Dia de puro sexo

Desde o começo da nossa separação, preferimos fazer as coisas desse jeito porque achamos que ia ser mais fácil de lidar.
Só oito meses depois de separada, criei coragem pra sair com um colega de trabalho. Bonitão, gente boa, alegre, o Federico acabou me convencendo a, num sábado à noite, ir primeiro tomar um drink, depois ao cinema e, por último, jantar. Ou melhor, penúltimo, porque pra fechar a noite a gente acabou transando em cada canto do apartamento dele. Nem o tanque escapou das nossas gozadas. Me diverti pra caralho, não vou negar. Mas nem de longe foi uma noite comparável às que eu passava com o Gustavo. Não tenho reclamação nenhuma do Federico, mas meu ex realmente me comia como um deus. Não faltava nem imaginação nem potência. Pra ele, cinco, seis ou sete gozadas em cada trepada era fichinha. Era óbvio que, no sexo também, eu sentia falta dele, mas a gente tinha tomado uma decisão que, por mais difícil que fosse, devia respeitar pelo menos até quando os dois sentíssemos que era a nossa hora.
Quando o Pablo me viu chegar em casa no domingo de meio-dia, ele não gostou nada. Mesmo sem fazer escândalo, a cara fechada e a atitude dele deixavam claro que ele não tinha aprovado minha saída, ainda mais porque naquele momento ele tava na esperança de que os pais dele voltassem a ficar juntos. Como a posição dele parecia inabalável, uns dias depois resolvi conversar com ele. Ele entendeu pela metade, mas acho que foi mais pra me deixar satisfeita do que por convicção própria. E aí cedi eu: não ia sair com mais ninguém até ver o que ia rolar de vez com o Gustavo. Ele concordou, e nossa relação voltou ao normal, ou pelo menos era o que eu achava...
Sou uma mulher de corpo bom. Sem ser uma deusa, tenho bem claro que sou gostosa, até de rosto. Mantenho o shape com dieta saudável e academia, onde vou com a Sofia duas a três vezes por semana. Na rua, não paro de receber olhares de caras dos 15 aos 50 anos. Além disso, gosto de me vestir bem, sem que isso signifique usar roupas de marca. Não. Só bem, com roupas da moda que combinam com minha idade, cores vivas, modelagens que realçam minhas virtudes e escondem ou melhoram as características que não curto. E mais: sou uma gatinha muito safada. Preciso de sexo. Amo. Me enlouquece. Me dá vida. Me rejuvenesce. Com o Gustavo, sempre tinha, a qualquer hora do dia e em qualquer lugar. Não sei como aguentei aqueles oito meses até abrir as pernas pro Federico. Acho que foi mais a depressão pós-separação que disfarçou a necessidade das hormonas.
Desde que conversei com o Pablo, notei que ele mudou. Nos primeiros meses, achei que era só empolgação de um garoto esperançoso por saber que a mãe se guardava só pro pai dele. Muito carinhoso, companheiro, gente boa, atencioso, sedutor... Sedutor? Um dia, enquanto eu tava na cama vendo TV, mas na verdade pensava na mudança positiva do meu filho, me veio na cabeça esse adjetivo: sedutor. A partir daí, fiquei inquieta e resolvi prestar mais atenção nas atitudes dele pra ver se tava certa ou não. Foi quando percebi certas "coisas novas" nele: andava de cueca samba-canção direto, e me abraçava um monte de vezes quando só tava vestido com elas. Quando terminava de tomar banho, saía do banheiro com a toalha amarrada na cintura e sempre passava na minha frente, mesmo que eu tivesse na cozinha. Elogios do tipo "como você tá linda, mamãe", "opa, que saia curta você vestiu, que pernas gostosas", "se você fosse a mãe de um amigo meu, ai Deus, o que eu não faria"... Sim, era óbvio, ele tava me seduzindo e eu demorei meses pra perceber.
