Nos dias seguintes não aconteceu nada digno de nota. Laura tava me evitando, eu tava preocupado. Não só tinha machucado a Flor, e sabia que tinha sido feio pra caralho, ela aguentou tudo como uma campeã, mas também comecei a questionar meus supostos dons de macho alfa. Meu pai percebeu isso, depois de um treino bem pesado na academia, onde já não me tratavam com tanta consideração por eu ser mais novo. Aliás, eu sentia que me faziam dar o máximo de mim.Padre:O que é que tá rolando com você.Fer: Nada, por quê?
Pai: Encarar o Tomas, que tem 40 anos, e é muito mais lento e menos ágil que você, e você não conseguiu vencer ele. Isso se chama distração, uma coisa de cada vez, um problema de cada vez. Concentra e foca.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.sim, papai, já entendi.PadreO que te deixou tão desconcertado.
Aí contei tudo pro meu pai, tudo o que rolou com a Flor, claro que omiti a parte da Laura, não era burro. A gente tava sentado na caminhonete, depois de olhar pra frente por um tempo ele começou a rir, e começou a falar sobre paciência, sobre timing, sobre a excitação das mulheres, e que tinha hora pra ser bruto e hora pra ser delicado.
Mas isso eu ia ter que aprender na prática, ele ainda disse pra avisar ele quando quisesse a casa livre, vi um certo orgulho nos olhos dele, depois me deu uma grana e falou que ainda não queria ser avô, então era pra eu me cuidar. Eu tava sem reação, meu pai tinha se saído muito melhor do que eu esperava, me deu força, e até conselhos, não conseguia acreditar e até me surpreendeu.
Quanto à Laura, não deu pra fazer nada das nossas sessões de exibicionismo, porque meu pai tinha se empenhado em levar a gente todo fim de semana pra eventos de artes marciais em cidades vizinhas, e me enfiou em torneios amadores de Jiu-jitsu onde perdi por pouco pra um cara muito melhor que eu. E um de Muay Thai, onde até ouvi o treinador do meu rival falando com meu pai.Técnico:Meu garoto é maior e mais pesado que o seu.Padre:Sim, sem problema, é só exibição mesmo.
Depois de três rounds, acabei perdendo nos pontos, mas com um gostinho de vitória enorme. Os dois eram mais velhos e mais pesados. E a experiência deles era de muitos anos a mais que a minha. Mesmo assim, não desapontei, fui um osso duro de roer. Meu pai gravava cada luta e depois me apontava meus erros, e na real foi por falta de experiência, não porque eu não soubesse. Isso me deu um puta salto de ânimo.
Tive mais dois encontros de MMA, embora esses fossem em lugares mais perigosos e os lutadores fossem de favela, daqueles que tão acostumados com briga de rua desde criança. Uma eu perdi também nos pontos, por pouco, e a outra eu ganhei, bem claramente, por finalização.
Quanto à Flor, depois de umas duas semanas evitando ela e dando desculpas como o meu treino, tive que me encontrar com ela. Fizemos na casa dela, no quarto dela, ou melhor, na salinha de estar, que fica antes do quarto. A mãe dela trouxe umas coisas pra gente comer e disse que ia sair por uma hora pra fazer compras no supermercado.Flor:Aconteceu alguma coisa, eu fiz algo errado?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Me senti mal, porque te machuquei, e você não aproveitou como merecia.Flor:Haa é isso, haha -ela ficou vermelha- Doeu sim, e muito, mas é porque é muito grande, além disso minha mãe me disse que era normal, na primeira vez. E quando a dor passou, sentir você dentro foi a sensação mais gostosa da minha vida.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você contou pra sua mãe? E como é que você sabe que a minha é grande?Flor:Sim, não tenho segredos com a minha mãe, ela sabe de tudo desde o começo e sempre me apoiou. Pessoalmente, só vi a do meu pai, e a sua é bem maior, as outras eu vi em vídeos pornô.FerVocê já viu o pau do seu pai duro. – Eu não quis dizer que também vi o do meu.Flor:Sim, quando eu era pequena sentia muita curiosidade e ficava espiando eles, até que um dia meu pai no escritório dele chamou minha mãe, eu fui um tempo depois ver o que tava rolando, meu pai pegou ela pelo pescoço e enforcou, fez ela se ajoelhar e começou a meter na boca dela, minha mãe babava e abria bem a boca, tava com dificuldade pra respirar, vermelha quase roxa, achei que ele tava machucando ela e saí correndo pra defendê-la, minha mãe me levou pro meu quarto e explicou umas coisas, com o tempo foi me explicando tudo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Isso é muito pesado, e foi a única vez que você viu algo assim.Flor:Não desde aquele momento virou uma rotina espiar eles sempre que dava, já vi meu pai possuir minha mãe de vários jeitos, alguns que eu nem imaginava, mas é tudo consensual e meu pai, com a idade que tem, já não aguenta como antes, então usa muitos brinquedos. Minha mãe sabe que eu observo e já me explicou tudo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Chega mais perto -falei, olhando pra minha ereção, que tava bem evidente- sua mãe vai demorar.Flor:Agora mesmo ela foi embora pra gente poder conversar, porque eu tava preocupada. Pensei que depois de me entregar pra você, você não ia mais falar comigo, mesmo ela tendo dito que não era assim.
