Garota simples (37)

Pela segunda vez na minha vida, a noite do meu aniversário foi inesquecível. Da outra vez, comecei um relacionamento lindo que persegui por anos e, nessa, a mesma pessoa me sodomizou, arrombando minha buceta como nunca tinham feito antes.

Descobri algo que, assim como minha primeira experiência lésbica com a Bianca, sempre esteve lá, e fui eu quem demorou pra perceber.

Nesse ponto, vocês precisam entender que, como diz o ditado, minha vida mudou. Quem me segue e lê meus relatos sem falta sabe que não tive muitos parceiros, mas sempre fui de me jogar em várias paradas, e minha bissexualidade bem marcada também ajuda a parecer que tenho um histórico "mais cheio".

Esse novo renascimento abriu minha mente e me permitiu largar muitos preconceitos que eu tinha até então. Ver a sexualidade como algo muito guardado pro privado. Eu tinha dificuldade de externalizar meus gostos e fantasias, até com parceiros que eu confiava.

Descobri, não por acaso, mas por um caminho que já tinha trilhado, que eu gostava de ser submissa, maltratada e humilhada por ele. Não por qualquer um, mas por ele.

Parece uma besteira escrito em tão poucas linhas, mas resumia perfeitamente o que eu queria e curtia.

Na semana seguinte, fiquei matutando a ideia. Queria começar uma nova dinâmica no meu relacionamento e não sabia como ele ia reagir. Nem eu mesma sabia como processar aquilo ainda.

Que eu gostava de sexo pesado não era novidade, por isso meu presente de aniversário foi o que foi.

Mas eu tava prestes a cruzar uma linha, uma decisão que era entregar minha confiança total nas mãos dele pra me transformar no brinquedo sexual dele. Quanto mais eu pensava, mais gostava da ideia, pra ser sincera. Eu tinha dificuldade de separar a tesão do momento e as lembranças vívidas de uma decisão tão importante.

Precisava de ajuda.

"REAL?" "QUE BOM"!

As duas expressões foram usadas pela Bianca e pela Vale, ambas me conheciam sexualmente e eu tinha confiança suficiente pra falar abertamente com elas. Organizei um encontro e soltei a bomba.

Vale: "então sua ideia é começar uma vida de submissa sexualmente falando com ele?"
"Sim..." foi minha resposta.

Bian: "você adora isso, nem duvida"

Vale: "e o que você acha que o Gon vai te dizer sobre isso?"

"É o que eu não sei... Mas acho que ele não vai se importar, no máximo não vai gostar ou não vai excitar ele" respondi analisando o cenário.

Bian: "amiga, ele te ama, o que você pedir ele vai amar"

Enquanto falava com elas, tinha flashbacks muito vívidos de momentos com o Gon onde eu já tinha sido submissa por ele, talvez sem ter rotulado como tal.

Tantos tapas na bunda, asfixia com a cock enorme dele, arrombamentos de cu em lugares aleatórios ou até o dia que escolhemos fazer o melhor ménage da minha vida com a Bian e ele, quando a gente mal tinha começado a sair.

Minha mente se perdia entre esses pensamentos e eu parava de ouvir minhas amigas pra relembrar os gemidos de prazer dele em tantas gozadas que iam parar dentro ou sobre mim. Por favor, que yummy cum ele me dava!

Voltei pra conversa como pude e, decidida, falei: "Sim, meninas, amanhã eu conto pra ele e vai se foder a puta que o pariu".

O que veio depois da noite vocês iam amar. A gente se dedicou a falar sobre performances sexuais dos nossos parceiros atuais.

Eu fui a primeira a contar tudo enquanto via o olhar de inveja e luxúria das minhas duas amigas. Os olhos delas mostravam que estavam me olhando, mas imaginando cenas das mais perversas comigo e o Gon.

