A Matrona Gostosa

Blanca Rosa, a matrona voluptuosa (04) Depois da tremenda punheta que deu no marido, Blanca Rosa sentiu que o cuzão dela tava precisando de atenção, então foi procurar seu Ramón pra ele beijar aquela bunda enorme. E depois ainda topou os pedidos sexuais de um jovem recém-casado que abordou ela na rua... Na segunda-feira de manhã, Blanca Rosa tava particularmente inspirada com a punheta que aplicou no Alberto, o marido dela de sessenta e três anos. Ela fez durar quase uma hora, com aqueles amassos insidiosos, deixando ele sempre na beira do gozo mas sem deixar chegar lá. Aos seus sessenta e dois atuais, a Blanca tem muita experiência em como brincar com os homens, e o coitado do marido é a vítima preferida dela, bom, a mais frequente, já que toda manhã ela faz dele objeto dos seus impulsos depravados. E o pobre termina todo largado e semi-inconsciente, igual depois que gozou com essa punheta magistral, que sugou a porra dele pra vários dias. Mas Blanca Rosa ia voltar ao ataque na manhã seguinte e com certeza daria um jeito de despachar ele de novo. Ela toma esse cuidado pra que no resto do dia o marido não tenha ânimo, nem esperma, pra tentar qualquer traição. Não que ela precise temer essa possibilidade, porque o coitado é um otário apaixonado por ela, e ainda fica meio lesado o dia inteiro, mas essa rotina matinal de abuso conjugal, Blanca Rosa não perderia por nada nesse mundo. Mas, claro, o cuzão enorme da Blanca Rosa ficou sem atenção marital naquela manhã, então ela decidiu se garantir com os carinhos devidos por outro meio. Vestiu a saia largona, e em vez do tailleur, cobriu os melões enormes com uma regata que teve que esticar pra caramba pra caber. E foi direto pra portaria do prédio. -Oi, seu Ramón, o senhor não teria a bondade de chupar um pouco minha buceta? Os olhos do zelador brilharam de alegria. -Claro que sim, vai ser um prazer! – exclamou, lembrando da bunda majestosa daquela senhora amiga. -Vem cá meu apartamentinho, que minha esposa viajou pra visitar a irmã! – Blanca Rosa sorriu baixinho, sabia que o porteiro era louco pela bunda dela e que era carta na manga pra qualquer pedido que ela fizesse. No apartamento, Blanca tirou a saia, deixando no ar as turgencias firmes da sua bunda enorme. E o homem se ajoelhou na hora, enfiando a cara entre as nádegas enormes. – Ai, seu Ramón, que bem disposto! – disse ela, lisonjeada, ao sentir a língua quente do homem entre os glúteos. O homem se agarrou naquela bunda grande, segurando-a pela cintura. E começou a rodar a língua com paixão. – O senhor não sabe quanto agradeço, seu Ramón! Esta manhã fiz uma baita punheta pro meu marido e o coitado ficou que nem precisava de ambulância – explicou, abrindo bem as nádegas, pra língua do homem chegar no cuzinho dela. A situação tava esquentando cada vez mais, e então, impulsivamente, ela pegou a nuca do homem, segurou com as duas mãos, e deu uma sentada na cara dele. E depois outra, e mais outra. O pobre do seu Ramón tava apanhando de bunda na cara, e a cada sentada respondia com um gemido. E Blanca aumentou a frequência das esfregadas de cara com a bunda, conforme sentia que tava chegando num orgasmo. Seu Ramón tremia os joelhos, sinal de que o negócio também tava afetando ele. Então Blanca, num espírito brincalhão, começou a mexer a bunda de um lado pro outro, esfregando as nádegas soberbas no rosto dele, uma e outra vez, até que o homem, na desesperação, se agarrou tão forte que ela não conseguia mais fazer movimentos laterais, e ficou sentindo aquela língua que lambia o interior da buceta dela. Bom, se não podia mexer a bunda pros lados, mexia pra cima e pra baixo. E o homem não conseguiu impedir esses movimentos lascivos que levavam a buceta dela ora pra língua, ora pro nariz dele, de forma cada vez mais vertiginosa. Finalmente Blanca Rosa parou porque o orgasmo tava vindo, e mantendo as duas mãos na Nuca do goleiro, ele esmagou a cara dela com a bunda, tanto que a língua gorda do homem chegou a uns centímetros dentro da buceta dela. E ali descarregou todos os espasmos da foda anal dele, por um bom tempinho. Quando tirou a bunda do rosto dele, pôde ver a mancha enorme na calça de seu Ramón, e ajudou ele a se levantar, afinal o homem também já tinha seus anos. E naquela hora ele estava com os olhos vidrados, mas era compreensível. — Muito obrigada, seu Ramón, você não faz ideia do bem que me fez. Já que meu marido não tava em condições de chupar minha buceta. Espero que você também tenha curtido. Ah, vejo que sim — disse, apontando pra mancha enorme de porra. — Foi um prazer, dona Blanca — conseguiu articular o