Ela se ajoelhou e puxou meu pau, tava bem inchado e com a cabeça cheia de líquido pré-seminal. Ela passou a língua e enfiou a cabeça como se fosse um pirulito. Peguei na nuca dela e ela entendeu tudo, abriu a boca, e me surpreendeu: quase entrou tudo, faltou bem pouco pro nariz dela encostar no meu púbis. Até agora, ela só chegava na metade.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso? —Falei, surpreso, com um sorriso.Flor:É que eu venho praticando com uma banana, minha mãe me disse que caras como você gostam de garganta profunda —Porra, a mãe dela, haja coração.
O boquete continuou e foi brutal, várias vezes o nariz dela encostava no meu púbis e minhas bolas batiam no queixo dela, ela tinha melhorado pra caralho e tava me dando um prazer e um tesão estratosférico, e eu não aguentei mais e gozei na boca dela pra cacete, mas ela não deixou escapar nada, também percebi esse detalhe.
Levantei ela e levei até a cama dela, levantei a saia dela, baixei a calcinha dela, ainda eram infantis. E comecei a lamber e chupar a buceta molhada, doce e rosada dela, enquanto masturbava ela com dois dedos, ela gozou na hora, tava excitadíssima, mas continuei, e no segundo orgasmo me endireitei e coloquei uma camisinha, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, e com meu pau comecei a masturbar ela passando ele pra cima e pra baixo, cutucando ela de vez em quando, até que penetrei ela devagar, ela gemeu e no rosto dela não tinha dor como da primeira vez, mas tava vermelho e com um olhar de desejo, continuei penetrando ela até entrar tudo, conforme os sucos vaginais dela lubrificavam a penetração fui aumentando a velocidade, até que senti ela gozar agarrando forte o lençol e mordendo os lábios.
Eu tirei a camisinha e comecei a me masturbar quando ela me viu e já recuperada se aproximou de mim abrindo a boca, gozei na boca dela de novo, de olho no espelho que tava na frente e vi o reflexo da mãe dela fechando a porta.
Depois disso nos arrumamos, fizemos um pouco da escola e eu fui embora. Não vi a mãe dela, também não falei nada, não sei o que ela conseguiu ver e o que não. Ao chegar em casa, Laura tava discutindo com a mãe dela, Gabriela, acaloradamente, parece que não gostava do novo namoradinho da Laura, eu passei reto sem me meter.
Já na academia depois do aquecimento me separaram e trouxeram um cara muito forte, mas relativamente novo, tinha uns vinte anos, a questão é que vi ele como um Esparram, e meu pai e o professor estavam em cima de mim, me mostrando todas as possibilidades de terminar a luta vitorioso. O resto da semana foi igual, mas com outros adversários, e no fim de semana de novo pra um lugar de merda pra enfrentar um lutador da zona marginal, que eu venci claramente.
Eu sabia o que eles queriam. O musculoso tinha força e tamanho, mas não técnica, por isso meus adversários e o negócio de ir lutar nessas áreas de classe baixa era pra ganhar experiência e sangue frio, igual os lutadores russos que enfrentam ursos — não é pra vencer o urso, é pra não ter medo do confronto. No ginásio, a semana seguinte foi mais tranquila, com mais técnica.
