Um dos segredos que tenho com minha irmã... Depois daquela situação — em que vi a Romina, minha irmã, se tocando até gozar, no quarto dela, e não consegui evitar ficar tão excitado que eu também me masturbei observando ela escondido — as coisas mudaram um pouco. Não conseguia aceitar que era ela que me causava tudo aquilo. Era minha irmã! Companheira de toda a vida. Com quem descobri tanta coisa... Com quem a gente brincava quando criança até cair de cansaço. E agora eu... o que estava acontecendo comigo... sentia que tinha estragado tudo aquilo...
Claro que ela não sabia de nada, nem desconfiava que eu tinha ficado espiando ela. Nem imaginava que toda vez que eu cruzava com ela, na minha cabeça eu via os peitinhos dela com os bicos duros... a bunda dela, gordinha e redonda, coroando aquelas pernas fibrosas e definidas que o esporte tinha moldado. A buceta dela... linda. Macia... Doce... Quente e molhada...
Claro que essa última parte eu imaginava. Ou melhor, desejava. Sonhava com o gosto da buceta dela. Sonhava com ela gozando na minha boca. Me dizendo: "esse jogo você ganhou de mim no truque, irmãozinho..."
A real é que a partir do dia seguinte, eu mal conseguia falar com ela. Não aguentava olhar nos olhos dela. A relação meio que esfriou. Ela não fazia ideia do porquê. Se eu tava sozinho na piscina e ela vinha se refrescar ou pegar sol, eu saía na hora. É que eu não conseguia segurar a ereção. Preferia olhar ela da segurança do meu quarto.
Mesmo assim era difícil evitar ela, naquele verão, sem compromissos nem obrigações, a gente dividia a casa sozinhos o dia inteiro. A filha da puta uma tarde me pediu pra passar bronzeador nela... Não consegui segurar a excitação de tocar ela, não fazia sentido também recusar, todo verão eu fazia isso. Mas dessa vez foi diferente, o que antes não significava nada pra mim, agora me causava um calor intenso subindo na cabeça, um certo tremor na mão... Passei o creme nas costas dela, nos ombros, nas... Braços... Acariciei as pernas dela até onde tive coragem e um pouquinho mais... acabei roçando as bundinhas dela. "Ai, maninho! Tá me pegando na bunda, porra...!" ela disse, rindo. "Desculpa, me distraí" respondi, mas depois de fazer isso, acabei batendo uma no meu quarto... Depois disso, não saí de lá até o dia seguinte. Por que isso tava acontecendo comigo? Eu não tinha problema com as gatinhas. Se eu gostava de alguma, chegava junto, e na maioria das vezes dava sorte. Por que agora eu não conseguia tirar minha irmã da cabeça? Por que não tava afim de procurar outra gatinha pra aliviar o tesão ou ver pornô...? Nada. Só conseguia ficar excitado pensando nela. Mas era mais do que só excitação. Era uma emoção diferente... mais completa. Tava obcecado. 'Vai passar', eu pensava. Mas a situação parecia não ter fim. - O que foi? Tá acontecendo alguma coisa? - ela perguntou uma semana depois. - Não. Nada. Por quê? - menti. - Porque você tá meio isolado. Te vejo triste. Quer conversar? Aconteceu algo com alguma gatinha? - Não... nada a ver - menti de novo. Ela me olhava fixo, eu mal conseguia manter o olhar. Olhava pra boca dela, pra disfarçar. Acho que às vezes gaguejava ou sentia o rosto queimar. - Sabe o quê? Hoje à noite a Tatiana e a Ludmila vêm aqui. Vamos fazer uma maratona de filme de terror, hahaha. Por que você não fica com a gente? Você já conhece as minas, são legais. - E, mais baixinho, chegando a boca no meu ouvido, ela disse - shhh, não fala nada, vamos preparar uns drinks pra caramba. A Tati fez o curso de bartender e quer praticar com a gente. Vamos ficar podres de bêbados... Hahaha - aí ela sorriu pra mim, com aquela boca linda, mostrando todos os dentes - Então? Topa...? Vai! Fica com a gente. Você vai se divertir... Enquanto falava, acariciava meu braço, do ombro até o cotovelo. Quando ela se aproximou