidas, e de repente começamos a nos beijar. Os outros nos viram com caras de surpresa, mas não disseram nada e a gente não parou. Foi impossível esconder minha ereção no short que eu tava usando, e a Karina se esfregava cada vez mais forte em mim. De repente, o Miguel nos interrompeu dizendo: "Acabaram os cigarros, temos que ir. comprar. Pegamos as chaves do carro e entramos, Miguel e Carmen na frente, atrás íamos Maite, Karina e eu, que não parávamos de nos beijar. Aí a Maite falou "não quero ir com esses dois tarados" e passou pra frente com a Carmen, deixando mais espaço pra gente continuar no nosso rolé. Eles desceram os três pra comprar cigarro enquanto a gente continuava no nosso, cobertos com uma toalha. Comecei a apalpar o peito da Karina, era uma maravilha, e de repente puxei o sutiã, deixando no ar aquelas tetas majestosas, eram mais lindas do que eu imaginava, redondinhas e firmes, com uns bicos lindíssimos, rosados clarinhos e grandes, no tamanho certo das tetas dela. Eles voltaram pro carro e eu guardei tudo de novo no sutiã, mas antes dei umas chupadinhas de leve em cada uma. Voltamos pro aluguel do mesmo jeito que fomos, nós dois sozinhos atrás nos beijando, já passava das 7 da manhã e o sol já tava totalmente fora. Descemos do carro, fomos andando até o terraço onde a gente tava bebendo, mas no meio do caminho a Karina chamou a Maite e falou "cê fica de olho pra gente?" Ela sorriu e respondeu "cês são uns putos, todo mundo dorme lá em cima, mas vão lá que eu aviso". Aí a Karina me puxou pra um banheiro que ficava na parte de baixo do aluguel, continuamos nos beijando e a cada segundo eu ficava mais excitado. Já dentro do banheiro, os beijos deram lugar a mais carícias. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto desafivelava a única coisa que separava aquelas tetas lindas do meu rosto, quando consegui, pude me maravilhar com aquele par bem redondinho e com uns bicos de bom tamanho na cor rosa, aliás bem durinhos por causa da excitação do momento. Não me segurei mais e comecei a massagear um enquanto chupava e mordiscava o outro, uma delícia total. Entre os beijos, chupadas e apalpadas, a excitação dela começou a ficar evidente, ela soltava uns gemidos gostosíssimos e cada vez mais altos, a mão dela começou a massagear meu pau por cima da roupa e deixar ele cada vez mais duro. Aos poucos foi desamarrando o cordão do short e enfiou a mão até pegar no meu pau e continuou com as massagens, eu não parava de beijar ela, chupar os peitos dela, massagear a bunda dela e tocar a buceta dela por cima do leggings que ela usava e que já começava a sentir a umidade dos fluidos dela. Já pelados da cintura pra cima, continuamos com as brincadeiras e aos poucos fui descendo o leggings deixando ela só numa linda calcinha fio dental preta de renda, ela fez o mesmo comigo só que de uma vez puxou meu short e a cueca pra baixo, fazendo meu pau pular de uma vez. Quando ela viu, sorriu safada e disse "parece maior do que eu imaginava" e na sequência se ajoelhou e começou a dar beijinhos enquanto com uma mão passava da ponta até a base, dos beijos vieram lambidas na cabeça e de vez em quando fazia desde as bolas, de repente ela disse "que gostoso" e enfiou tudo na boca, não consigo descrever com palavras o que senti naquele momento. Me deu um boquete de profissional, chupava e esfregava meu pau com uma mão, dava lambidas e de novo chupava até me fazer gozar na boca dela, foi um momento delicioso sentir como descarregava tudo na boca dela e ela saboreava, depois de engolir todo meu leite só disse "gozada de manhã, que gostoso" Continuamos no nosso lance e era minha vez, então deitei ela no chão e comecei a beijar ela toda, acariciava os peitos dela e a bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, que fui descendo aos poucos até tirar completamente, aquilo era uma vista maravilhosa, os peitões enormes apertados por ela mesma entre os braços e a buceta dela exposta completamente só pra mim. Ela tinha depilado quase tudo, só uma linha bem fina enfeitava a buceta dela igual modelo de revista masculina. Depois de morder o lábio inferior ela me disse com um tom muito safado "você gostou? Arrumei assim pra você" aquelas palavras me acenderam completamente, a filha de um dos meus melhores amigos que acabava de fazer 18 anos planejou Foder ela por sabe-se lá quanto tempo… Eu estava completamente excitado, as palavras da Karina me deixaram a mil e, depois daquela vista imbatível, comecei a chupar a buceta dela por vários minutos. Ao mesmo tempo, meu pau começava a se recuperar e ganhar força de novo. Chupei o clitóris dela, percebia o quanto ela curtia pelos gemidos, como se contorcia e um squirt que