Saí com uma amiga e a gente se encontrou com uns caras pra usar depois de dançar... e esticou até terça à noite.. minha amiga foi embora segunda de manhã e eu continuei com o Edu e o Carlos. Eles insinuaram e ficavam falando pra gente fazer algo, mas eu disse que não. Tivemos que chamar o Tito pra trazer mais e continuar bebendo. Quando ele chegou, vendeu pros caras e foi até a cozinha onde eu tava na hora. Ele já chegou falando: "Você quer?" Falei: "Sim, mas te pago daqui uns dias." "Meu amor, você sabe que pode me pagar igual da outra vez..." Ele me abraçava e tentava me beijar, eu falava: "Mas os caras tão ali." "Então vamos pro quarto um pouquinho..." E eu fui na frente. Ele fechou a porta e eu falei: "Os caras tão aí, não quer amanhã?" Ele já tinha tirado a pica e falou: "Faz um boquete..." Sentei na cama e chupei ele toda, engolindo tudo.. e ele dizia: "Isso, isso, head master, vai, come a pica que você adora..." Depois de um tempo, eu batia uma pra ele e chupava de novo. E ele falou: "Abre as pernas." Tirou minha calcinha e jogou pra cima de mim, me beijava desesperado e começou a me comer. Ele mordia meus peitos e eu gemia, e em algumas mordidas mais fortes eu falava: "Ai, devagar..." Ele tava quase gozando e começou a falar: "Toma, toma, meu amor... vai, vai, não para." Falei: "Não para", mas ele tentou e eu tava muito mole e saiu. "Não gozou? Te toco." Ele disse. Respondi: "Não, não, tá tudo bem, não esquenta." Entre o álcool, as drogas e o sexo, esqueci que os caras tavam na sala e saí do quarto pelada pra pegar água. Quando vi eles, me tampei e voltei pra vestir algo. Ele deixou vários G num armário. O Tito perguntou se podia ficar um pouco e eles disseram que sim. Ele abriu um saco e falou: "É por minha conta." O Carlos contou pro Tito que sempre gostou de mim e nunca nem beijou. E que batia uma pensando em mim de vez em quando. Eu tava tomando banho quando fui pro quarto, a porta abre e entra o Tito com os caras. "O que vocês tão fazendo?" falei. "Quero que o Carlos pelo menos veja a gente foder. Ele é louco por você..." E ele tirou minha toalha e me deixou nua. nua. Ele me fez girar e me deixou de costas pros caras.. tirou o pau dele e falou "agacha que eles querem ver essa bunda divina que você tem enquanto chupa". Não parei, falei. Fala sério, você ficou com tesão e não gozou... enquanto me puxava pelo cabelo e me fazia descer. Me virei e eles estavam se masturbando. Chupava e chupava, ele tentava ficar duro mas amolecia. Tito falou pra eles: "quem tiver duro pode comer, porque eu não gozo há um tempão". Carlos já tava me tocando e dizia "que molhada você tá, meu amor"... e depois disso começou a me fazer oral e eu tava quase gozando e ele parou. Aiiii não, só mais um pouquinho, falei. Tito olhava pra gente e Edu tava na minha frente pra eu chupar ele. Carlos: "deita ou fica de quatro". Pau falou: "de quatro". Ele pegou na minha bunda, deu um tapa forte e começou a me foder bem forte. Sim, sim, eu falava entre gemidos até ter o orgasmo. E na sequência Carlos gritava "aiiiii simmmm" e empurrava bem fundo... Eduardo se masturbava e gozou na minha cara toda. Voltei a me lavar.. Carlos entrou e falou "vou tomar banho com você". Ele me lavou.. sim, é verdade que ele gostava muito. Tito foi embora de noite e depois Edu. Carlos: "quer que eu fique?" Pau: "sei lá?". O que você quer comigo? Carlos: "quero namorar com você". Pau: "a gente tá indo bem esses dias. Não vamos conseguir dormir, você tem clona ou algo?" Carlos: "sim, sim, pra gente relaxar". Tomamos e eu falei "quero deitar". "Deixa eu ficar com você", ele falou. "Você fica, mas não quero fazer mais nada, não quero discutir isso na cama." Carlos: "não vamos fazer mais nada, só dormir". Nunca gostei do Carlos, por isso nunca dava abertura. Deitamos e ele me abraçou de conchinha e eu falei "ei". Carlos: "só te abraçando, juro". Me abraçou, não tentou me tocar nem beijar nem nada. Mas eu sentia ele ficando duro. Sentia o pau duro encostado na minha bunda. Dormi e ele não conseguia dormir. Me acordou com os dedos tentando entrar na minha buceta. "Paraaa", falei.. e ele subiu em cima de mim e começou a me beijar.. "Nãooo, para", falei. Dormi com os efeitos do clona. Ela tirou a calcinha e começou a me fazer sexo oral, eu comecei a me mexer de prazer e, mesmo sem querer, saía cada vez mais gemidos. Ela tirou minha calcinha... e a língua dela me dava prazer. E ela me perguntou: "Quer vir pra cima?" "Sim", eu disse. Ela tava bem dura, subi e, cavalgando, tive um orgasmo e me deixei cair sobre o peito dela... Carlos: "Gostou, meu amor?" Pau: "Siiiim... quero descansar." Quando me deitei ao lado dela, ela se virou pra cima de novo, abriu minhas pernas e começou a me comer, eu já tava secando. Acho que é porque não gosto dele ou por causa dos excessos do fim de semana. Meus gemidos eram de dor. Ela aumentou a velocidade e as estocadas... Carlos: "Ah, ah, sim, meu amor, toma, toma seu gozo..." e me beijou de novo... Pau: "Me traz água, por favor?" Carlos: "Sim, meu amor." E trouxe pros dois. Pau: "A gente ia só dormir, já era, senão vaza." Carlos: "Sim, docinho, já era, eu tava com a pica dura e quis te tocar, e você tava bem quente e molhadinha a buceta." PAU: "PORQUE EU TAVA DORMINDO, RÁ!" Carlos: "Tá bom, meu amor." Me abraçou, dormi de novo e acordei com os roncos dele. Acabei levantando. E continuei bebendo e fiquei no face pra ver se tinha algum encontro pra conseguir grana pra esses dias que faltam pra fechar o mês.