Precisava de ação e só me satisfazia batendo uma em qualquer lugar da casa a qualquer hora, desde que meu filho não estivesse por perto. Só no chuveiro ou no meu quarto à noite, eu fazia mesmo com eles por perto. E da indignação que senti no começo por ver o Pablo daquele jeito (nunca tive coragem, por vergonha, de reclamar nada), fui passando a sentir uma mistura de indiferença e curiosidade. Indiferença não é a palavra. Definitivamente não. Seria mais certo dizer "necessidade". Que depois se transformaria em alegria, ansiedade e vício. Uma noite, estando eu na cama e depois que meu filho se despediu de mim pra ir dormir, me peguei batendo uma pensando primeiro no meu ex. Naquela putaria que passava como um filme na minha mente, eu curtia pra caralho, me molhava, acariciava meus peitos, meu clitóris, o buraco da minha bunda, chupava meus dedos com meus sucos e pensava no Gustavo, até que de repente o Gustavo não era mais o Gustavo, ia se transformando no Pablo, tipo um esfumaçado, efeito de cinema, a imagem do Pablo ia ficando nítida até se representar completa, vívida. Ele me beijava, me chupava, me tocava e enfiava os dedos e o pau dele. Eu chupava ele, beijava, acariciava, devorava aquele pau que parecia enorme de ver o volume na cueca. Eu tava num nível de tesão de 100 por cento e continuei até ter um orgasmo completo, brutal, delirante, que coincidiu com a imagem de ver meu filho tirar o pau da minha buceta e, ajoelhado na cama, apontar ele pra mim pra que os jatos de porra morna caíssem na minha boca, no meu rosto, nos meus peitos e na minha barriga, enquanto ele explodia em gemidos de prazer no limite.
Tô precisando dar uma trepada. Prometi pro meu filho que não ia olhar pra outro homem que não fosse o pai dele. Mas como tudo fica em família, eu ia matar a vontade com o Pablo. Afinal, ele não ia reclamar: se o cara já tava me seduzindo!!!! Claro que não teria problema nenhum em comer a puta da mãe dele, essa vagabunda tarada que precisava de uma boa dose de pica nas próximas 48 horas ou não ia cumprir a promessa.
Pablo então acordou e, só de cueca e com aquela ereção típica de quem acabou de levantar, começou a andar na minha frente na cozinha enquanto eu preparava o café da manhã pra ele. Abriu a geladeira, pegou a caixa de leite e bebeu direto do bico. Percebi que deixou escorrer um fiozinho de leite pelo canto da boca, que ele limpou com a mão enquanto me olhava todo sorridente. Na hora eu agi: tirei o leite da mão dele e coloquei na pia. Coloquei a palma da mão no peito dele e empurrei pra trás, olhando pra ele com cara de puta.
Ela me agarrou pelo pulso e colocou a outra mão na minha nuca, me puxou bruscamente e a gente se fundiu num beijo de língua apaixonado. As mãos dela percorreram meu corpo inteiro. Parada numa perna, com a outra eu envolvia ele enquanto enfiava uma mão na pica dele e com a outra apertava a bunda dele. A gente não falava. Só eram gemidos e ação. Ele tirou minha camisa do pijama e deixou meus peitos à mostra. Com as mãos e a boca, ele se atirou neles enquanto eu, apoiada na borda da pia, jogava a cabeça e o tronco pra trás, dominada pelo prazer. Ele chupava e amassava meus peitos e com a outra mão puxou minha calcinha de algodão e passou os dedos no meu mel. Enfiava e tirava dois e três dedos e com o polegar esfregava meu clitóris. Porra, como o Pablito sabia usar as mãos. E a língua também: me subiu na pia e se abaixou pra chupar minha buceta, e eu gozei num instante. Ele se levantou e, durasso como estava, enfiou de uma vez, começando um vai e vem que me arrancou um orgasmo atrás do outro. Enquanto metia, me levantou um pouco do mármore e passou um dedo na minha buceta que escorria um mel delicioso, que ele usou pra lubrificar meu cu. Enfiou aquele dedo de um jeito maravilhoso. Ele tinha a pica na minha buceta e um dedo no meu cu que subia, descia e girava. Que prazer que eu sentia. Era igual ao pai dele. Uma voragem de prazer.
Ele me tirou da bancada e me obrigou a chupar ele de joelhos. Devorei ele por vários minutos enquanto ele me apalpava os peitos e eu enfiava meus dedos na minha pussy. Ele me parou, me virou e me fez debruçar de frente sobre o mármore da bancada, apontando minha bunda pra ele. Eu já sabia que ele ia entrar por ali e falei “não perde tempo”. Ele enfiou e começou a meter sem parar. Eu gozava uma vez atrás da outra. Continuei usando meus dedos pra me dar ainda mais prazer. Até que ele disse: “vou gozar” e as contrações dele se espalharam pelo meu reto inteiro, cobrindo cada célula do meu corpo. Parecia que com a ejaculação, o Pablo também se enfiava de corpo inteiro no meu cu. Como eu senti, como eu aproveitei. Que delícia.
A gente não conversou. Só se abraçou e se beijou. O Pablo ligou pro trabalho falando que não tava bem e que ia ficar em casa. Transamos no chuveiro. Na minha cama. Na dele. De novo na cozinha. Na sala de jantar. No jardim. Foi um dia de sexo do caralho.

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