ela deu, molhando minha cara toda. Foi aí que recebi meu sinal, então me levantei, me ajoelhei entre as pernas dela e, de uma só vez, penetrei a buceta dela — a sensação, incomparável. Embora ela já não fosse mais virgem e tivesse experiência, o apertado da vagina dela era uma maravilha, sentia todo o calor e a umidade, as contrações das paredes cada vez que eu metia. Ela envolveu minha cintura com as pernas e me apertava pra eu meter com mais força. Passamos pra uma posição diferente. Sentei no vaso, fechado com a tampa, claro, e então ela ficou de pé sobre mim com as pernas abertas, chupou os dedos, abriu a vagina e montou em mim como toda uma profissional. Ela me mostrou tudo que sabia fazer, os movimentos dela, embora meio desajeitados, tinham um bom ritmo e o mais importante é que nós dois estávamos curtindo. Depois que descansei um pouco, decidi colocá-la de quatro. A imagem daquele rabo nu empinado na minha frente é uma imagem que até hoje tenho gravada na mente. Me ajoelhei atrás dela e comecei a penetrá-la de novo, primeiro devagar, aos poucos fui aumentando a intensidade até que estava metendo com tanta força que fiz ela gritar tão alto que a Maite correu pra perguntar se tava tudo bem e recomendar que a gente baixasse o barulho porque os outros não iam demorar pra acordar. A gente obedeceu, mas sem parar de foder como manda o figurino. Mudamos de posição de novo, dessa vez os dois de pé, ela apoiada numa penteadeira e eu atrás dela. Mal tínhamos começado o vai e vem quando a Mayte bateu e disse: “Já se apressa, porque meu tio (Oscar) e meu avô já acordaram”. Foi então que tive que acelerar o ritmo, as estocadas eram fortes, mas bem mais rápidas que antes, tentando terminar o mais rápido possível pra não sermos pegos. Ficou ainda mais excitante porque, pra evitar que ela gritasse de novo, tapei a boca dela com uma mão enquanto com a outra segurava sua cintura, fazendo com que ela recebesse as estocadas com mais força. Falei: "já vou gozar, vou tirar", e foi quando ouvi as palavras mágicas: "não tira, goza dentro". Essas palavras me excitaram tanto que acelerei de vez e de repente soltei toda a porra quente que tinha guardado. Sentir os espasmos do corpo dela enquanto as pernas fraquejavam me fez perceber que tinha feito um bom trabalho. Nos vestimos de novo, ela saiu primeiro do banheiro e eu fiquei trancado porque o Israel já tinha descido e não podíamos levantar suspeitas. Todos se juntaram pra tomar café na mesa do pátio e começaram a falar sobre a festa boa da noite anterior. Uns de ressaca, outros sem dormir por causa da festa, mas tinha alguém que não conseguiu pregar o olho e foi testemunha silenciosa de tudo que rolou naquela madrugada.
Bom, tudo aconteceu há uns quatro anos atrás, eu tinha acabado de fazer 31 anos e, como quase sempre rolava nessas situações entre o círculo de amigos que eu tava, me preparava pra comemorar o fim de semana inteiro, começando na sexta-feira quando saí do escritório até domingo à noite. Dessa vez, além de quem geralmente tava junto — Gerson 25, Oscar 37, Carlos 28 e eu —, também estavam Carmen 26, Jorge 20 e Jenny 25 (prima e filhos do Oscar). Esses últimos eu já conhecia há um tempão, na verdade, a Jenny, que é a mais nova e a protagonista da história, eu conhecia desde que ela tinha 10 anos.
Sempre me pareceu uma menina muito bonita, mas nunca a tinha visto como mulher, primeiro pela idade e segundo por ser filha do meu parceiro. Ela tem a pele muito branca, uns olhos enormes e um sorriso que conquistava a maioria de quem a via no negócio da família (lava-jato). Baixinha, no máximo 1,60, corpo médio com uma cintura bem definida, quadril digamos que ainda em desenvolvimento, que emoldurava uma bunda que, embora fosse bem grande, era proporcional ao tamanho dela e definitivamente muito firme. Por último, deixei o maior dos seus atributos: adivinharam, uns peitos lindos, um tamanho que eu achava grande demais pra idade dela, mas perfeitamente redondos, com uma queda natural, e o melhor é que ela adorava exibi-los.
Quase sempre usava blusas de alcinha ou bem decotadas, como naquela ocasião. Tava vestida com uma blusa de alcinha branca, daquelas de lycra que são justas no corpo, então marcava bem os peitos e a cintura dela. Por baixo, e confesso que me deixou doido, ela usava um sutiã de renda branca com detalhes pretos e pedrinhas de meia taça — pra quem não sabe, esses sutiãs quase só cobrem o bico do peito. Na parte de baixo, ela vestia uma legging branca combinando com a blusa, que fazia a bundinha dela se destacar pra caralho, mesmo ela já tendo uma bunda enorme, e dava pra ver uma tanguinha daquelas que são só dois triângulos pequenos e três fios.