pra contar o segredinho, meu coração disparou... Na minha cabeça, cogitei a possibilidade de beijar aquela boca... Tava doidão. Ela insistiu até eu falar que sim. Não queria nem imaginar do que seria capaz de fazer bêbado... Naquela noite, a parada começou cedo. Umas 8 da noite já tava rolando um filme americano daqueles que têm umas 12 partes. De tão batido, funcionou como comédia. Verdade seja dita, a gente se divertiu pra caralho. Rimos pra cacete. Me senti à vontade. Conseguia me controlar bem. A regra era que entre um filme e outro a gente preparava o que ia beber. E a gente bebeu pra caramba... O tempo ajudou o plano porque, depois de um dia de calor infernal, naquelas horas já dava pra sentir uma tempestade braba chegando. Umas 10 da noite pedimos pizza e assistimos, acompanhados de doses de Rum ou Vodka, um clássico do Carpenter. Meio lento talvez, mas quando chegava no clímax era uma loucura... Meus velhos já tinham ido dormir fazia um tempo e a chuva, que tinha começado devagar, desabou naquele momento com toda a força. O temporal pedia algo mais pesado... Um filme chinês ou japonês, daqueles com clima pesado... As minas estavam morrendo de medo. As três estavam no sofá. Eu tinha me acomodado, sozinho, na poltrona da ponta. Preferia ficar meio afastado, por via das dúvidas. A gente já tava bem bêbado. As minas fechavam os olhos, metade de medo, metade de sono. Eu, mais do que ver os filmes, passei a noite inteira olhando pra Romina, as reações dela... o corpo dela iluminado pelos flashes da TV... Os pés descalços dela, as caretas que ela fazia com a boca... Eu curtia ela assim, de boa, à distância. Já era de madrugada, bem tarde. A chuva não dava trégua. Uma das minas tinha apagado no sofá, a outra preparou um 'último drink leve...' ela disse. Mas tava tão bêbada que nem sei o que colocou. Minha irmã tava com a língua solta. Eu acho que também tava meio assim. Só faltava um último filme. Italiano. Clássico. Argento... Esse sim deixava a gente com a pele arrepiada. Ainda mais que começava com uma chuva violenta, e igual lá fora, o vento soprando forte... A temperatura tinha baixou pra caralho, tava frio até. As minas estavam cobertas com um cobertorzinho, eu tava com a pele arrepiada. Logo apagou a amiga que ainda tava acordada e minha irmã apontava pra ela, divertida, bêbada, porque a amiga tava tão fora de si que escorria baba pelo canto da boca.
Assim, Romina, bêbada e tudo, tava linda. De regata sem sutiã e com uma minissaia que, quando ela se acomodava no sofá, dava pra ver aquela calcinha fio dental branca que eu tinha visto ela experimentar...
Minha irmã reclamou porque as minas, dormindo, roubaram o cobertor. Os mamilos marcavam, pontudos, de frio...
— Me dá um espaço... — falou, depois, se aproximando do meu sofá meio cambaleando.
— O que você quer, Romi! Não tem lugar aqui pra duas. — Tentei segurar ela.
— Qual é, tô com frio. Burrão... — os olhos, vermelhos de bebedeira, iam se fechando.
Sem esperar resposta, sentou em cima de mim e falou:
— Qual é, me abraça que tô com medinho também — e pegou meus braços pra eu cobrir ela.
Comecei esfregando os braços dela, mas logo tava, na verdade, acariciando. Sem controle, quis apalpar e apoiei uma mão no umbigo dela. Ela se ajeitou em cima de mim, deslizando devagar e, ao fazer isso, senti o roçar de toda a redondeza da bunda dela... Isso me deu uma ereção na hora. Ela se recostou pra trás, apoiando as costas toda no meu peito, sentando bem em cima do meu volume.
Será que ela tava percebendo ou não? Tava tão bêbada que não notava a pressão dura da minha pica...?
Na altura do meu nariz tava o cabelo e a orelha dela. Eu aspirava forte, pela agitação, mas também pra sentir o cheiro dela, queria cheirar ela. Depois soprava na orelha dela todo aquele ar quente que saía de dentro de mim.
