Quente e entregue

Meço 1,68 m. Tenho pele clara, cabelo castanho claro, gosto de deixar ele comprido, chega até a metade das costas. Sou magra. Acho que tenho um corpão, porque gosto de malhar só pra tonificar minhas pernas e glúteos. Mantenho uma cintura bem definida e uma bunda muito bem formada, principalmente quando uso jeans — minhas nádegas empinadas ficam super marcadas, e quando junto as pernas, forma um buraquinho apertando minha buceta. Tenho pernas torneadas que adoro mostrar quando uso minissaia, porque minha pele é muito macia. Gosto de ser bem feminina, sedutora e me vestir de forma provocante, mas sempre cuidando pra manter uma boa imagem com quem me conhece. Sou divorciada e tenho dois filhos.
Faz umas três semanas que comecei a trabalhar no escritório de uma agência de publicidade, então, quando saio do serviço, tenho que andar umas quadras até chegar no ponto. Depois de duas semanas seguindo o mesmo caminho, resolvi quebrar a rotina e pegar outras ruas, onde tem umas casas separadas por terrenos baldios e, mais adiante, uma oficina mecânica.
Quando passei pela oficina, vi um homem. Quando passei por lá, eu tava vestindo uma blusa preta de ombros de fora, com um decote largo que deixava ver entre meus peitos, uma calça jeans branca bem justinha que levantava tanto minha bunda que apertava minha buceta, deixando um buraquinho na virilha.
Continuei andando uns três metros, deixando pra trás a oficina mecânica, quando de repente ouvi alguém me xingando na putaria.
Que cuzão você tem. —O mecânico me disse, com um tom bem tarado.
Me senti ofendida e fiz cara de nojo, então nem virei, mas depois de alguns segundos comecei a ficar com tesão e ri por dentro. Afinal, eu tava no meu período fértil e fazia tempo que não transava.
Aquela noite dormi lembrando do tesão que senti quando o mecânico me soltou aqueles elogios safados. Ao amanhecer, acordei com os hormônios a mil, minha buceta já estava toda melada, tomei banho esfregando meu corpo todo de um jeito bem sensual, lembrando do que o mecânico tinha me dito. Fiquei com muito tesão sentindo a água quente caindo na minha pele, me depilei toda, porque sempre gosto de deixar minha pele bem macia. Passei a mão nos meus peitos e estimulei meus bicos por alguns minutos, até deixar eles bem sensíveis. Desci uma mão para continuar tocando meu clitóris e me masturbei pensando naquele homem. O mecânico tinha despertado em mim uma puta tarada, queria me sentir sendo comida por ele, já que tava há meses sem transar, porque me divorciei do meu ex-marido.
Saí do banho, toda excitada, morrendo de vontade que aquele mecânico me comesse, queria me vingar da traição do meu ex-marido. Então vesti uma tanga e um sutiã pretos. Para me arrumar, escolhi uma calça jeans que ficava apertada demais e tinha um design ousado, com alguns rasgos na frente pra mostrar a pele das pernas. Também peguei uma blusa branca de alças bem decotada, porque queria que contrastasse com meu sutiã preto. Costumo usar bolsas grandes, então peguei essas roupas e guardei dentro dela pra vestir quando saísse do trabalho. Enquanto isso, iria trabalhar vestida com roupas casuais e discretas.
Cheguei no trabalho e o dia foi interminável, já queria sair logo pra ir provocar aquele homem. Passei o tempo todo imaginando como ia rolar, até que finalmente deu a hora de sair, umas 6 da tarde. Aí esperei mais alguns minutos até a maioria já ter ido embora, fui no banheiro perto da porta de saída pra trocar de roupa. Coloquei a jeans que tava na minha bolsa, que ficou bem justa. Adoro usar ela porque levanta minha bunda e aperta minha buceta, deixando aquele buraquinho na minha virilha que vai apertando a cada passo que eu dou. E com os rasgos na frente, minha pele lisa aparece e sempre rouba olhares safados dos homens. Também vesti a blusa branca decotada e passei meu perfume favorito, que era caríssimo e tinha ganhado do meu ex-marido há um ano, que obviamente já usei pra transar com ele, então usar ele era parte da minha vingança.
