Damián Alvarenga era milionário. Não por herança, mas por visão. Dono de empresas, imóveis e uma fortuna que crescia enquanto ele dormia. Tinha tudo… menos ela: a mulher perfeita. Não queria amor. Queria devoção, prazer, entrega. Queria uma mulher que se encaixasse no mundo dele: linda, obediente, insaciável. Uma boneca ardente feita de carne.
Por isso organizou o casting.
Requisitos claros: maiores de 21, sem tatuagens nem cirurgias invasivas. Loiras ou ruivas naturais. Corpos firmes. Curvas autênticas. Experiência oral, de quatro, anal e… final feliz completo. Tudo verificado.
De 80 candidatas, selecionou 5.
Entrevistaria elas… uma por noite.
Só uma ficaria. As outras, só levariam a lembrança.
Dia 1: Cassandra, a ruiva.
Chegou num vestido justo vinho, sem calcinha. Cabelo comprido atĂ© a cintura, pele branca como leite, olhos verdes e peitões que nĂŁo precisavam de sutiĂŁ. Damián observou ela do sofá, com o uĂsque na mĂŁo.— Tá pronta pra me mostrar do que Ă© feita?
— Fui feita pra agradar — respondeu ela, soltando o cabelo.
Ajoelhou na frente dele, abriu o cinto, puxou o pau dele e começou a lamber devagar, com o olhar fixo no dele. Primeiro sĂł com a lĂngua. Depois engoliu tudo, sem usar as mĂŁos, com a garganta molhada e funda.
Damián grunhiu, acariciando o cabelo dela.
— Boa técnica — sussurrou —. Mas quero ver como você cavalga.
Ela se levantou, se pelou toda sem vergonha e sentou nele, guiando o pau dele dentro da buceta dela com maestria. Começou a se mexer num ritmo preciso, apertado, molhado. Rebolava nele com uma graça selvagem, gemendo perto do ouvido.
— Assim cê gosta? Ou mais sujo? — ofegou.
— Me dá o melhor — ordenou ele.
Cassandra se inclinou, mordeu o pescoço dele e montou com fúria. Os peitos dela batiam no peito dele, o corpo tremia de prazer. Damián segurou ela firme, metia de baixo enquanto ela se contorcia.
Depois virou ela, apoiou de bruços na mesa e abriu as pernas dela com força.
— Agora… o teste final.
Ela sorriu.
— Manda. Tudo.
Comeu ela por trás, enfiou o pau no cu dela, fundo, firme. Cassandra gemia alto, mordendo os lábios, se mexendo com fome. Quando Damián tava quase gozando, ela ajoelhou na frente dele e abriu a boca.
— Goza onde quiser. Eu engulo tudo.
Com um sorriso doce, olhou pra ele enquanto engolia.
Damián ajustou a calça, olhou pra ela com interesse.
— Amanhã tenho outra candidata. Mas você… tá na frente.
Cassandra se vestiu sem pressa.
— Te aviso: se me escolher… não vai precisar ver mais ninguém.
Dia 2: Melina, A Loira Submissa
Na segunda noite, Damián esperava no apartamento dele como um rei no trono. A prĂłxima candidata chegou na hora certa. Loira, alta, pernas longas, olhar tĂmido. Chamava-se Melina. Vinte e quatro anos. Voz suave, sotaque doce. Tinha o corpo perfeito para o critĂ©rio de Damián: peitos firmes, quadril arredondado e um ar de pureza... perversa. Vestia uma camisa branca, mal abotoada, e uma saia plissada de colĂ©gio. Sem sutiĂŁ. Sem calcinha. Como tinha sido pedido.— Sabe por que vocĂŞ está aqui? — ele perguntou, de pĂ© em frente Ă janela.
Ela baixou o olhar.
— Para te obedecer — sussurrou.
— Tudo o que eu disser?
— Tudo.
Damián sorriu.
— Então se ajoelha. Quero te ver mamando na piroca como se sua vida dependesse disso.
Melina caiu de joelhos com elegância. Abriu o zĂper dele, puxou a piroca com delicadeza, beijou primeiro... e depois engoliu. Com lĂngua lenta, profunda. Tinha uma garganta habilidosa, molhada, quente. Olhava pra ele com olhos submissos enquanto lambia e chupava sem vergonha.
Damián segurou o cabelo dela com força.
— Isso... você é uma boa garota. Mas quero te ver montando em mim como se me amasse. Consegue?
Ela se levantou, tirou a camisa e sentou em cima dele, sem dizer uma palavra. Entrou com um gemido quase inaudĂvel e começou a se mexer devagar, com ritmo sensual, como se dançasse com o quadril. A buceta apertava ele com força. Molhada. Preparada.
— Mais rápido — ele ordenou.
Melina obedeceu. Pulava na piroca dele com força, cravava as unhas no peito dele e gemia baixinho enquanto mordia os lábios.
