Fiquei matutando um monte de coisas que faria com aquela morena divina. Uns anos mais velha, casada, sofrida também... era a presa ideal pra fazer um monte de sacanagem à vontade. Mas também podia ser só um jantar interessante e nada mais, obviamente a única coisa que eu queria era meter meu pau naquele cuzão gostoso, mas mesmo se não rolasse, ia me sentir bem de passar um tempo com ela porque tinha gostado pra caralho dela. Do que eu tinha certeza, era que ia ser algo de uma noite só porque a casada gostosa obviamente não ia me dar a menor bola. Fiquei punhetando meu pau pensando naquela raba, gerando bastante "pré" mas sem me masturbar pra guardar toda a porra possível pra aquela mulher divina.
Acordei olhando 300 vezes o celular, esperando a mensagem da Laura. Cheguei a pensar que era tudo zoeira e que nunca ia me escrever, que me deu um baita de um bolo... mas lá pras 11:30 caiu uma mensagem de um número que não tinha salvo. Meu pau deu uma arrepiada por baixo da cueca, e era ela mesmo. "Oi Nacho, sou a Laura, a gente conversou ontem na praia. Como você tá?"
"Com o pau duro e babando" queria responder, mas mandei "Oi Lau! Tudo de boa aqui no apê, tomando café agora kkk" foi minha mensagem educada. Batemos um papo e ela disse que fazia duas horas que o marido tinha ido embora, que já tinha chegado em Mar del Plata. Ela não falava, mas tinha se garantido que o cara não voltasse.
L: "Você convida o jantar, que tal eu convidar o almoço?" - ela disse num texto que me surpreendeu.
Y: "Claro, se quiser... onde a gente se vê?"
L: "Aqui, na minha casa... vou te mandar a localização agora"
Isso explodiu minha cabeça. Olha, a ideia de foder era só minha... ela uma lady, não sugeria nada. Só propôs me convidar pra almoçar, nunca usou duplo sentido nem nada parecido. Ela mandou a localização e eu apareci um tempinho depois, banhado e perfumado.
Um look tranquilo, mas que marcava toda aquela bunda gostosa com que eu praticamente tinha sonhado a noite e que uma boa punheta me fez broxar. A casa era deles, não alugavam. Um terreno grande, sem vizinhos colados um no outro que pudessem ouvir nada. Isso caso a gente acabasse transando, claro... até aquele momento era só uma ideia minha, porque quando entrei ela me deu um beijo na bochecha.
L: É a primeira vez que faço algo assim - ela disse com um sorriso nervoso no rosto.
Y: Algo assim como? - perguntei me fazendo de desentendido.
L: Ah... isso... trazer um desconhecido pra minha casa, literalmente te conheci ontem à tarde conversando na praia...
Y: Ahh... mas sou um cara legal haha, mas se te incomoda... - pausei minhas palavras esperando que ela me interrompesse.
L: Nãão... já sei, você me caiu bem, por isso te mandei mensagem hoje, senão nem te escrevia. E também por isso resolvi te convidar pra minha casa, fica tranquilo...
Ela só estava se confessando, estava assumindo que trouxe um cara que não conhecia pra casa enquanto o marido não estava e, nas entrelinhas, deixando claro que as intenções não eram as melhores. Eticamente falando, claro... pro meu pau era a melhor coisa que podia acontecer. Conversamos um pouco, ela me ofereceu uma cerveja pra tomar enquanto cozinhava. O menu era simples, ela tava fazendo bife à milanesa com salada. Ela disse: "Desculpa não ter me matado cozinhando, fui no simples e prático", e eu respondi que já era uma surpresa estar almoçando ali.
Ela também tomou umas cervejas e tava levemente alegre porque bebeu antes de comer. Sentamos, almoçamos vendo um canal aleatório na TV e depois de um tempo de conversa, eu falo: "Como é que continua sua tarde comigo?". Pronto, tinha que começar a pisar no acelerador porque a gatinha era super certinha até aquele momento.
L: Não sei... me diz você o que acha - com cara de safada
Y: Fica mal se eu disser o que faria com você - fechando a frase com uma risada pra dar a entender que era uma piada"
L: É muito ruim? Ou proibido? — respondeu, puxando a cadeira dela pra perto da minha
Y: Hum... ruim, acho que não... proibido, pelo menos pra mim não, porque não sou casado...
L: Aham... bom, se for ruim, eu te aviso... e essa história de proibido hoje, não vale... sou casada, mas... cê tá vendo meu marido aqui? — falou numa atitude totalmente desafiadora.
