Oieeee, tô de volta com a segunda parte dessa história que vários me incentivaram a continuar. Vamos lá: Da última vez, contei como uma trans tentou me dar um golpe, mas que, na experiência em que fiquei apavorado, senti algo a mais. Um prazer ou talvez uma excitação só de pensar no que aconteceu. Será que eu tava louco? Sou um idiota? Ou o que tava rolando comigo? Não fazia a menor ideia, só sabia que, por algum motivo, queria vê-la de novo. Mas pra quê? Fazia sentido? Claro que não. Então decidi: tinha que ir de novo. Esperei passar alguns meses pra ela não me reconhecer. A primeira coisa que fiz foi: parar de me masturbar. A segunda foi ir sem roupa íntima. A terceira foi usar um plug pequeno. Depois vesti uma tanga. E por último, coloquei uma gaiola de castidade. Talvez você se pergunte pra quê, mas minha mente não tava pensando direito, só pensava: se eu for feito uma putinha por baixo da roupa, ela com certeza vai tentar me tocar e perceber o que tô usando, talvez até se aventure a fazer algo mais. Obviamente, era a coisa mais idiota, doida e tarada que alguém poderia pensar, mas o que esperar de alguém que adora ser dominado e que, toda vez que uma parceira o submete ou aperta, fica duro igual pedra? Então, de manhã cedo, fui pra estação do metrô, espiei e dava pra ver o hotel, mas não sabia se ela ainda tava lá. Saí e caminhei pela avenida até chegar na quadra do hotel, e lá estava ela. Ela andava devagar, toda provocante, rebolando o quadril, e me olhou direto. Eu não fazia ideia do que fazer (eu sei, era meu plano, mas tava com tesão quando planejei, óbvio que era a coisa mais idiota). Ela me pegou pelo braço e se aproximou de um jeito que eu sentia o corpo dela colado no meu. Ela: Oi, gostoso. Quer um momento dos sonhos? Eu me senti paralisado, com a pele gelada. Eu: Ahn... não... não sei... eu... Ela: Acho que posso fazer muito por você. A mão direita dela desceu pro meu... traseiro, o qual eu apalpo com muita habilidade, soltou uma palmada forte. Ela: Hummm, você não sabe como eu fico louca com palmadas... deixa eu adivinhar, você é passivo, né? Ela brincou com o dedo até tocar a base do meu plug. Ela: O que você tá usando? Eu: Nada, não... A mão esquerda dela passou pela minha virilha, mas na hora ela ficou completamente em silêncio. Ela: Sua putinha. Sem nenhuma vergonha, ela puxou minha gaiola de castidade de um jeito que eu tive que andar atrás dela. Não vou mentir, a dor foi quase insuportável, a ponto de eu soltar um grito que era uma mistura de prazer e dor. Ela não disse mais nada e só foi me puxando pela gaiola até me levar pra recepção do hotel. Ela: Marco, me dá o roxo. Eu, sinceramente, nunca entendi o que ela queria dizer, achei que era algo deles, tipo um código ou algo assim. Chegamos no elevador, que foi até o penúltimo andar. Eu nunca tinha ido até lá, porque esses andares são dos quartos mais caros e meus clientes sempre pediam o mais barato. Quando chegamos no andar, ela me tirou de lá até chegar num quarto que ela abriu sem precisar de chave. Ela: Entra, sua putinha. Ela me empurrou e eu só apressei o passo. O quarto era muito maior que os normais, tinha cama, um banheiro completo, toalhas em forma de garças e vários brinquedos de masmorra sexual. Ela: Vamos ver, sua sissizinha. Minha mente na hora ficou paralisada. Era normal em chats ou fantasias me chamarem de coisas humilhantes, mas pessoalmente era algo muito novo pra mim. Eu: Olha, moça... Eu só vim pra ver... Ela: Cala a boca!!!!! O grito dela me deu medo de verdade. Ela: Você tá com uma calça muito fina, uma gaiola de castidade, uma bunda bem definida e, se não me engano, também tem um plug. Eu: Sim... é verdade. Ela: E? O que você quer? Não sabe que andar assim é contra a lei? Eu queria responder a mesma coisa sobre o trabalho dela, mas tava com medo e não pensei na hora. Eu: Bom, sim... mas... eu... Tava difícil formar uma frase clara. Eu: Vim porque já estive por aqui
Ela: Você é homem? Fala direito
Respira um pouco
Eu: Vim aqui uma vez e... te vi...
