Meus pais tinham se separado há vários anos. Meu pai tinha se juntado com uma mulher que tinha uma filha (Cláudia), uns dois anos mais nova que eu. Eu passava com o pai fim de semana sim, fim de semana não, e na real não me dava nada bem com minha meia-irmã, aliás, praticamente não trocávamos uma palavra durante os dias que tínhamos que conviver. Num fim de semana, perto do fim das aulas, meu pai me pediu pra ajudar a Cláudia com Francês, porque ela tinha que fazer prova no fim de dezembro. Eu tinha estudado cinco anos na Aliança Francesa e, muito a contragosto, falei que faria o possível. Cláudia era baixinha, meio gordinha, peito pequeno, mas uma bunda linda, super carnuda, e além disso era muito bonita de rosto, com olhos puxadinhos e cílios enormes. No começo, a gente estudava na sala de jantar, e conforme fomos nos dando melhor, começamos a estudar na escrivaninha do quarto dela. Lá pra meados de dezembro, com as aulas acabadas, me instalei na casa do meu pai pra passar mais tempo com a Cláudia e chegar bem na prova que ela tinha que fazer. A gente tinha começado com umas "brincadeiras de mão", se empurrando e caindo na cama e tal, com mais contato físico. Cláudia — por causa do calor do verão — usava um short jeans cortado que só cobria metade da bunda, e eu encostava nela ou passava e dava uns tapas que ela levava na esportiva, com risadas... obviamente quando nossos pais não estavam por perto. Algo assim...
Deu certo, ela passou na matéria. Naquela noite, ela me chamou pra ir dançar pra comemorar. Ficamos no baile a noite toda dançando bem juntos, com muito contato. Quando chegamos em casa, com uns copos a mais, fui pro meu quarto e ela pro dela, mas antes de nos separarmos, nos despedimos com um beijo bem perto dos lábios, o que fez ela rir. Já tinha me deitado quando a Claudia aparece na porta e me pergunta por que eu não vou pro quarto dela pra dormirmos com o ar-condicionado e não passar tanto calor (meu quarto tinha um ventilador de teto). Segui ela em silêncio, levando meu colchão, e coloquei no chão do lado da cama dela. Ela tava dormindo só com uma regata sem manga. Conversamos e rimos, quando de repente a Claudia desceu da cama dela e deitou do meu lado. Passei minha perna por cima da dela. Acariciei a perna dela do joelho até o quadril. Claudia virou e ficou de frente pra mim. Ela me disse pra esperar, levantou e trancou a porta. Voltou a deitar, e com minhas mãos levantei um pouco a regata dela e comecei a lamber os peitos dela. Ela gemia e bagunçava meu cabelo. Mordi os bicos dos peitos dela enquanto apertava a bunda dela com as mãos. "Vamos parar", ela disse depois de um tempo... "sou virgem". Meu pau tava duro que nem ferro. "Vamos fazer por trás", sugeri. "Não, não... e se doer??... além disso, é perigoso, e se minha mãe acordar e nos ver?" Continuei chupando os peitos dela, e ela esfregava a buceta no meu pau, a gente tava transando com roupa. Continuamos por mais um tempo e gozamos... meu gozo ficou tudo na cueca. Ela levantou e pegou guardanapos pra me limpar. Ficamos deitados por um bom tempo e, pela primeira vez, nos beijamos, longamente, com muita língua e carícias. Meu pau tava duro de novo. Pedi pra ela me chupar... ela não quis, nunca tinha feito aquilo e queria ficar mais tranquila. Ela me masturbou até eu gozar. Era a primeira vez que ela tinha um pau na mão, ela me contou. Ela limpou meu gozo de novo, subiu na cama dela e a gente dormiu. No outro dia, tomamos café da manhã e... Quando nossos pais foram ao supermercado, a gente aproveitou pra se beijar e se apalpar o tempo todo. A Cláudia me disse que queria transar, mas que isso ia rolar quando a gente fosse viajar de férias uns dias depois, que ela ia começar a tomar anticoncepcional. E foi exatamente isso: naquelas férias de 15 dias, a gente comeu como uns desesperados... também fizemos por trás. Não fui só o primeiro homem dela, mas até quase 30 anos depois a gente arrumava um tempo pra ficar junto. Mesmo os dois casados, uma vez por mês ou a cada 2/3 meses, a gente transava na casa dela, na minha ou em algum motel. Tudo até o marido militar dela ser transferido pro sul.
Deu certo, ela passou na matéria. Naquela noite, ela me chamou pra ir dançar pra comemorar. Ficamos no baile a noite toda dançando bem juntos, com muito contato. Quando chegamos em casa, com uns copos a mais, fui pro meu quarto e ela pro dela, mas antes de nos separarmos, nos despedimos com um beijo bem perto dos lábios, o que fez ela rir. Já tinha me deitado quando a Claudia aparece na porta e me pergunta por que eu não vou pro quarto dela pra dormirmos com o ar-condicionado e não passar tanto calor (meu quarto tinha um ventilador de teto). Segui ela em silêncio, levando meu colchão, e coloquei no chão do lado da cama dela. Ela tava dormindo só com uma regata sem manga. Conversamos e rimos, quando de repente a Claudia desceu da cama dela e deitou do meu lado. Passei minha perna por cima da dela. Acariciei a perna dela do joelho até o quadril. Claudia virou e ficou de frente pra mim. Ela me disse pra esperar, levantou e trancou a porta. Voltou a deitar, e com minhas mãos levantei um pouco a regata dela e comecei a lamber os peitos dela. Ela gemia e bagunçava meu cabelo. Mordi os bicos dos peitos dela enquanto apertava a bunda dela com as mãos. "Vamos parar", ela disse depois de um tempo... "sou virgem". Meu pau tava duro que nem ferro. "Vamos fazer por trás", sugeri. "Não, não... e se doer??... além disso, é perigoso, e se minha mãe acordar e nos ver?" Continuei chupando os peitos dela, e ela esfregava a buceta no meu pau, a gente tava transando com roupa. Continuamos por mais um tempo e gozamos... meu gozo ficou tudo na cueca. Ela levantou e pegou guardanapos pra me limpar. Ficamos deitados por um bom tempo e, pela primeira vez, nos beijamos, longamente, com muita língua e carícias. Meu pau tava duro de novo. Pedi pra ela me chupar... ela não quis, nunca tinha feito aquilo e queria ficar mais tranquila. Ela me masturbou até eu gozar. Era a primeira vez que ela tinha um pau na mão, ela me contou. Ela limpou meu gozo de novo, subiu na cama dela e a gente dormiu. No outro dia, tomamos café da manhã e... Quando nossos pais foram ao supermercado, a gente aproveitou pra se beijar e se apalpar o tempo todo. A Cláudia me disse que queria transar, mas que isso ia rolar quando a gente fosse viajar de férias uns dias depois, que ela ia começar a tomar anticoncepcional. E foi exatamente isso: naquelas férias de 15 dias, a gente comeu como uns desesperados... também fizemos por trás. Não fui só o primeiro homem dela, mas até quase 30 anos depois a gente arrumava um tempo pra ficar junto. Mesmo os dois casados, uma vez por mês ou a cada 2/3 meses, a gente transava na casa dela, na minha ou em algum motel. Tudo até o marido militar dela ser transferido pro sul.
1 comentários - Tardes gostosas com minha irmã