homem, que ainda tava com os olhos vidrados. — Venha sempre que quiser. — E quando sua esposa volta? — Umas dez dias, mais ou menos. — Ah, que bom, com certeza vou visitar você antes... E Blanca seguiu com suas carnes majestosas pra rua. Levar aqueles melões enormes tão expostos, marcando os bicos na regatinha esticada, era um puta transtorno. Os homens no caminho, e algumas mulheres também, abriam os olhos feito ovo frito, como se não pudessem acreditar em tanta opulência. Alguns até se animaram a falar umas merdas. No fim, Blanca se rendeu, e pro próximo que falou algo, respondeu: — Se te anima tanto, o que você faria com eles? — Chupava eles, gostosa! — Era um cara de uns trinta anos, a idade de um dos filhos dela, e pela paixão na voz, Blanca Rosa sentiu que podiam se dar bem. — E só? — perguntou com voz fria. — Amassava eles, beijava e fazia uma punheta no meio! — disse o rapaz. — Tá bom — aceitou Blanca, vamos ver como você se comporta, jovem. E se deixou levar pra um hotel, notando a vara dura na calça do galã dela. Com certeza, pensou, o marido já devia ter se recuperado o bastante pra cuidar dos cansados... Passos em direção ao trabalho. No hotel Blanca Rosa, ele apontou para o anel que o rapaz usava: — Pô, caramba, você é casado! — Sim, mas faz pouco tempo, e quando vi você, entendi que faltava algo no meu casamento... — disse ele, avançando as duas mãos sobre o imponente bule da sua convidada. Blanca Rosa deixou que o rapaz apalpasse seus peitos enormes através da camiseta. As mãos do jovem, apaixonadas e incansáveis, logo encheram de ardor seus pesados melões. E Blanca soltou um suspiro que era toda uma declaração. O garoto não parecia muito apressado em tirar as enormes tetonas da camiseta, então Blanca, atraindo a cabeça dele para um dos mamilos, enfiou-o na boca dele, com camiseta e tudo. O rapaz se agarrou com sua boca quente bem aberta e a língua trabalhando como a de um apaixonado. Blanca soube que era verdade que no casamento do seu novo amigo faltava algo. E, enternecida pela chupada através da camisetinha, levou a mão até a virilha do garoto, libertando o pau dele no ar. Estava completamente duro e era de um tamanho respeitável. Blanca não se animou a acariciá-lo com medo de que o jovem gozasse e acabasse a diversão para as tetonas dela. Mas, com dois dedinhos, puxou o prepúcio, deixando a glande exposta. O pau ereto estremeceu. Ela trocou a cabeça do seu novo namorado de um tetão para o outro, e ficou sentindo a chupada. Com a outra mão, o recém-casado amassava loucamente a outra teta, provocando uma certa umidade nos olhos de Blanca, que estavam ficando turvos. A matrona lembrou da época da amamentação do mais velho dos seus filhos, que durou até os vinte e quatro anos dele, e que ainda agora, já casado, de vez em quando repetia. A nora dela não tinha tudo o que era preciso, e saber que há coisas em que não pode ser substituída pela nora é um prazer para toda mãe. Então Blanca Rosa compreendia e permitia que seu filho recorresse a ela quando precisava. Naturalmente, seu marido era alheia a essas demonstrações de amor filial, já que certamente lhe causariam ciúmes. Bom, a temperatura da nossa voluptuosa matrona foi aumentando, até que ela decidiu tirar a regatinha, para sentir a boca quente do rapaz diretamente. O que ela não previu foi que, quando o jovem se deparou com todo o esplendor daquela peitaria na cara, a paixão o dominou e do pau dele saiu um jato de porra que acertou em cheio na parte de baixo do peito esquerdo. Com mão rápida, a Blanca corrigiu a posição do pau, para que a próxima descarga fosse no outro peito. E as que vieram depois foram parar em qualquer lugar, sempre dentro do glorioso torso da sessentona. O rapaz desabou na cama, de costas. – Puxa – ela o repreendeu, inclinando-se sobre o pau já murcho do garoto, – pelo visto você não cumpre suas promessas – e com a boca limpou o leite do membro do seu pretendente. – Você tinha me prometido fazer uma punheta entre meus peitões... – E enfiou o pau do rapaz na sua boca quente e suculenta, acariciando-o com a língua. A carne jovem respondeu na hora. E a Blanca sentiu o pau inchando dentro da boca. Isso a excitou tanto que ela decidiu tirar a saia, ficando também nua por baixo. Quando já não conseguiu mais segurar o membro ereto na boca, tirou-o quase completamente, e ficou chupando e lambendo só a cabecinha descoberta. Certamente isso ele também não teria em casa com a esposa recém-casada. Mas experiência é algo que não se encontra assim tão fácil. O jovem recém-casado estava nas nuvens, completamente arrebatado pela chupada. Então a Blanca se jogou