Guerra do Sexo: Família Complicada 7

Florencia está de quatro, pelada no chão perto da cama, com a bunda bem levantada e a cabeça apoiada no travesseiro. Eu tava em pé na cama metendo nela, com as pernas dobradas e as mãos apoiadas na cintura dela. A dois metros, numa mesinha, a gente tinha deixado o celular gravando a gente, num plano fechado que mostrava a bunda, a buceta da Flor e meu pau abrindo os lábios dela toda vez que eu entrava. É uma posição bem física e cansativa, mas a fricção que causa, junto com o ângulo de penetração, deixa ela muito gostosa.

Já tava um tempão assim, eu sentia os músculos da coxa queimando, mas a cada metida o pau dobrava de um jeito muito prazeroso, enquanto a Flor sentia ele roçando a parede frontal da buceta dela, estimulando o ponto G. Ela já tinha tido vários orgasmos pequenos, o que fazia que cada vez que eu metia saísse mais lubrificação, tudo nela tava super quente. Senti minha essência percorrer meu corpo e se preparar pra sair pela minha mangueira, mas nessa hora ela começou a ter um orgasmo forte e a buceta dela agiu como um aspirador, o que fez eu soltar meu primeiro e mais potente jato de leite dentro dela. Tirei um pouco minha mangueira e coloquei entre os lábios dela, e três potentes jatos se encarregaram de embelezar aquela cena.

Ficamos largados na cama tentando nos recuperar, essa era nossa segunda transa da tarde. Enquanto descansávamos, peguei o celular pra ver a gravação. Tava perfeita: a sequência, a gozada, nosso orgasmo, principalmente como ficou, a buceta dela cheia de porra e fluidos dela. E pra completar, meti de novo e o sêmen de dentro dela jorrou pra fora.

Esse era nosso último vídeo. A gente tinha começado uma guerra com minha meia-irmã. Era a Guerra Fria 2.0. Pra todo mundo, as coisas tavam bem, mas por baixo dos panos a gente se matava. Pra mim, isso começou quando eu vi ela no carro com o namorado dela, e segundo ela, começou quando eu mandei o vídeo do boquete que a Flor fez em mim. Desde aquele momento, eu já tinha mandado 5 vídeos curtos pra ela. diferentes situações sexuais, sempre gozando. E ela tinha me mandado 3 fotos pelada, nessas fotos ela tomava cuidado pra não mostrar o rosto, assim como eu fazia nos meus vídeos. As fotos vinham acompanhadas de frases tipo:
Te mando isso pra você se tocar pensando em mim.

Enquanto você se toca com essas fotos, eu tô comendo outra.

Gosto que você coma sua namorada pensando em mim e no que você nunca vai ter.


Enquanto eu editava o vídeo, a Flor ia me dando ideias. A gente tava bem tarado desde que começamos a gravar e a guerra com a Laura já tinha começado fazia duas semanas. Eu continuava na edição enquanto ela massageava minhas bolas bem de leve, e de vez em quando meu pau recebia uns carinhos. Tava tão concentrado que nem percebi a puta ereção que eu tinha de novo. Meio sem vontade, comecei a apertar um peito dela, sabia que os bicos dela tavam bem sensíveis, os mamilos durinhos. Ela realmente curtia esse jogo.

Não aguentei mais, levei ela pra cama, coloquei ela de barriga pra cima, os pés dela nos meus ombros, e eu de pé meti fundo nela, enquanto com uma mão amassava os peitos dela, apertava forte e beliscava os biquinhos. Metia fundo, claro que minha gozada dentro mais os sucos dela ajudavam pra caralho.

Juntei as duas pernas dela no meu ombro direito pra sentir ela mais apertada e continuei metendo forte. A Flor tava fervendo de tesão igual a mim. Dava pra ouvir minhas bolas batendo na bunda dela, era uma delícia. Quando a gente ouviu a porta bater, era a mãe da Flor que tinha voltado, ela sempre entrava fazendo barulho pra gente ouvir. Nosso tempo tinha acabado.Flor:Minha mãe.Fernando:Só goza, e não se prive de gritar, deixa sua mãe saber como a filha dela é boa, como é uma putinha submissa boa.

Dei um tapinha leve nela e ela continuou como se nada tivesse acontecido, me obedeceu. A gente sabia que a mãe dela já tinha nos ouvido umas vezes, eu gostava daquilo, no começo me incomodava, mas quando vi como a mãe também era submissa, e como isso nos ajudava, me enchi de coragem pra continuar. A verdade é que eu não aguentei muito tempo, entre a tesão do vídeo e a mãe ouvindo, foi demais e eu enchi ela de novo com meu gozo. Tinha sido uma tarde muito boa pra mim.

Naquela noite, mandei o vídeo pra Laura, dessa vez ela não respondeu. E no dia seguinte, agiu como se nada tivesse acontecido comigo, até me ignorou completamente, pode-se dizer.

