Infiel por culpa da minha cunhada

Fala galera, tô meio nervosa mas ao mesmo tempo com tesão de escrever isso. Nunca pensei que faria o que fiz, mas o que aconteceu despertou algo dentro de mim. Espero não ser julgada e que vocês curtam minha história.
Sou uma mulher casada, tenho 25 anos, fruto do meu amor com meu marido tenho uma filha linda de 5 anos. Sou morena clara, cabelo preto comprido, olhos castanhos, sou baixinha, só tenho 1,58 de altura. Mesmo tendo uma filha, meu corpo continua em forma: peitos médios, redondos e firmes, barriga chapada, pernas longas e torneadas, cintura fina e uma bunda dura e empinadinha. Meu marido se chama Alex, é 2 anos mais velho que eu. Ele é um pai e marido exemplar, mas por falta de oportunidades teve que ir pros Estados Unidos, nos deixando com a mãe e a irmã dele. Sempre amei meu marido e acho que ele é o amor da minha vida, assim como minha filha, mas depois de 5 anos separados, qualquer mulher precisa se sentir amada, e isso vai além de palavras.
Tudo aconteceu há 2 anos. Minha cunhada (Ana) me pediu insistentemente pra acompanhá-la num baile que ia rolar na cidade, porque ela ia com um cara que acabou de conhecer. Acontece que ela tinha namorado, mas ele tava trabalhando em outro estado. Então, pra não levantar suspeitas entre os conhecidos, eu ia acompanhá-la e fazer o papel de chaperona. Insistiram tanto que resolvi ir depois de deixar minha filha com minha sogra. Chegamos no baile e ela me apresentou o Agustín. Pra ser sincera, ele era um cara gostoso e com muita presença. Quando vi ele, não consegui evitar de pensar nas coisas que a Ana me contava sobre ele, principalmente sobre o desempenho dele na cama — nas palavras da minha cunhada, o Agustín era incansável. Mas enfim, meu papel era só ir como acompanhante pra evitar fofoca. Depois de ficar um tempão sentada, entediada, vendo o povo dançar e minha cunhada e o Agustín se esfregando sem parar, o sono começou a bater. Nisso... Tava quando a Ana chegou perto de mim.
— O que cê acha, cunhada? — perguntou toda angustiada, pela cara dela dava pra ver que era coisa ruim. Fiz um gesto perguntando o que tava rolando, ela me pegou pelo braço enquanto a gente se afastava do Agustín.
— Pedro (o namorado dela) tá chegando. Falei pra ele que tava morrendo de vontade de vir no baile e ele se apressou no trampo e, de surpresa, tá aqui.
Hmm, pensei, e fiz uma cara de preocupação. — E agora?
— Ué, não sei. É a sua vez de me fazer um puta favor, cunhada. Pedro não sabe do Agustín, e se ele me vir com o cara, nem quero imaginar o que faz. Por favor, distrai o Agustín mais um pouco enquanto eu levo o Pedro embora.
— Hmm — não curti a ideia. Aceitei na marra, mas deixei claro que ia ficar no máximo meia hora e que depois de dar uma desculpa, Pedro e ela passariam pra me pegar.

Voltei pra mesa, depois de inventar uma desculpa pro Agustín sobre algum parente da Ana que tinha adoecido. Ele me chamou pra dançar, mas não tava confortável, então falei que não. Meio puto, ele levantou e sumiu no meio da galera. De repente, vi ele dançando com uma mina desconhecida. Pensei que já tava sobrando ali, então levantei pra vazar, quando de repente um cara estranho segurou minha mão. Virei e era um sujeito seboso e bêbado que, ao me ver sozinha, achou que ia se aproveitar e me puxar pra dançar com ele. Forcei pra soltar, mas por causa da luz fraca e do barulho alto da música, ninguém percebia o que tava rolando. O cara me puxou com mais força enquanto falava não sei o quê. Tava morrendo de medo, quando de repente apareceu uma sombra. Sem ouvir o que dizia, deu um porradaço no bêbado enquanto me segurava pelos dois braços. Era o Agustín, que tinha percebido tudo que tava rolando. Sendo o único conhecido ali e depois do susto, abracei ele e desabei a chorar pelo que tinha acontecido. Ele me pegou pela mão e me levou pra saída do lugar. Enquanto a gente andava, ele me acalmava e me cobria com a jaqueta dele. Chegamos num restaurantezinho que ficava aberto, sentamos e pedimos duas cervejas, normalmente não bebo, mas naquele momento eu queria qualquer coisa que acalmasse minha raiva e meu medo.