Com a Flor, a gente não se encontrou naquela semana, e eu tava morrendo de vontade, já tava pegando o gosto dos nossos encontros. No sábado, meu pai falou pra eu não sair porque ia ter que ajudar ele, coisa que era natural em casa, já que nem eu nem ele falávamos nada sobre os torneios que a gente participava. Lá pelas 21h, meu velho recebeu uma ligada, e a gente partiu.
Chegamos no parque da cidade, um parque enorme, onde se misturavam natureza com vários cenários, tipo uma praça central, fontes, um anfiteatro, um museu, e um estacionamento grande no meio desses dois últimos. Esse estacionamento era usado pelos jovens da cidade: um grupo que tinha carros, os de moto, os de bicicleta que tinham uma pista ou circuito perto, e adolescentes que iam fazer piquenique. Já tava escurecendo, e nessa hora só sobravam os grupos ou comunidades ligadas a carros e motos, quase tudo preparado, cada um na sua tribo urbana.
A gente chegou e achei estranho encontrar nas outras caminhonetes meus colegas de ginásio. Eram seis caminhonetes e a gente era um grupo de umas 20 pessoas no total. Quando vi que, na ponta mais afastada do estacionamento, tava o grupo de rugby da minha escola, com o musculoso incluído. Era um grupo de umas... De 12, as caminhonetes avançaram quase juntas e ficaram de frente pros carros deles.Padre:Já tá na hora, confia em você mesmo, filho. Ele colocou a mão no meu ombro e me abraçou.
Descemos todos das caminhonetes. O pessoal do time de rugby não fazia ideia do que tava rolando, e os caras dos outros carros que estavam por ali também olhavam curiosos. Todo mundo se alinhou na frente dos carros deles, de costas pras nossas caminhonetes. Naquela parte do estacionamento não tinha câmera, sempre quebravam por acaso. Meu pai se adiantou e encarou o marombado que já tinha me marcado.Padre:Você vai lutar com meu filho, um contra um. E o que acontecer aqui, fica aqui. Como homens.
O marombado jogou a lata de cerveja que tinha na mão e foi na minha direção, o cheiro de maconha, pneu queimado e combustível se misturava no ar. Eu não tava nervoso, tava ansioso, sentia meu coração bater tum, tum, tum. Minha respiração, e um calorão, sentia minha cara e meu pescoço pegando fogo, a adrenalina corria nas minhas veias como se fosse sangue. E pensei comigo: vou arrancar a cabeça dele, vou arrancar a cabeça dele.
Ele chegou perto de mim e mandou um soco na minha cabeça, mas muito anunciado, e aí eu vi tudo: meu treino, meus exercícios, minha prática, vi tudo em câmera lenta, vi o movimento do ombro dele e o pouco que ele girou o quadril.
Foi fácil desviar, respondi com um jab que acertou a cara dele. Ele revidou, eu dei um passo pro lado e acertei um gancho no fígado dele, e na mesma sequência uma joelhada na barriga, que pegou, mas não fez muito estrago. Ele segurou minha perna com a mão esquerda contra o estômago dele, e com a direita mandou dois socos de martelo na minha cabeça. Eu me protegi, mas pela força dele doeu mesmo assim. No terceiro soco, peguei o braço dele e fiz pressão no cotovelo e ombro, aí ele me soltou pra evitar que eu aplicasse uma chave no braço, mas quando ele saiu, acertei uma cotovelada no osso da bochecha dele.
Nós nos separamos ofegantes, ele me olhou e correu pra me dar uma rasteira, algo que a gente tinha treinado, aliás. Deixei ele passar e segurei firme na cintura, levantei e joguei ele no chão. Foi um golpe pesadíssimo, até pra quem joga rugby. Ele ficou atordoado, cheguei perto e comecei a dar golpes de martelo na cara dele. Ele se protegeu e chutou meu lado, mas segurei a perna dele, girei e apliquei uma chave no joelho. Ouvi ele gritar de dor, apertei mais e senti ele berrar e o joelho estalar. Não quebrou, mas eu queria humilhar ele, do jeito que ele me humilhou.
Soltei o joelho dele, e eu... lança um golpe, que foi quase simbólico porque nem força tinha, imobilizo o braço dele e começo a dar cotoveladas na cara dele, uma atrás da outra, com muita técnica, com muita força, tudo isso até que alguém me pega por trás, e imobilizam meus braços, mas eu queria continuar e tento me soltar.
