Minha primeira vez com um Dufour

Não lembro nem que dia era, mas lembro bem do tesão que tava. Nunca tinha dado, mas minha buceta já tava pedindo guerra. Tava sozinha em casa, de regatinha e calcinha, e cada movimento me fazia sentir mais molhada.

Entrei no banheiro procurando sei lá o quê e lá vi ele: o desodorante Dufour, frio, prateado, com a ponta redonda. Peguei ele como se fosse um tesouro. Me joguei na cama, abri as pernas e passei ele pelos meus lábios. O contraste do metal frio com meu calor me fez gemir sozinha e me molhar ainda mais... passei o dedo e levei à boca, era um gosto que nunca tinha provado, entre doce e salgado, o delicioso gosto do meu próprio sexo.

Sem pensar, apertei… e o tubo começou a entrar. Devagar no começo, sentindo minha pele se abrindo. Em segundos, tava enterrado até o fundo, e eu mexia como se soubesse fazer aquilo a vida inteira. Não doeu, não sangrou, só um prazer que me fez arquear as costas e ficar ofegante, com as pernas tremendo, era a experiência da minha vida, tava perdendo a virgindade comigo mesma usando um tubo de desodorante....

Quando tirei, minha buceta tava molhada, quentinha e pulsando. Naquele momento, sem saber, já tava pronta pro que viesse, tava pronta pra dar e queria carne.. lembro que tava disposta a deixar qualquer moleque da minha idade que tivesse curiosidade me comer. mas meu deus, como eram lentos nessa idade haha.

Semanas depois, o primeiro amigo que meteu o pau lá entrou direto, sem obstáculos. O Dufour tinha feito o trabalho dele.

Depois de meter o Dufour, já tava no fogo. O corpo pedia algo vivo, quente, que se mexesse dentro de mim. Não demorou muito até chegar o primeiro amigo. Vi ele entrar e senti aquela faísca… aquele olhar que dizia tudo sem falar.

Sentei na beira da cama e chamei ele com a mão. "vem comigo", falei.. sem querer, tava me preparando pro que eu ia fazer depois (levar garotos pra cama). Ele se aproximou, Ainda com aquela timidez de quem não sabe se pode tocar, mas eu não ia deixar ele duvidar. Peguei na pica dele por cima da calça, senti ela crescer, e sem dizer nada, puxei o zíper pra baixo.

Quando tive ela na minha frente, quente e pulsando, soube que era o que eu tava esperando. Naquela época, não me imaginava chupando uma, mas a primeira lambida foi devagar, saboreando a ponta, sentindo como ele reagia. Depois me entreguei de vez, chupando com fome, com a boca cheia, curtindo o calor e o gosto que nenhum plástico podia me dar.

Naquele momento entendi que depois de provar uma pica de verdade… não ia ter volta.

Falei pra ele: mete em mim... ele se assustou, me perguntou: sem camisinha? E eu respondi: sim, é assim que eu quero.

A pica não precisou pedir permissão, o boquete tinha deixado ela dura igual um pau... entrou e abriu um pouco mais que o dofour, parecia mil vezes mais gostosa. Me dá mais, isso é tudo que você aguenta?

Assim eu tinha o meu primeiro chongo, me comendo gostoso. Você gosta de putas como eu, né? Meu amigo não aguentou mais e gozou dentro. Não sei como, mas não engravidei. Que experiência. Enquanto o dofour dava desodorante frio, esse me deu porra quente... comecei a tremer e não soltei ele até sair a última gota lá dentro.

Mas a história de como acabei virando uma putinha… essa eu conto depois.Minha primeira vez com um Dufour

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7 comentários - Minha primeira vez com um Dufour

uffffffffffffffffffffffffffffffffff @flaca-pibita
14 añitos que lindo debe ser cojerse una pendejita así y bien putita, que caliente deberías está que te desvirgar te todo🥒🥒🥒💦
Tuve curiosidad por el seco desde muy chica, y es algo a lo que nunca digo no … después de estar con varios amigos estuve con un hombre de casi 40 .. me enseñó mucho