A Vale até soltou: "ai amiga, não pode ser verdade tudo isso, quero morrer"

Eu ia confirmar minhas palavras, mas a Bian se adiantou: "acredita em mim, vaca, o Gon tem uma cock que é uma loucura" enquanto mordia o lábio inferior e revirava os olhos. Sem saber, minha amiga me deu uma eletricidade que percorreu meu corpo, eu amava o tesão dela ter provado dessa mesma cock e ter voz sobre as performances sexuais dele.

A Vale ficou muda. Eu senti a cabeça dela fantasiando, conhecia a carinha dela.

Quem tomou a frente foi a Bianca, que declarou sentir falta da cock do ex, aparentemente o Franquito não... Tinha a mesma coisa entre as pernas que o Fede, embora fosse bem ativo sexualmente, os dois foram cobrados pelo uso, mas o atual tinha um porte mais pobre.

Naquela hora, o lógico seria fazer uma piada ou apoiar sua amiga. Minha reação foi totalmente diferente de tudo. Pensei na situação das duas e em como uma boa sentada do meu namorado cairia bem pra elas. Isso me excitou, mas não comentei, ainda tentava agir normal.

Vale ficou por último, marcando um baita contraste em relação às outras duas. Embora estivessem juntos há muitos anos, tantos que já estavam noivos e iam casar em alguns meses, o sexo era raro e até "a arma" do futuro marido era meio medíocre.

Aliás, posso confirmar, não porque tive algo com ele, mas porque entre taças de vinho branco, minha amiga puxou da galeria uma foto de um sexting de anos atrás onde ele aparecia ereto.

Não era assustadoramente pequeno, mas era pouco empolgante de ver, digamos assim...

Bian fez o mesmo, não foi tão longe no chat e, na verdade, vimos uma foto incrível da minha amiga de fio dental no mesmo sofá onde estávamos reunidas. Gerou várias piadas e elogios pra aquela raba sempre imponente, depois vimos o Franquito. Situação muito parecida com a do Vale, sinceramente, só uma diferença de cor porque o Franco era mais moreno que o Eze.

Eu não ia mostrar nada de verdade, achei de mau gosto depois delas se exporem e serem taxadas de "ruins".

Bian foi quem insistiu, e Vale se juntou ao pedido, querendo ver se as histórias eram reais.

Um calor subiu da minha entreperna, e a ideia tarada que veio na minha cabeça acelerou tudo.

Mandei a foto no privado pras duas, em vez de mostrar.

Minha amiga de infância sorriu ao ver, como quem lembra "dos velhos tempos de glória".

Vale ficou de cara, chocada, tapou a boca de espanto e exclamou que eu era uma filha da Vadia e me desejava o pior. Obviamente a gente se cagou de rir com o comentário e vimos como ela, em silêncio, continuava percorrendo aqueles pixels da tela pra não perder nenhum detalhe. "Boba, me excita até aquele sinal que ele tem na base"
"DESCULPA, QUER DIZER, ME ASSOMBRA"

Rimos do vacilo dela, é verdade, o Gon na base da pica dele tem um sinalzinho muito pequeno, quase invisível a menos que a gente dê um zoom ou sua cara esteja totalmente colada na pica dele.

Fizemos várias piadas e mudamos de assunto. Mas na minha cabeça ficou a ideia de que as duas tinham na galeria a pica do meu macho.

Não rolou muito mais naquela noite. A gente se despediu bem tarde depois de várias garrafas vazias e muita conversa de amigas.

No dia seguinte, com uma leve ressaca, me encontrei pra conversar com o Gon.

Primeiro saímos pra jantar, tudo bem tranquilo, trocamos alguns olhares e comentários de duplo sentido, mas nada demais. Eu tava bem excitada e ansiosa. Pra ocasião, tava usando um short de tecido vermelho e um body preto decotado. Era impossível que o pessoal na rua não olhasse pras minhas tetas que estavam presas num tecido apertado que marcava tudo.

Depois do jantar, fomos pra casa dele, durante toda a viagem no carro dele eu me dediquei a chupar ele, um hábito que eu custava a perder, mas que longe estava de ofendê-lo.