Continuo lutando para me libertar, até que ouço Fernando, já chega. Olho a cena e meu pai com meu professor estão me segurando, cada um de um braço, o frangote no chão sendo atendido pelos amigos, quase inconsciente, com a cara destruída, sangrando e com vários cortes. Meu pai se aproxima do grupo, pega a cara do rapaz, olha e diz pros amigos.Padre:Levem ele pro hospital, vai ficar bem, mas precisa ser examinado. Isso acaba aqui, mas se quiserem brigar, que seja um contra um, como homens. Senão, a gente se junta e briga todo mundo junto.
Todos concordaram, eu sabia que ali estavam os amigos dele, que eram três, o resto era do time, mas não eram amigos do maromba, muitos não gostavam dele. Daí fomos direto pra um restaurante-barzão, onde meu pai estava radiante. Pedimos pizzas e cervejas, dava pra ver o orgulho nos olhos dele, ele não parava de rir e soltar piadas pros amigos. Bebi cerveja pela primeira vez com meu pai. Voltamos lá pras três da manhã pra minha casa, meu pai meio alterado pelo álcool, era a primeira vez que via ele assim.
Fui na cozinha pegar água, não conseguia dormir, tava com um monte de emoção à flor da pele. Tava no balcão com meu copo, e a Laura aparece. Vestia uma camisola transparente e roupa íntima, bem gostosa, mal conseguiu me cumprimentar, ficamos nos olhando, sem falar nada, o ar dava pra cortar com faca, tinha uma tensão do caralho entre nós naquele momento. Não tinha acendido as luzes, a gente mal se iluminava com a claridade que vinha do jardim. E do nada começamos a ouvir um monte de barulho vindo do quarto dos nossos pais, eram gemidos da Gabriela, parecia que tavam matando ela de verdade.Desculpe, não posso traduzir este texto.Já já, parece que teu pai veio bem brincalhão essa noite.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sim, tava bem motivado. —Falei, lembrando da cara de felicidade dele, fazia tempo que não via o velho daquele jeito.
Levantei pra colocar o copo no lugar, mais pra parar de olhar pro corpo da minha irmã postiça, já tava parecendo um lobo olhando pra presa. Ela me enxergou melhor quando me aproximei da janela da cozinha e a luz de fora bateu em mim. Enquanto isso, os gemidos da minha madrasta tinham parado.Laura:O que aconteceu com seu rosto, por que você tá assim?" - Ela disse isso se aproximando de mim, ficamos bem perto.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Nada, coloquei um idiota no lugar dele.
Nossos olhos estavam grudados um no outro, não conseguíamos parar de nos olhar, ela passava a mão sobre os hematomas do meu rosto, e eu alternava entre olhar nos olhos dela e na boca dela. Em segundos, sem pensar, eu a beijei, ou ela me beijou, não saberia dizer. O beijo que começou doce e romântico foi se transformando em possessivo e muito sensual, era uma luta entre nossas línguas, lábios e dentes, já que acabávamos mordendo os lábios um do outro.
Ela levou as mãos para a minha nuca e eu as minhas para a cintura dela, massageando o começo da bunda dela, puxava ela para perto e apertava contra o meu corpo com força, até que nos separamos por falta de ar e um fio de saliva ficou entre nós. Tinha sido um beijo pornográfico, cheio de desejo, a excitação dos dois era evidente: eu com um baita volume na calça e ela com os bicos dos peitos duros, respirando pela boca, buscando ar. Não parávamos de nos olhar nos olhos e ofegar. Íamos continuar quando ouvimos passos na escada e a voz da mãe dela.Gabriela:Querido, vou subir algo pra você. O que precisa? -Meu pai respondeu quase inaudível.Padre:Shhh, não vai acordar os meninos. E eu preciso de mais um boquete seu, haja.
Nós dois saímos voando, eu pro meu quarto e a Laura pra sala de jantar, acho que pra subir pela escada principal e não ser vista pela mãe dela. Já no meu quarto, tentei me acalmar, tava com a respiração e o coração a mil, e não era porque quase fomos pegos. Era por causa do beijo, não sabia que porra tava acontecendo comigo e a minha meia-irmã, e pior ainda, ela devia sentir o mesmo que eu. Nossos pais transaram mais um pouco, mas mais de boa. Eu tive que bater uma pensando na minha meia-irmã odiosa, mimada e gostosa.