Como te falei antes, nunca tinha visto ela como mulher até essa vez. Entre um gole e outro, o clima foi esquentando no bar e decidimos ir pro apartamento do Oscar. Ele mora sozinho desde que se separou da mãe dos filhos dele, quando a Jenny tinha só 2 anos. Os meninos moram com ela e só visitam o pai em alguns fins de semana. Continuamos bebendo e começamos a cantar. Depois, colocaram salsa. Como sou o único homem do grupo que dança, já viu, né? Foi um vai e vem entre a Carmen e a Jenny a cada troca de música. De repente, alguém trocou a música pra um trap — que, pra ser sincero, é um gênero que não suporto. Quando eu tava quase indo sentar e continuar bebendo, a Jenny me pegou pela mão e me fez dançar com ela. No fim, pela idade dela, era a música da moda. Ela começou a se mexer e colar o corpo no meu, ao mesmo tempo que me fazia segurar na cintura dela pra gente ficar ainda mais junto. De repente, ela vira de costas pra mim, sem parar de dançar, rebolando a bunda — que, sinceramente, mexia de um jeito espetacular — roçando no meu pau, que cada vez ficava mais duro. E óbvio que ela percebia, porque fazia isso de propósito, me olhando por cima do ombro com um olhar bem safado, mordendo o lábio inferior.
Acho que essa situação não agradou nada o Oscar, pai dela e meu amigo, que na hora mandou ela sentar do lado dele e pediu pra trocarem a música. Tenho que confessar que pelo resto da noite não consegui parar de pensar naquele momento e de ficar olhando pra ela, primeiro pelo que ela me causou, depois pelo decote que ela tava usando e que, de vez em quando, não sei se de propósito, ela se abaixava na minha frente deixando ver de leve a auréola do pezinho rosado dela.
A noite foi passando e, aos poucos, todo mundo foi caindo de bêbado ou de cansado. Depois de algumas horas, só restamos acordados eu, a Jenny, a Carmen e o Carlos. Fui pra cozinha preparar mais uns drinks e a Jenny entrou logo atrás de mim. Ela disse que tinha vindo pra deixar os outros dois sozinhos, porque parecia que tava rolando um clima entre eles e já tinham começado a se pegar. Abriu a geladeira e falou: "Vou pegar uma cerveja porque isso aqui tá esquentando demais." Na mesma hora, se inclinou na minha frente, deixando eu ver a bunda firme dela em todo o esplendor, com a calcinha fio dental marcada ainda mais pelo alongamento do leggings. Essa situação me deixou de novo a mil, e ela, óbvio, percebeu e me lançou de novo aquele olhar safado enquanto dava um gole na cerveja dela.
Saímos da cozinha interrompendo Carlos e Oscar, continuamos bebendo mais um pouco e, depois de uma hora, decidi ir pra casa. Oscar me acompanhou enquanto tentava convencer a Carmen a ir com ele pra finalizar o que tinham começado. Jenny me olhava com olhos de quem queria que eu fizesse o mesmo com ela, mas, apesar de quente que eu tava, me segurei principalmente por causa da idade dela — ainda é menor pra mim. Então só me despedi dela enquanto demos um último amasso de corpos.
No caminho pra casa, não conseguia tirar da cabeça a imagem da bunda dela empinada na minha frente e a cena enquanto a gente dançava e ela esfregava a buceta no meu pau duro. Assim que cheguei em casa, tirei ele pra fora e comecei a bater a melhor punheta da minha vida. Ainda mais que ela me mandou um WhatsApp dizendo "tenha uma noite linda, ou o que resta dela", junto com uma foto usando a mesma blusa de antes, mas sem sutiã, os bicos super marcados e ela lambendo os lábios de um jeito muito sexy e sugestivo.
No dia seguinte continuamos a farra, curamos a ressaca juntos e voltamos à mesma rotina pelo resto do fim de semana, só que dessa vez sem as insinuações tão explícitas. Talvez o pai dela tenha chamado a atenção dela, ou foi só estratégia dela pra me deixar mais interessado. Depois disso, mantivemos contato pelo WhatsApp e por ligações, mas sem nenhum teor sexual. Pelo contrário, começamos com umas paradas de namorados e tal. Uns dias depois, o Oscar comentou que a Jenny ia fazer 23 anos e que ele queria comemorar de algum jeito, já que a mãe dela não tava afim de fazer nada e ele achava muito sacanagem deixar a data passar em branco, como se fosse um dia qualquer. Ele pediu opiniões, e a maioria sugeriu fazer uma festa com os amigos e blá blá blá. Eu sugeri alugar uma casa de fim de semana. Quem não conhece El Salvador, tem uma cidade chamada Surf City, com um clima muito gostoso e umas casas super em conta pra alugar. A ideia agradou ele pra caralho e ele decidiu por essa opção.