Já sem nenhum traço do meu batom bordô e com os lábios inchados, descemos no estacionamento do prédio entre apalpadas dos dois. Ainda me lambia com o gosto da pica dele, mas já sentia falta dela, aquela caminhada de não mais de 50 metros era torturante na minha situação atual.

Parei ele entre um carro de família (vai saber qual) e uma coluna de cimento rústica a uns 15 metros da porta, me ajoelhei e liberei de novo aquele pedaço de alegria.

Parecia que não o boqueteava há meses, devorei aqueles centímetros de carne entre carícias nas minhas bochechas e chupadas na cabecinha encharcadas da minha própria saliva. Esfregar a pica dele por toda a minha carinha era um prazer que, inacreditavelmente, era de graça.

Que delícia quando ele me puxava pelo cabelo e acompanhava meu movimento com cacetadas fundas na minha garganta. Só a falta de ar conseguia parar ele.

Bom, não só isso, também o barulho de outro casal que tava passando pela garagem.

Eles vinham do prédio e desativaram o alarme do carro deles que, graças a qualquer entidade que esteja no céu, não era o que nos escondia na escuridão.

Não estavam muito longe, mas dificilmente conseguiam nos ver. Menos eu, que tava de joelhos engolindo ainda aquela sobremesa gostosa.

Eram uns 60 anos, mais ou menos, vinham conversando sobre outras pessoas com um certo tom de desprezo.

Enquanto isso, minha língua rodeava a cabecinha daquele pau entre olhares pro Gon, que tentava evitar que fôssemos descobertos.

Eles entraram no carro e foi meu sinal pra continuar. Voltei a pegar o ritmo gostoso que levava meu nariz até a barriga dele, bem na hora de tocar a pinta dele com meus lábios e voltar.

A luz do carro dos vizinhos se apagou e eles saíram. Do mesmo jeito que saiu um primeiro jorro grosso, branco e quente na minha garganta.

Longe de parar, abri bem a boca e bati uma punheta pro pau dele apoiado na minha língua enquanto ele continuava gozando, e eu recebia feliz.

Antigamente eu não era tão fã de porra, foi um gosto que demorei a adquirir, mas que comecei a curtir e se tornou imbatível pra mim. Meus olhos brilhavam enquanto eu engolia cada gota que ele me dava. Orgulhosa, posso dizer que não deixei nada e, sorrindo, me arrumei levando ele pela mão até o elevador, enquanto ele guardava no caminho o ainda escorrendo brinquedo.

Na casa dele, era minha vez. Ele me levantou na bancada e começou a tirar meu short. Aí eu parei ele quando fiquei só de body molhado naquela bancada fria.

"Quero te dizer uma coisa antes..."

O olhar confuso dele acelerou meu discurso já ensaiado e expliquei minhas novas fantasias rapidamente, esperando a reação ou perguntas dele.

E aqui vai um conselho pra vida: se você tá com a pessoa certa, tudo isso é besteira.

Com minha breve introdução e Sem dizer uma palavra, ele tirou o cinto da calça, passou no meu pescoço e me puxou de leve até um sofá. Dava pra sentir a pressão na minha garganta por causa do puxão daqueles poucos metros.

Me deixou de quatro e desabotoou o meu body, deixando ele vestido, mas com acesso à minha buceta.

De leve, me chicoteou com o cinto, só um golpe suave que eu gostei e gerou uma eletricidade que percorreu meu corpo.

Uns beijos na minha bunda foram os precursores da linguada que eu levei na minha buceta. Eu vibrava de prazer, tava muito quente e liberada.

Outro golpe, dessa vez mais forte, acertou minha nádega direita. Já ardeu mais, o cinto se fez presente. Depois desse golpe, ele passou ele na minha boca como se eu fosse uma putinha gostosa e, puxando pra trás, enterrou a cara na minha buceta.

Aí começou uma chupada incrível que me deixou encharcada. Eu não conseguia gemer direito porque tinha aquela tira de couro na minha boca e dava pra sentir o gosto dela na minha língua.