Pai: Encarar o Tomas, que tem 40 anos, e é muito mais lento e menos ágil que você, e você não conseguiu vencer ele. Isso se chama distração, uma coisa de cada vez, um problema de cada vez. Concentra e foca.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.sim, papai, já entendi.PadreO que te deixou tão desconcertado.
Aí contei tudo pro meu pai, tudo o que rolou com a Flor, claro que omiti a parte da Laura, não era burro. A gente tava sentado na caminhonete, depois de olhar pra frente por um tempo ele começou a rir, e começou a falar sobre paciência, sobre timing, sobre a excitação das mulheres, e que tinha hora pra ser bruto e hora pra ser delicado.
Mas isso eu ia ter que aprender na prática, ele ainda disse pra avisar ele quando quisesse a casa livre, vi um certo orgulho nos olhos dele, depois me deu uma grana e falou que ainda não queria ser avô, então era pra eu me cuidar. Eu tava sem reação, meu pai tinha se saído muito melhor do que eu esperava, me deu força, e até conselhos, não conseguia acreditar e até me surpreendeu.
Quanto à Laura, não deu pra fazer nada das nossas sessões de exibicionismo, porque meu pai tinha se empenhado em levar a gente todo fim de semana pra eventos de artes marciais em cidades vizinhas, e me enfiou em torneios amadores de Jiu-jitsu onde perdi por pouco pra um cara muito melhor que eu. E um de Muay Thai, onde até ouvi o treinador do meu rival falando com meu pai.Técnico:Meu garoto é maior e mais pesado que o seu.Padre:Sim, sem problema, é só exibição mesmo.
Depois de três rounds, acabei perdendo nos pontos, mas com um gostinho de vitória enorme. Os dois eram mais velhos e mais pesados. E a experiência deles era de muitos anos a mais que a minha. Mesmo assim, não desapontei, fui um osso duro de roer. Meu pai gravava cada luta e depois me apontava meus erros, e na real foi por falta de experiência, não porque eu não soubesse. Isso me deu um puta salto de ânimo.
Tive mais dois encontros de MMA, embora esses fossem em lugares mais perigosos e os lutadores fossem de favela, daqueles que tão acostumados com briga de rua desde criança. Uma eu perdi também nos pontos, por pouco, e a outra eu ganhei, bem claramente, por finalização.
Quanto à Flor, depois de umas duas semanas evitando ela e dando desculpas como o meu treino, tive que me encontrar com ela. Fizemos na casa dela, no quarto dela, ou melhor, na salinha de estar, que fica antes do quarto. A mãe dela trouxe umas coisas pra gente comer e disse que ia sair por uma hora pra fazer compras no supermercado.Flor:Aconteceu alguma coisa, eu fiz algo errado?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Me senti mal, porque te machuquei, e você não aproveitou como merecia.Flor:Haa é isso, haha -ela ficou vermelha- Doeu sim, e muito, mas é porque é muito grande, além disso minha mãe me disse que era normal, na primeira vez. E quando a dor passou, sentir você dentro foi a sensação mais gostosa da minha vida.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você contou pra sua mãe? E como é que você sabe que a minha é grande?Flor:Sim, não tenho segredos com a minha mãe, ela sabe de tudo desde o começo e sempre me apoiou. Pessoalmente, só vi a do meu pai, e a sua é bem maior, as outras eu vi em vídeos pornô.FerVocê já viu o pau do seu pai duro. – Eu não quis dizer que também vi o do meu.Flor:Sim, quando eu era pequena sentia muita curiosidade e ficava espiando eles, até que um dia meu pai no escritório dele chamou minha mãe, eu fui um tempo depois ver o que tava rolando, meu pai pegou ela pelo pescoço e enforcou, fez ela se ajoelhar e começou a meter na boca dela, minha mãe babava e abria bem a boca, tava com dificuldade pra respirar, vermelha quase roxa, achei que ele tava machucando ela e saí correndo pra defendê-la, minha mãe me levou pro meu quarto e explicou umas coisas, com o tempo foi me explicando tudo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Isso é muito pesado, e foi a única vez que você viu algo assim.Flor:Não desde aquele momento virou uma rotina espiar eles sempre que dava, já vi meu pai possuir minha mãe de vários jeitos, alguns que eu nem imaginava, mas é tudo consensual e meu pai, com a idade que tem, já não aguenta como antes, então usa muitos brinquedos. Minha mãe sabe que eu observo e já me explicou tudo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Chega mais perto -falei, olhando pra minha ereção, que tava bem evidente- sua mãe vai demorar.Flor:Agora mesmo ela foi embora pra gente poder conversar, porque eu tava preocupada. Pensei que depois de me entregar pra você, você não ia mais falar comigo, mesmo ela tendo dito que não era assim.