Depois que tudo já estava definido, ele disse pra mim e pro Carlos que a gente tava convidado, que era uma coisa mais de família, mas que a Jenny tinha pedido pra gente ir porque ela gostava muito da gente. Os convidados eram: José (pai do Oscar), Manuel (irmão), Cláudia (cunhada), Maite (filha do Manuel), Daniela (irmã e que vai ser protagonista de outra história), Carmen, Carlos e eu; além da Jenny, Jorge e Oscar, claro. O aniversário da Karina é em agosto, e dessa vez caiu numa quinta-feira, e a casa alugada era de sexta a domingo, então, se vocês adivinharam, naquele fim de semana ela já seria uma mulher mais madura… Chegou o dia, eu fui na frente com o Carlos pra pegar a casa, preparar a geladeira pra cerveja e a comida, ver se tava tudo em ordem, comprar umas coisas que faltavam, etc. Daqui a pouco todo mundo chegou e a festa começou. Preciso dizer que aquilo era um deleite pros homens que estavam lá, porque todas as convidadas, incluindo a Jenny e a Carmen, eram de dar água na boca, uns corpos deliciosos que exibiam uns biquínis que, puta merda, na família acho que todas as mulheres foram abençoadas com uns peitões enormes. Além disso, a raba da Daniela e da Cláudia era uma coisa tão linda, o biquíni afundava entre as nádegas delas feito fio dental e dava um show majestoso.
Naquele dia, começamos a beber e a festejar, nadamos um pouco, comemos, continuamos bebendo e dançando. Preciso mencionar como sou sortudo de novo: 5 mulheres gostosas pra caralho e eu, o único cara dançando. Com aquele grupo foda, dancei até bachata e reggaeton sem problema, só pra sentir aqueles corpos se esfregando perto de mim. Como era de se esperar, pelo cansaço da semana e da viagem, uma a uma foram caindo. Lá pela meia-noite, só restavam os mesmos 4 sobreviventes da noitada, e a Mayte se juntou a nós. Continuamos a festa, bebendo até o dia começar a clarear. De repente, a Jennt se aproximou de mim e me abraçou de frente, colando as tetonas dela no meu peito. Começamos a conversar bem pertinho, enquanto os outros preparavam mais bebidas. Quando, de repente, começamos a nos beijar, e os outros nos olharam com cara de surpresa. Mas não falaram nada, e a gente não parou. Não consegui esconder a ereção no short que eu tava usando, e a Jenny se esfregava cada vez mais forte em mim. De repente, o Carlos interrompeu a gente, dizendo: "Acabaram os cigarros, temos que ir comprar.
Pegamos as chaves do carro e entramos, Carlos e Carmen na frente, no banco de trás íamos eu, Mayte e Jenny, que não parávamos de nos beijar. Aí a Mayte falou "não quero ir com esses dois tarados" e passou pra frente com a Carmen, nos deixando mais espaço pra continuar no nosso rolé. Os três desceram pra comprar cigarro enquanto a gente continuava no nosso esquema, cobertos com uma toalha comecei a apalpar o peito da Jenny, era uma maravilha e de repente puxei o sutiã, deixando no ar aquelas tetas majestosas, eram mais lindas do que imaginei, redondas e firmes, com uns bicos lindíssimos, rosados clarinhos e grandes, do tamanho certo das tetas dela. Eles voltaram pro carro e eu guardei tudo de novo no sutiã, mas não sem dar umas chupadinhas em cada uma. Voltamos pro aluguel do mesmo jeito que fomos, nós dois sozinhos atrás nos beijando, já eram mais de 7 da manhã e o sol já tava totalmente fora. Descemos do carro, fomos andando em direção ao terraço onde estávamos bebendo, mas no meio do caminho a Jenny chamou a Mayte e perguntou "você fica de olho pra gente?" Ela sorriu e respondeu "vocês são uns putos, todo mundo dorme lá em cima, mas vou ficar de olho, se der merda eu aviso". Então a Jenny me puxou pra um banheiro que ficava no andar de baixo do aluguel, continuamos com os beijos e a cada segundo eu ficava mais excitado. Já dentro do banheiro, os beijos deram lugar a mais carícias. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto desafivelava a única coisa que separava aquelas tetas lindas do meu rosto, quando consegui, pude me maravilhar com aquele par lindo, bem redondinhas e com uns bicos grandes e rosados, aliás, bem durinhos por causa da excitação do momento. Não me segurei mais e comecei a massagear um enquanto chupava e mordiscava o outro, uma delícia total. Entre os beijos, chupadas e apalpadas, a excitação dela começou a ficar evidente, ela soltava uns gemidos gostosos e cada vez mais altos, a mão dela começou a massagear meu pau por cima da roupa e deixando ele cada vez mais duro. Aos poucos foi desamarrando o cadarço do short e enfiou a mão até pegar no meu pau e continuou com as massagens, eu não parava de beijar ela, chupar os peitos dela, massagear a bunda dela e tocar a buceta dela por cima do leggings