A língua dele já conhecia meus pontos fracos, o jeito que ele me segurava aprofundava aquela dose de prazer que me deixava à beira de gozar a cada linguada voraz que ele me dava.

Consegui soltar meus gritos de prazer porque o cinto voltou à sua função original: me chicoteou várias vezes enquanto enfiava os dedos no meu buraquinho. Pedi por favor pra ele não me fazer gozar se não fosse com o pau dele dentro.

A resposta foi um tapa, e não na minha bunda. Entendi que já tava ocupando meu papel de submissa, não podia me dar ao luxo de escolher algo tão delicado como onde ou quando ia gozar.

Isso me fez delirar de prazer junto com aqueles dedos que continuavam firmes entrando e saindo da minha buceta.

Os espasmos chegaram e eu comecei a gozar. O cinto envolveu meu pescoço e, com bastante pressão, fui perdendo o ar pra poder gritar.

Os dedos dele ainda continuavam me penetrando enquanto minha buceta se inundava de fluidos.

Caí rendida no sofá, exausta de verdade. Não lembrava de ter gozado tão forte assim há muito tempo, se é que já tinha. tinha feito.
Eu teria dormido 6 dias seguidos se não fosse que quase de imediato senti o pau dele percorrendo os lábios da minha buceta, me fazendo suspirar de prazer e lembrando o quanto eu tava com vontade de ser comida.

Levantei minha bundinha de novo pra ficar de quatro, mas meu macho já tinha se cansado dessa visão. Ele sentou e me colocou por cima dele, de costas.

Minhas pernas bem abertas, agachada, com as mãos dele percorrendo meus peitos e minha buceta era a cena perfeita pra esse pau pulsante que continuava enfiado de leve nos meus lábios molhados.

Devagar fui descendo entre gemidos entrecortados e respirações profundas que tentavam me ajudar com um pau desse tamanho.

Conforme fui enfiando, queria mais. Sozinha desci sem medir o que me esperava, e uma dor aguda avisou que eu tinha ele completamente enfiado dentro de mim.

Não demorou pra ele me pegar pela cintura e me usar como um brinquedo. Minha posição maximizava a sensação e parecia que ele tava cravado até no meu peito.

Meus peitos pulavam do mesmo jeito que minha bunda batia contra a pélvis dele. Aquele impacto faz um barulho muito particular que todo mundo conhece. Imagina ainda o quanto eu tava molhada, que dava pra ouvir o pau dele chapinhando.

Ele largou minha cintura e voltou as mãos pra posição original. Uma foi pro meu peito, que era apertado sem piedade, enquanto ele puxava meus bicos. A outra mão massageava meu clitóris, me dando motivos de sobra pro que aconteceu. Gozei de novo, dessa vez ainda mais forte. Senti que ia desmaiar, meu corpo tremia e minhas pernas estavam dormentes.

A safadeza disso me fez pular em cima dele descontrolada assim que me recuperei.

Sem parar de me comer, ele se levantou e eu fiquei de pé com as mãos apoiadas numa mesinha de centro. Ele me arregaçou daquele jeito até tirar o pau brilhando da minha gozada anterior e me virou, apontando de novo pra minha boca.

Recebi uma porrada de leite que atravessou minha cara inteira, do queixo até o cabelo. A segunda foi mais bem direcionada e Foi parar direto na minha garganta. O último grandão que lembro, ficou alternando entre minha língua e lábios.

Comi aquela pica que misturava os sabores dos dois, o gosto da minha buceta tava presente no caminho que minha língua fazia pela cabeça dela. Ao mesmo tempo, como se fosse um sabor misturado de sorvete, a porra dela era notória no meu paladar, me dando um prazer sem igual.

Realmente fiquei um bom tempo chupando ela. Aproveitei sentir nossos orgasmos misturados naqueles vários centímetros de carne. Até quase sem perceber, eu ainda tinha a mão que não usava na minha buceta, me tocando.

Deixei ela brilhando e aí sim parei.

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