
⛔Relato Enviado por uma Seguidora "Meu Genro" Narrado por Olga, uma mulher de 54 anos com curvas que não passam despercebidas. Tenho 54 anos. E não tenho vergonha de dizer: sou uma mulher de curvas escandalosas. Me cuido, claro. Mas o meu é natural. Uma cintura marcada, uns quadris generosos e um busto que sempre me obriga a usar decote… mesmo que eu não queira. As pessoas dizem que tenho um ar das atrizes latinas de antigamente. Mas não me faço de gostosa. Já não. Bom… às vezes sim. Principalmente quando o Mingo vem em casa. É o namorado da minha filha. Eu abro a porta pra ele com um sorriso que já virou costume. Mas por dentro… por dentro eu me incendo. Hoje ele veio com uma camiseta branca bem justa, daquelas que marcam os peitorais e os braços. E eu tinha acabado de tomar um banho. Usava uma blusa decotada e um shortinho sexy. Não foi de propósito. Bom… não completamente. — Oi, Olga — ele me disse com aquela voz que tem. — Oi, Mingo — respondi, olhando direto nos olhos dele. Ele entrou. Vi ele me olhar de canto. Minhas pernas estavam à mostra, e a blusa… Deus, acho que se abria mais do que devia a cada passo. Preparei um chá, me inclinei um pouco mais do que o necessário enquanto servia, e notei o olhar dele cravado no meu decote. Foi só um segundo, mas eu percebi. Aquela tensão invisível que se forma quando alguém quer olhar… mas não deveria. Sentamos na cozinha. Ele falava de um trabalho, mas eu mal escutava. Me concentrei no jeito que os lábios dele se moviam, como ele apertava o maxilar quando se concentrava. O calor subia pelo meu peito, devagar. E minha imaginação já voava longe. Quando minha filha desceu, ele se levantou na hora. — Obrigado pelo chá — ele disse. — Quando quiser — respondi, com um sorriso que dizia mais que mil palavras. E enquanto ele ia embora, fiquei sozinha na cozinha, cruzando as pernas devagar, sentindo aquela umidade calada entre elas. Não aconteceu nada. Mas também aconteceu tudo. Porque desde aquele dia, comecei a me imaginar com ele. E as fantasias que Eu tenho... não são nada inocentes. Naquela tarde, minha filha não estava. Tinha ido passar o fim de semana com umas amigas, e me deixou a casa em silêncio. Eu sabia que o Mingo ia vir, e claro, esperei por ele. Não como mãe. Como mulher. Me vesti sem exagerar: um short jeans apertado, daqueles que marcam até a alma, e uma regata sem sutiã, só o suficiente pra cobrir. E mesmo me sentindo meio doida, também me sentia viva. Às seis em ponto, a campainha tocou. — Oi, Olga — disse o Mingo com aquele sorriso tímido. — Oi, Mingo. Entra... — Sim, claro. Ele subiu. Eu segui ele com o olhar. Aquele corpo... aqueles ombros largos, aquela forma de se mover. Me fazia sentir coisas que há muito tempo não sentia. E algo dentro de mim dizia que ele também sentia. Quando ele desceu, me aproximei com dois copos de limonada. — Tem um tempinho pra ficar? — falei, e ele concordou. Sentamos na sala. O calor era insuportável. A tensão, pior. Eu cruzei as pernas devagar, sabendo o que estava mostrando. Ele engoliu seco. Eu vi. — Tá calor, né? — falei, brincando com a borda do meu copo. — É... bastante. Aí me levantei. Fui até o ventilador, e quando me virei, notei que meu short tinha subido, deixando metade da minha bunda de fora. Olhei pra ele. Ele tava com os olhos onde não devia. — Tá gostando do que vê, Mingo? O silêncio durou um segundo eterno. — Olga... eu... Me aproximei. Coloquei meu dedo nos lábios dele. — Shhh... não fala nada. Sentei no colo dele, de lado, com o coração batendo no peito igual um tambor. O corpo dele tava duro. Inteiro. E não só os músculos. — Faz tempo que te vejo me olhando — sussurrei —. Eu também te olho, Mingo. O que cê achava? Que eu não percebo? Ele tentou falar, mas eu me inclinei e beijei ele. Devagar. Quente. Fundo. Um beijo que não deixava dúvidas. A mão dele segurou minha cintura, e eu senti como o desejo dele crescia debaixo de mim, desesperado, firme, pulsando contra meu corpo. — Não acredito que isso tá acontecendo... — sussurrou. — Eu acredito — falei, tirando a camiseta dele. enquanto eu lambia o pescoço dele—. Não fala nada. Só me toca. E ele fez isso. As mãos grandes dele percorriam meu corpo como se tivesse me esperado a vida inteira. Eu já tava molhada, desesperada, querendo que não existisse mais limites. Ele me despiu e me levou pro sofá, as mãos dele percorreram meu corpo inteiro, chupava e apertava meus peitos. E quando desceu pra beijar minha buceta, me fez tremer. Depois tirou a roupa e subiu em cima de mim, me penetrando com o pau duro dele. Fui montada como não era montada há anos. Dei tudo. Mostrei tudo. E no final, terminei no tapete da sala, pelada, com a respiração quente dele na minha pele, me dizendo que nunca uma mulher como eu tinha tocado ele. E eu, com um sorriso torto, falei: — E isso que a gente tá só começando.