Naquela noite, eu tava treinando na academia, depois de quase uma hora e terminando os exercícios físicos, já pra passar pra parte técnica da luta, vou na minha mochila e pego meu cantil de água, é preto e com imagens de Mortal Kombat, tiro a tampa e levo à boca, mas mal sai água, tento de novo e a mesma coisa, mas ele ainda tava pesado, cheio de líquido. Vou até a pia, desenrosco a tampa, e tem uma coisa preta entupindo, não entendia o que era. Esvazio e cai um pano preto, quando pego, percebo que é uma calcinha rendada preta. Fiquei tentando raciocinar e percebi que só podia ser uma pessoa. Peguei meu celular na mochila e tinha um WhatsApp da Laura.
Te dou de presente, assim você não precisa roubá-los pra se masturbar.
Quanto ao meu lado social, tinham surgido uns problemas. Na faculdade, eu ainda tinha fama de bandido ou mafioso. Alguns se aproximavam de mim e as minas puxavam conversa, principalmente o grupo das gostosas, as amigas da minha querida meia-irmã. Mas não foi esse o problema. O problema foi que o pai do valentão que eu surrei voltou de viagem, já tinham passado umas semanas, e aí ele ficou sabendo da surra que deram no filho. Então ele mesmo fez uma denúncia criminal e uma reclamação na Universidade.

Essa última foi fácil, já que tinha acontecido fora das instalações, e quem nos atendeu foi o mesmo cara que foi me ver no hospital quando eu tomei a surra dos quatro valentões, embora eu não tenha escapado do sermão sobre a conduta que se espera dos alunos de tão honrada instituição. Eu fui depor na delegacia com meu pai e o advogado, que também era parceiro de academia, tudo uma grande família. Fomos depor bem na hora que minha vítima saía de dar o depoimento dela.Pai do Valentão:É aquele?" — perguntava ao filho, apontando pra mim com o dedo — você é um covarde, um animal.
O advogado e meu pai se colocaram entre ele e eu.Padre:Meu filho só se defendeu do valentão que tava enchendo o saco dele – Apontei com o dedo, igual o outro fez – aquele merda e os amigos dele mandaram meu filho pro hospital, que covarde filho da puta você tem que ser pra bater em alguém com mais três.Pai do Valentão:Mas quem é que você pensa que é?Padre:Logo vocês vão saber quem somos.

Já na delegacia foi tudo mais tranquilo, meu pai conhecia o delegado e mais uns caras. A gente deu uma lista de testemunhas, tudo amigo da academia, e também várias gravações. Eles ficavam mostrando as imagens entre si, dando risada. Um deles veio, me deu um tapinha nas costas e falou que eu era um touro. Já mais calmos no escritório do delegado, tomando um café, me disseram que não ia dar muito problema, o mais provável era arquivarem o caso, mas por enquanto era melhor eu ficar longe dele e das confusões. Era melhor eu chegar como um cordeirinho que se defendeu do lobo, foi o que o delegado me disse enquanto ria.

No dia seguinte, vi o meu valentão na faculdade. Ele tava com o orgulho ferido e me olhava com raiva e ódio, porque por minha causa ele tinha perdido o status. Fui almoçar no bandejão da faculdade com meus amigos nerds. Eles tavam adorando a atenção extra, e até tinham feito amizade com algumas minas que se aproximavam. A gente tava nessa quando chegou um dos meus novos amigos, digamos assim. Ele me chamou de lado e falou que o meu valentão favorito tava juntando um grupo de jogadores de rugby pra me dar uma surra à tarde, quando eu atravessasse o parque na frente da universidade. Agradeci pela dica e mandei uma mensagem pro meu pai.

Ele respondeu que ia cuidar disso, que ia organizar um esquema de airsoft. Na real, a única coisa que me preocupava eram as recomendações que me deram: não arrumar mais encrenca, pelo menos até o processo judicial contra mim ser resolvido.

Eu saí da universidade nervoso, sem saber o que esperar. Atravessei a rua e fiquei olhando pra todo lado. Entrei no parque e já avistei um dos amigos do valentão, aquele gordo que me bateu. Ele tava com outro cara que eu não conhecia. Olhei pra direita e vi mais dois, também não conhecia um deles. De relance, vi que atrás de mim vinha o fortinho, com outro amigo.

Continuei andando. O mais perto tava a uns 30 metros de mim. Eu tava num caminho e ia cruzar uma rua interna, quando... Outro lugar era o ideal pra me emboscar, por isso eles chegaram o mais perto possível. Quando eu tava prestes a atravessar e eles já tavam a uns dois metros de mim, apareceram na rua duas caminhonetes, uma era a do meu pai. Elas pararam bem na minha altura, desceram 5 caras, meu pai me abraçou.Padre:Que cheiro de merda que tem aqui—olho ao redor e cravo o olhar no valentão—já tô ligando por quê.

Todo mundo veio vestido de roupa tática e com armas nos coletes, era de airsoft, mas eles não sabiam disso. Dentro da caminhonete dava pra ver um par de armas longas, do mesmo jogo.

Atrás das caminhonetes parou um carro branco, um Ford Focus. Dele desceram três policiais, justamente os mesmos que estavam na delegacia quando fui prestar depoimento. Eles nos cumprimentaram e foram falar com o grupo de rugby.Polícia:Rapaziada, venham aqui e mostrem suas identificações.Rugbier:Acontece algo oficial?Polícia:Sim, foi reportado um grupo de pedófilos rondando as escolas da área, e vocês se encaixam na descrição.

