98📑La Inquilina

98📑La InquilinaBruno tinha 26 anos, trabalhava de casa e morava no térreo de uma casa que tinha sido dividida em duas. A parte de cima era pra alugar. O contrato era administrado pela mãe dele, a dona. Numa terça-feira chuvosa, a nova inquilina chegou. Ela se chamava Abril. Trinta e cinco anos. Morena, alta, curvas generosas. Um vestido colado no corpo, lábios carnudos, e um olhar que dizia: "Tô cansada de fingir que não fico com tesão por tudo."

— Cê é o filho da Patrícia? — disse ao vê-lo na entrada.

— Sim. Bruno.

Apertaram as mãos. Ele sentiu a corrente subindo pelo braço. Ela segurou um segundo a mais do que o necessário. E o olhou de cima a baixo.

— Prazer — disse, com um sorriso que deixou a mente dele em branco.

Nos dias seguintes, a rotina mudou.

Toda vez que Abril descia, Bruno arrumava uma desculpa pra cruzar com ela. Às vezes ela saía com um short mínimo, outras vezes de mini. Cumprimentava ele com uma voz suave, provocadora, quase debochada.

E ele... tava completamente louco.

Uma noite, ele a encontrou no quintal, regando as plantas.

Ela desceu com uma taça de vinho e se apoiou no parapeito.

— Te incomoda se eu fizer companhia?

— Não, de jeito nenhum.

Ela se aproximou devagar, descalça. O roupão mal amarrado.

O decote profundo, os bicos marcando.

O vinho na mão. O desejo no olhar.

— Tá calor hoje à noite... — sussurrou.

— É... pra caramba.

Ela olhou pra ele. E sem mais, desatou o roupão. Por baixo, nada.

Completamente nua.

— Você queria me ver, Bruno?

Tô aqui.

Agora me mostra o que eu faço você sentir quando me olha desse jeito.

Bruno ficou paralisado. A pica pulsava violenta por baixo da calça.

— Se toca — ordenou ela. — Quero ver você fazer isso. Quero ver como você fica por minha causa.

Ele obedeceu, puxou a pica dura como pedra.

Ela se aproximou, se ajoelhou na grama molhada, e com uma mão segurou a base.

— Você é mais gostoso do que eu imaginei — disse, e enfiou na boca com uma desesperação faminta.