Y: Não... verdade, não tô vendo
Ela sentou direto no meu colo e a gente começou a se beijar, forte... eu segurava a bunda dela e ela me abraçava com os braços, me beijando com muita língua, um beijo que tava guardado há tempos, parecia. Não por mim, mas pra soltar aquela loba que tinha dentro dela. Eu era só um cara ali na hora, se não fodesse o marido comigo, ia ser com outro. Mas eu tava no lugar certo, na hora certa e esperando a oportunidade ideal pra atacar uma dona ressentida.
Depois de vários minutos de beijos intensos e já sem minha camisa, ela levantou e me levou até o quarto que ficava no andar de cima. Verificou se tava tudo trancado, persianas meio fechadas e telefone no mudo. Enquanto subia, me disse: "Sabe que isso pode tocar e eu vou ter que atender, né?" Respondi que sim, e que não tinha problema nenhum com isso. Ela tirou a camisa, as sandálias e o jeans, e por Deus como a milf era gostosa... um conjuntinho branco, pequeno, daqueles que cobrem o mínimo e ainda ficam lindos.
Começou me chupando a pica com uma classe impressionante. Não tava desesperada, tava saboreando, curtindo como se fazia tempo que não tinha nada na boca. Ela gostou quando viu, antes de meter na boca soltou um "Mmmm..." enquanto mordia o lábio inferior. Sabia como seduzir, mas principalmente sabia como aproveitar. De ponta a ponta comeu minha rola, chegou a engasgar um pouco mas nunca desistiu de enfiar tudo na boca. Ela puxou a fio dental pra lado enquanto se deitava de costas e pediu pra eu chupar ela.
Buceta depilada, perfeita... rosadinha, deliciosa de ver e cheirar. Fiz devagar, igual ela fazia comigo porque era óbvio que ela gostava assim. E realmente, ela adorava desse jeito... se contorcia toda com cada linguada funda. Chupei a buceta à vontade, ela até me deu um orgasmo e falava "Ai, neném, que gostoso você chupa...". Tirou o sutiã da jogada, e assim com a fio dental puxada pediu pra eu meter. Coloquei a camisinha rápido e fui pra dentro. Suave, devagar, do jeito que ela gostava. Ela gemia e pedia mais, mas naquele ritmo calmo e falava "Ahh... sim, neném, assim fundo me dá...". Tirou a fio dental também e começou a montar na pica, já um pouco mais forte. O celular dela nem tocava, e ela também parecia não ligar muito.
Ela me deu uma sentada daquelas, montada em cima de mim. Já era com uma intensidade marcada, tanto que gozou de novo enquanto arqueava as costas pra trás e dizia "Siim, neném... me mata, assiiim...". Tenho que admitir que me chamar de "neném" só aumentava minha tesão e vontade de gozar. A gente se pegou um tempão assim, ela em cima de mim, depois de lado, e de novo em cima de mim. As reboladas que ela tava me dando me davam uma vontade imensa de soltar tudo, e assim que eu falei que tava no limite, ela disse "Goza em mim, neném... goza dentro, vai..." e se mexia cada vez mais forte. Apertei forte aquela bunda firme e linda pra soltar tudo dentro da camisinha, enquanto a Laura repetia sem parar "Siim... assiiim toda, toda...
Não sei se era o tesão, a abstinência de um dia e meio ou o que foi, mas enchi a camisinha de porra grossa. A Laura viu e falou "Ufa... você tava precisando gozar mesmo..." com um sorrisinho safado e o cabelo meio bagunçado. Fui no banheiro jogar a camisinha fora e ela disse "Joga no lixo embrulhado, depois eu tiro tudo...". Logo depois de gozar, o celular dela toca. Parecia mentira, não tinha tocado a tarde inteira... não era ligação, só uma mensagem ou duas que chegaram juntas.
"Ah... esse aí lembrou..." falou indignada, depois de ter transado com um desconhecido na cama de quem mandou a mensagem. Não sou ninguém pra julgar também, mas que cara de pau! Trocaram uns chats mas ela tava pouco interessada nele. Continuava completamente pelada, largada na cama e me chama pra deitar do lado dela.
L: Posso confessar uma coisa? - falou tímida
Y: Pode sim, fica à vontade...
L: Você me fez gozar umas três, quatro vezes acho... não faz ideia de quanto tempo faz que eu não tenho um orgasmo...
Y: Sério? - perguntei incrédulo, e completei - Não acredito...
L: Juro por Deus... Marcos (o marido) já perdeu aquela vontade que tinha. A gente transa, isso sim... bastante até pro tempo que temos juntos, mas ele faz o dele, goza e eu fico às vezes esperando. E aí começa a segunda, mas não me faz chegar lá... goza de novo e pra ele já tá bom...
Me destruía o que eu ouvia. Transava com o marido, mas não curtia.