Não conseguia saber se ela tava dormindo ou acordada, mas a pica começou a doer assim, dura e esmagada pelo corpo dela. Peguei ela com as mãos, pelas coxas, e levantei um pouco, arrastando pra cima, pra aliviar a pressão. Ao levantar ela, senti como A porra, encaixada entre as nádegas, percorreu todo o canal da bunda e acabou se acomodando na frente, apoiada entre os lábios da buceta. Nesse movimento, a saia tinha se dobrado, então, de cima eu podia ver claramente o volume acomodado na entrada da buceta dela, que estava ali, do outro lado da calcinha branca.
Através dos tecidos milimétricos que nos separavam, eu conseguia sentir o calor e a umidade da virilha dela. Foi então que ela começou a se ajustar. Disse algo que não entendi, como se estivesse reclamando.
Meu coração batia forte. Eu tinha passado do limite e a acordado. Queria morrer. Tinha ido longe demais. Não tinha desculpa... Mas não... Ela não estava se ajustando. Estava se esfregando... em cima de mim! E não eram reclamações... Estava gemendo! Apoiou os pés no chão. E assim, sustentada, se esfregava, pressionando bem a buceta contra o volume. Quase podia sentir os lábios dela se abrindo sobre as bordas da calcinha, que cada vez mais se enterrava no sexo dela.
Ela pegou minhas mãos e as levou até os peitos. Agarrei firme, procurei os mamilos e os acariciei. Estavam duros, mas não de frio. Estavam ardendo. Ela continuava se agitando, frenética, em cima de mim. Gemia quase silenciosamente. Eu não aguentava mais. Minha temperatura deve ter subido acima de 40. Sentia ela também, quente, agitada, chegando ao orgasmo. Mordia a língua para não gritar. Respirava no pescoço dela o aroma do suor. Não aguentei mais, num momento senti meu pau explodir...
Foi estranho. Foi como descarregar tudo, mas sem soltar completamente. Pela contenção da roupa, senti toda minha virilha ficando molhada. Ela se esfregou por mais alguns segundos, gemendo e com o rosto descomposto, até que meu volume perdeu a dureza e começou a murchar... Depois, virou o rosto, me olhou, bêbada, e me beijou ternamente, com uma pontinha de roçar de línguas. "Te amo", disse e se aninhou em cima de mim. Assim ficamos dormindo... Obrigado por ler. Por favor. deixa teu comentário ou opinião aí.
Claro que ela não sabia de nada, nem desconfiava que eu tinha ficado espiando ela. Nem imaginava que toda vez que eu cruzava com ela, na minha cabeça eu via os peitinhos dela com os bicos duros... a bunda dela, gordinha e redonda, coroando aquelas pernas fibrosas e definidas que o esporte tinha moldado. A buceta dela... linda. Macia... Doce... Quente e molhada...
Claro que essa última parte eu imaginava. Ou melhor, desejava. Sonhava com o gosto da buceta dela. Sonhava com ela gozando na minha boca. Me dizendo: "esse jogo você ganhou de mim no truque, irmãozinho..."
A real é que a partir do dia seguinte, eu mal conseguia falar com ela. Não aguentava olhar nos olhos dela. A relação meio que esfriou. Ela não fazia ideia do porquê. Se eu tava sozinho na piscina e ela vinha se refrescar ou pegar sol, eu saía na hora. É que eu não conseguia segurar a ereção. Preferia olhar ela da segurança do meu quarto.