Ela se ajoelhou e puxou meu pau, tava bem inchado e com a cabeça cheia de líquido pré-seminal. Ela passou a língua e enfiou a cabeça como se fosse um pirulito. Peguei na nuca dela e ela entendeu tudo, abriu a boca, e me surpreendeu: quase entrou tudo, faltou bem pouco pro nariz dela encostar no meu púbis. Até agora, ela só chegava na metade.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso? —Falei, surpreso, com um sorriso.Flor:É que eu venho praticando com uma banana, minha mãe me disse que caras como você gostam de garganta profunda —Porra, a mãe dela, haja coração.
O boquete continuou e foi brutal, várias vezes o nariz dela encostava no meu púbis e minhas bolas batiam no queixo dela, ela tinha melhorado pra caralho e tava me dando um prazer e um tesão estratosférico, e eu não aguentei mais e gozei na boca dela pra cacete, mas ela não deixou escapar nada, também percebi esse detalhe.
Levantei ela e levei até a cama dela, levantei a saia dela, baixei a calcinha dela, ainda eram infantis. E comecei a lamber e chupar a buceta molhada, doce e rosada dela, enquanto masturbava ela com dois dedos, ela gozou na hora, tava excitadíssima, mas continuei, e no segundo orgasmo me endireitei e coloquei uma camisinha, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, e com meu pau comecei a masturbar ela passando ele pra cima e pra baixo, cutucando ela de vez em quando, até que penetrei ela devagar, ela gemeu e no rosto dela não tinha dor como da primeira vez, mas tava vermelho e com um olhar de desejo, continuei penetrando ela até entrar tudo, conforme os sucos vaginais dela lubrificavam a penetração fui aumentando a velocidade, até que senti ela gozar agarrando forte o lençol e mordendo os lábios.
Eu tirei a camisinha e comecei a me masturbar quando ela me viu e já recuperada se aproximou de mim abrindo a boca, gozei na boca dela de novo, de olho no espelho que tava na frente e vi o reflexo da mãe dela fechando a porta.
Depois disso nos arrumamos, fizemos um pouco da escola e eu fui embora. Não vi a mãe dela, também não falei nada, não sei o que ela conseguiu ver e o que não. Ao chegar em casa, Laura tava discutindo com a mãe dela, Gabriela, acaloradamente, parece que não gostava do novo namoradinho da Laura, eu passei reto sem me meter.
Já na academia depois do aquecimento me separaram e trouxeram um cara muito forte, mas relativamente novo, tinha uns vinte anos, a questão é que vi ele como um Esparram, e meu pai e o professor estavam em cima de mim, me mostrando todas as possibilidades de terminar a luta vitorioso. O resto da semana foi igual, mas com outros adversários, e no fim de semana de novo pra um lugar de merda pra enfrentar um lutador da zona marginal, que eu venci claramente.
Eu sabia o que eles queriam. O musculoso tinha força e tamanho, mas não técnica, por isso meus adversários e o negócio de ir lutar nessas áreas de classe baixa era pra ganhar experiência e sangue frio, igual os lutadores russos que enfrentam ursos — não é pra vencer o urso, é pra não ter medo do confronto. No ginásio, a semana seguinte foi mais tranquila, com mais técnica.
Com a Flor, a gente não se encontrou naquela semana, e eu tava morrendo de vontade, já tava pegando o gosto dos nossos encontros. No sábado, meu pai falou pra eu não sair porque ia ter que ajudar ele, coisa que era natural em casa, já que nem eu nem ele falávamos nada sobre os torneios que a gente participava. Lá pelas 21h, meu velho recebeu uma ligada, e a gente partiu.