Outro dos policiais falava pelo rádio, nós vazamos dali, era óbvio que meu pai tinha algo a ver com aquilo. Quando saímos, vi chegar mais duas viaturas. A gente riu um bocado da cara deles ao ver meu pai e os amigos descendo das caminhonetes, eles devem ter se cagado de medo, com certeza.

Pelo que fiquei sabendo, levaram eles pra delegacia pra identificar e checar os antecedentes, tiveram que fazer desse jeito porque o sistema tinha caído bem naquela hora, passaram umas horas divertidíssimas. Outra coisa que nos contaram é que na delegacia deixaram eles umas duas horas incomunicáveis e tiraram as impressões digitais e dados pra identificar, tudo no estilo antigo.

Quando deixaram eles fazerem a ligação, chegou o pai de um deles, que é advogado, e fizeram ele ouvir uma chamada pros números de emergência, onde uma senhora descrevia uns caras suspeitos rondando as escolas da área e enchendo o saco das meninas, a descrição era exata daqueles seis energúmenos. Mas o pior veio quando fizeram uma revista completa, acharam baseados de maconha, um canivete e um cassetete retrátil.

A nobre senhora que tinha ligado de um telefone não identificado não era outra senão a Maria, a secretária do meu pai. No fundo, isso era um recado, e acho que foi mais direcionado pros amigos do valentão, que já não acharam tão boa ideia dar uma força pro amigo deles.

Naqueles dias, eu tinha esquecido de tudo que não fosse esse problema, aliás, deixei de lado a Flor, ela era um anjo, ou melhor dizendo, uma boa submissa. Também deixei de lado a guerra com minha meia-irmã. Ela tava bem viajando, no mundo dela. Tive chance de conversar várias vezes com o namorado dela, Segundo era o nome, na real ele me pareceu um cara legal, só um pouco aristocrático, tipo, era de classe alta e se achava um pouco superior, embora... Ela disfarçava muito bem, mas pra mim faltava caráter nele, principalmente com a Laura.

Eles saíam muito, passeavam, e acho que a Laura tava começando a sentir algo genuíno por ele. Ele fazia todas as vontades dela e tratava ela como uma rainha, mas não só no material, que era pra caralho, dava pra ver que eles eram bem juntos e muito parceiros.

Eu não tinha tomado nenhuma atitude por causa da calcinha no meu galão de água, não achei que era a hora. Na real, devolvi ela pro cesto de roupa suja, com certeza a Laura ia receber de volta quando a mãe dela ou a mulher que ajuda em casa subisse as roupas. Dois dias depois, voltei do treino tarde da noite, entrei no meu quarto e a calcinha tava em cima da minha cama. Não deu pra fazer outra coisa além de rir. Quando cheguei com meu pai, a Laura e a mãe dela tavam saindo, iam jantar com umas amigas. Uns minutos depois, chegou um WhatsApp pra mim.Laura:Te dei de presente, é pra te ajudar — e vinham acompanhadas das imagens de um pau e um balde de porra.

Essa mina não parava de me surpreender, eu achava que ela tinha se cansado de joguinhos e ia ser uma namorada exemplar. Mas tava provocando o próprio irmão. Não dava pra deixar assim, tinha que devolver na mesma moeda.

Na manhã seguinte, acordei cedo e fui pra cozinha, coloquei a cafeteira. Gabriela e o pai apareceram, tomaram o café deles, mas tavam com pressa, tinham que resolver umas paradas no banco, então ficavam indo e vindo catando o que pudesse faltar, quase nem repararam em mim. Ouvi Laura descendo as escadas, peguei uma xícara que tinha separado e servi pra ela. Ela tomava café com porra, deixei em cima da mesa. Ela chegou meio sonolenta, mal cumprimentou. Gabriela pediu pro pai o dinheiro que ele tinha guardado pra depositar, e foram buscar. Laura tava adoçando a xícara dela com adoçante, aproveitei e mandei um vídeo curto de três segundos.

Ela pegou o celular, viu que era eu mas nem olhou na minha cara. Quando deu play, levantou os olhos por cima do telefone e me encarou. No vídeo dava pra ver a calcinha fio dental dela enrolada no meu pau, e eu batendo uma e soltando muita porra dentro de uma xícara — não tinha transado há dias, então a produção leiteira foi farta, era a mesma xícara que ela segurava naquele momento. Nisso, nossos pais entraram.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Esse café com porra tá muito bom hoje, mamãe" — disse isso sem parar de me olhar e sorrir, enquanto tomava o café com porra ou sêmen dele.Gabriela:O Fernando prepara e eu nem tive tempo de tomar o meu, a gente vai embora - disse pra Laura.

Eu ia trabalhar com meu pai e ela ia com a mãe dela. Enquanto a gente ia pros carros, ela me disse.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Maninho, você vai ter que dar um jeito, a porra tava meio azeda pro meu gosto — e a filha da puta foi embora rindo.

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