Ela: Quer meus serviços?
Eu: Não, é que... você tentou me assaltar da outra vez e...
A cara dela ficou séria, achei que ia me matar, na hora ela puxou o celular. Pensei que fosse chamar a polícia ou alguém, não importava, eu achava que tava em perigo
Eu: É... espera, não vim te causar problema, eu amei aquilo
Que merda eu falei? Foi o que pensei
A cara dela era de alguém totalmente confusa, e não culpo ela
Ela: Você é polícia?
Eu: Não, olha... quer ver... daquela vez você me fez ficar excitado, se grudou em mim e eu senti seu "volume", além disso... do jeito que você me segurava...
Parecia um idiota
Ela: Deita, agora
Ela falou sério, então obedeci, não sabia como ia fazer, mas supus que de barriga pra cima tava bom
Assim que deitei, ela montou em mim
Ela: Então é isso que você acha? Vou te satisfazer
Me virou de bruços e começou a tirar minha roupa até me deixar pelado
Ela: Dá pra ver que você é um amador
Eu: Por quê?
Ela me deu um tapa na bunda que ecoou no quarto inteiro
Eu: Ahhhh
Ela: Não fala se eu não permitir, é sua última chance. Daqui pra frente, eu mando
Eu só concordei com a cabeça
Ela: Muito bem, esse plug é de plástico, quebra mais rápido, um de metal é melhor. Não vai no mais barato
De cima, puxou minha gaiola junto com meus testículos
Ela: Essa gaiola é grande demais pra você, não deve ter nem 1 cm. Além disso, isso é uma miséria, você nem deve conseguir ficar duro
Agarrou meus testículos
Ela: Esses daqui agora são meus, você vai chamar de ovários
Soltou e pegou meu pau
Ela: Esse agora vai ser um clitóris
Minha mente só se enchia de fantasias e cenários que eu queria que acontecessem
Ela: Se quer ser uma puta, vai ser minha
Me puxou pelo cabelo
Ela: Entendeu, estúpida?
Eu: Sim, senhorita
Ela: Vai me chamar de "mestra", mas seus modos me agradam
Eu: Entendi, mestra Ela: Muito bem, mas tem um problema
Eu: Qual, mestra?
Ela: É que já tô quente
Senti algo quente colado nas minhas nádegas, era uma pica bem grande, pelo menos uns 17 cm
Ela: Você é uma puta suja, e ainda tem a cara de pau de vir dizer que te deixa com tesão ser assaltada? Você é doente, sua vadia maldita
Num instante eu tava morrendo de medo em cima da cama, e logo em seguida senti ela tirar meu plug, a ardência e a dor de como ela me penetrou de uma vez foi uma surpresa pra mim
Eu: ahhhhhhhhhhhhhhh
Ela puxou meu cabelo
Ela: Ou você cala a boca ou eu te estupro até você não conseguir andar
O medo e a dor tomavam meu corpo, dava pra sentir minhas lágrimas escorrendo dos meus olhos e o suor ardendo neles. O movimento do quadril dela era constante e ritmado, dava pra ver a grande experiência de acompanhante. Ela lambia meu pescoço e beijava minhas costas, essas sensações me faziam tremer
Ela: Tá gostando, sua putinha? Fica de quatro
Eu obedeci e fiquei de quatro, ela se levantou na cama e enfiou de novo inteira, meus gemidos saíam todos abafados
Ela: Se você conseguir me fazer gozar, vou deixar você descansar
Começou o vai e vem dentro de mim, no início lento mas forte, enquanto uma das mãos dela passou por baixo de mim e deu um puxão na minha gaiola
Eu: mmnnnmmmmn!!!!!
