Com o tempo, comecei a sair com os amigos e amigas dela. As amigas dela também eram bem gostosas, mas a ideia de comer minha sobrinha era outro nível. Quando alguma amiga dela me olhava com vontade ou fazia gestos, piscava, etc., ela logo fingia estar brava e dizia: — Com meu tio não, sua filha da puta, é meu — e me agarrava pelo braço. Quando saíamos com as “melhores amigas” dela, se sentávamos na grama, ela deitava a cabeça na minha perna e colocava uma mão entre minha perna e o rosto dela para tocar na minha pica, ou esperava eu sentar para se sentar no meu colo. No começo, ela sentava mais perto dos joelhos, mas com mais confiança começou a sentar mais pra cima e, às vezes, rebolava a bunda fazendo minha pica endurecer. Também sentava de lado, e eu colocava uma mão na bunda dela e outra no joelho, e ela levava minha mão pelas coxas como se quisesse que eu colocasse o dedo nela. As amigas viam e não falavam nada, só se olhavam e riam. Às vezes diziam: — Neném, para um pouco, vai acabar comendo seu tio se continuar assim — seguidas de risadas, como se fosse normal. No dia que comi ela pela primeira vez, a gente tinha saído com todos os amigos dela e não rolou nada entre nós. Na verdade, ela beijou um dos amigos, e eu obviamente não falei nada. Como vingança, eu a deixava de lado e era mais atencioso com as amigas dela, o que a deixava puta. Elas apertavam meus braços, eu as levantava pela cintura, deixava elas acariciarem meu cabelo ou me darem beijo na bochecha. Nada disso me afetava, era só pra irritar ela. Voltando pra casa, quando anoiteceu, ela veio reclamar de como eu estava brincando com as amigas dela. Eu só ria. No caminho, fomos pegos pela chuva. Como não parava, ela ficou na minha casa. Emprestei uma camiseta minha e um short de futebol que ficavam gigantes nela pra ela tomar banho. Nisso, ela disse: — Não vai me espionar, tio — piscou um olho, mandou um beijo e deixou a porta do banheiro entreaberta. Fiz. O que todo punheteiro teria feito, fiquei uns vinte minutos olhando ela, como a água quente descia pelas tetas e pela bunda dela, minha boca enchia d'água enquanto ela se ensaboava, me olhava e se masturbava. Nisso, ouço meu velho se levantar, fecho a porta do banheiro e saio pra cozinha fingindo que não era nada, com a pica explodindo de tesão. Parte 3...
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