que ela usava e que já começava a deixar sentir a umidade dos fluidos dela. Já pelados da cintura pra cima, continuamos com as brincadeiras e aos poucos fui descendo o leggings deixando ela só de uma linda calcinha fio dental preta de renda, ela fez o mesmo comigo só que de uma vez só puxou meu short e a cueca pra baixo, fazendo meu pau pular pra fora. Quando ela viu, sorriu safada e disse "parece maior do que eu imaginava" e na mesma hora se ajoelhou e começou a dar beijinhos nele enquanto com uma mão passava da ponta até a base, dos beijos vieram lambidas na cabeça e de vez em quando ela fazia isso desde as bolas, de repente ela disse "que gostoso" e enfiou ele inteiro na boca dela, não consigo descrever em palavras o que senti naquele momento. Ela me deu um boquete de profissional, chupava e esfregava meu pau com uma mão, dava lambidas e de novo chupava até que me fez gozar na boca dela, foi um momento delicioso sentir como descarreguei tudo na boca dela e ela saboreava, depois de engolir todo meu leite ela só disse "gozada de manhã, que gostoso" Continuamos na nossa e era minha vez, então deitei ela no chão e comecei a beijar ela toda, acariciava os peitos dela e a bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, que fui descendo aos poucos até tirar completamente, aquilo era uma vista maravilhosa, os peitões enormes apertados por ela mesma entre os braços e a buceta dela exposta completamente só pra mim. Ela tinha depilado quase tudo, só uma linha bem fina enfeitava a buceta dela bem como modelo de revista masculina. Depois de morder o lábio inferior ela me disse com um tom muito safado "você gostou? Arrumei assim pra você" aquelas palavras me acenderam completamente, a filha de um dos meus melhores amigos que tinha acabado de fazer dezoito anos planejou me comer. quem sabe por quanto tempo… Eu estava completamente excitado, as palavras da Karina me deixaram a mil e depois aquela vista impecável, então comecei a chupar a buceta dela por vários minutos, ao mesmo tempo meu pau começava a se recuperar e ganhar força de novo, lambia o clitóris dela, percebia o quanto ela curtia pelos gemidos, como se contorcia e um squirt que ela deu, molhando minha cara toda. Conto Relatos Início Hétero Hétero Karina, a filha do meu amigo JFBrown -06/04/19039198 8T. Leitura: 9 min. Vou começar essa história mencionando que é uma experiência pessoal e que aconteceu uns 3 ou 4 anos atrás, obviamente vou trocar os nomes dos envolvidos pra evitar qualquer tipo de problema. Me chamo Diego, tenho 34 anos, me considero de porte médio, nem gordo nem magro, só falta dar uma tonificada no corpo hahaha. Tenho 1,82, cabelo curto preto, barba feita mas não na brutal, cuido dessa parte pra dar um visual melhor; moreno e com medidas médias uns 15-17 cm mais ou menos… Pois bem, tudo aconteceu uns quatro anos atrás, tinha acabado de fazer 30 anos e como quase sempre rolava nessas situações no círculo de amigos que eu tava, me preparava pra comemorar o fim de semana inteiro, começando na sexta que saí do escritório até domingo à noite. Nessa ocasião, além de quem geralmente tava presente, Miguel 24, Israel 36, Raúl 28 e eu; também estavam Carmen 26, Jorge 20 e Karina 17 (prima e filhos do Israel, respectivamente). Os últimos mencionados eu já conhecia há um tempo, na verdade, a Karina que é a mais nova e quem é a protagonista da história, eu conhecia desde que ela tinha 14 anos. Sempre achei ela uma menina muito bonita mas nunca tinha visto como mulher, primeiro pela idade dela e segundo por ser filha do meu amigo. Ela é de pele muito branca com uns olhos enormes e um sorriso que conquistava a maioria de quem via ela no negócio da família (venda de celulares). De corpo baixinho, no máximo 1,60m, de compleição média com uma cintura bem definida, quadril digamos em pleno crescimento que emoldurava umas nádegas que, embora não fossem muito grandes, eram proporcionais ao tamanho dela e definitivamente muito firmes; por último, deixei o maior dos seus atributos, adivinharam, uns peitos lindíssimos, de um tamanho que, na minha opinião, era muito grande pra idade dela, mas perfeitamente redondos, com uma queda natural e o melhor é que ela adorava exibi-los. Quase sempre usava blusas de alcinha ou bem decotadas, como naquela ocasião. Ela estava vestida com uma blusa de alcinha branca, daquelas de lycra que são justas no corpo, então marcava muito bem os peitos e a cintura; por baixo, e confesso que me deixou doido, ela usava um sutiã de renda branca com detalhes pretos e pedrinhas, de meia taça — pra quem não sabe, esses sutiãs mal cobrem o mamilo. Na parte de baixo, ela vestia uma legging branca combinando com