Fui andando do trampo umas quatro quadras, me sentindo muito nervosa e tarada por causa do justo que eu tava, era como se o jeans da minha calça fosse minha pele, minha buceta tava bem apertada e marcava no tecido. Quanto mais eu chegava perto daquele lugar, mais excitada eu ficava — ia me oferecer pra aquele homem! Antes de chegar, olhei pros lados pra ninguém me ver, baixei o decote da minha blusa e meti a mão no sutiã pra deixar metade dos meus bicos de fora, eles tavam bem durinhos e excitados, fiquei vermelha e senti minha buceta começar a lubrificar, andei mais meia quadra até chegar na oficina mecânica.
O cara tava parado na entrada da oficina, eu andei de cabeça baixa, não conseguia encarar ele de frente, fiquei com muita vergonha porque ele ia ver meus peitos com os biquinhos quase saindo do sutiã, então andei bem feminina e bem devagar enquanto fingia que procurava alguma coisa na minha bolsa. Quando já tava passando na frente dele, consegui ouvir ele soltar um suspiro.
—Ai, gatinha, que peitão bonito você tem, dá vontade de pegar! —Fiquei tão nervosa que preferi continuar andando sem virar.
Que buceta gostosa você tem!" — Ele disse ao ver minha bunda empinada e apertada.
Quando ouvi essa última parte, fiquei toda vermelha e, com a barriga tremendo, me virei toda nervosa.
—É sério? Ontem também ouvi ele falando umas coisas quando passou. —O cara ficou quieto, achou que ela tava reclamando dele.
—Não se preocupa, tá tudo bem! Vou levar como um elogio, mas por que você não me convida pra tomar alguma coisa lá dentro da sua oficina? —Falei sorrindo e dando uma brincada com meu cabelo.
—Ah, pois com muito prazer, minha rainha. Se quiser entrar —respondeu ele enquanto olhava pros meus bicos duros quase saindo do sutiã—. Me diz aí, o que você gostaria de beber, gostosa?

O mecânico saiu e foi comprar as cervejas.
O mecânico trouxe as cervejas, abriu uma pra cada um.
—Vamo que vamo, gostosa, aqui tá sua cerveja. —Entregou na minha mão de um jeito cavalheiro.

batemos um papo por alguns minutos sobre o trabalho dele na oficina e minha rotina no escritório, que era o motivo de eu passar por aquela rua. Depois, tomei mais um gole da minha cerveja até acabar e pedi pra ele me dar outra, por favor. Ele se virou pra pegar a cerveja e abrir pra mim, enquanto ele fazia isso, eu baixei as alças da minha blusa pra me mostrar um pouco mais e deixar meu sutiã à mostra.
O mecânico, ao se virar e me entregar a cerveja, conseguiu ver meus peitos com os bicos quase escapando do sutiã. Eu estava com a barriga contraindo de nervoso e minha buceta começou a lubrificar ainda mais. Dessa vez, senti que molhei o jeans da minha calça. Eu queria continuar esquentando aquele senhor.
—Você é casado?
—Sim, já tenho muitos anos de casado e tenho três filhos já crescidos. E você, é casada?
—Não, eu me divorciei faz uns meses.
Naquele momento eu já estava sentindo o efeito do álcool e me sentia muito excitada e sem inibições.
—Sim, aliás, já faz quase 4 meses que não transo com nenhum homem. —Falei toda safada, enquanto arrumava meu cabelo de um jeito provocante pra trás e levantava meus peitos como montanhas na frente dele.
O mecânico ficou nervoso e engoliu seco, já tava morrendo de vontade de me comer.
