El primo de mi esposo

Faz uns três anos que fiz uma viagem pros Estados Unidos e lá conheci um parente do meu marido, que também é casado, bem mais novo que eu. Olha, eu não me acho atraente, sou alta, tenho pernas grossas, cabelo comprido e preto, lábios carnudos, bunduda... alguma coisa ele deve ter visto em mim que chamou a atenção dele. Enfim, eu olhava pra ele e parecia um cara tímido, sempre grudado na esposa. Se ela não tava por perto, ele também não interagia com a gente. Me parecia meio especial e tímido ao mesmo tempo. Mas quando ele tava com a gente, na presença da esposa, ele ficava me encarando muito, um olhar que me fazia sentir sei lá, uma coisa estranha, meio desconfortável, porque eu não sabia por que ele me olhava daquele jeito.

Um fim de semana, a mãe dele recebeu visita e a gente tava lá. Aí rolou uma festa e a gente começou a beber. Ele chegou um pouco tarde com a esposa, mas sentaram pra confraternizar. E foi aí que tudo começou. Eu sentia o olhar dele tão penetrante que nem conseguia olhar pra ele. E eu pensava: "Será que eu caí no mal dele? Ou o que será que ele tá vendo em mim pra me olhar assim?" Naquela noite a gente bebeu bastante (eu mais). Terminamos tarde. A esposa dele já tinha ido dormir, e ele, pela primeira vez, ficou com a gente. Quando a visita resolveu ir embora, a mãe dele, que é prima do meu marido, disse: "Vou acompanhar vocês até o estacionamento". E eu falei: "Vou junto". Mas não lembro em que momento ele desceu com a gente, até que senti ele vindo atrás. Eu tentava andar rápido junto com a mãe dele. Na volta, subindo as escadas, ele me encurralou e tentou me tocar. Ele agarrou uma das minhas nádegas, e se eu tivesse deixado, sei lá o que teria acontecido. Me deu medo, porque a mãe dele vinha atrás. E não sei como consegui me soltar dele e entrar no quarto. Fiquei nervosa e fui me deitar.

No dia seguinte, quis contar pro meu marido, mas ele não me deu ouvidos, e eu decidi ficar quieta. E durante o tempo que fiquei lá, só convivendo com eles, ele só me olhava e me deixava nervosa. O primo nunca me disse nada, e eu nunca tive coragem de falar nada pra ninguém de lá. Mas não vou negar que, uff, foi excitante sentir ele tentando me tocar, porque já fazia tempo... 4 anos sem transar, e sentir a força dele, se grudando em mim, sei lá... mas resolvi esquecer. As férias acabaram e tive que voltar pra minha cidade. Aí, tipo, uns dias depois de ter voltado, recebo uma mensagem no Messenger de uma pessoa que eu não conhecia — e era o primo, me escrevendo. Fiquei surpresa pra caralho, porque nunca pensei que ele fosse fazer isso. Num desses dias, entre conversas e cumprimentos, ele me lembrou do que tinha rolado, mas meio que perguntando se eu tinha feito aquilo. Eu falei: "Não, nada disso, não aconteceu nada." Decidi esquecer. Mas, ao lembrar, meu sangue ferveu. Só que eu pensava: "Como vou fazer isso? É primo do meu marido. Não posso fazer nem sentir nada." Mesmo que com meu marido já faz tempo que não rola nada (sexo), eu me sentia mal, porque é da família dele.

Os dias passaram, e ele mandava mensagens: "Oi, gostosa", "Bom dia", essas coisas. Não sei quando começamos a trocar fotos e vídeos já pelados, nos tocando. Eu sentia que fazia tudo o que ele pedia, não sei por quê, mas eu satisfazia ele em quase tudo. E eram coisas que eu nunca tinha feito — tipo um vídeo me tocando, nunca tinha gravado isso. Não vou mentir, adoro sexo, e muito. Faz um ano, voltei pros EUA de novo, pensando que ia vê-lo. E se a gente tivesse se visto, eu teria transado com ele sem pensar duas vezes. Mas não deu pra gente se encontrar. Eu tava decidida a fazer, porque ele me falava como seria se a gente transasse, como ele ia me fazer sexo oral, como ia me tocar, como ia me comer no cu, até como ia me colocar... Uff, me excita pra caralho. Só de pensar, fico louca e aperto as pernas. Porque queria sentir de novo o prazer de transar. Tô há 5 anos sem sexo. Mas também não vou fazer com qualquer um, porque adoro sexo, mas não com qualquer um. Eu sei me controlar. Mas esse cara... sei lá, me faz sentir algo. Ou será que o que excita é a gente ser tipo família?

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