A tarde tava só começando e eu já não tava só abrindo as pernas dela, mas também o coração... passou um tempinho deitada no meu peito, perguntei se ela queria ir pra praia e ela disse "Não pretendo sair daqui hoje não, gato...". Tava disposta a ficar comigo a tarde inteira, e ficou mais que claro que eu tinha que dar conta do recado. Será que ia conseguir aguentar uma mulherão desses? E, vamos ver como continua essa tarde cheia de safadeza...
Acordei olhando 300 vezes o celular, esperando a mensagem da Laura. Cheguei a pensar que era tudo zoeira e que nunca ia me escrever, que me deu um baita de um bolo... mas lá pras 11:30 caiu uma mensagem de um número que não tinha salvo. Meu pau deu uma arrepiada por baixo da cueca, e era ela mesmo. "Oi Nacho, sou a Laura, a gente conversou ontem na praia. Como você tá?"
"Com o pau duro e babando" queria responder, mas mandei "Oi Lau! Tudo de boa aqui no apê, tomando café agora kkk" foi minha mensagem educada. Batemos um papo e ela disse que fazia duas horas que o marido tinha ido embora, que já tinha chegado em Mar del Plata. Ela não falava, mas tinha se garantido que o cara não voltasse.
L: "Você convida o jantar, que tal eu convidar o almoço?" - ela disse num texto que me surpreendeu.
Y: "Claro, se quiser... onde a gente se vê?"
L: "Aqui, na minha casa... vou te mandar a localização agora"
Isso explodiu minha cabeça. Olha, a ideia de foder era só minha... ela uma lady, não sugeria nada. Só propôs me convidar pra almoçar, nunca usou duplo sentido nem nada parecido. Ela mandou a localização e eu apareci um tempinho depois, banhado e perfumado.
Um look tranquilo, mas que marcava toda aquela bunda gostosa com que eu praticamente tinha sonhado a noite e que uma boa punheta me fez broxar. A casa era deles, não alugavam. Um terreno grande, sem vizinhos colados um no outro que pudessem ouvir nada. Isso caso a gente acabasse transando, claro... até aquele momento era só uma ideia minha, porque quando entrei ela me deu um beijo na bochecha. L: É a primeira vez que faço algo assim - ela disse com um sorriso nervoso no rosto.
Y: Algo assim como? - perguntei me fazendo de desentendido.
L: Ah... isso... trazer um desconhecido pra minha casa, literalmente te conheci ontem à tarde conversando na praia...
Y: Ahh... mas sou um cara legal haha, mas se te incomoda... - pausei minhas palavras esperando que ela me interrompesse.
L: Nãão... já sei, você me caiu bem, por isso te mandei mensagem hoje, senão nem te escrevia. E também por isso resolvi te convidar pra minha casa, fica tranquilo...
Ela só estava se confessando, estava assumindo que trouxe um cara que não conhecia pra casa enquanto o marido não estava e, nas entrelinhas, deixando claro que as intenções não eram as melhores. Eticamente falando, claro... pro meu pau era a melhor coisa que podia acontecer. Conversamos um pouco, ela me ofereceu uma cerveja pra tomar enquanto cozinhava. O menu era simples, ela tava fazendo bife à milanesa com salada. Ela disse: "Desculpa não ter me matado cozinhando, fui no simples e prático", e eu respondi que já era uma surpresa estar almoçando ali.
Ela também tomou umas cervejas e tava levemente alegre porque bebeu antes de comer. Sentamos, almoçamos vendo um canal aleatório na TV e depois de um tempo de conversa, eu falo: "Como é que continua sua tarde comigo?". Pronto, tinha que começar a pisar no acelerador porque a gatinha era super certinha até aquele momento.
L: Não sei... me diz você o que acha - com cara de safada
Y: Fica mal se eu disser o que faria com você - fechando a frase com uma risada pra dar a entender que era uma piada"
L: É muito ruim? Ou proibido? — respondeu, puxando a cadeira dela pra perto da minha
Y: Hum... ruim, acho que não... proibido, pelo menos pra mim não, porque não sou casado...
L: Aham... bom, se for ruim, eu te aviso... e essa história de proibido hoje, não vale... sou casada, mas... cê tá vendo meu marido aqui? — falou numa atitude totalmente desafiadora.
Y: Não... verdade, não tô vendo
Ela sentou direto no meu colo e a gente começou a se beijar, forte... eu segurava a bunda dela e ela me abraçava com os braços, me beijando com muita língua, um beijo que tava guardado há tempos, parecia. Não por mim, mas pra soltar aquela loba que tinha dentro dela. Eu era só um cara ali na hora, se não fodesse o marido comigo, ia ser com outro. Mas eu tava no lugar certo, na hora certa e esperando a oportunidade ideal pra atacar uma dona ressentida.
