Aqui estou eu de novo, me chamo Antonio e sou aluno de uma escola secundária de artes.
Se você leu os relatos anteriores, já sabe da minha história como aluno e da minha professora de educação artística.
Do relato anterior:
… sem tirar os olhos dos meus, a professora Brigitte se levantou na minha frente, com uma mão apagou as luzes e então ouvi o barulho do avental caindo no chão.
"Antonio, agora você precisa observar com os dedos, bom trabalho!"
O laboratório estava completamente escuro, não entrava um fio de luz. Eu nem sabia como me orientar, sinto forte a batida do meu coração, que está acelerado. Me concentro, agora sinto a respiração dela, mas algo não me convence. Pensei que ela estivesse na minha frente, mas agora sinto a presença dela à minha direita.
Eheheh... percebi que ela quer me testar ou quer brincar! Bom, então vou entrar no jogo, minha queridaBrie, a vaca velha putona.Eu também viro um pouco pra direita, escuto a respiração dela com atenção, levo as mãos pra frente e dou um passinho. Agora sinto o perfume bem leve dela, dou mais um passo, ela tá cada vez mais perto, também percebo que a respiração dela tá curta e acelerada! Meu Deus, será que a Brigitte também tá excitada!?
Mais um passo e meus dedos tocam algo quente e macio... Percebo na hora que cheguei na parte lateral do esterno. Excelente, é só descer as mãos…
Como eu falei nos episódios anteriores, a Brigitte tem um corpo generoso, com curvas lindas e abundantes. Só de pensar que eu ia colocar as mãos naquela bênção de Deus já me deixava excitado, sentia a pica lutando pra sair da cueca.
E aí o contato aconteceu, os peitos da Brigitte eram enormes, eu não conseguia segurar nem um deles com as duas mãos.
Meus dedos estavam excitados e tinham vida própria, se movendo freneticamente pra todos os lados. As auréolas eram largas, os mamilos duros e enormes. Enquanto minha mente tentava reconstruir essas formas, meu pau já tinha atingido a dureza do aço! Eu só precisava resistir ou pelo menos mostrar um pouco de autocontrole. Agora tudo estava claro, era Brigitte e só ela quem dominava a situação, eu só devia segui-la e tomar cuidado pra não tomar iniciativas arriscadas.
Mas a situação que se criou não me ajudava, além do fato de que, de repente, subiu de baixo uma lufada de perfumes corporais acompanhada por um gemido longo e sufocante. Você pode entender...!
Com a voz trêmula, Brigitte falou com a autoridade típica de um mestre. "Antonio, não se demore muito nesses 'pequenos' detalhes, você precisa ter uma visão geral do sujeito.
Que diabo que você é! Sua puta, vaca e velha safada devoradora de alunos, era isso que eu pensava na minha mente enquanto uma mão continuava trabalhando nos peitos e a outra descia pras profundezas.

Perto dali devia ter uma cadeira, ouço o barulho dela sendo arrastada, e então percebo que a Brigitte levanta um pé e apoia na cadeira, praticamente facilitando meu trabalho.
Eu não perco tempo e com minha mão direita vou direto na buceta dela... depilada... inchada, carnuda e extremamente molhada! Tão molhada que senti as gotas do fluido viscoso se separando em fios, igual estalactites de uma caverna.
O próximo passo é obviamente entrar nesse delicioso órgão sexual, mas não dá tempo de enfiar só um dedo, porque a mão inteira desliza pra dentro como se fosse sugada pela própria buceta.
A buceta da Brigitte não tem nada de normal, é enorme, caberiam pelo menos quatro paus enormes ali dentro.
E eu tento mexer a mão dentro dessa caverna, com a intenção de sentir as medidas e proporções de cada parte que me é familiar: os grandes lábios, os pequenos, o monte de veias, o ponto G, o clitóris... não acredito no que tô tocando!
— Brigitte, o que é isso?
— E você, Antonio, o que acha que é?
— Mas é grande igual ao pau de um moleque!Espero não ter te decepcionado, não posso te oferecer um clitóris maior!" Obviamente a professora estava tirando uma com a minha cara. Deixo a buceta de lado pra explorar algo que ainda falta... Você curte astrofísica? Espero que sim, porque o que acabei de descobrir é um buraco negro e ele engoliu minha mão inteira até o pulso! Aí senti o músculo do esfíncter se fechar e pronto: sou prisioneiro do cu da Brigitte!
Sabe o que eu acho? Eu adoro educação artística!