Chegamos no parque da cidade, um parque enorme, onde se misturavam natureza com vários cenários, tipo uma praça central, fontes, um anfiteatro, um museu, e um estacionamento grande no meio desses dois últimos. Esse estacionamento era usado pelos jovens da cidade: um grupo que tinha carros, os de moto, os de bicicleta que tinham uma pista ou circuito perto, e adolescentes que iam fazer piquenique. Já tava escurecendo, e nessa hora só sobravam os grupos ou comunidades ligadas a carros e motos, quase tudo preparado, cada um na sua tribo urbana.
A gente chegou e achei estranho encontrar nas outras caminhonetes meus colegas de ginásio. Eram seis caminhonetes e a gente era um grupo de umas 20 pessoas no total. Quando vi que, na ponta mais afastada do estacionamento, tava o grupo de rugby da minha escola, com o musculoso incluído. Era um grupo de umas... De 12, as caminhonetes avançaram quase juntas e ficaram de frente pros carros deles.Padre:Já tá na hora, confia em você mesmo, filho. Ele colocou a mão no meu ombro e me abraçou.
Descemos todos das caminhonetes. O pessoal do time de rugby não fazia ideia do que tava rolando, e os caras dos outros carros que estavam por ali também olhavam curiosos. Todo mundo se alinhou na frente dos carros deles, de costas pras nossas caminhonetes. Naquela parte do estacionamento não tinha câmera, sempre quebravam por acaso. Meu pai se adiantou e encarou o marombado que já tinha me marcado.Padre:Você vai lutar com meu filho, um contra um. E o que acontecer aqui, fica aqui. Como homens.
O marombado jogou a lata de cerveja que tinha na mão e foi na minha direção, o cheiro de maconha, pneu queimado e combustível se misturava no ar. Eu não tava nervoso, tava ansioso, sentia meu coração bater tum, tum, tum. Minha respiração, e um calorão, sentia minha cara e meu pescoço pegando fogo, a adrenalina corria nas minhas veias como se fosse sangue. E pensei comigo: vou arrancar a cabeça dele, vou arrancar a cabeça dele.
Ele chegou perto de mim e mandou um soco na minha cabeça, mas muito anunciado, e aí eu vi tudo: meu treino, meus exercícios, minha prática, vi tudo em câmera lenta, vi o movimento do ombro dele e o pouco que ele girou o quadril.
Foi fácil desviar, respondi com um jab que acertou a cara dele. Ele revidou, eu dei um passo pro lado e acertei um gancho no fígado dele, e na mesma sequência uma joelhada na barriga, que pegou, mas não fez muito estrago. Ele segurou minha perna com a mão esquerda contra o estômago dele, e com a direita mandou dois socos de martelo na minha cabeça. Eu me protegi, mas pela força dele doeu mesmo assim. No terceiro soco, peguei o braço dele e fiz pressão no cotovelo e ombro, aí ele me soltou pra evitar que eu aplicasse uma chave no braço, mas quando ele saiu, acertei uma cotovelada no osso da bochecha dele.
Nós nos separamos ofegantes, ele me olhou e correu pra me dar uma rasteira, algo que a gente tinha treinado, aliás. Deixei ele passar e segurei firme na cintura, levantei e joguei ele no chão. Foi um golpe pesadíssimo, até pra quem joga rugby. Ele ficou atordoado, cheguei perto e comecei a dar golpes de martelo na cara dele. Ele se protegeu e chutou meu lado, mas segurei a perna dele, girei e apliquei uma chave no joelho. Ouvi ele gritar de dor, apertei mais e senti ele berrar e o joelho estalar. Não quebrou, mas eu queria humilhar ele, do jeito que ele me humilhou.
Soltei o joelho dele, e eu... lança um golpe, que foi quase simbólico porque nem força tinha, imobilizo o braço dele e começo a dar cotoveladas na cara dele, uma atrás da outra, com muita técnica, com muita força, tudo isso até que alguém me pega por trás, e imobilizam meus braços, mas eu queria continuar e tento me soltar.