Chupava com movimentos profundos, sem pressa, mas Sem piedade. A língua percorria cada centímetro dela. Os olhos fixos nos dele. E quando sentiu ele tremer, soltou. —Não goza. Quero que faça dentro quando eu estiver montada em você. Ela se levantou, se apoiou contra a parede do fundo, abriu as pernas e desceu sobre o pau dele sem hesitar. A buceta dela estava molhada, quente, desesperada pra sentir ele dentro. Cavalgou ele selvagem. Sem filtro. Sem pausa. —Me dá! Me come! —gritava—. Me arrebenta se precisar! Bruno agarrava ela com força pela cintura, metia até o fundo, mordia os peitos dela, apertava a bunda. Os dois gozaram um em cima do outro, sufocados, molhados pela chuva e por eles mesmos. E quando terminaram, ela beijou ele e disse: —Isso aqui tá só começando.vadiaDois dias se passaram desde aquela noite no quintal. Desde que Abril tinha chupado ele debaixo da chuva como se estivesse devorando. Bruno não dormiu desde então. O corpo dele ardia. A mente só pensava nela. E então, como se ela tivesse sentido, chegou a mensagem. “Hoje à noite. Sobe depois das dez. Quero brincar de verdade.” Às 22h07 ele estava na porta dela. Ela abriu envolta num roupão preto de seda, cabelo solto, lábios pintados de vermelho escuro. — Entra — ordenou, sem dar tempo pra ele dizer nada. A luz era fraca. Velas acesas. Música suave. E o cheiro de óleo essencial tomando o ar. — Tira a camiseta. E deita de barriga pra baixo. Ele obedeceu. O colchão estava morno. Ela sentou sobre as coxas dele e derramou óleo quente nas costas. As mãos de Abril começaram a percorrer o corpo dele com pressão exata. Devagar. Firme. Sensual. — Você gosta, né? — sussurrou perto do ouvido dele —. Me sentir em cima de você… sabendo o que vem depois. Mordeu o lóbulo dele, e as mãos desceram, escorregando pelos glúteos, depois entre as pernas. Acariciou o pau dele por baixo, que já estava duro, pulsando. Bruno gemeu sem conseguir evitar. — Vira. Quando ele virou, ela lambeu os lábios. — Assim que eu gosto — disse —. Duro… mas não o suficiente. Tirou um pequeno anel de silicone preto. — Isso vai te ajudar a aguentar. Quero você inteiro. Quero você explodindo por dentro até não aguentar mais. Colocou o anel na base do pau dele, apertado, firme. — Agora vem. Quero montar em você como se não houvesse amanhã. Subiu em cima dele, abrindo a buceta devagar, molhada, quente, ensopada de desejo. Foi sentindo ele dentro centímetro por centímetro, soltando um gemido profundo enquanto encaixava bem lá dentro. — Assim… assim cheia que eu queria você — gemeu —. Agora não se mexe. Eu cuido disso. E começou a cavalgar devagar, com movimentos circulares, controlados. Olhava fixo pra ele enquanto fazia isso. Apertava o peito dele, lambia o pescoço, cravou as unhas nos braços dele. Depois acelerou. Com fúria. Com raiva.
—Me dá tudo! Me rasga por dentro! Não para até eu gozar três vezes!
Bruno segurou firme nos quadris dela e começou a responder com força.
Levantava ela, abaixava, empurrava com violência.
Ela gozava em cima dele, molhando ele, marcando ele com o corpo.
Viraram-se. Ele colocou ela de costas, segurou pela cintura e meteu por trás, fundo, brutal, fazendo ela gritar contra o travesseiro.
—Isso! Assim! Aí! Não para!
Por fim, fez ela subir de novo. Ela montou nele frenética, com o corpo tremendo, o anel na base mantendo ele prestes a explodir.
—Agora, Bruno! Goza dentro! Me dá tudo!
Ele gozou urrando, o corpo inteiro tremendo, enquanto ela apertava ele, sentia ele encher ela a cada pulsação.
Ela ficou em cima dele, ofegante, tremendo, com o corpo suado, vencida… feliz.
—Você não sabe o que faz comigo —sussurrou com um sorriso quebrado.
—E você tá me viciando —respondeu ele.
E não era mentira.