Se você leu os relatos anteriores, já sabe da minha história como aluno e da minha professora de educação artística.
Do relato anterior:
… sem tirar os olhos dos meus, a professora Brigitte se levantou na minha frente, com uma mão apagou as luzes e então ouvi o barulho do avental caindo no chão.
"Antonio, agora você precisa observar com os dedos, bom trabalho!"
O laboratório estava completamente escuro, não entrava um fio de luz. Eu nem sabia como me orientar, sinto forte a batida do meu coração, que está acelerado. Me concentro, agora sinto a respiração dela, mas algo não me convence. Pensei que ela estivesse na minha frente, mas agora sinto a presença dela à minha direita.
Eheheh... percebi que ela quer me testar ou quer brincar! Bom, então vou entrar no jogo, minha queridaBrie, a vaca velha putona.Eu também viro um pouco pra direita, escuto a respiração dela com atenção, levo as mãos pra frente e dou um passinho. Agora sinto o perfume bem leve dela, dou mais um passo, ela tá cada vez mais perto, também percebo que a respiração dela tá curta e acelerada! Meu Deus, será que a Brigitte também tá excitada!?
Mais um passo e meus dedos tocam algo quente e macio... Percebo na hora que cheguei na parte lateral do esterno. Excelente, é só descer as mãos…
Como eu falei nos episódios anteriores, a Brigitte tem um corpo generoso, com curvas lindas e abundantes. Só de pensar que eu ia colocar as mãos naquela bênção de Deus já me deixava excitado, sentia a pica lutando pra sair da cueca.
E aí o contato aconteceu, os peitos da Brigitte eram enormes, eu não conseguia segurar nem um deles com as duas mãos.
Meus dedos estavam excitados e tinham vida própria, se movendo freneticamente pra todos os lados. As auréolas eram largas, os mamilos duros e enormes. Enquanto minha mente tentava reconstruir essas formas, meu pau já tinha atingido a dureza do aço! Eu só precisava resistir ou pelo menos mostrar um pouco de autocontrole. Agora tudo estava claro, era Brigitte e só ela quem dominava a situação, eu só devia segui-la e tomar cuidado pra não tomar iniciativas arriscadas.Mas a situação que se criou não me ajudava, além do fato de que, de repente, subiu de baixo uma lufada de perfumes corporais acompanhada por um gemido longo e sufocante. Você pode entender...!
Com a voz trêmula, Brigitte falou com a autoridade típica de um mestre. "Antonio, não se demore muito nesses 'pequenos' detalhes, você precisa ter uma visão geral do sujeito.
Que diabo que você é! Sua puta, vaca e velha safada devoradora de alunos, era isso que eu pensava na minha mente enquanto uma mão continuava trabalhando nos peitos e a outra descia pras profundezas.

Perto dali devia ter uma cadeira, ouço o barulho dela sendo arrastada, e então percebo que a Brigitte levanta um pé e apoia na cadeira, praticamente facilitando meu trabalho.
Eu não perco tempo e com minha mão direita vou direto na buceta dela... depilada... inchada, carnuda e extremamente molhada! Tão molhada que senti as gotas do fluido viscoso se separando em fios, igual estalactites de uma caverna.
O próximo passo é obviamente entrar nesse delicioso órgão sexual, mas não dá tempo de enfiar só um dedo, porque a mão inteira desliza pra dentro como se fosse sugada pela própria buceta.
A buceta da Brigitte não tem nada de normal, é enorme, caberiam pelo menos quatro paus enormes ali dentro.
E eu tento mexer a mão dentro dessa caverna, com a intenção de sentir as medidas e proporções de cada parte que me é familiar: os grandes lábios, os pequenos, o monte de veias, o ponto G, o clitóris... não acredito no que tô tocando!
— Brigitte, o que é isso?
— E você, Antonio, o que acha que é?
— Mas é grande igual ao pau de um moleque!Espero não ter te decepcionado, não posso te oferecer um clitóris maior!" Obviamente a professora estava tirando uma com a minha cara. Deixo a buceta de lado pra explorar algo que ainda falta... Você curte astrofísica? Espero que sim, porque o que acabei de descobrir é um buraco negro e ele engoliu minha mão inteira até o pulso! Aí senti o músculo do esfíncter se fechar e pronto: sou prisioneiro do cu da Brigitte!
Sabe o que eu acho? Eu adoro educação artística!
3 comentários - Profesora Brigitte, aulas de escultura 2