Terminei a cerveja rápido porque queria que o álcool subisse, eu sei que cerveja me deixa com tesão, e pedi pra ele abrir a terceira, ele me deu educadamente e eu dei um gole bem grande.
Me senti chapada e desinibida, a cara ficou vermelha e dormente por causa da cerveja.
—Quero te mostrar uma coisa, mas preciso que você feche o portão da oficina. —Mesmo me excitando a ideia de alguém me ver, não queria correr o risco de sermos vistos por alguém do meu trabalho.
Fechou o portão e voltou pra perto de mim.
—Vamos ver, gostosa, e o que é isso que você quer me mostrar? — Ele me olhou com muita luxúria, pois sabia que eu estava tramando algo com ele a sós.
Então tomei mais um gole da cerveja e tirei a blusa bem devagar, me sentindo muito excitada e nervosa, meu corpo todo tremia. O homem fez uma cara de tesão, igual um bicho vendo meus peitos, só de sutiã com os bicos de fora.
—Cê tá gostando do que vê? —Eu sentia meus bicos dos peitos muito duros e uma puta vontade de me exibir pra um desconhecido.
—Sim, gostosa, você é muito linda, que vontade de chupar essas tetas.
Tomei mais um gole da minha bebida até acabar, senti que estava ficando tonta de tanto beber rápido, meu rosto estava quente por causa do álcool e eu estava muito excitada.
—Cê gosta do cheiro do meu perfume? Vem mais pra perto pra sentir melhor. —Falei, apontando pro meu pescoço com o dedo indicador.
—Você cheira muito bem, me dá vontade de te comer. —Ele me disse se aproximando do meu ouvido. Eu pude sentir a respiração dele no meu pescoço.
Quando ela me disse aquilo, senti que minha buceta queria que aquele homem me penetrasse, mas quis ir com mais calma.
—Você gostaria de ver mais? —Eu sentia um frio na barriga, estava muito nervosa e os bicos dos meus peitos ficavam mais duros, um arrepio percorria meu corpo.
—Sim, gostosa, deixa eu ver bem esses peitos.
Tirei o sutiã bem devagar, deixando meus peitos expostos pra aquele homem bruto e sujo de graxa. Fiquei muito excitada, minhas mãos tremiam de nervoso e minha respiração ficou ofegante. Naquela hora, ele se jogou igual um bicho nos meus peitos e começou a lamber, chupava meus bicos e dava umas mordidas que doíam um pouco, tava devorando meus mamilos duros e sensíveis. Ele se colocou atrás de mim e agarrou meus peitos com as mãos sujas, lambuzando eles de graxa e óleo, beliscou meus bicos bem forte até eu soltar um gemido. Me senti putamente excitada, naquele mecânica que cheirava a graxa, óleo, gasolina e pneu. Tava sozinha entregando meu corpo pra aquele desconhecido, enquanto pensava que tava me vingando do meu ex-marido, isso me deixou muito molhada, ainda mais por estar nos dias férteis.
Naquele momento, me senti tão vulnerável, com aquele homem devorando meus peitos, trancados naquela oficina, a uns 6 ou 7 metros de distância tinha gente passando na calçada, ouvia os carros passando lá fora, e a única coisa que impedia que nos vissem era aquele portão enferrujado. Minha buceta pedia pra ser penetrada, sentia ela bem lubrificada, quente e sensível.