Depois de vários minutos de beijos intensos e já sem minha camisa, ela levantou e me levou até o quarto que ficava no andar de cima. Verificou se tava tudo trancado, persianas meio fechadas e telefone no mudo. Enquanto subia, me disse: "Sabe que isso pode tocar e eu vou ter que atender, né?" Respondi que sim, e que não tinha problema nenhum com isso. Ela tirou a camisa, as sandálias e o jeans, e por Deus como a milf era gostosa... um conjuntinho branco, pequeno, daqueles que cobrem o mínimo e ainda ficam lindos.
Começou me chupando a pica com uma classe impressionante. Não tava desesperada, tava saboreando, curtindo como se fazia tempo que não tinha nada na boca. Ela gostou quando viu, antes de meter na boca soltou um "Mmmm..." enquanto mordia o lábio inferior. Sabia como seduzir, mas principalmente sabia como aproveitar. De ponta a ponta comeu minha rola, chegou a engasgar um pouco mas nunca desistiu de enfiar tudo na boca. Ela puxou a fio dental pra lado enquanto se deitava de costas e pediu pra eu chupar ela. Buceta depilada, perfeita... rosadinha, deliciosa de ver e cheirar. Fiz devagar, igual ela fazia comigo porque era óbvio que ela gostava assim. E realmente, ela adorava desse jeito... se contorcia toda com cada linguada funda. Chupei a buceta à vontade, ela até me deu um orgasmo e falava "Ai, neném, que gostoso você chupa...". Tirou o sutiã da jogada, e assim com a fio dental puxada pediu pra eu meter. Coloquei a camisinha rápido e fui pra dentro. Suave, devagar, do jeito que ela gostava. Ela gemia e pedia mais, mas naquele ritmo calmo e falava "Ahh... sim, neném, assim fundo me dá...". Tirou a fio dental também e começou a montar na pica, já um pouco mais forte. O celular dela nem tocava, e ela também parecia não ligar muito.
Ela me deu uma sentada daquelas, montada em cima de mim. Já era com uma intensidade marcada, tanto que gozou de novo enquanto arqueava as costas pra trás e dizia "Siim, neném... me mata, assiiim...". Tenho que admitir que me chamar de "neném" só aumentava minha tesão e vontade de gozar. A gente se pegou um tempão assim, ela em cima de mim, depois de lado, e de novo em cima de mim. As reboladas que ela tava me dando me davam uma vontade imensa de soltar tudo, e assim que eu falei que tava no limite, ela disse "Goza em mim, neném... goza dentro, vai..." e se mexia cada vez mais forte. Apertei forte aquela bunda firme e linda pra soltar tudo dentro da camisinha, enquanto a Laura repetia sem parar "Siim... assiiim toda, toda...
Não sei se era o tesão, a abstinência de um dia e meio ou o que foi, mas enchi a camisinha de porra grossa. A Laura viu e falou "Ufa... você tava precisando gozar mesmo..." com um sorrisinho safado e o cabelo meio bagunçado. Fui no banheiro jogar a camisinha fora e ela disse "Joga no lixo embrulhado, depois eu tiro tudo...". Logo depois de gozar, o celular dela toca. Parecia mentira, não tinha tocado a tarde inteira... não era ligação, só uma mensagem ou duas que chegaram juntas. "Ah... esse aí lembrou..." falou indignada, depois de ter transado com um desconhecido na cama de quem mandou a mensagem. Não sou ninguém pra julgar também, mas que cara de pau! Trocaram uns chats mas ela tava pouco interessada nele. Continuava completamente pelada, largada na cama e me chama pra deitar do lado dela.
L: Posso confessar uma coisa? - falou tímida
Y: Pode sim, fica à vontade...
L: Você me fez gozar umas três, quatro vezes acho... não faz ideia de quanto tempo faz que eu não tenho um orgasmo...
Y: Sério? - perguntei incrédulo, e completei - Não acredito...
L: Juro por Deus... Marcos (o marido) já perdeu aquela vontade que tinha. A gente transa, isso sim... bastante até pro tempo que temos juntos, mas ele faz o dele, goza e eu fico às vezes esperando. E aí começa a segunda, mas não me faz chegar lá... goza de novo e pra ele já tá bom...
Me destruía o que eu ouvia. Transava com o marido, mas não curtia.
A tarde tava só começando e eu já não tava só abrindo as pernas dela, mas também o coração... passou um tempinho deitada no meu peito, perguntei se ela queria ir pra praia e ela disse "Não pretendo sair daqui hoje não, gato...". Tava disposta a ficar comigo a tarde inteira, e ficou mais que claro que eu tinha que dar conta do recado. Será que ia conseguir aguentar uma mulherão desses? E, vamos ver como continua essa tarde cheia de safadeza...
3 comentários - Despedida de solteiro (parte 5)
+10
Respondiste a semejante hembrón..??