Depois ele colocou ela contra a parede e, com uma cuspida leve entre as nádegas dela, preparou. Ela se inclinou sozinha.
— Tô pronta. Quero que me encha por trás. Tudo. Até o fundo.
Damián pegou ela com força. Entrou no cu dela com firmeza, fazendo ela gemer alto.
— Isso! Assim! Mais!
Quando ele estava perto de gozar, ela se ajoelhou de novo.
— Me dá seu leite. Tudo.
Ele gozou com força, na lĂngua dela. Ela engoliu tudo. obediĂŞncia e um sorriso. —Fui boazinha? —Foi perfeita. Mas ele sabia: no dia seguinte… viria outra. Dia 3: Tatiana, A atrevida
Damián abriu a porta e lá estava Tatiana: ruiva, pele cor de canela, olhos de fogo. Vestia couro preto, minissaia, botas altas. Ela não esperou ele falar. Empurrou ele pra trás, entrou no apartamento como se fosse dela, fechou a porta e sentou no braço do sofá. — Não vim pra ser escolhida. Vim te comer como nunca fizeram.
Damián ergueu uma sobrancelha.
— Tão segura assim?
Ela se ajoelhou e começou a lamber ele sem tirar a calça. SĂł enfiou a mĂŁo, puxou o pau dele e devorou ali mesmo. Sem rodeios. Com profundidade, com ritmo, com lĂngua experiente.
— Não vou falar muito. Melhor usar a boca pra isso — disse, se lambendo.
Depois subiu em cima dele, sem tirar nada. SĂł afastou a calcinha de renda pro lado e enfiou na buceta dele.
Começou a cavalgar com fúria, tipo uma tempestade.
Beijava ele com fome, mordia o pescoço, falava putaria no ouvido.
— Vou te deixar seco, papi. Você não vai olhar pras outras depois de mim.
Damián não conseguia controlar ela. Ela ditava o ritmo, o poder, o corpo quente e suado. Depois, virou de costas, enfiou no cu dele sem avisar, e se masturbou ao mesmo tempo.
Gritou o orgasmo dela.
E aĂ, sem ele pedir, se ajoelhou e abriu a boca.
— Goza dentro da minha garganta.
E foi o que ele fez.
Dia 4: Dayana, A Festeira
Dayana chegou com glitter no peito, um shortinho minúsculo e um top sem nada por baixo. Dava pra ver que vinha de algum esquenta… ou tava pronta pra um. — Cê tá sozinho? — perguntou, entrando sem esperar convite —. Tomara que sim, porque vim te dar um show.
Antes que o Damião pudesse falar qualquer coisa, ela botou um funk no paredão e começou a rebolar que nem stripper.
Tirou a roupa no ritmo da mĂşsica. Subiu na mesa. Rebolou de perna aberta.
Depois se ajoelhou, pegou na pica dele, colocou um gelo na boca e começou a chupar com o gelo deslizando entre a lĂngua e a cabecinha.
— Cê gosta gelado ou quente?
Levou ele pra cama. Subiu em cima, esfregou a buceta na pica dele com movimentos lentos, depois cavalgou de frente, de costas, de lado, que nem um filme pornĂ´.
Pediu pra ele segurar no pescoço dela, puxar o cabelo, meter forte no cu.
E quando ele gozou, ela engoliu tudo como se fosse um brinde.
— Saúde, bebê.
Dia 5: Nicole, A insaciável
Nicole era diferente. Loira, cara de anjo, mas com um olhar faminto. — Não vim por grana. Vim pelo… que você tem aà — disse apontando pra sua virilha.
NĂŁo teve joguinho. Ela tirou a roupa e ficou de quatro na cama.
— Não quero beijo. Só quero que você me arrebente.
DamiĂŁo nĂŁo esperava, mas obedeceu.
Enfiou a pica na pussy dela, forte. Ela se arqueava, se tocava ao mesmo tempo, gemia alto sem vergonha.
Pediu pra meter duas, pediu anal, enfiou no cu dela e meteu com força.
Chupou ele depois de foder, enfiou na boca, olhava pra ele enquanto engolia como se fosse a melhor coisa que já provou na vida.
— Não quero amor, nem promessa — disse enquanto se vestia. — Mas se quiser mais… é só me ligar.
DamiĂŁo fechou a porta naquela noite com o corpo exausto, a pica quente e um sorriso no rosto.
Cinco mulheres. Cinco noites. Sexo como nunca antes.
E nenhuma sabia a verdade.
Não tinha milhões. Não tinha prêmio.
SĂł um apartamento alugado.
Roupa de marca… emprestada.
UĂsque caro… reabastecido com nacional.
Tudo uma encenação.
Ele tinha criado um perfil falso, um casting fictĂcio, uma mentira bem montada pra atrair as mulheres mais gostosas… e conseguir exatamente o que queria: sexo selvagem com fantasias realizadas.
E tinha funcionado.
Pelo menos por enquanto.
Porque o próximo casting… já estava rolando.
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