a blusa, que fazia a bundinha dela se destacar bastante, apesar de ser um pouco pequena, e marcava uma tanga daquelas que são só dois triângulos pequenos e três fios. Como eu disse antes, nunca tinha visto ela como mulher até aquela vez; entre um gole e outro, o clima foi esquentando no bar e decidimos ir pro apartamento do Israel. Ele mora sozinho desde que se separou da mãe dos filhos dele, quando a Karina tinha só 2 anos; os meninos moram com ela e só visitam o pai em alguns fins de semana. Continuamos bebendo e começamos a cantar, depois colocaram salsa. No grupo, sou o único homem que dança, então já viu... Foi um vai e vem entre a Carmen e a Karina a cada troca de música. De repente, alguém mudou a música pra reggaeton, que, pra ser sincero, é um gênero que não suporto, e quando eu já ia sentar e continuar bebendo, a Karina me pegou pela mão e me fez dançar com ela. No fim, pela idade dela, era a música da moda. Ela começou a se mexer e colar o corpo no meu, enquanto me fazia segurá-la pela cintura. cintura pra gente se juntar ainda mais, de repente ela vira de costas pra mim sem parar de dançar, esfregando a bunda em mim, que sinceramente mexia de um jeito espetacular, roçando no meu pau que cada vez ficava mais duro e obviamente ela percebia, na verdade fazia de propósito porque virou pra me olhar de um jeito bem safado enquanto mordia o lábio inferior. Essa situação acho que não agradou nada o Israel, pai dela e meu amigo, que na hora mandou ela sentar do lado dele e pediu pra trocarem a música. Devo confessar que pelo resto da noite não consegui parar de pensar naquele momento e de olhar pra ela, primeiro pelo que me provocou, depois pelo decote que ela usava e que de vez em quando, não sei se de propósito, se abaixava na minha frente deixando ver de leve a auréola do peitinho rosado. A noite seguiu e aos poucos foram caindo de bêbados ou de cansaço, depois de algumas horas só estavam acordados eu, Karina, Carmen e Miguel. Fui na cozinha preparar mais uns drinks e Karina entrou logo atrás de mim, disse que tinha ido pra deixar os outros dois sozinhos porque parecia que tava rolando um clima e já tinham começado a se pegar. Ela abriu a geladeira e falou “vou pegar uma cerveja porque isso aqui tá esquentando demais” e na hora se inclinou na minha frente deixando eu ver a bunda firme dela em todo esplendor e a calcinha fio dental marcada ainda mais pelo alongamento da legging, essa situação me deixou de novo a mil, ela obviamente percebeu e me deu de novo aquele olhar safado enquanto dava um gole na cerveja. Saímos da cozinha interrompendo a Carmen e o Miguel, continuamos bebendo mais um pouco e depois de uma hora decidi ir pra casa, Miguel me acompanhou enquanto tentava convencer a Carmen a ir com ele pra finalizar o que tinham começado, Karina me olhava com cara de quem queria que eu fizesse o mesmo com ela mas apesar de tão excitado que fiquei, me segurei principalmente por causa da idade dela, ainda era menor de idade, então só me despedi. dela enquanto a gente se dava o último amasso. No caminho pra casa, não conseguia tirar da cabeça a imagem da bunda dela empinada na minha frente e a cena enquanto a gente dançava e ela esfregava a bunda no meu pau duro. Assim que cheguei em casa, tirei ele pra fora e comecei a bater a melhor punheta da minha vida. Ainda ajudou que ela me mandou um WhatsApp dizendo "tenha uma noite linda ou o que resta dela" junto com uma foto usando a mesma blusa de antes, mas sem sutiã, os peitos dela super marcados e ela lambendo os lábios de um jeito muito sexy e provocante. No dia seguinte, a gente continuou a farra, curamos a ressaca juntos e voltamos à ativa pelo resto do fim de semana, só que dessa vez sem insinuações tão explícitas. Talvez o pai dela tenha chamado a atenção dela, ou foi só estratégia dela pra me deixar mais interessado. Depois disso, a gente manteve contato por WhatsApp e ligações, mas sem conotação sexual, começamos com umas paradas de namorados e tal. Uns dias depois, Israel comentou que ia fazer 18 anos e que queria comemorar de algum jeito, já que a mãe dela (da Karina) não tava afim de fazer nada e ele achava muito sacanagem deixar a data passar como se fosse um dia qualquer. Pediu opiniões e a maioria falou de fazer uma festa com os amigos e blá blá blá. Eu sugeri alugar uma casa de fim de semana. Quem não conhece o México, tem uma cidade chamada Cuernavaca que tem um clima muito gostoso e alugam casas bem baratas. A ideia agradou ele e ele decidiu por essa opção. Quando já tava tudo certo, ele falou pra mim e pro Miguel que a gente tava convidado, que era uma parada mais familiar, mas que a Karina tinha pedido pra