Me ajoelhei na frente daquele homem, nua da cintura pra cima, e desabotoei a fivela do cinto dele. Peguei a calça junto com a cueca e comecei a puxar devagar. Dava pra ver a cara de safado dele, tava morrendo de vontade de ver o pau sair na minha frente, mas eu tava deixando ele mais louco. Queria aquele pau estourando de grosso. Baixei a calça suja de graxa e comecei a ver os pelos pubianos. Continuei descendo até que o pau dele apareceu, comprido e grosso, levemente apontado pra cima, com a cabeça toda descoberta. Fiquei com água na boca…
Ao ver aquela rola tão gostosa, peguei nela com minhas mãos bem devagar, passando minhas unhas nos bagos dele pra deixar ele ainda mais excitado. Comecei a passar minha língua da base da rola até a ponta, enquanto olhava nos olhos dele com minha cara de puta. Abri minha boca e comecei a chupar aquela rola grossa com meus lábios vermelhos, minha boca encheu d'água, eu tava babando igual uma cadela no cio, agora era eu quem tava devorando a rola dele com lambidas, entrava e saía da minha boca rápido e fundo. De repente, senti ele me pegar pelo cabelo e empurrar minha cabeça contra a rola dele pra enfiar até a garganta, engoli ela toda, meus lábios ficaram colados na base da rola dele, eu tava engasgando e mal conseguia respirar, mas ele me mantinha bem presa na rola dele, senti lágrimas escorrendo por causa do engasgo e amei ver aquele homem se divertindo tanto com o boquete que eu tava dando. Depois de alguns segundos, ele me soltou e eu consegui recuperar o fôlego.
Depois de chupar ele, eu levantei.
—Já tô pronta pra você me penetrar, tô me sentindo muito tarada.
—Já tô com a pica bem dura, putinha, você chupa muito bem.
—Sim, você tem uma enorme, seu pau é muito gostoso, já quero ele dentro de mim. —Falei num tom de súplica.
—Vou meter natural, gostosa, porque não tenho camisinha.
—Tá bom assim, prefiro desse jeito. Além disso, tenho um DIU que meu ginecologista de confiança colocou faz uns seis meses.
—Que delícia, gostosa, assim vou te aproveitar muito melhor.
Me retirei os saltos por um momento e tirei a calça jeans devagar na frente daquele homem que tava morrendo de vontade de me comer. Eu tava muito excitada, sabia que aquele homem ia meter a pica em mim com força, porque eu tinha esquentado ele pra caralho. Terminei de tirar a calça jeans e coloquei meus saltos pretos de novo. Caminhei até ele pra que visse meu corpo pelado. O homem me pegou pela cintura e lambeu meus peitos de novo, meus bicos estavam duríssimos, parecendo montanhas. Ele continuou me lambendo até o pescoço, senti minha pele arrepiar cada vez que a língua dele passava perto da minha orelha.
Seu perfume tem um cheiro muito gostoso, você é uma putinha muito fina. Isso me deixou ainda mais excitado, era como se meu ex-marido estivesse ali nos vendo e eu me entregando pra um desconhecido na frente dele.
O mecânico me soltou por um instante e tirou as coisas que estavam em cima da mesa de metal. Ele veio na minha direção, me pegou pelas nádegas, abriu elas e me carregou. Eu abracei ele enquanto ele caminhava para me levar até a mesa. Ele me sentou ali, em cima das manchas de graxa e óleo de carro. Minha bunda e minha buceta ficaram todas sujas, e isso me deixou com muito tesão. Deitei de barriga pra cima, e ele puxou minhas pernas pra levar minha raba até a beirada da mesa. Num puxão só, ele arrancou minha calcinha fio dental, que era a única coisa que me fazia sentir protegida naquele momento. Me senti completamente nua, vulnerável e extremamente excitada. Aquele homem estava tomando o controle, depois de eu ter passado tanto tempo provocando e esquentando ele.
Fiquei deitada de barriga pra cima na mesa, com a bunda na beirada. O mecânico abriu minhas pernas e se jogou na minha buceta, enfiando a língua bem fundo. Sentia ela se mexendo dentro das minhas paredes vaginais, era uma delícia sentir a língua dele me devorando por dentro. Ele lambia meus lábios internos e externos como um expert. De repente, uma sensação arrebatadora me fez começar a gemer: o mecânico tava passando a língua deliciosamente no meu clitóris. Eu, por minha conta, me acariciava os peitos e esfregava os bicos. Comecei a chorar, foi um sentimento tão lindo, me senti amada por aquele homem. Lembrei de quando fazia amor com meu ex-marido e agora tava me vingando do maltrato dele. Foram sentimentos confusos que arrancavam gemidos de mim e faziam minha barriga tremer.
