— AIH, MEU DEUS! Um plano de vingança era algo que exigia mais que um pensamento intrusivo, eram dias de planejamento. — SIM, SIM, SIM! ME COME! Embora claro, como todo homem, pra pensar claramente uma boa gozada era necessária. — Como essa puta geme... Kevin pensava consigo mesmo enquanto fodia forte uma prostituta barata, não sabia o nome, nem é que realmente se importava. — Vamos, preciso que essa buceta aperte mais. Ele bateu forte com a mão na bunda dela, a puta só gemeu mais, aguentando na marra a estocada do Kevin. O cenário era pouco privado, só um beco da cidade, não passava ninguém, por sorte. — SIIIIIM~! A puta não parava de se inclinar mais e mais diante da pica do Kevin, que parecia querer penetrar até os pensamentos dela, já tavam quase duas horas trepando e ela não aguentava mais. Kevin levantou ela no ar, segurou com força enquanto começava a dar uma saraivada de estocadas na buceta dela, como se quisesse desfigurar. — AI, MEU DEUS! AI, MEU DEUS! AI, MEU DEUS! AI, MEU DEUS! AIHHHHH! A puta soltou um último gemido ao sentir a semente do Kevin se soltar dentro dela, a quantidade sendo demais pra segurar lá dentro e caindo no chão. — Não seja nojenta, vai, limpa isso. Kevin deixou ela cair, a pica dele que antes tava completamente dentro dela apareceu, grossa e grande, igual um troço de revista bwc. A mulher rapidamente se arrastou no chão pra chupar a pica e garantir de engolir qualquer vestígio do esperma solto. 36 centímetros de comprimento, 36 centímetros de prazer. Ovos grandes que eram massageados. Kevin agarrou a cabeça da mulher e forçou ela a segurar a pica dele na garganta. Apesar de tudo, os pequenos prazeres da vida aliviavam qualquer estresse. Tudo acabou, Kevin jogou $20 dólares pra mulher sentada no chão antes de ir embora. Saiu do beco andando pela cidade toda, não tinha lugar específico, só caminhava e pensava sobre o que tinha O que fazer ou o que não deveria fazer. Chego numa cafeteria, pedi algo simples, um café preto bem forte que levantaria até um morto. Peguei um caderno pra fazer anotações do meu plano que, com certeza, era mais simples do que se esperaria. A vingança seria na forma de destruir a família, homens e mulheres por igual. E a ação era simples: foder. Kevin ia focar em fazer sua atividade favorita com a própria família, faria eles terem que fazer isso de um jeito ou de outro, claramente focado nas mulheres. Quanto aos homens, provavelmente destruiria o status, a autoestima ou coisas assim, o básico. Lentamente, começou a escrever nomes de quem seria o alvo, começando pelas mulheres. — Mamãe deveria ser um dos alvos principais, parte da minha vida de merda é graças a ela e à falta de apoio dela. Emma, minha primeira irmã, Sarah, minha segunda irmã e May, minha terceira irmã... Minha avó paterna também faz parte disso, essa velha já me fodeu boa parte da minha vida também, além disso, é gostosa pra idade dela... Minha avó materna também, embora talvez seja mais suave com ela, não me fez nada, mas também não evitou nada. Umas quantas tias, algumas primas, talvez até uma sobrinha. Numa folha depois, foram pessoas próximas, mas não da família. — Tem quem também mereça o pior. Algumas amizades antigas, minha babá estúpida de anos atrás, lembro de algumas colegas de classe, a dona do bordel de onde fui banido, a gerente do cassino, provavelmente alguma ex... E numa folha depois, Kevin começou a anotar nomes masculinos. — Meu pai é o principal, embora comendo a esposa dele, as filhas e a mãe dele, resolvo cuidar dele. Também tem uma secretária que ele trata como filha na empresa dele, vou cuidar dela também. Dan, por outro lado... Bem, tem uma namorada há anos, vou tirar ela dele, talvez até dê pra pegar a sogra ou as irmãs se ele tiver... O principal disso seria foder a empresa do meu pai e foder o futuro do Dan. Deixou O caderno de lado pra pensar e tomar o café dela. — Tem mais. O gerente da academia de boxe, era meu sonho e aquele filho da puta estragou. Meu chefe atual, filho da puta do caralho. O arrombado que eu compro queijo, tá inflando o preço comigo. O do aluguel, filho da puta. O empresário que comprou o prédio onde eu morava antes, também filho da puta, eu gostava daquela área e o cara me expulsou do lugar. O gerente da empresa de carros perto do centro... Porra, são muitos, que vida de merda a minha... Preciso resolver alguns problemas... Kevin olhou pra carteira dele, tava quase vazia, era até engraçado ver uma mariposa saindo. — Isso é o principal agora, tem algum jeito de eu fazer dinheiro rápido agora? Ele levantou um pouco o olhar, a gerente do café tava olhando ele de canto com bastante fome, os olhares deles se conectaram por um segundo antes de Kevin se levantar. — Pelo menos economizo o café... Minutos depois, Kevin tava com a gerente chupando o pau dele com gosto. — As mulheres de hoje em dia são outra coisa. Kevin enfiou o pau dele na garganta dela, criando uma boa sintonia com os sons que saíam da mulher. Ser um puto não faz parte do plano, mas estar quebrado e pagar com sexo é melhor que nada. Ele tirou o pau da garganta da mulher e subiu ela na mesa, abriu as pernas dela e sem hesitar meteu o pau o mais fundo possível. — As casadas infelizes famintas por sexo são as melhores. Ele começou a se mover dentro da gerente sem delicadeza ou piedade, sexo bruto, do jeito que ele gostava, e a mulher parecia contente com isso. — Garotão...! — Poupa isso, me falam muito. As estocadas eram selvagens, os gemidos da mulher começavam a escapar pra fora do escritório, alguns funcionários ouviam e ficavam vermelhos, mas não interferiam. Kevin agarrava ela com força, enfiando o pau até o fundo da buceta dela. Ele teve um momento livre pra abrir a camisa abotoada dela e agarrar os peitos, logo começou a chupar os mamilos dela, a O gerente não demorou muito pra começar a mamar. O celular da mulher começou a vibrar, ela tentou pegar, mas Kevin pegou antes e jogou longe, começando a ser mais bruto com ela e com a buceta dela. — FILHO DA PUTA! ME COME! ME COME COMO SE SUA VIDA DEPENDESSE DISSO! FODA-SE O PAU PEQUENO DO MEU MARIDO! — Como a senhora mandar! Kevin segurou ela com força, dando uma última estocada, enchendo ela devagar com o esperma dele, e como era de costume, era tanto que transbordava da buceta. A gerente hiperventilava, tentava se acalmar, mas não conseguiu quando Kevin começou a se mover de novo dentro dela. — Moleque... — Não acaba até eu falar. Abriu as pernas dela antes de começar uma enfiada de touro nela. — ISSOOO!~
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