ele nos convidar porque gostava muito da gente. Os convidados eram José (pai do Israel), Manuel (irmão), Sandy (cunhada), Maite (filha do Manuel), Daniela (irmã que vai ser protagonista de outra história), Carmen, Miguel e eu; além da Karina, Jorge e Israel. Obviamente. O aniversário da Karina é em junho, nessa ocasião caiu numa quinta-feira e o aluguel era de sexta a domingo, então, se vocês adivinharam, naquele fim de semana ela já seria maior de idade… Chegou o dia, eu me adiantei com o Miguel pra receber o aluguel, preparar a geladeira pra cerveja e a comida, revisar se tava tudo em ordem, comprar umas coisas que faltavam, etc. Daí a pouco chegaram todos e começamos a festa. Preciso mencionar que aquilo era um deleite pros homens que estavam lá, porque todas as convidadas, incluindo a Karina e a Carmen, eram dignas de admiração — uns corpos deliciosos que exibiam uns biquínis que, uff, na família acho que todas as mulheres foram abençoadas com uns peitões enormes. Além disso, a bunda da Daniela e da Sandy era uma coisa tão linda, o biquíni afundava entre as nádegas delas feito uma tanga e davam um espetáculo majestoso. Esse dia começamos a beber e festejar, nadamos um pouco, comemos, continuamos bebendo e dançando. Preciso mencionar como sou sortudo de novo: 5 mulheres lindíssimas e eu, o único que dança, com um grupo tão foda — dancei até bachata e reggaeton sem problema só pra sentir esses corpos se esfregando perto de mim. Como era de se esperar, pelo cansaço da semana e da viagem, foram caindo aos poucos e lá pela meia-noite só restavam os mesmos 4 sobreviventes da noitada, e a Maite se juntou a nós. Continuamos a festa bebendo até que o dia começava a clarear, quando de repente a Karina se aproximou de mim e me abraçou de frente, colando os peitões enormes dela no meu peito. Começamos a conversar bem pertinho enquanto os outros preparavam mais bebidas, e de repente começamos a nos beijar. Os outros nos viram com caras de surpresa, mas não disseram nada e a gente não parou. Foi impossível esconder minha ereção no short que eu tava usando, e a Karina se esfregava cada vez mais forte em mim. De repente, o Miguel nos interrompeu dizendo: "Acabaram os cigarros, temos que ir. comprar. Pegamos as chaves do carro e entramos, Miguel e Carmen na frente, atrás íamos Maite, Karina e eu, que não parávamos de nos beijar. Aí a Maite falou "não quero ir com esses dois tarados" e passou pra frente com a Carmen, deixando mais espaço pra gente continuar no nosso rolé. Eles desceram os três pra comprar cigarro enquanto a gente continuava no nosso, cobertos com uma toalha. Comecei a apalpar o peito da Karina, era uma maravilha, e de repente puxei o sutiã, deixando no ar aquelas tetas majestosas, eram mais lindas do que eu imaginava, redondinhas e firmes, com uns bicos lindíssimos, rosados clarinhos e grandes, no tamanho certo das tetas dela. Eles voltaram pro carro e eu guardei tudo de novo no sutiã, mas antes dei umas chupadinhas de leve em cada uma. Voltamos pro aluguel do mesmo jeito que fomos, nós dois sozinhos atrás nos beijando, já passava das 7 da manhã e o sol já tava totalmente fora. Descemos do carro, fomos andando até o terraço onde a gente tava bebendo, mas no meio do caminho a Karina chamou a Maite e falou "cê fica de olho pra gente?" Ela sorriu e respondeu "cês são uns putos, todo mundo dorme lá em cima, mas vão lá que eu aviso". Aí a Karina me puxou pra um banheiro que ficava na parte de baixo do aluguel, continuamos nos beijando e a cada segundo eu ficava mais excitado. Já dentro do banheiro, os beijos deram lugar a mais carícias. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto desafivelava a única coisa que separava aquelas tetas lindas do meu rosto, quando consegui, pude me maravilhar com aquele par bem redondinho e com uns bicos de bom tamanho na cor rosa, aliás bem durinhos por causa da excitação do momento. Não me segurei mais e comecei a massagear um enquanto chupava e mordiscava o outro, uma delícia total. Entre os beijos, chupadas e apalpadas, a excitação dela começou a ficar evidente, ela soltava uns gemidos gostosíssimos e cada vez mais altos, a mão dela começou a massagear meu pau por cima da roupa e deixar ele cada vez mais duro. Aos poucos foi desamarrando o cordão do short e enfiou a mão até pegar no meu pau e continuou com as massagens, eu não parava de beijar ela, chupar os peitos dela, massagear a bunda dela e tocar a buceta dela por cima do leggings que ela usava e que já começava a sentir a umidade dos fluidos dela. Já pelados da cintura pra cima, continuamos com as brincadeiras e aos poucos fui descendo o leggings deixando ela só numa linda