O mecânico parou e eu soube que o melhor estava por vir, aquela pica estaria dentro de mim. Eu continuava deitada de barriga pra cima na mesa, o mecânico estava de pé na beirada e levantou minhas pernas, colocando-as nos ombros dele. Confesso que senti muito medo, porque a pica dele era muito grossa e comprida, mais do que a do meu ex-marido. E aquela posição com as pernas no ombro permite uma penetração bem profunda. Senti quando ele aproximou a ponta da pica e colocou bem na entrada da minha buceta lubrificada. E com as mãos sujas de graxa, ele segurou minhas pernas, o que me confirmou que ia me puxar pra ele e me enfiar de uma vez. O mecânico me olhou nos olhos de um jeito safado, com uma vontade de me foder violentamente. Eu sabia que era resultado da minha sedução, fiquei provocando ele demais, então só respondi olhando de volta nos olhos dele.
—Me fode!
Mal pronunciei essa palavra, o mecânico me puxou com força pra ele, e ao mesmo tempo, com um empurrão forte, me penetrou até o fundo. Senti o pau dele, grosso e comprido, abrindo caminho entre minhas paredes da buceta, até bater no fundo do meu útero. Foi uma enfiada tão gostosa e violenta que me arrancou um gemido forte.
—Aaaaahhhhh!
Tenho certeza de que deu pra ouvir lá na rua. Eu olhei pra ele com meus olhos cheios de lágrimas, toda excitada, e ele tirou o pau inteiro pra fora, só pra meter de novo com força até o fundo várias vezes seguidas.
—Aaaahhh! Aaaahhh! Aaaahhh!
Eu só conseguia ouvir o rangido das pernas da mesa se mexendo cada vez que ele me penetrava, ele fazia com muita força, dava pra ouvir o impacto do corpo dele contra minha bunda, era uma penetração frenética, era tão gostoso cada vez que ele entrava e saía de dentro de mim, comecei a sentir um calor na barriga que me dava uma sensação de fraqueza, de indefensão diante daquela besta que estava me matando a cada estocada. Era como um animal, sentia que o pau dele ia mexer no DIU que eu tinha dentro. O homem gemia de tesão, me senti tão completa vendo aquele homem descontando a vontade dele em mim, ele estava se satisfazendo completamente sem se importar se me machucava, ele só queria me foder, eu comecei a acariciar meu corpo, sentia minha pele muito sensível, passei a mão na minha barriga devagar até chegar nos meus peitos e os acariciei, me amando enquanto aquele homem me comia, senti meus mamilos ficarem ainda mais sensíveis, eles ficaram duros, meus peitos eram umas montanhas na vista daquele homem.
—Aaahhh! Que delícia! Mais rápido! Aaahhh! Me come mais forte! Me come!
Ele acelerou o ritmo e me empurrava com mais força, eu comecei a gemer sem parar porque sentia que ia gozar, minha barriga se contraiu e minhas pernas começaram a tremer nos ombros dele, senti minha pele e meus mamilos arrepiarem, sabia que já estava gozando quando um calor gostoso na minha buceta me fez chorar, era um sentimento forte, me senti completa me entregando pra aquele homem. Ele continuava me fodendo brutalmente, cada vez que me penetrava sentia ele batendo no fundo e meu corpo estremecia.
—Aaahhh! Aaahhhaaa! Aaahhh! Assim, papai! Aaahhh!
—Cê gosta, gostosa?
—Aaahhh! Sim, adoro! Aaayyy que gostoso! Que gostoso!