Depois de me acalmar, começamos a conversar, o papo era muito divertido, Agustín era um cara legal, com um senso de humor incrível, e assim se passaram 2, 3, 4, 5 e 6 cervejas, minha cabeça tava rodando, quando levantei pra ir ao banheiro lembrei da Ana e liguei pra ela
— Oi (sussurrando) que foi, cunhada? —
— Que foi, Ana? Onde cê tá? Não iam passar aqui pra me pegar? —
— Ah, cunhada, o Pedro insistiu em ir pro baile, então tive que usar meus encantos e você já sabe, agora tô fazendo uns trabalhos —
— Mm e agora? —
— Então não vou voltar, me faz um favor, inventa alguma pro Agustín, amanhã eu explico, por favor —
— Mm, tá bom, vou pedir um táxi e ver o que falo pro Agustín — Cheguei na mesa e peguei minha bolsa, nesse meio tempo tinha recuperado um pouco a consciência e com um gesto educado falei pro Agustín que precisava ir
— Como? Não, claro que não, eu te levo, mas vem, senta, toma a última comigo e aí a gente vai —
— Desculpa, não sei, eu não bebo e acho que já tô muito tonta, talvez outro dia —
O vento me traiu quando saí, não lembro como entrei no carro do Agustín, quando tive um pouco de noção, tava beijando ele na porta da casa da minha sogra, as mãos dele percorriam meu corpo e minha buceta tava super molhada, parei ele por um momento enquanto procurava a chave, tinha perdido a razão, meus hormônios tavam a mil, a única coisa que eu queria era sentir o Agustín dentro de mim, sem me importar que naquela casa tavam dormindo minha sogra e minha filha, a chave não tava, a Ana com certeza tinha levado, peguei ele pela mão e fui até a porta dos fundos, quando cheguei na porta abri com cuidado, atravessamos a sala sem fazer barulho e chegamos no meu quarto, entramos e ele se jogou em cima de mim, nos beijamos como uns adolescentes, cruzando nossas línguas e mordendo nossos lábios, as mãos dele deslizaram por minha cintura até chegar na minha bunda, levantando minha saia e massageando minhas nádegas, beijo meu pescoço e desço até meu peito, pego as alças do meu vestido e deixo elas caírem, fazendo com que meus peitos ficassem de fora. Ele não perdeu tempo e aproximou a boca de um deles, a língua dele tocou um dos meus mamilos, que reagiu na hora, ficando durinho. Ele percorreu toda a auréola do meu mamilo com a língua áspera dele — haaaaa — eu deixei escapar meus primeiros gemidos. Com a mão, ele brincava delicada e suavemente com meu outro mamilo, colocava um dos dedos em cima dele e fazia movimentos circulares. Aos poucos, foi ficando cada vez mais bruto, colocou a boca no meu mamilo e começou a morder e chupar como se quisesse arrancá-lo, enquanto fazia o mesmo com o outro, beliscando. Eu ofegava levemente enquanto sentia a língua dele percorrer meus peitos de um lado para o outro. Peguei ele pelos cabelos e comecei a acariciá-lo sem deixar que ele se afastasse das minhas tetas. Senti os dedos dele percorrendo minha calcinha molhada, o roçar do tecido na minha buceta era super gostoso. Ele pegou minha calcinha e puxou para o lado, deslizando os dedos de cima para baixo na minha ppk toda molhada. O roçar dos dedos calejados dele na minha buceta macia estava me matando. Senti lentamente dois dedos dele entrando dentro de mim, mordi meus lábios e fechei os olhos, abafando aquele gemido profundo de prazer. Ele começou com um vai e vem lento e suave, enquanto com o polegar tentava esfregar meu clitóris. Eu não deixava ele se afastar dos meus peitos, puxando ele com mais força para eles. Agustín me tinha no paraíso, fazia tempo que eu não sentia aquele prazer indescritível. Eu ofegava mordendo meus lábios, tentando fazer o menor barulho possível, embora às vezes não conseguisse evitar. Coloquei minha mão no volume que se marcava na calça dele e comecei a acariciar. Ficamos assim por