calcinha fio dental preta de renda, ela fez o mesmo comigo só que de uma vez puxou meu short e a cueca pra baixo, fazendo meu pau pular de uma vez. Quando ela viu, sorriu safada e disse "parece maior do que eu imaginava" e na sequência se ajoelhou e começou a dar beijinhos enquanto com uma mão passava da ponta até a base, dos beijos vieram lambidas na cabeça e de vez em quando fazia desde as bolas, de repente ela disse "que gostoso" e enfiou tudo na boca, não consigo descrever com palavras o que senti naquele momento. Me deu um boquete de profissional, chupava e esfregava meu pau com uma mão, dava lambidas e de novo chupava até me fazer gozar na boca dela, foi um momento delicioso sentir como descarregava tudo na boca dela e ela saboreava, depois de engolir todo meu leite só disse "gozada de manhã, que gostoso" Continuamos no nosso lance e era minha vez, então deitei ela no chão e comecei a beijar ela toda, acariciava os peitos dela e a bucetinha dela por cima da calcinha fio dental, que fui descendo aos poucos até tirar completamente, aquilo era uma vista maravilhosa, os peitões enormes apertados por ela mesma entre os braços e a buceta dela exposta completamente só pra mim. Ela tinha depilado quase tudo, só uma linha bem fina enfeitava a buceta dela igual modelo de revista masculina. Depois de morder o lábio inferior ela me disse com um tom muito safado "você gostou? Arrumei assim pra você" aquelas palavras me acenderam completamente, a filha de um dos meus melhores amigos que acabava de fazer 18 anos planejou Foder ela por sabe-se lá quanto tempo… Eu estava completamente excitado, as palavras da Karina me deixaram a mil e, depois daquela vista imbatível, comecei a chupar a buceta dela por vários minutos. Ao mesmo tempo, meu pau começava a se recuperar e ganhar força de novo. Chupei o clitóris dela, percebia o quanto ela curtia pelos gemidos, como se contorcia e um squirt que ela deu, molhando minha cara toda. Foi aí que recebi meu sinal, então me levantei, me ajoelhei entre as pernas dela e, de uma só vez, penetrei a buceta dela — a sensação, incomparável. Embora ela já não fosse mais virgem e tivesse experiência, o apertado da vagina dela era uma maravilha, sentia todo o calor e a umidade, as contrações das paredes cada vez que eu metia. Ela envolveu minha cintura com as pernas e me apertava pra eu meter com mais força. Passamos pra uma posição diferente. Sentei no vaso, fechado com a tampa, claro, e então ela ficou de pé sobre mim com as pernas abertas, chupou os dedos, abriu a vagina e montou em mim como toda uma profissional. Ela me mostrou tudo que sabia fazer, os movimentos dela, embora meio desajeitados, tinham um bom ritmo e o mais importante é que nós dois estávamos curtindo. Depois que descansei um pouco, decidi colocá-la de quatro. A imagem daquele rabo nu empinado na minha frente é uma imagem que até hoje tenho gravada na mente. Me ajoelhei atrás dela e comecei a penetrá-la de novo, primeiro devagar, aos poucos fui aumentando a intensidade até que estava metendo com tanta força que fiz ela gritar tão alto que a Maite correu pra perguntar se tava tudo bem e recomendar que a gente baixasse o barulho porque os outros não iam demorar pra acordar. A gente obedeceu, mas sem parar de foder como manda o figurino. Mudamos de posição de novo, dessa vez os dois de pé, ela apoiada numa penteadeira e eu atrás dela. Mal tínhamos começado o vai e vem quando a Mayte bateu e disse: “Já se apressa, porque meu tio (Oscar) e meu avô já acordaram”. Foi então que tive que acelerar o ritmo, as estocadas eram fortes, mas bem mais rápidas que antes, tentando terminar o mais rápido possível pra não sermos pegos. Ficou ainda mais excitante porque, pra evitar que ela gritasse de novo, tapei a boca dela com uma mão enquanto com a outra segurava sua cintura, fazendo com que ela recebesse as estocadas com mais força. Falei: "já vou gozar, vou tirar", e foi quando ouvi as palavras mágicas: "não tira, goza dentro". Essas palavras me excitaram tanto que acelerei de vez e de repente soltei toda a porra quente que tinha guardado. Sentir os espasmos do corpo dela enquanto as pernas fraquejavam me fez perceber que tinha feito um bom trabalho. Nos vestimos de novo, ela saiu primeiro do banheiro e eu fiquei trancado porque o Israel já tinha descido e não podíamos levantar suspeitas. Todos se juntaram pra tomar café na mesa do pátio e começaram a falar sobre a festa boa da noite anterior. Uns de ressaca, outros sem dormir por causa da festa, mas tinha alguém que não conseguiu pregar o olho e foi testemunha silenciosa de tudo que rolou naquela madrugada.
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