Eu mordia meus próprios lábios pra não gritar, enquanto ela torturava minhas bolas
Ela: Vamos, maricas
Eu perdia força nas pernas, mas sabia que podia piorar se eu falhasse. Passaram uns 20 minutos e eu não aguentei ficar na mesma posição, combinada com a dor de ser estuprado. Caí por falta de resistência nos quatro membros, e o pior foi sentir minha nova mestra cair em cima de mim enquanto ainda estava dentro, a pica enorme dela parecia que tava revirando meus intestinos
Ela só se levantou e foi pegar algo na mochila. Quando voltou, vi que tinha uma corda na mão e começou a amarrar meus braços e pernas
Ela: Isso vai fazer com que você não consiga se mexer. Vou te dizer o que vai acontecer. Agora você é meu propriedade, mas ainda não gozei dentro de você. Você vai ter que aguentar até passar, se fizer isso, vou te foder de novo. Eu só aceitei. Ela: Perfeito. Fechei os olhos e só pensei no que ia acontecer, sinto algo frio e líquido escorrendo pelas minhas nádegas. Ela: Já te desvirginei, agora vou ser um pouco gentil. Me deu uma chicotada com o cinto. Ela: mas não muito, hahaha. Jogou o cinto de lado e voltou ao que estava fazendo, me comeu por mais de 3 horas até que finalmente senti algo dentro de mim disparar, eu estava cheia da porra gostosa dela. Ela: Muito bem, putinha. Tirou o pau de dentro de mim e me deu uns tapas na bunda, o que fez o leite começar a escorrer, mas ela impediu colocando meu plug de volta. Ela: Como prêmio, vou fazer você gozar. Eu não entendia o que ia acontecer, até que senti ela me puxando com força até eu não aguentar mais e acabei me mijando na cama. Ela só riu e tirou umas fotos, antes de ir embora deixou minhas coisas debaixo do travesseiro, mas não me soltou, só deixou a porta aberta e foi embora. Bem, é isso por enquanto. Se eu ver que teve apoio, solto a terceira parte. E se quiserem saber o que rolou entre ela ir embora e eu sair do hotel (porque aconteceram umas coisinhas 🤭🤭🤭), me avisem.
Ela: Você é homem? Fala direito
Respira um pouco
Eu: Vim aqui uma vez e... te vi...
Ela: Quer meus serviços?
Eu: Não, é que... você tentou me assaltar da outra vez e...
A cara dela ficou séria, achei que ia me matar, na hora ela puxou o celular. Pensei que fosse chamar a polícia ou alguém, não importava, eu achava que tava em perigo
Eu: É... espera, não vim te causar problema, eu amei aquilo
Que merda eu falei? Foi o que pensei
A cara dela era de alguém totalmente confusa, e não culpo ela
Ela: Você é polícia?
Eu: Não, olha... quer ver... daquela vez você me fez ficar excitado, se grudou em mim e eu senti seu "volume", além disso... do jeito que você me segurava...
Parecia um idiota
Ela: Deita, agora
Ela falou sério, então obedeci, não sabia como ia fazer, mas supus que de barriga pra cima tava bom
Assim que deitei, ela montou em mim
Ela: Então é isso que você acha? Vou te satisfazer
Me virou de bruços e começou a tirar minha roupa até me deixar pelado
Ela: Dá pra ver que você é um amador
Eu: Por quê?
Ela me deu um tapa na bunda que ecoou no quarto inteiro
Eu: Ahhhh
Ela: Não fala se eu não permitir, é sua última chance. Daqui pra frente, eu mando
Eu só concordei com a cabeça
Ela: Muito bem, esse plug é de plástico, quebra mais rápido, um de metal é melhor. Não vai no mais barato
De cima, puxou minha gaiola junto com meus testículos
Ela: Essa gaiola é grande demais pra você, não deve ter nem 1 cm. Além disso, isso é uma miséria, você nem deve conseguir ficar duro
Agarrou meus testículos
Ela: Esses daqui agora são meus, você vai chamar de ovários
Soltou e pegou meu pau
Ela: Esse agora vai ser um clitóris
Minha mente só se enchia de fantasias e cenários que eu queria que acontecessem
Ela: Se quer ser uma puta, vai ser minha
Me puxou pelo cabelo
Ela: Entendeu, estúpida?
