Quinta-feira foi o aniversário de 58 anos do papai. Com a mamãe havíamos combinado de comemorar no domingo, mas meu marido tinha alugado um apartamento em Córdoba para passarmos o fim de semana, então adiantamos tudo e decidimos comemorar na própria quinta. Com o Cláudio levaríamos comida, assim a mamãe não precisava cozinhar. Chegamos cedo. Comprei uma camisa e uma calça pro papai e, como sempre, ele vestiu na hora pra jantar, estreando tudo. Ajudei a mamãe com as coisas e ela aproveitou pra perguntar como estava minha vida ao lado do Cláudio. Desde que transamos juntas com o Santi, eu e mamãe viramos comparsas. Tanto que ela descobriu pelo Poringa que o papai me comeu e nunca me recriminou por nada. Contei que meu marido, apesar da idade, me fodia como um deus, que tínhamos relacionamento aberto e que estávamos numa fase maravilhosa. Ela ficou feliz e nos abraçamos. O jantar foi cheio de risadas e histórias de família. Levantamos a mesa pra trazer o bolo e o Cláudio abriu um par de champanhes que tinha trazido de presente pra ocasião. Papai apagou as velinhas e, com as fatias de bolo na mão, nos sentamos no sofá da sala. A pedido do Clau, fui fazer café. Estava nisso quando senti o Cláudio me abraçar por trás e dizer: "Precisa de ajuda, ruivinha?". Servimos o café juntos e ele comentou: "Arriscado esse decote da sogra, hein". Rimos muito. Como contei antes, faz tempo que mamãe é super peituda e tinha colocado uma blusa que deixava ver completamente o início e um pouco mais dos peitos dela. O comentário ficou por isso mesmo e voltamos pra sala com o café na mão. Papai e Clau conversavam sobre negócios. Fiquei com vontade e fui sentar no colo do papai, como quando tinha 10 anos. "Devagar, você já não é uma menina e seu pai fez 58 anos, tá velhinho", disse meu marido, e todos rimos. Conto que eu estava de minissaia e a mão do papai pousou nas minhas pernas. De vez em quando ele as acariciava. De repente, mamãe, de um jeito bem engraçado, diz pro Clau: "É injusto, as sogras também deveriam ter direito a... sentar no colo do nosso genro. Meu marido, com toda a calma que o caracteriza, entrou na brincadeira e disse: não vejo nada que proíba. O ar ficou tenso. Papai, como se intuísse que algo estava tenso, levantou mais a mão acariciando minha coxa. Mamãe percebeu e sem hesitar sentou no colo do meu marido, atitude que Claudio acompanhou com um aplauso. Papai sugeriu abrir outro champanhe e fui a encarregada.Enquanto abria a garrafa, pude ver a mão do meu marido, muito disfarçadamente, acariciando a bunda da mamãe, esfregando a leggings que ela tinha colocado. Voltei para o sofá e distribui as taças. Sentei novamente sobre o papai, mas desta vez apoiando a bunda no volume dele que já estava duro.
Como querendo descontrair o clima, Claudio perguntou se estávamos nos divertindo. Mamãe, agitada, disse "muito bem" e todos rimos. No meio das risadas, meu marido meteu uma mão por baixo da blusa da mamãe e, olhando para o papai, perguntou: posso? Papai, como resposta, enfiou completamente a mão na minha buceta, fazendo com que meu vestidinho subisse, deixando à mostra o triângulo da minha calcinha fio-dental e sua mão acariciando sem vergonha a boceta da própria filha. Meu marido respondeu levantando a blusa da mamãe e deixando seus peitões enormes ao ar, chupando-os devagar.
Os gemidos da mamãe eram música. Os dedos do papai entravam e saíam da minha buceta molhada. "Vamos os quatro para a cama?" perguntou meu marido ao papai. "Vamos lá e experimentamos", respondeu papai com um sorriso. Em segundos, os quatro estávamos totalmente pelados. Nos beijamos de língua com a mamãe enquanto Claudio chupava os peitos dela e papai chupava os meus. Mamãe sentou na beirada da cama e enfiou o pau enorme do meu marido na boca. Chupava desesperada entre gemidos. Imitei e comecei a chupar o papai. Claudio colocou mamãe de costas na cama e subiu em cima para comer ela.
Fiz o papai sentar e montei de costas para ele, para poder ver a foda violenta que meu marido estava dando na sogra. Eu subia e desci sobre o pau do papai, que senti mais grosso que da primeira vez. A mamãe gozou primeiro, xingando meu marido que, sem se importar com nada, encheu de porra a boceta dela. Mamãe se arregaçou no meu marido como uma adolescente agradecendo uma foda violenta. Eu dei mais algumas sentadas no pau do papai e o banhei de mel, gozando feito uma gostosa. Saí bem quando ele jorrava a porra, que foi parar nos lábios da minha boceta. Nos beijamos e nos abraçamos. Na cama, meu marido brincava com os peitões da mamãe. Voltamos pra sala pra tomar outro café. O ar estava impregnado de sexo, cheiro de pau e de boceta. A porra do meu marido brilhava na boceta da mamãe. Nos sentamos, cada um com seu par. Tomamos os cafés nos beijando. Meu marido acariciava minha bunda. O papai beijava a mamãe sentindo o gosto do pau do meu marido. Mas a noite continuou. Depois de um tempo, meu marido propôs: "Não podemos terminar esse encontro sem que as damas nos presenteiem com um show lésbico, chupando as bocetas que tanto conhecem". A mamãe me olhou e disse: "Vem aqui, puta". Me ajoelhei, abrindo as pernas dela no sofá, enquanto os homens começavam a se masturbar. Beijei sua boca de língua, chupei aqueles peitos de campeonato. A vadia gemida e pedia mais. Desci pela barriga dela com minha língua e cheguei na sua boceta. Na parte interior da sua boceta ainda havia porra do meu marido. "Continua, filha da puta, continuaaa!", ela me implorava. Lambi sua boceta e seu cu. O papai não aguentou o espetáculo e se posicionou pra me arrombar o cu. Entrou tudo de uma vez. As metidas do papai eu transmitia pra mamãe com minha boca enterrada na boceta enorme dela. "Arromba o cu dela, sua puta!", ela gritava pro papai enquanto se sacudia, me dando sentadas. A filha da puta gozou, puxando meu cabelo. Segundos depois, senti o jorro do papai na minha bunda. "Lindo!", exclamou meu marido. A mamãe mal conseguia falar. "Agora, puta, você vai chupar a boceta da sua filha", ordenou Claudio. A mamãe obedeceu ao genro e se dedicou. a comer peitos, bunda e use a palavra: buceta. Clau ajeitei a bunda gorda dela e abrindo, enfiei sem nojo. Mamãe pediu chorando para tirar porque era muito grande e meu marido deu um tapa nela gritando cala a boca, puta. Afundou a cara dela na minha use a palavra: buceta e destruiu o cu dela. Mamãe desmaiou de dor, mas meu esposo continuou comendo ela. Quando voltou a si e com os olhos arregalados, continuou chupando minha use a palavra: buceta. Como gozei, meu Deus. Meu marido bombou mais um pouco e finalmente engravidou a bunda dela. Caímos exaustos. Tomamos banho um por um e fomos dormir. Clau com mamãe na cama de casal. Papai e eu no meu quarto de solteira. Cada casal deu uma bela trepada matinal e nos reunimos para tomar café. Mamãe me contou que meu marido a acordou com o pau no cu. Papai me acordou chupando minha bunda. Nos despedimos. Feliz aniversário, papai!
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