mais uns dois minutos até que ele se separou de mim e voltamos a nos beijar. Me separei dele, peguei a camisa dele e desabotoei com desespero, podendo ver O peito e a barriga dele, marcados e peludos, me ajoelhei na frente dele e comecei a passar minhas mãos no pau dele por cima da calça, tava duríssimo. Olhava diretamente nos olhos dele enquanto, com as duas mãos, desafivelava o cinto, tirava o botão da calça e abaixava o zíper. A calça dele caiu no chão, peguei a cueca e puxei pra baixo, o pau dele saltou pra fora e fiquei impressionada ao ver. Era totalmente moreno, peludo, cheio de veias, cabeçudo, de um tamanho bem bom, talvez uns 17 ou 18 centímetros e grosso. Ali estava eu, ajoelhada, prestes a chupar o pau de alguém que até umas horas atrás era um desconhecido. Peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a masturbar enquanto levava meus lábios até os ovos peludos dele. Comecei a beijá-los e lamber por toda parte, deixando eles totalmente babados. Entre beijos, subi pelo tronco robusto e venoso do pau dele até ficar de frente pra cabeçona. Passei minha língua por toda a glande enquanto acariciava os ovos dele. Coloquei meus lábios na ponta do pau dele e fui introduzindo devagar. Consegui enfiar um pouco mais da metade do pau dele, comecei a tirar e meter devagar, tentando enfiar um pouco mais a cada boquete, até que os engasgos avisavam meu corpo que não dava mais. Acelerava o ritmo a cada chupada que dava, enquanto ele gemia de prazer. Tirava o pau dele quase por completo e metia de novo de uma vez só. Ele me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca enquanto eu tentava mexer minha língua no pau dele. De repente, me puxou pra perto, fazendo eu me engasgar com o pau dele. Me manteve assim por alguns segundos enquanto eu tentava me soltar. Me tirou bruscamente da tarefa oral e começou a me dar tapas na cara com o gordo membro masculino dele e a esfregar ele por todo meu rosto. Parecia que queria deixar o gosto ou o cheiro de macho dele, e espalhava por todo lado. Eu tentava capturar com minha boca, mas só conseguia cruzar momentaneamente com aquele delicioso doce que me deixava dominada de prazer. Então... Por enquanto, eu me contentava em dar umas lambidas nela. Ela me deixou pegar de novo e, como uma desesperada, voltei a chupar ela igual uma louca. Depois de alguns minutos, me levantei e ela me jogou na cama, tirou minha calcinha e o vestido, me deixando só de salto. Abriu minhas pernas e ficou hipnotizado olhando pra minha buceta toda depilada. Chegou perto da minha xota e senti a língua dele percorrer minha buceta de cima a baixo. Não perdeu tempo e começou a beijar, passando a língua em cada uma das minhas dobras. Lambeu e lambeu ao redor, e eu me sentia no paraíso, delirando de prazer. Ele fazia movimentos circulares com a língua até que a colocou no centro da minha ppk, enfiando ela dentro de mim. Brincava com a ponta da língua, era um verdadeiro expert e tava me fazendo ver estrelas como há muitos anos ninguém fazia. Ele chupava minha buceta enquanto enfiava uns dedos, e eu sentia um calor gostoso invadir toda a minha ppk, e aquele líquido branco escorria de mim. Queria gemer e gritar igual uma louca, mas não podia, porque não queria que minha sogra acordasse. Cada vez mais eu mordia meus lábios, tentando abafar os gemidos. Agustín se afastou de mim e me puxou, deixando minha bunda na beira da cama. Cuspiu umas duas vezes na minha buceta e deixou a bela rola dele cair em cima. Eu tava ansiosa pra ele meter, mas ele ficou esfregando de cima a baixo, segurava e dava uns tapinhas na minha xota. Colocava a cabeça na entrada e fazia um pouco de pressão, mas em vez de meter, só esfregava de novo. Até que eu olhei pra ele e falei:
— Me dá logo, por favor.
