Duas semanas depois daquela transa selvagem no terraço, a Camila andava pelos corredores do prédio com uma confiança nova. A bunda dela continuava rebolando como um pêndulo irresistível, e o caso secreto com o Luís, o administrador, já tinha virado uma rotina ardente: no quarto ele comia ela 2 vezes, no depósito do estacionamento ela sentava nele. Até um banho junto na suíte presidencial. Mas tudo mudou quando a Sabrina chegou. Loira, alta, branca como leite fresco, com uns peitões que ameaçavam estourar o uniforme desde o primeiro dia. Tinha um jeito de princesa… e um olhar calculista. Mal cumprimentou a Camila quando se apresentou. Só olhou ela de cima a baixo com um sorriso falso.
—Eu vim pra trabalhar, não pra esquentar chefe —murmurou ao passar. Camila ignorou ela… por enquanto. Mas Luis não conseguiu.
Ele viu ela pelas câmeras. Ouviu ela falar com voz suave e provocante. Observou ela se abaixar, com aquela blusa apertada, o decote profundo… e sentiu: o pau dele reagiu.
Uma tarde, Sabrina chamou ele no escritório.
—Seu Luis, tô com problema com as chaves do depósito. O senhor pode me ensinar… pessoalmente?
Luis sabia que tava brincando com fogo. Mas não disse não.
Quando entrou no depósito, ela fechou a porta atrás dele. Olhou bem nos olhos dele.
—A Camila se acha a rainha, né? Mas eu tenho uma coisa que ela não tem…
Ela desabotoou a blusa. Devagar. Sem vergonha.
Os peitos mais perfeitos que Luis já tinha visto na vida ficaram expostos. Sem sutiã, durinhos, com os bicos rosados e duros como pedra.
—Quer provar leite fresco, chefe?
Ele comeu ela com os olhos… e depois com a boca. Beijou ela com fúria. Chupou os bicos dela como se tivesse morrendo de sede. Sabrina gemia, se agarrava no cabelo dele.
Ela se ajoelhou, tirou o pau duro dele da calça e começou a lamber e chupar com gosto. Esfregou o pau nos peitos.
—Mete em mim… quero sentir. Me faz sua antes daquela puta aparecer!
Luis não resistiu. Levantou a saia dela, puxou a calcinha fio dental, encostou ela numa prateleira e meteu de uma vez na buceta molhada e quente dela. Sabrina se arqueou, tremendo, soltando um gemido agudo e cheio de desejo.
—Sim! Mais! Mais forte! A Camila não te come como eu! Luis a pegou como se o mundo fosse acabar. Comeu ela com raiva, apertando os peitos dela, como se estivesse se vingando do desejo reprimido. Ela ficou de quatro no chão, com os peitos balançando e mostrando a bunda rosada. Ele penetrou devagar, com o pau quente bombando aquele cu, ela gemendo. Quando estava quase gozando, ele tirou e gozou nos peitos dela, e ela lambeu até a última gota.
Quando acabou, ela olhou pra ele com um sorriso triunfante.
—Se quiser mais… já sabe onde me encontrar. E cuidado pra moreninha não descobrir… embora, quem sabe, talvez ela goste de olhar. Luis saiu do depósito suando, confuso, com o pau ainda pulsando e a culpa queimando no peito.
E Camila, pela câmera de segurança que ela mesma aprendeu a usar… já sabia.
Camila não disse nada nos primeiros dias. Observava. Esperava.
Mas por dentro, ardia.
Sabia que Luis tinha transado com a loira. Viu tudo: as mãos, a língua, o jeito que Sabrina gemia feito atriz pornô. O que mais doeu foi ver Luis aproveitando.
Então esperou.
Uma tarde, enquanto Sabrina limpava uma suíte no nono andar, Camila entrou sem avisar e trancou a porta.
—O que você tá fazendo aqui? — perguntou Sabrina, se virando com falsa surpresa. Tava de short, sem sutiã por baixo da blusa.
Camila sorriu. Não tinha um pingo de simpatia no olhar.
—Vim te dizer pra parar de se meter com o que não é seu.
Sabrina soltou uma risada espontânea.
—Seu? Aquele pau véio? Porque ele deixou você subir umas vezes já acha que é a única?
Camila se aproximou, o corpo tenso, os olhos brilhando.
—Ele me comia enquanto você tava limpando banheiro. Eu conquistei isso. Não sou uma puta de vitrine que nem você.
—Pois parece que ele gostou da minha vitrine — disse Sabrina, desabotoando mais um botão.
Camila empurrou ela. Sabrina empurrou de volta.
E então… elas se beijaram.
Foi selvagem. Quase como uma briga. Lábios que se mordiam. Línguas que se cruzavam feito adagas. Mãos que arranhavam e apalpavam as bucetas, os peitões de Sabrina pressionando contra os de Camila. A fricção era fogo.
Camila jogou ela na cama. Sabrina montou nela na hora, esfregando o corpo nu sobre o da morena latina.
—Tá vendo o que você faz, puta? Me esquenta…
—Fecha a boca e continua chupando — rosnou Camila, segurando a cabeça dela e levando até a boceta.
Elas esfregavam as bucetas uma na outra, se chupavam sem parar.