Porque aquilo… tava só começando.cogidaBruno trabalhava numa salinha dentro do complexo onde morava. Usava como espaço privado, longe do barulho, com acesso direto pra garagem e pra rua. Ninguém entrava sem bater. Era o refúgio dele. Até que a Abril apareceu. Nem tocou na porta. Simplesmente entrou com uma chave que, claramente, não devia ter. Tava usando uma gabardina fechada e uns óculos escuros enormes, como se tivesse saído de um filme. — O que cê tá fazendo? — perguntou ele, surpreso — Tô no meio de um relatório. — Perfeito — disse ela, fechando a porta com chave — Quero ver quanto tempo cê leva pra esquecer disso tudo. Tirou os óculos. Depois a gabardina. E por baixo… absolutamente nada. Bruno ficou paralisado. O pau dele endureceu na hora. Ela andou devagar até a mesa, subiu nela com as pernas abertas e sentou na frente dele. — Acordei com tesão. E lembrei como você me comeu bem outro dia. Então vim buscar mais. E dessa vez… você não decide nada. Se inclinou e beijou ele com uma mistura de fome e veneno doce. Abriu a calça dele, puxou até os joelhos e soltou o pau, já durasso. — Hummm… assim que eu gosto. Enfiou na boca sem aviso. Fundo. Molhado. Brutal. A língua dela percorria devagar, com experiência, com malícia. — Gosta que eu chupe seu pau no seu local de trabalho, hein? — gemeu, olhando pra cima. — Cê me deixa louco, Abril… — murmurou ele, agarrando o cabelo dela. Ela se ajeitou em cima da mesa. Abriu as pernas. A buceta dela tava ensopada. — Agora enfia. Já. Não fala comigo. Só me come. Bruno se levantou, segurou ela pela cintura e enfiou o pau inteiro na buceta dela de uma vez. Ela gemeu alto, jogou tudo que tinha em cima da mesa no chão com um tapa e começou a se mexer que nem uma louca. — Isso, assim! Me come como se me odiasse! — gritava — Me arrebenta por dentro! Cada estocada ecoava nas paredes do escritório. Bruno tava fora de controle. Pegava ela pelas pernas, levantava, apertava. contra ele enquanto metia com força. —Tô quase gozando! —gritou ela—. Não para, não para, não para! Gozou com um tremor que sacudiu o corpo inteiro, enquanto ele continuava bombando até o fim. —Agora você! Me enche! Me sente! Bruno rugiu e gozou dentro dela, sem reservas, ficando com a testa colada no peito dela. Respiravam ofegantes. Ela sorria, satisfeita. —Bom… agora pode voltar pro seu relatório. Ajeitou o cabelo, vestiu a gabardina e saiu como se nada tivesse acontecido. Bruno ficou olhando a porta se fechar… com a calça arriada, a pica escorrendo, o corpo suado e a alma perdida. Aquela mulher ia destruí-lo. E ele não queria outra coisa.vadiaFoi num domingo de meio-dia que tudo explodiu. Bruno ouviu o motor de um carro estacionando na frente de casa. Quando olhou pela janela, viu um cara alto, bem vestido, descendo com uma mochila e um sorriso contido. Abril saiu pra recebê-lo… com um beijo. Um beijo na boca. Ele ficou paralisado. Minutos depois, bateram na porta dele. Era a Abril. De novo com aquela gabardina, mas com outra expressão: calma, fria… quase profissional. —Quem é esse? —perguntou Bruno, com a voz cortada. —Meu parceiro —respondeu sem rodeios—. Veio ficar comigo por um tempo. —Teu o quê? —Bruno… —suspirou—. Pensei que você sabia. O nosso negócio foi sexo. Intenso, sim. Gostoso. Explosivo. Mas só isso. Eu precisava disso. Você também. Ele olhava pra ela como se tivesse sido esvaziado por dentro. —Tudo foi mentira? —Não. Cada gemido foi real. Mas isso não transforma em amor. Eu vou embora com ele. E você vai seguir sua vida. Ela virou as costas. Mas antes que atravessasse a porta, Bruno falou: —Me dá uma última vez. Ela parou. Não disse nada por alguns segundos. E então fechou a porta por dentro. Não se beijaram. Não conversaram. Só se desp iram como se o mundo fosse acabar. Bruno jogou ela na cama. Abriu as pernas dela. Meteu de uma vez e começou a se mover com raiva. Ela recebeu ele com unhas nas costas, dentes no pescoço, pernas enroscando com fúria. —Me rasga! Se despede direito dessa buceta! —gritou Abril. Ele agarrou os pulsos dela, manteve ela contra o colchão enquanto enfiava na buceta dela como uma máquina. Suavam. Gritavam. Transavam como se se odiassem. Como se soubessem que nunca mais iam se tocar de novo. Ela gozou primeiro. Duas vezes. Depois ele, dentro, com um rugido animal. Tremendo. Vazio. Vivo. Ficaram em silêncio. Só respirando. Depois, ela se vestiu. Olhou pra ele com um pouco de tristeza, mas sem culpa. —Valeu por não pedir amor. E foi embora.vizinhaBruno nunca mais soube dela. Nem um bilhete. Nem uma mensagem. Mas toda vez que sentia o perfume dela em outra pessoa… Toda vez que se tocava pensando numa mulher dominante… Toda vez que alguém montava nele com força… Sabia que nunca ia esquecê-la. Porque Abril foi fogo. E ele se deixou queimar.Relatos eroticos


Vizinha Gostosa

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