Mesmo assim era difícil evitar ela, naquele verão, sem compromissos nem obrigações, a gente dividia a casa sozinhos o dia inteiro. A filha da puta uma tarde me pediu pra passar bronzeador nela... Não consegui segurar a excitação de tocar ela, não fazia sentido também recusar, todo verão eu fazia isso. Mas dessa vez foi diferente, o que antes não significava nada pra mim, agora me causava um calor intenso subindo na cabeça, um certo tremor na mão... Passei o creme nas costas dela, nos ombros, nas... Braços... Acariciei as pernas dela até onde tive coragem e um pouquinho mais... acabei roçando as bundinhas dela. "Ai, maninho! Tá me pegando na bunda, porra...!" ela disse, rindo. "Desculpa, me distraí" respondi, mas depois de fazer isso, acabei batendo uma no meu quarto... Depois disso, não saí de lá até o dia seguinte. Por que isso tava acontecendo comigo? Eu não tinha problema com as gatinhas. Se eu gostava de alguma, chegava junto, e na maioria das vezes dava sorte. Por que agora eu não conseguia tirar minha irmã da cabeça? Por que não tava afim de procurar outra gatinha pra aliviar o tesão ou ver pornô...? Nada. Só conseguia ficar excitado pensando nela. Mas era mais do que só excitação. Era uma emoção diferente... mais completa. Tava obcecado. 'Vai passar', eu pensava. Mas a situação parecia não ter fim. - O que foi? Tá acontecendo alguma coisa? - ela perguntou uma semana depois. - Não. Nada. Por quê? - menti. - Porque você tá meio isolado. Te vejo triste. Quer conversar? Aconteceu algo com alguma gatinha? - Não... nada a ver - menti de novo. Ela me olhava fixo, eu mal conseguia manter o olhar. Olhava pra boca dela, pra disfarçar. Acho que às vezes gaguejava ou sentia o rosto queimar. - Sabe o quê? Hoje à noite a Tatiana e a Ludmila vêm aqui. Vamos fazer uma maratona de filme de terror, hahaha. Por que você não fica com a gente? Você já conhece as minas, são legais. - E, mais baixinho, chegando a boca no meu ouvido, ela disse - shhh, não fala nada, vamos preparar uns drinks pra caramba. A Tati fez o curso de bartender e quer praticar com a gente. Vamos ficar podres de bêbados... Hahaha - aí ela sorriu pra mim, com aquela boca linda, mostrando todos os dentes - Então? Topa...? Vai! Fica com a gente. Você vai se divertir... Enquanto falava, acariciava meu braço, do ombro até o cotovelo. Quando ela se aproximou pra contar o segredinho, meu coração disparou... Na minha cabeça, cogitei a possibilidade de beijar aquela boca... Tava doidão. Ela insistiu até eu falar que sim. Não queria nem imaginar do que seria capaz de fazer bêbado... Naquela noite, a parada começou cedo. Umas 8 da noite já tava rolando um filme americano daqueles que têm umas 12 partes. De tão batido, funcionou como comédia. Verdade seja dita, a gente se divertiu pra caralho. Rimos pra cacete. Me senti à vontade. Conseguia me controlar bem. A regra era que entre um filme e outro a gente preparava o que ia beber. E a gente bebeu pra caramba... O tempo ajudou o plano porque, depois de um dia de calor infernal, naquelas horas já dava pra sentir uma tempestade braba chegando. Umas 10 da noite pedimos pizza e assistimos, acompanhados de doses de Rum ou Vodka, um clássico do Carpenter. Meio lento talvez, mas quando chegava no clímax era uma loucura... Meus velhos já tinham ido dormir fazia um tempo e a chuva, que tinha começado devagar, desabou naquele momento com toda a força. O temporal pedia algo mais pesado... Um filme chinês ou japonês, daqueles com clima pesado... As minas estavam morrendo de medo. As três estavam no sofá. Eu tinha me acomodado, sozinho, na poltrona da ponta. Preferia ficar meio afastado, por via das dúvidas. A gente já tava bem bêbado. As minas fechavam os olhos, metade de medo, metade de sono. Eu, mais do que ver os filmes, passei a noite inteira olhando pra Romina, as reações dela... o corpo dela iluminado pelos flashes da TV... Os pés descalços dela, as caretas que ela fazia com a boca... Eu curtia ela assim, de boa, à distância. Já era de madrugada, bem tarde. A chuva não dava trégua. Uma das minas tinha apagado no sofá, a outra preparou um 'último drink leve...' ela disse. Mas tava tão bêbada que nem sei o que colocou. Minha irmã tava com a língua solta. Eu acho que também tava meio assim. Só faltava um último filme. Italiano. Clássico. Argento... Esse sim deixava a gente com a pele arrepiada. Ainda mais que começava com uma chuva violenta, e igual lá fora, o vento soprando forte... A temperatura tinha baixou pra caralho, tava frio até. As minas estavam cobertas com um cobertorzinho, eu tava com a pele arrepiada. Logo apagou a amiga que ainda tava acordada e minha irmã apontava pra ela, divertida, bêbada, porque a amiga tava tão fora de si que escorria baba pelo canto da boca.