de costas na cama para que o rapaz fizesse o famoso espanhol entre os peitos dela. Mas ao ver tanta carne esplendorosa, o garoto se atirou sobre ela, enfiando a vara na buceta. A Blanca ia reclamar, mas uma boa e apaixonada pica na buceta não é algo que se recuse, então ela pensou aquilo. de "cala a boca e aproveita" e deixou que seu entusiástico novo amigo se deleitasse com seu corpo. Então, envolvendo sua cintura com suas coxas gostosas, a lasciva matrona se deixou comer bem comido. Afinal, já fazia alguns anos que seu marido Alberto não mostrava um tesão desses, embora ela ainda conseguisse virá-lo na cama. Mas só uma vez por dia, infelizmente. E sentir aquela pica jovem metendo na sua buceta era uma experiência decididamente romântica. Então, envolvendo a cabeça do garoto com seus melões, ela se dedicou a dar beijos de língua gostosos que fizeram o moleque perder todo o controle da situação, cuja pelve continuou dando estocadas de forma instintiva. Blanca queria que a coisa durasse mais, mas não conseguiu parar de beijar a boca do recém-casado, nem de responder com sua pelve a cada pica que recebia. Assim, levado pelas ondas do erotismo, o garoto gozou dentro da buceta apaixonada da sua anfitriã, que espremeu a rola até o último jato. Por sorte para Blanca, ela também deu uma grande foda, enquanto pensava que seu marido já devia estar começando seu novo dia de trabalho, bem aliviado por sinal. Embora tivesse acabado, enquanto ele ainda tinha o pau dentro, sua pelve continuou agradando ele com movimentos repetidos que, apesar de o garoto ter ficado semiconsciente sobre ela, fizeram com que seu membro não perdesse a dureza. Então Blanca continuou se divertindo por um bom tempo. Aos poucos, a consciência foi voltando ao espírito do seu amante, e com ela começaram os vai e vem da sua rola, que parecia pronta de novo. Então a doce matrona tirou ele de cima e o sentou sobre sua barriga. – Promessa é dívida – lembrou ele, olhando para o membro ereto apontando para a linha de separação dos seus melões. O jovem lembrou, e ainda mais quando Blanca Rosa, levantando ele pelas nádegas, conduziu sua rola para o meio das duas tetonas. O recém-casado pegou ambos os melões por pelos lados, apertando o membro ereto. E Branca agarrou as nádegas do rapaz com as suas pra ajudá-lo a se balançar. Ver aparecer a cabeça vermelha da glande a cada vai e vem entre as tetas dela, a excitava irresistivelmente. E levantando os olhos, via a expressão de alheamento na cara do seu galã. Com certeza, a sua jovem esposinha não teria algo assim pra fazê-lo tão feliz. Não, com certeza não tinha, porque depois de alguns minutos a glande começou a jorrar grossas porradas de esperma que foram parar na cara da matrona encantada, até que ela conseguiu pegar e consumir o resto da porra. Poucos momentos antes de o adorador dos seus peitos gozar, Branca enfiou um dedo entre as nádegas peludas dele, bem fundo no buraco, e pôde sentir os tremores dele enquanto o rapaz ia soltando os jatos. —Espero que o senhor não se incomode se eu me masturbar do seu lado — disse pro seu amante deitado, enquanto enfiava a mão na pussy, com as coxas bem abertas. E se acariciando apaixonadamente, soltou gemidos e ofegos de prazer tão gostosos que, quando teve o seu glorioso orgasmo, pôde ver a cock do rapaz novamente ereta. —Não, por hoje já chega. O senhor precisa deixar um pouco pra sua mulherzinha — disse, olhando com pena o simpático aparelho. —Mas outro dia, se quiser continuar me agradando, a gente pode continuar. — E estendeu o cartãozinho dela, com o telefone e os horários em que o marido não estava. —Foi um prazer conhecê-lo — disse ao sair do quarto, olhando pro admirador todo espalhado, com o nabo duro, de barriga pra cima na cama. O rapaz não soube bem o que responder, mas sem dúvida tinha recebido uma lição de urbanidade. "Assim é o love", pensou Branca, "o respeito mútuo é o mais importante". Porque ela sabia que esse rapaz sentiria dali em diante um respeito fanático por ela. Então com certeza ele ia prestar seus respeitos muitas vezes no futuro. E ela ia cuidar pra deixar um pouco pra jovem esposa, porque as jovens esposas também merecem respeito. Quando saiu na rua, veio à mente dela a imagem da mão dele acariciando uma bela rola, alguma um pouco maior que a do Alberto, o marido dela, e decidiu que um desses dias visitaria a associação senegalesa, levada sem dúvida pela inspiração. Ela tinha sondado a opinião do marido sobre as diferenças raciais, e por sorte ele não tinha nenhum tipo de racismo. Então estava tudo certo.

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