Luciana IV: Buceta Gostosa

Luciana 4

Passei a semana toda desde que a Luciana ficou com o Júlio. Ela tinha se divertido e sentia que cada vez curtia mais as fodas que o velho dava nela, fazia ela se sentir mulher, mesmo que às vezes ele fosse meio bruto, mas não gostava tanto da ideia de ser dividida.

Na semana, o Don Júlio recebeu a visita de um velho companheiro de cadeia. Era um brasileiro desses morenão grandalhão, com cara de poucos amigos. O nome dele era Giorginio e a ficha era por tráfico. Também tinha umas denúncias de estupro, mas que nunca tinham conseguido provar, porque as vítimas tinham lembranças confusas do que rolou.

Giorginio, enquanto conversava com o Don Júlio, pediu se ele podia fazer o favor de hospedar ele por uma semana até achar um lugar pra ficar. O Don Júlio, que devia um favor pra ele desde quando estavam na cadeia, disse que ele podia ficar uns dias ali. Enquanto isso, tomavam cerveja e falavam das coisas deles.

Giorginio contou pro Don Júlio que tava há muito tempo sem pegar mulher, e que tinha uma droga nova que deram pra ele. Com aquilo, podia ter a mulher que quisesse, porque a droga inibe o sistema nervoso, deixando elas como se estivessem dopadas, mas conscientes. E quando o efeito passa, elas não lembram de nada do que aconteceu. Era um princípio do que ele usava com as vítimas dele, e por isso nunca foi condenado, mas tinham melhorado a parada.

Começaram a falar de mulher, enquanto continuavam bebendo na calçada, quando passou a Marcela, a tia da Luciana. A Marcela com aquela legging azul claro e uma calcinha fio dental preta que aparecia por baixo do tecido, já que era tão colada no corpo. Os dois olharam pra ela e o Giorginio falou alto: "Gostosa a vizinha, tem uma bunda linda, dava pra arrebentar bem."

A Marcela, ao ouvir, virou e falou que eles eram dois cuzões e que uma mulher como ela só no sonho deles eles iam ter. Deu uma risada debochada e continuou andando.

Depois, o Don Júlio disse pro Giorginio que ela era uma metida a besta, cheia de frescura e, com certeza, mal comida. Contou pro amigo que ele tava comendo uma novinha. garota, e ela era sobrinha dessa metida. Você não tem ideia do quão puta a menina é, vamos ficar aqui que ela deve estar passando. Nessa hora ela volta da escola.
Giorginio disse pra ele: com a droga que eu tenho, você não sabe como vai comer ela, já vai ver.
Devem ter se passado uns 20 minutos até a Luciana passar caminhando. Naquele dia ela estava sozinha, as amigas dela não voltaram porque tinham aula de ginástica no início da tarde.
Ao vê-la chegando, seu Júlio disse pro Giorginio se esconder atrás da porta, e quando a Luciana passou, ele a cumprimentou. Oi, gata, como você tá linda hoje? Luciana vestia o uniforme da escola com a saia bem curta, que deixava à mostra boa parte das suas pernas gostosas.
Seu Júlio fingiu que deixou cair uma moeda e disse: Lucianita, pega a moeda pra mim, pra fazer a Luciana se abaixar. Ele sabia que a saia era tão curta que não ia cobrir aquela bunda linda. Quando Luciana se virou e se abaixou, deixou ver o começo das nádegas dela.
Quando Luciana se aproximou pra dar a moeda, seu Júlio aproveitou pra passar a mão na bunda dela, levantando a saia e deixando à mostra uma calcinha branca que entrava na racha, um gesto que ele fez pro amigo poder apreciar a boceta que ele ia comer.
Luciana reclamou, dizendo: seu Júlio, aqui não, que podem nos ver, e se minha tia ficar sabendo, ela denuncia.
Seu Júlio disse pra Luciana: por que você não vem à tarde? E Luciana respondeu que tinha que ir pra escola, que tinha aula de ginástica.
O velho respondeu: não vai, não. Lucianita, vou te fazer uma ginástica mais divertida aqui em casa, e piscou o olho.
Luciana, rindo, respondeu: seu Júlio, o senhor é sempre o mesmo, e disse que não prometia nada, mas que tentaria passar à tarde. Preciso ver se minha tia vai trabalhar hoje ou se vai ficar em casa.
Bom, se não puder trazer ela, também dá pra ver que ela precisa de pica, sempre mal-humorada, hahaha.
Luciana riu do comentário e disse: é que ela não tá bem com o namorado dela, e riram juntos.
Como assim? Perguntou seu Júlio.
Como o senhor é curioso, seu Júlio, passa. Faz um mês que tão brigados, por isso ela vive puta.
Mmm, já sei. Eu tenho o que ela precisa pra ficar mais feliz, disse o velho rindo.
Enquanto isso, Giorginio ouvia tudo escondido.
Aí Giorginio saiu do esconderijo, cumprimentando.
Dom Júlio apresentou ele pra Luciana, falando que era um amigo, mas que já tava indo embora pra não assustar ela.