Assim, Romina, bêbada e tudo, tava linda. De regata sem sutiã e com uma minissaia que, quando ela se acomodava no sofá, dava pra ver aquela calcinha fio dental branca que eu tinha visto ela experimentar...
Minha irmã reclamou porque as minas, dormindo, roubaram o cobertor. Os mamilos marcavam, pontudos, de frio...
— Me dá um espaço... — falou, depois, se aproximando do meu sofá meio cambaleando.
— O que você quer, Romi! Não tem lugar aqui pra duas. — Tentei segurar ela.
— Qual é, tô com frio. Burrão... — os olhos, vermelhos de bebedeira, iam se fechando.
Sem esperar resposta, sentou em cima de mim e falou:
— Qual é, me abraça que tô com medinho também — e pegou meus braços pra eu cobrir ela.
Comecei esfregando os braços dela, mas logo tava, na verdade, acariciando. Sem controle, quis apalpar e apoiei uma mão no umbigo dela. Ela se ajeitou em cima de mim, deslizando devagar e, ao fazer isso, senti o roçar de toda a redondeza da bunda dela... Isso me deu uma ereção na hora. Ela se recostou pra trás, apoiando as costas toda no meu peito, sentando bem em cima do meu volume.
Será que ela tava percebendo ou não? Tava tão bêbada que não notava a pressão dura da minha pica...?
Na altura do meu nariz tava o cabelo e a orelha dela. Eu aspirava forte, pela agitação, mas também pra sentir o cheiro dela, queria cheirar ela. Depois soprava na orelha dela todo aquele ar quente que saía de dentro de mim.
Não conseguia saber se ela tava dormindo ou acordada, mas a pica começou a doer assim, dura e esmagada pelo corpo dela. Peguei ela com as mãos, pelas coxas, e levantei um pouco, arrastando pra cima, pra aliviar a pressão. Ao levantar ela, senti como A porra, encaixada entre as nádegas, percorreu todo o canal da bunda e acabou se acomodando na frente, apoiada entre os lábios da buceta. Nesse movimento, a saia tinha se dobrado, então, de cima eu podia ver claramente o volume acomodado na entrada da buceta dela, que estava ali, do outro lado da calcinha branca.
Através dos tecidos milimétricos que nos separavam, eu conseguia sentir o calor e a umidade da virilha dela. Foi então que ela começou a se ajustar. Disse algo que não entendi, como se estivesse reclamando.
Meu coração batia forte. Eu tinha passado do limite e a acordado. Queria morrer. Tinha ido longe demais. Não tinha desculpa... Mas não... Ela não estava se ajustando. Estava se esfregando... em cima de mim! E não eram reclamações... Estava gemendo! Apoiou os pés no chão. E assim, sustentada, se esfregava, pressionando bem a buceta contra o volume. Quase podia sentir os lábios dela se abrindo sobre as bordas da calcinha, que cada vez mais se enterrava no sexo dela.
Ela pegou minhas mãos e as levou até os peitos. Agarrei firme, procurei os mamilos e os acariciei. Estavam duros, mas não de frio. Estavam ardendo. Ela continuava se agitando, frenética, em cima de mim. Gemia quase silenciosamente. Eu não aguentava mais. Minha temperatura deve ter subido acima de 40. Sentia ela também, quente, agitada, chegando ao orgasmo. Mordia a língua para não gritar. Respirava no pescoço dela o aroma do suor. Não aguentei mais, num momento senti meu pau explodir...
Foi estranho. Foi como descarregar tudo, mas sem soltar completamente. Pela contenção da roupa, senti toda minha virilha ficando molhada. Ela se esfregou por mais alguns segundos, gemendo e com o rosto descomposto, até que meu volume perdeu a dureza e começou a murchar... Depois, virou o rosto, me olhou, bêbada, e me beijou ternamente, com uma pontinha de roçar de línguas. "Te amo", disse e se aninhou em cima de mim. Assim ficamos dormindo... Obrigado por ler. Por favor. deixa teu comentário ou opinião aí.
4 comentários - O segredo que tenho com minha irmã...