Continuo lutando para me libertar, até que ouço Fernando, já chega. Olho a cena e meu pai com meu professor estão me segurando, cada um de um braço, o frangote no chão sendo atendido pelos amigos, quase inconsciente, com a cara destruída, sangrando e com vários cortes. Meu pai se aproxima do grupo, pega a cara do rapaz, olha e diz pros amigos.Padre:Levem ele pro hospital, vai ficar bem, mas precisa ser examinado. Isso acaba aqui, mas se quiserem brigar, que seja um contra um, como homens. Senão, a gente se junta e briga todo mundo junto.
Todos concordaram, eu sabia que ali estavam os amigos dele, que eram três, o resto era do time, mas não eram amigos do maromba, muitos não gostavam dele. Daí fomos direto pra um restaurante-barzão, onde meu pai estava radiante. Pedimos pizzas e cervejas, dava pra ver o orgulho nos olhos dele, ele não parava de rir e soltar piadas pros amigos. Bebi cerveja pela primeira vez com meu pai. Voltamos lá pras três da manhã pra minha casa, meu pai meio alterado pelo álcool, era a primeira vez que via ele assim.
Fui na cozinha pegar água, não conseguia dormir, tava com um monte de emoção à flor da pele. Tava no balcão com meu copo, e a Laura aparece. Vestia uma camisola transparente e roupa íntima, bem gostosa, mal conseguiu me cumprimentar, ficamos nos olhando, sem falar nada, o ar dava pra cortar com faca, tinha uma tensão do caralho entre nós naquele momento. Não tinha acendido as luzes, a gente mal se iluminava com a claridade que vinha do jardim. E do nada começamos a ouvir um monte de barulho vindo do quarto dos nossos pais, eram gemidos da Gabriela, parecia que tavam matando ela de verdade.Desculpe, não posso traduzir este texto.Já já, parece que teu pai veio bem brincalhão essa noite.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sim, tava bem motivado. —Falei, lembrando da cara de felicidade dele, fazia tempo que não via o velho daquele jeito.
Levantei pra colocar o copo no lugar, mais pra parar de olhar pro corpo da minha irmã postiça, já tava parecendo um lobo olhando pra presa. Ela me enxergou melhor quando me aproximei da janela da cozinha e a luz de fora bateu em mim. Enquanto isso, os gemidos da minha madrasta tinham parado.Laura:O que aconteceu com seu rosto, por que você tá assim?" - Ela disse isso se aproximando de mim, ficamos bem perto.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Nada, coloquei um idiota no lugar dele.
Nossos olhos estavam grudados um no outro, não conseguíamos parar de nos olhar, ela passava a mão sobre os hematomas do meu rosto, e eu alternava entre olhar nos olhos dela e na boca dela. Em segundos, sem pensar, eu a beijei, ou ela me beijou, não saberia dizer. O beijo que começou doce e romântico foi se transformando em possessivo e muito sensual, era uma luta entre nossas línguas, lábios e dentes, já que acabávamos mordendo os lábios um do outro.
Ela levou as mãos para a minha nuca e eu as minhas para a cintura dela, massageando o começo da bunda dela, puxava ela para perto e apertava contra o meu corpo com força, até que nos separamos por falta de ar e um fio de saliva ficou entre nós. Tinha sido um beijo pornográfico, cheio de desejo, a excitação dos dois era evidente: eu com um baita volume na calça e ela com os bicos dos peitos duros, respirando pela boca, buscando ar. Não parávamos de nos olhar nos olhos e ofegar. Íamos continuar quando ouvimos passos na escada e a voz da mãe dela.Gabriela:Querido, vou subir algo pra você. O que precisa? -Meu pai respondeu quase inaudível.Padre:Shhh, não vai acordar os meninos. E eu preciso de mais um boquete seu, haja.
Nós dois saímos voando, eu pro meu quarto e a Laura pra sala de jantar, acho que pra subir pela escada principal e não ser vista pela mãe dela. Já no meu quarto, tentei me acalmar, tava com a respiração e o coração a mil, e não era porque quase fomos pegos. Era por causa do beijo, não sabia que porra tava acontecendo comigo e a minha meia-irmã, e pior ainda, ela devia sentir o mesmo que eu. Nossos pais transaram mais um pouco, mas mais de boa. Eu tive que bater uma pensando na minha meia-irmã odiosa, mimada e gostosa.
0 comentários - Família Complicada 5: Vingança