Eu: Sim, senhorita
Ela: Vai me chamar de "mestra", mas seus modos me agradam
Eu: Entendi, mestra Ela: Muito bem, mas tem um problema
Eu: Qual, mestra?
Ela: É que já tô quente
Senti algo quente colado nas minhas nádegas, era uma pica bem grande, pelo menos uns 17 cm
Ela: Você é uma puta suja, e ainda tem a cara de pau de vir dizer que te deixa com tesão ser assaltada? Você é doente, sua vadia maldita
Num instante eu tava morrendo de medo em cima da cama, e logo em seguida senti ela tirar meu plug, a ardência e a dor de como ela me penetrou de uma vez foi uma surpresa pra mim
Eu: ahhhhhhhhhhhhhhh
Ela puxou meu cabelo
Ela: Ou você cala a boca ou eu te estupro até você não conseguir andar
O medo e a dor tomavam meu corpo, dava pra sentir minhas lágrimas escorrendo dos meus olhos e o suor ardendo neles. O movimento do quadril dela era constante e ritmado, dava pra ver a grande experiência de acompanhante. Ela lambia meu pescoço e beijava minhas costas, essas sensações me faziam tremer
Ela: Tá gostando, sua putinha? Fica de quatro
Eu obedeci e fiquei de quatro, ela se levantou na cama e enfiou de novo inteira, meus gemidos saíam todos abafados
Ela: Se você conseguir me fazer gozar, vou deixar você descansar
Começou o vai e vem dentro de mim, no início lento mas forte, enquanto uma das mãos dela passou por baixo de mim e deu um puxão na minha gaiola
Eu: mmnnnmmmmn!!!!!
Eu mordia meus próprios lábios pra não gritar, enquanto ela torturava minhas bolas
Ela: Vamos, maricas
Eu perdia força nas pernas, mas sabia que podia piorar se eu falhasse. Passaram uns 20 minutos e eu não aguentei ficar na mesma posição, combinada com a dor de ser estuprado. Caí por falta de resistência nos quatro membros, e o pior foi sentir minha nova mestra cair em cima de mim enquanto ainda estava dentro, a pica enorme dela parecia que tava revirando meus intestinos
Ela só se levantou e foi pegar algo na mochila. Quando voltou, vi que tinha uma corda na mão e começou a amarrar meus braços e pernas
Ela: Isso vai fazer com que você não consiga se mexer. Vou te dizer o que vai acontecer. Agora você é meu propriedade, mas ainda não gozei dentro de você. Você vai ter que aguentar até passar, se fizer isso, vou te foder de novo. Eu só aceitei. Ela: Perfeito. Fechei os olhos e só pensei no que ia acontecer, sinto algo frio e líquido escorrendo pelas minhas nádegas. Ela: Já te desvirginei, agora vou ser um pouco gentil. Me deu uma chicotada com o cinto. Ela: mas não muito, hahaha. Jogou o cinto de lado e voltou ao que estava fazendo, me comeu por mais de 3 horas até que finalmente senti algo dentro de mim disparar, eu estava cheia da porra gostosa dela. Ela: Muito bem, putinha. Tirou o pau de dentro de mim e me deu uns tapas na bunda, o que fez o leite começar a escorrer, mas ela impediu colocando meu plug de volta. Ela: Como prêmio, vou fazer você gozar. Eu não entendia o que ia acontecer, até que senti ela me puxando com força até eu não aguentar mais e acabei me mijando na cama. Ela só riu e tirou umas fotos, antes de ir embora deixou minhas coisas debaixo do travesseiro, mas não me soltou, só deixou a porta aberta e foi embora. Bem, é isso por enquanto. Se eu ver que teve apoio, solto a terceira parte. E se quiserem saber o que rolou entre ela ir embora e eu sair do hotel (porque aconteceram umas coisinhas 🤭🤭🤭), me avisem.
1 comentários - Do susto à curiosidade 2
Ufff