Carlos quando acordou depois de dormir mais de 12h. Falei pra ele: Pau, por enquanto eu quero ficar sozinha. E que essa parada do fim de semana não vai se repetir. Carlos: tá bom, eu espero o tempo que for preciso. Ele me deu um beijo e eu falei: o porteiro te abre.
Um monte de caras daqui de Córdoba tentou me contatar. Me encontrei com dois: um que eu já conhecia, a gente já tinha se visto duas vezes, e um novato. Que no hotel acabou sendo um merda, tive que chupar ele porque o pau não subia direito. Só queria que eu chupasse, não deixava eu tocar com as mãos.
Cansei de tanto tempo que tive que chupar e só depois de mais de meia hora ele endureceu. Coloquei uma camisinha e quis ir por cima pra gozar, mas ele mandou eu ficar de quatro. Mal começou a me comer, não durou nem um minuto e gozou. Quis pagar mais uma hora, porque falou que eu chupava muito bem.
Pau: não, não dá pra ficar mais uma hora, e ainda tô com a boca cansada e cãibra. Ele me deixou perto do meu apê.
Cliente: quando vou te ver de novo?
Pau: como eu falei, faço isso como um extra barato e de vez em quando, e prefiro fazer em Buenos Aires e Rosário. Dei um beijo nele e desci.
Mesmo eu não curtindo, fiz ele achar que não sou uma acompanhante que vive só disso. Já entrando, Eduardo me liga.
Edu: e aí, Pau, como cê tá? Eu tava tão chapado quando fui embora que nem falava. Quero te dizer que acho que todo mundo se divertiu pra caralho e podemos repetir quando você quiser.
Pau: o que aconteceu, já era. Te peço pra não contar pra ninguém.
Edu: beleza... eu queria te ver pra aproveitar de verdade, não do jeito que a gente tava.
Pau: não. Edu, não. Por causa do Tito, acabei fazendo com vocês.
Edu: tranquilo, fica de boa, não conto nada. E se rolar de novo ou não, o tempo vai dizer.
Pau: vou deixar você. Um beijo, não conta, por favor.
Subi e tomei um banho, precisava disso. Carlos escreveu uns dias, nunca respondi.












Carlos quando acordou depois de dormir mais de 12h. Falei pra ele: Pau, por enquanto eu quero ficar sozinha. E que essa parada do fim de semana não vai se repetir. Carlos: tá bom, eu espero o tempo que for preciso. Ele me deu um beijo e eu falei: o porteiro te abre. Um monte de caras daqui de Córdoba tentou me contatar. Me encontrei com dois: um que eu já conhecia, a gente já tinha se visto duas vezes, e um novato. Que no hotel acabou sendo um merda, tive que chupar ele porque o pau não subia direito. Só queria que eu chupasse, não deixava eu tocar com as mãos.
Cansei de tanto tempo que tive que chupar e só depois de mais de meia hora ele endureceu. Coloquei uma camisinha e quis ir por cima pra gozar, mas ele mandou eu ficar de quatro. Mal começou a me comer, não durou nem um minuto e gozou. Quis pagar mais uma hora, porque falou que eu chupava muito bem.
Pau: não, não dá pra ficar mais uma hora, e ainda tô com a boca cansada e cãibra. Ele me deixou perto do meu apê.
Cliente: quando vou te ver de novo?
Pau: como eu falei, faço isso como um extra barato e de vez em quando, e prefiro fazer em Buenos Aires e Rosário. Dei um beijo nele e desci.
Mesmo eu não curtindo, fiz ele achar que não sou uma acompanhante que vive só disso. Já entrando, Eduardo me liga.
Edu: e aí, Pau, como cê tá? Eu tava tão chapado quando fui embora que nem falava. Quero te dizer que acho que todo mundo se divertiu pra caralho e podemos repetir quando você quiser.
Pau: o que aconteceu, já era. Te peço pra não contar pra ninguém.
Edu: beleza... eu queria te ver pra aproveitar de verdade, não do jeito que a gente tava.
Pau: não. Edu, não. Por causa do Tito, acabei fazendo com vocês.
Edu: tranquilo, fica de boa, não conto nada. E se rolar de novo ou não, o tempo vai dizer.
Pau: vou deixar você. Um beijo, não conta, por favor.
Subi e tomei um banho, precisava disso. Carlos escreveu uns dias, nunca respondi.






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