De repente senti como a ponta do pau dele jorrava jatos de porra quente dentro de mim, ele deixou o pau enfiado até o fundo do meu ventre por alguns segundos.
—Ah! Ah! —O mecânico ofegava forte de prazer e eu sentia contrações na buceta acariciando o pau dele lá dentro.
—Você tem um cachorrinho na sua buceta gostosa! —Ele me disse, muito surpreso e excitado.
—Siiim! Aaahhh! Cê tá gostando, sente gostoso como eu aperto?
—Sim, gostosa. Você chupa bem gostoso.
Depois ele tirou o pau grosso e eu senti o gozo escorrendo entre meus lábios da buceta. O homem terminou satisfeito e cansado, eu, por minha vez, totalmente satisfeita, enxugando as lágrimas de prazer que senti naquele orgasmo e com meu cu dolorido.
Eu, que ainda estava deitada na mesa, sentei na beirada e ele, me segurando pela cintura, me desceu com cuidado, porque eu ainda estava toda dormente. Abracei ele com meu corpo nu e dei um beijo de língua, porque tava muito feliz. Ele me fez sentir mulher, meteu forte, com vontade, me comeu como ninguém nunca tinha feito.
Ele continuava curtindo meu corpo, eu de pé, ele me lambia dos pés à cabeça, me beijava e chupava a bunda. Senti ele me abraçar de frente, passando as mãos por trás pra abrir minhas nádegas, começou a dedar meu cu, eu olhei pra ele com tesão.
—Você ia gostar de meter essa pica no meu cu? —Perguntei sensual, mas com um pouco de medo de que ele fosse achar que eu era uma pervertida doente.
—Sim, gostosa, desde que te vi passar da primeira vez, me deu vontade de meter o pau bem forte no teu cu.
Quando ele me disse aquilo, fiquei muito excitada. Saber que aquele homem queria me satisfazer analmente acendeu a luxúria em mim. Na hora, peguei minha bolsa e tirei o lubrificante anal pra me passar e ficar bem lubrificada. Depois, fui andando até um dos carros que estavam dentro da oficina, me inclinei esticando os braços e deixando meus peitos bem colados no capô do veículo, arqueei as costas pra baixo e levantei a bunda pra ficar de quatro, abrindo as pernas que estavam lindas, manchadas de graxa e óleo, me exibindo com meus saltos altos pretos de tiras, igual a um pôster de oficina mecânica. Eu tava convidando aquele homem bruto a me penetrar pelo cu.
O mecânico pegou uma garrafa de óleo automotivo e lubrificou os dedos, se aproximou e lambeu meu cu de um jeito delicioso, depois lubrificou meu rabo com os dedos besuntados de óleo, meu abdômen se contraía com a sensação tão excitante que ele me causava. O mecânico se ajeitou atrás de mim e colocou a ponta do pau na entrada do meu cu.
—Sou toda sua, papai, enfia essa pica no meu cu!
Então ele me agarrou pela cintura com muita força e me puxou pra trás contra o pau dele, enquanto com uma única estocada me penetrou analmente até o fundo, me jogando contra o baú. Eu pude sentir a sensação de um pau entrando no meu cu, abrindo caminho violentamente por dentro. Senti uma pontada forte, aquela dor dilacerante típica do sexo anal sem dilatação prévia, quando o pau dele bateu lá dentro, senti como se estivesse me rasgando, foi tão excitante e doloroso ao mesmo tempo. O mecânico continuou me penetrando analmente com muita força, cada vez que ele metia, eu sentia ele batendo no fundo, me empurrando contra o baú. Eu estava chorando e gritando sem parar, meu choro veio à tona, não consegui evitar, estava derramando lágrimas salgadas com meu rímel escorrendo, gritava tão alto e de forma desgarradora, com meu choro entrecortado. As pessoas que passavam na rua deviam ter ouvido os gritos e seguido em frente. Meu coração batia muito forte e eu sentia o cu arrebentado, ardia demais. Até que perdi as forças, senti que ia desmaiar, minhas pernas estavam dormentes, não conseguia mais ficar de pé, estava exausta com meus peitos apoiados no baú.