Depois de uma apresentação rápida, onde Giorginio não tirou os olhos de Luciana, ele cumprimentou ela e fingiu que ia embora, mas na real foi só no mercadinho da esquina comprar vinho e cerveja.

Luciana, por sua vez, também cumprimentou Dom Júlio, que insistiu pra ela ir à tarde e garantiu que ia estar sozinho.
Luciana disse que ia pensar e foi embora, rebolando a bunda no jeito dela de andar.

Quando chegou em casa, Luciana encontrou a tia cozinhando. Trocaram umas palavras enquanto a tia falava que ia ficar em casa à tarde e perguntou se Luciana tinha algo pra fazer.
Lu respondeu que ia se trocar porque tinha aula de ginástica na escola depois do almoço.

Luciana comeu algo leve, tomou um banho e decidiu se preparar sem chamar muita atenção da tia.
Disse pra tia que não tava se sentindo bem e que não ia fazer ginástica, mas ia dar o ar da graça. Por isso, vestiu o uniforme de saia curtinha do colégio, uma calcinha fio dental branca com renda e transparência na parte da buceta, e saiu de casa, dando tchau pra tia, indo direto pra casa de Dom Júlio.

Quando chegou, encontrou tudo fechado. Tocou a campainha.
Dom Júlio mandou Giorginio se esconder atrás da porta de casa, fechou todas as persianas pra ficar escuro. Giorginio ficou escondido atrás da porta com uma seringa carregada com uma dose da droga mágica dele, esperando Dom Júlio fazer Luciana entrar pra seguir o plano.

Dom Júlio abriu a porta, fazendo Luciana entrar, que veio meio tímida. Mandou ela dar uma voltinha pra admirar, sempre ficava de pau duro vendo ela de uniforme escolar. Fechou a porta, abraçou ela. deu um beijo quente nela, enfiando a mão por baixo da saia pra sentir a calcinha da Luciana, apertou a bunda dela, de costas pra porta, e foi guiando ela pra não ver o Giorginio escondido atrás, beijando e abraçando enquanto levantava a saia, passando os dedos na racha do cu seguindo o tecido fino da fio dental. Assim, distraía a Luciana pra ela não ver o Giorginio, que de trás admirava a bunda dela e se preparava pra cumprir a parte dele. Aproveitou a situação que o Don Julio levantou a saia, deixando a bunda à mostra, e num movimento rápido e silencioso se aproximou, cravando a seringa na bunda da Luciana, descarregando o conteúdo e injetando uma parte da droga. Luciana, ao sentir a picada, desmaiou, ficando no meio dos dois. Don Julio segurava ela pela frente, por baixo dos braços, e Giorginio pegava ela entre as pernas, levantando com a mão.

Giorginio colocou a Luciana no ombro e aproveitava pra apertar a bunda dela, fazendo uma massagem suave pra ajudar a droga a se dissolver. Ao entrar, deixaram a Luciana deitada no sofá. Giorginio falou pro Don Julio: "Saiu fraquinha tua pombinha, sentiu a agulha e desmaiou, hahaha, foi mais fácil do que eu pensava." Don Julio disse pra deixar ela uns minutos assim e buscar álcool pra acordar ela. Enquanto a Luciana tava inconsciente, os dois aproveitaram pra tocar as partes íntimas dela. Viraram ela, colocando na posição fetal, de frente pro encosto do sofá pra não cair, a saia tinha subido na Luciana, deixando os encantos dela à mostra. Giorginio aproveitou essa posição pra brincar com os dedos nos dois buracos da Luciana, fazendo a buceta dela começar a ficar molhada. Ao notar isso, Giorginio aproximou a boca das partes íntimas da Luciana e começou a chupar buceta e cu. Don Julio voltou com o álcool e fizeram a Luciana se levantar, que não entendia bem onde estava por causa do efeito da droga. Porra. Don Julio começou a acariciar o cabelo dela enquanto passava a mão na buceta por cima da calcinha. Ele tentava beijar ela, mas era difícil porque Luciana estava meio fora de si por causa da droga.