Ele só sorriu e colocou a cabeça da rola na entrada da minha buceta, começou a empurrar devagar até que finalmente entrou.
— Aaaah — soltei um gemido longo. Ele começou a meter devagar, aos poucos. Senti a rola dele abrir meus lábios vaginais a cada centímetro que entrava. Enfiou um pouco mais da metade e eu parei, porque minha buceta já não aguentava mais. Ele começou a se mover, tirando e metendo.
— Haaa, porra, é aaah tão gostosa — ele disse. aumentava o ritmo aos poucos e eu delirava de prazer
-é divina haaaa continua, continua ahhh me come, me come aaaah-
-que gostosa tá sua buceta, puta-
-haaa sim meu amor tu me aaah deixa assim-

Agustín colocou dois dedos na minha boca e comecei a chupá-los, passou a mão no meu pescoço e, enquanto começava a apertar, aumentava ainda mais a velocidade das estocadas, mais e mais e mais rápido, era um animal,
-me come, me come haaaa meu amor aaaah me come-
-isso que você gosta, raposa, então toma, toma-

Ele me dava umas estocadas violentas que me faziam gemer como uma puta, perdi todo o controle e não me importava mais com nada do que acontecesse, nem ligava se minha sogra me ouvisse, me sentia uma verdadeira puta e gemia como tal. Eu teria continuado assim, mas ele foi diminuindo o ritmo aos poucos até parar completamente. Se aproximou de mim para me beijar enquanto eu mexia minha bunda para que ele continuasse me comendo. Tirou o pau e me agarrou pela cintura, me colocou de quatro. Me ajeitei e abri bem as pernas para me ver o mais gostosa possível, enquanto via meus peitos balançando como melões maduros e os bicos totalmente duros pelo que ia acontecer. Ele se aproximou por trás, se ajustando para me penetrar com fúria. No meu quarto, tinha um espelho enorme numa das paredes onde eu via tudo que acontecia. Olhei como o pau enorme dele estava totalmente duro e ele o aproximava da entrada do meu buraco. Via pelo espelho a cara de tesão dele ao ver minha buceta se abrindo na frente do pau dele sem restrições. Senti a cabeçona do pau dele tocar meus lábios vaginais e começar a entrar em mim -ahhhh que gostoso, papai-

Ele ficou parado, enfiando metade do pau, enquanto curtia como minha boceta apertava o pau delicioso dele. Eu estava no paraíso de novo. Ele começou a se mover e eu o acompanhei, foi aumentando o ritmo e a força do mete e tira aos poucos, até que as estocadas ficaram fortíssimas. Ele estava me dando com tudo enquanto inundava Meu quarto com meus gemidos
-vamos, putinha, era isso que você esperava? Toma, toma, engole tudo, dá pra ver que faz tempo que você não goza feito a puta que é-
- sim, me arrebenta, me atravessa, me rasga, meu rei, me dá, me dá, ahhhh, ahhhh- eu gemia e gemia
era indescritível aquela sensação de prazer que tomava meu corpo, ele empurrava e empurrava, por causa do tamanho da vara dele eu tremia a cada investida, eu respirava ofegante e só queria que ele metesse até o fundo da alma, até eu não aguentar mais
-continua aaah continua haaaa-
-Toma, putinha, tudo isso é seu-
eu perdi o mundo de vista, me contorcia e afundava meu quadril o máximo que podia contra o pau dele, era uma sensação super gostosa, sentia o pau dele entrando e saindo, sentia a grossura dele em todas as paredes da minha buceta, ele me segurava pelo cabelo puxando, entrando e saindo, sentia o pau dele cada vez mais fundo, senti ele dar umas palmadas na minha bunda com as mãos fortes dele, continuava me bombando, me pegou pela cintura e começou a me dar umas metidas maravilhosas e fortes, me pegou pelo cabelo de novo e puxou, subiu os dois pés na cama ficando de cócoras, nessa posição eu podia