—Tá bem, gostosa? —O mecânico parou por um instante.
—Sim, dói pra caralho, mas é normal. Sou masoquista e adoro sentir muita dor.
Ele continuou enfiando o pau em mim sem piedade, enquanto eu gritava de tesão.
—Ai que gostoso, papai! Sim, mete essa pica bem forte! Assim, papai, assim! Mais rápido! Arrebenta minha bunda! Tá uma delícia, papai! Que gostoso! Ai! Assim! Aaaaiii!
Ele fazia brutalmente, me causava dor e eu curtia, era um objeto de prazer pra ele, que tava se satisfazendo igual um bicho. Senti minha bunda queimando como se tivesse cortada, sabia que já tava tendo meu sangramento anal que tanto queria, porque me dá uma sensação de dor e prazer, já que o sangue gera atrito e arde, o que me excitou ainda mais e eu gritei enquanto gemia.
—Ai, papai, que gostoso! Assim, doi pra caralho! Que pau gostoso, meu amor! Rasga minha buceta! Que delícia, meu cu tá sangrando! Isso! Assim! Me come mais fundo, papai!
Esse cara aguentava muito com a pica dura, depois de meia hora finalmente ouvi os gemidos do mecânico e senti quando ele tirou a pica ensanguentada pra me dar um último empurrão até o fundo. O mecânico jorrava jatos de porra quente dentro de mim, me apertando forte contra ele por uns dez segundos, o que doeu pra caralho por dentro, porque ele continuava se mexendo, esfregando a pica em mim e abrindo minhas nádegas com muita força, como se quisesse ir mais fundo pra me machucar. Eu me sentia violentada com a ponta da pica dele batendo em mim.
—Que gostosa você tá, sua putinha! — Ele me disse, todo excitado.
Ele me abraçou e apertou meus peitos com força, me machucando e beliscando meus mamilos, me beijou o pescoço. Naquele momento, comecei a chorar entre a dor e o sentimento feminino, sentia muito calor na minha barriga e minha pele arrepiada e sensível, porque aquele homem me penetrou por muito tempo e me senti muito vulnerável. Isso foi algo que, estupidamente, me fez sentir querida. Aquele homem tinha aproveitado minha buceta, tinha me comido com toda a força dele, descontando a vontade dele em mim. Naquele momento, um calor avassalador envolveu meu corpo, me senti completa.
Quando o mecânico tirou o pau manchado de sangue e ainda duro do meu cu, senti o esperma dele escorrendo misturado com meu sangue anal entre minhas pernas.
—Ai, puta, que gostoso, esse teu buraco bem aberto.
—Sim, é assim que fica aberta quando me penetram no cu.
—Até me dá vontade de chupar ele. —Fiquei vermelha ao ouvir um elogio desses.
Ele se aproximou do meu ânus dilatado e enfiou a língua, me dando uma carícia profunda lá dentro. Foi uma sensação tão gostosa que me deu vontade de chorar de tão delicioso que era sentir a língua dele lambendo por dentro do meu cu. Ele se levantou e me deu um beijo de língua maravilhoso.
Valeu, gostosa, que delícia é transar com você." — Ele me disse, todo apaixonado.
—Valeu, amor, que transa boa você me deu.
—Quando quiser, já sabe que tô aqui às suas ordens, gostosa.
—Vai ver que um dia desses, eu apareço de surpresa. —Falei pra ele, olhando com meus olhos brilhando de satisfação.
Comecei a me vestir, mas agora com a roupa que eu usava de manhã, já que não dava pra chegar em casa tão provocante, tinha que buscar meus filhos na escola. Então me vesti e fui embora bem satisfeita.

0 comentários - Quente e entregue