Não sei por que fui com ele pra academia naquela manhã. Talvez só quisesse ver ele suado, com a camiseta colada no corpo, com aquelas mãos grandes segurando os pesos. Ou talvez porque desde que ele me comeu na sala, meu corpo tinha ficado viciado nele. Mas lá estávamos nós. Eu nos meus leggings pretos bem justinhos, que marcavam cada curva, e um top que mal cobria meus bicos. Sabia o que tava fazendo. Queria provocar ele. E consegui. Em cada agachamento, em cada alongamento, ele me olhava como se quisesse me arrebentar. E eu dava motivo. — Cê tá fazendo o movimento errado, Olga — ele falou, chegando por trás. As mãos dele pousaram na minha cintura e corrigiram minha postura. O corpo dele roçou no meu e eu senti a dureza dele, já acordada, se esfregando de leve. — Assim? — perguntei com um sorriso safado. — Isso... bem assim — ele respondeu com a voz grossa, me olhando por trás. Quando terminamos o treino, eu tava suada, excitada e completamente molhada. Levei ele pro vestiário feminino, que naquela hora tava vazio. — Fecha a porta — falei. Ele fechou. E trancou. Eu me apoiei nos espelhos, levantando o top pra ele ver meus peitos e meus bicos durinhos. — Fala que quer me foder aqui, Mingo — sussurrei —. Fala que pensou nisso desde que a gente entrou. — Desde que você entrou com esse legging —. Ele veio pra cima de mim. Me levantou como se eu não pesasse nada, me segurando com força pela bunda, e me apertou contra a parede. A gente se beijou com raiva, como se o tempo não existisse. Ele puxou meus leggings de uma vez, abriu minhas pernas e, sem avisar, me meteu. — Ahhh, Mingo! — gemi baixinho — enquanto ele me penetrava. Não para... me arrebenta... Os espelhos tremiam. Os chuveiros eram testemunhas mudas. Eu me pendurava nos ombros dele, me mexendo que nem uma selvagem, sentindo ele inteiro, fundo, dentro de mim. Num momento, sussurrei no ouvido dele: — Quero sentir você do outro lado... aquele que ninguém me pega. Ele me olhou, com os olhos acesos. Me abaixou com cuidado. Me virou. Se agachou, e com a língua molhada e gostosa, me preparei. Minhas pernas tremiam. —Tá pronta? —ele perguntou, ofegante. —Vai fundo. Me dá tudo. Ele entrou devagar, me esticando, me preenchendo, me fazendo gemer contra o espelho. Eu mordia a mão pra não gritar, mas era impossível não tremer. Me sentia completamente dele. Tomada. Aberta. Entregue. Quando não aguentou mais, ele tirou, e eu me ajoelhei no chão frio do vestiário, oferecendo minha bunda, olhando pra ele por cima do ombro. —Me dá tudo na pele, papai. E ele me deu. Quente, grosso, escorrendo entre minhas curvas enquanto eu sorria de boca entreaberta, sem acreditar no que a gente tinha acabado de fazer. A gente se olhou. Respirou. E aí ele falou, com a voz rouca: —Vou te comer em cada lugar dessa cidade, Olga. —Então começa a treinar, meu amor —respondi—. Porque eu sou insaciável. A casa tava em silêncio. Minha filha tinha saído cedo, deixando o caminho livre pra mim e pro Mingo. Pela primeira vez, sem pressa e sem olhares de fora, a gente tava sozinho. Ele entrou com aquele sorriso que já me deixa a mil, e eu, sem pensar, me aproximei. Sem palavras, peguei ele pela camisa e beijei com gosto, fundo, reivindicando tudo que eu sentia. —Olga… —ele ofegou quando a gente separou os lábios—, cê tem certeza? —Mais do que nunca —respondi, olhando nos olhos dele—. Mas a gente tem que ser cuidadoso. Ela não pode saber. A gente se olhou, cúmplices, e naquele instante a gente selou um pacto: esse desejo ia ser nosso segredo mais bem guardado. Um jogo proibido que só a gente ia conhecer. Ele piscou pra mim e me levou até o sofá, onde me deixou cair devagar. Meu vestido subiu, deixando minhas curvas à mostra, e ele começou a percorrer cada centímetro da minha pele com as mãos, me arrepiando toda. —Sabe o que eu mais gosto nisso? —sussurrou enquanto beijava meu pescoço—. Que ninguém pode tocar a gente assim. Só você e eu. A boca dele desceu até meus peitos, e as mãos apertaram com força, acendendo um fogo que eu já não conseguia controlar. Peguei ele pela nuca e dei um beijo urgente, ansiosa por mais. —Quero sentir você dentro de mim, sem medo, sem ninguém pra interromper — falei, deixando claro que isso era só o começo. Com cuidado, ele desabotoou meu vestido e, aos poucos, foi me despindo. Cada carícia era uma promessa, cada toque um juramento silencioso de que esse prazer era só nosso. Quando ele entrou em mim, foi devagar, saboreando cada movimento, cada gemido que escapava dos meus lábios. Nos perdemos no desejo, no calor, na paixão secreta que nos unia. No fim, exaustos mas satisfeitos, nos abraçamos. —Isso fica entre a gente — ele disse, beijando minha testa. —Pra sempre — respondi com um sorriso. E assim, naquela casa tranquila, nasceu nosso segredo mais ardente.

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