Giorginio estava esfregando a pica na bermuda enquanto, com uma mão, apertava um dos peitos de Luciana.

Na buceta de Luciana, já molhada pelas primeiras carícias de Giorginio, se juntaram os dedos de Don Julio, que começou a brincar, entrando e saindo da vagina dela e puxando a calcinha pro lado.

Giorginio fez Luciana abrir a boca pra chupar o pau dele, e ela, com dificuldade, começou o serviço.

Giorginio enfiava o pau na boca dela até engasgar, e Luciana chupava aquele pedaço como podia. Ele ficou assim por uns 20 minutos até gozar grosso na boca dela, fazendo Luciana engolir tudo. O esperma todo.

Descansaram um pouco e depois se vestiram. Daí, Don Julio deixou o amigo comer ela.

Giorginio comeu Luciana por mais de 45 minutos, trocando de posição e ritmo até decidir provar aquela bunda da adolescente.

Don Julio, vendo a intenção, falou pra preparar ela um pouco, já que a novinha não tinha tanta experiência e, embora já tivesse dado pra uns paus bons, o de Giorginio era mais grosso ainda. Então Don Julio foi no banheiro pegar um creme pra passar no cu de Luciana, mas Giorginio já tinha colocado ela de quatro e tava chupando o cuzinho dela enquanto começava a penetrar o ânus com um dedo, depois dois, até três. Luciana gemia e mantinha os olhos fechados.

Depois de preparar ela, dilatando o cu com os dedos, passou um pouco do creme que Don Julio deu, encostou a pica na porta do cuzinho e foi empurrando devagar, sentindo o esfíncter ceder até as bolas baterem na bunda de Luciana. Custou um pouco até conseguir enfiar tudo no cu dela. Luciana continuava gemendo e respirando ofegante enquanto Giorginio entrava e saía do ânus dela, fazendo ela sentir não só a grossura, mas também. todo o comprimento dela.
Já tinha passado quase uma hora, e o efeito da droga começava a sumir no corpo da Luciana, isso ficava evidente porque os gemidos dela ficavam mais fortes cada vez que Giorginio enfiava o pau até o fundo da buceta dela. Seu Júlio observava tudo sentado na cadeira e via como o amigo dele tava abrindo o cu da Luciana.
Giorginio já tava quase gozando, sentia que o esfíncter da Luciana apertava o pau dele de um jeito que a cada estocada saía pra fora acompanhando o membro, era como se ela tivesse estrangulando o pau dele.
Durou mais uns minutos e encheu a buceta dela de porra. Deixou bem no fundo, garantindo que tinha arrombado o cu dela direitinho.
Seu Júlio aproveitou a saída do Giorginio pra curtir um pouco a buceta da Luciana, que tinha ficado bem aberta e lubrificada com a goza do Giorginio dentro. Ao sentir que entrava outro pau, Luciana se virou na hora, e Seu Júlio começou a beijar ela enquanto com uma mão estimulava o clitóris da garota até que ela molhou a mão toda dele com uma gozada.
Luciana ficou exausta e apoiou a cabeça no encosto do sofá enquanto Giorginio e Seu Júlio riam de como ela tinha ficado acabada, e na hora ela cochilou de cansaço pela trepada que levou e pelos restos da droga no corpo.
Deixaram Luciana descansar, enquanto eles tomavam umas cervejas, até que Seu Júlio se aproximou dela, que já tava quase acordando, abrindo os olhos, mas sem saber o que tinha acontecido porque não lembrava de nada.
Seu Júlio mandou ela ir tomar banho, que o amigo dele tinha chegado pra não ver ela daquele jeito e desconfiar. Luciana obedeceu sem saber que tinha sido comida também pelo Giorginio. Mas enquanto andava pro banheiro, sentia uma dor forte nas partes íntimas dela.
Enquanto Luciana tomava banho, Seu Júlio abriu as persianas da casa enquanto comentavam como tinham comido a Luciana, e nessa hora viram passar a Marcela, a tia da Luciana. Giorginio ao ver ela passar falou pro Seu Julio, essa é a próxima que eu vou arrebentar a bunda dela, vou tirar a vontade dela. Ainda me resta a última dose. No fim, essa mina dá pra convencer pra eu comer a boceta da tia, com esses ares que ela tem. Só com essa droga a gente vai conseguir comer ela. Julio, entretém a pirralha enquanto eu faço uma cópia das chaves do apartamento, aí vou fazer uma visita pra tia da menina hahaha.

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