E naquele momento, Luis abriu a porta. A porta. As duas mulheres se viraram, suadas, com o cabelo bagunçado e os corpos entrelaçados. O silêncio durou só dois segundos. Camila olhou pra ele. Sabrina olhou pra ele. E foi Camila quem falou: — Ou você entra… ou vaza. Mas isso aqui não é mais só sobre você, papai. Luis fechou a porta… por dentro. E soube que tinha acabado de entrar num inferno novo: um inferno quente, molhado e delicioso do qual não ia mais conseguir escapar. Luis fechou a porta com o coração batendo igual um tambor de guerra. Na frente dele, na suíte de luxo do nono andar, estavam Camila e Sabrina, peladas, suadas, quentes do atrito, da briga… e por ele. — Vai ficar aí parado, chefe? — disse Camila, mordendo o lábio. — Vem ver qual das duas faz melhor — completou Sabrina, piscando um olho. Luis não respondeu. Só se despilou enquanto a ereção pulsava que nem uma barra de aço. Sentou na cadeira de encosto alto, feito um rei recebendo tributo com a pica dura. Camila se adiantou. Montou nele com as nádegas redondas e quentes apertadas contra a pélvis, olhando pra ele com aquela mistura de fogo e safadeza.
—Olha e aprende, Barbie —ela disse pra Sabrina. Enquanto enfiava a rola dele na buceta. Começou a cavalgar devagar, sensual, com movimentos circulares que faziam Luis gemer de cabeça pra trás. As tetas dela, pequenas mas firmes, quicavam no ritmo, as unhas cravadas nos ombros dele. —Cê gosta do jeito que essa moreninha rebola, papi? Luis só conseguiu concordar, ofegante. Mas Sabrina não ficou parada. —É só isso? —falou debochada, se aproximando. Afastou Camila com um gesto de rainha—. Agora vou te mostrar o que é uma sentada de verdade. Assumiu o lugar sem demora, sentando com força na rola molhada de Luis. As tetonas dela balançavam a cada estocada, ele apertava e chupava, os gemidos dela eram mais agudos, o ritmo mais frenético.
—Isso! É assim que se monta num pau duro! No estilo gringo, papai! Camila grunhiu. Ela se colocou atrás de Sabrina e, enquanto a outra montava Luis como uma amazona, enfiou os dedos no cu dela, fazendo-a gemer como uma puta no cio. —E assim você consegue continuar montando? —sussurrou Camila. Luis estava à beira do colapso. Duas deusas, uma morena com fogo na pele, outra loira com peitos de cinema, e ambas lutando pra explodir sua mente e seu corpo. —Minha vez de novo! —disse Camila, e empurrou Sabrina para o chão, pegando ele de costas agora, enfiando a rola no cu dele. Começou a quicar no pau dele, selvagem, gritando o nome dele. —Luis! Luis! Me diz quem monta melhor! Fala!
Sabrina de pernas abertas, se tocando, na frente deles. Ela virou de quatro e começou a rebolando a bunda. Ele saiu de dentro da Camila e se posicionou atrás da Sabrina, enfiando o pau no cu dela, montando nela que nem um bicho. —Fala, pai… Qual de nós duas te faz ver estrelas?
Luis não conseguia decidir. Tinha as duas chupando o pau dele, enquanto uma mamava, a outra lambia as bolas. O corpo dele ficou tenso. O prazer subiu que nem um vulcão. Ele explodiu com um gemido profundo, gozando em cima de uma e respingando na outra. A respiração dele era uma bagunça. A mente, vazia.As duas mulheres olhavam pra ele, ofegantes, suadas, com um sorriso de vitória.
— Acho que empatamos — disse Sabrina.
— É — respondeu Camila —. Tô esperando a revanche.
A suíte ficou em silêncio, só cortado pelo zumbido do ar-condicionado e o cheiro forte de suor e sexo. Luis dormia pelado, com Camila de um lado e Sabrina do outro, as duas agarradas nele feito troféus gostosos.
Mas no dia seguinte, tudo mudou.
Uma reunião de última hora. Um relatório que não foi enviado. Reclamações de hóspedes por falta de limpeza. Cobranças extras aplicadas errado. E o pior: uma câmera do andar de manutenção pegou ele comendo Sabrina encostado num carrinho de lençóis.
Naquela mesma sexta, o gerente regional chamou ele no escritório central.
— Luis, a gente gostava de você… mas o hotel não é puteiro. Tá demitido. Limpa seu armário e não volta mais.
Luis saiu de lá com o coração partido, não por ter perdido o emprego, mas por perder aquelas putas, e foi embora de cabeça baixa e o pau frio pela primeira vez em semanas.
Camila ficou sabendo na hora. Sabrina também. Se encontraram no vestiário.
— Mandaram ele embora por nossa causa — disse Camila, sem remorso.
— Nossa? Só eu que comi ele melhor — respondeu Sabrina, sorrindo.
Elas se olharam, intensas, com aquele ódio misturado com desejo que unia as duas.
E aí, entrou o novo chefe.
Jovem. Cabelo escuro. Barba por fazer. Terno apertado nos bíceps, sorriso fácil e um sotaque que molhava calcinhas.
— Meninas — falou com voz grossa —. Sou Julián, o novo administrador. Vim botar ordem… e conhecer vocês direitinho.
As duas olharam pra ele feito lobas na frente de uma presa suculenta.
Camila mordeu o lábio.
— Ordem… ou disciplina?
Sabrina se adiantou, cruzando as pernas com cara de safada. —Vamos ver se você aguenta o que o anterior não conseguiu. O novo chefe sorriu sem entender o fogo que estava por vir. E Camila, no ouvido da rival, sussurrou: —Agora sim, loira… vamos ver quem dá pra ele primeiro.


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