sentir todo o esplendor do pau dele dentro de mim, sentia ele jogar todo o peso dele em mim fazendo as investidas ainda mais fortes, sem dizer nada ele se separou de mim e se jogou na cama encostando as costas na cabeceira, eu entendi na hora o que ele queria e me aproximei de costas e sentei nas pernas dele, ele pegou minha bunda e levantou um pouco meu cu pra poder me penetrar, eu me ajeitei melhor e o encontro entre o pau dele e minha boceta aconteceu mais uma vez, o pau dele entrou dessa vez inteiro, eu senti mais fundo por causa do meu peso e suspirei, levantei minhas pernas e abri bem, até colocar meus pés nas pernas dele, me deitei sobre ele, ele agarrou meus peitos por trás começando a apertar e beliscar meus bicos que estavam duríssimos, nos encaixamos bem e começou o movimento, dessa vez eu controlava mais e Levantava minha buceta até tirar o pau dele e descia até enterrar de novo, primeiro fazia devagar e depois fui aumentando o ritmo, ele empurrava cada vez que minha buceta descia de um jeito que eu sentia umas metidas brutais enquanto ele apertava meus peitos, mais uma vez olhei no espelho a cena e pude me ver inteirinha no que tava fazendo e era alucinante, tava completamente nua e com as pernas totalmente abertas entregando minha buceta pra outro homem que não era meu marido, ele me olhava enquanto comia e comia, eu tinha uma cara de puta autêntica e gemia que nem uma louca, até que senti o Agustín se mexer mais frenético, de repente tudo terminou numa metida funda,
—vai meu rei aaaah me dá dessa porra vem, vem me enche de porra haaa— desci a buceta com força e senti o pau dele explodindo dentro de mim
—ahhhh puta, recebe, recebe—
senti ele gozando dentro de mim, e a porra dele batendo no fundo da minha buceta, sentia ele bombeando todo o esperma lá dentro, o pau dele era tão grosso e eu tão apertada que minhas paredes apertavam o pau dele e dava pra sentir claramente o bombeamento da porra, ele tirou o pau e ficamos deitados respirando os dois ofegantes e nos olhando com vontade, me aproximei do pau dele e lambi todo o sêmen que ainda saía do pau dele saboreando aquele líquido gostoso e quente até deixar ele completamente limpo, me aproximei e me aninhei no peito dele, não sei como minha sogra não ouviu o escândalo, nós dois perdemos a consciência e dormimos aninhados e completamente nus
—(Toc, toc) cunhadinha??? Já tá aqui???— O barulho da porta me acordou assustada, era a Ana que chegava depois de ter entretido o Pedro pra ele não conhecer o Agustín, não sei que hora da madrugada era, levantei tonta rapidamente pra trancar a porta
—Já Anita já tô aqui? Tudo bem?— Perguntei
—sim, foi ótimo, amanhã te conto, sussurrou atrás da porta, ei e o Agustín? Não desconfiou de nada??—
—Não, ele acreditou em tudo que eu falei—
—Ok, ok obrigada cunhada, te devo a vida, até amanhã, descansa-
E aí já não consegui responder nada, porque naquele momento senti algo se abrindo caminho entre minhas pernas, era o Agustín me enfiando mais uma vez e não descansei nada, agora entendo por que a Ana dizia que ele era insaciável.

Espero que tenham gostado da minha história, agradeceria muito se deixassem um comentário pra eu saber se querem que eu conte mais dessa história que vivi. Sem mais, muito obrigada pela atenção.

3 comentários - Infiel por culpa da minha cunhada

n1nf0 +1
Que bella estás, muy buen post. Me encantó, y si, por favor, deseo saber más de tus aventuras en esta historia.
Que rico relato muy detallado
Me acordé de un prima que está igual ya con tiempo sin su marido en el gabacho
Excelente!!! Queremos más partes con Agustín!