Tudo rolou entre 2021 e 2025. Minha irmã tava morando com o marido dela em Córdoba e vinham visitar de vez em quando. A última vez que vi minha "sobrinha" (Sofia: filha do marido da minha irmã com a ex-mulher dele) foi no final de 2019, ela tinha uns 16/17 anos e eu uns 20. Nessa época, a gente quase não se falava, nem se seguia nas redes sociais. Depois veio a pandemia e a gente não se viu mais.
No meio de 2021, com a quarentena menos restritiva, eles decidiram vir pra Santa Fé porque meu cunhado tinha recebido notícias ruins de um parente. Enquanto estavam aqui, minha irmã vinha com a Sofia lá em casa. Nesse ano e meio que a gente não se via, ela tinha ficado muito gostosa, tinha mudado pra caralho. Como elas vinham mais vezes, a gente ficou mais íntimo, porque descobrimos que tínhamos um monte de coisas em comum, tipo hobbies, gostos musicais e séries. Ela até começou a me chamar de tio, e isso, junto com a vontade de partir ela ao meio, me deixava louco de tesão.
A gente começou a se seguir no Instagram e, uma vez, ela respondeu um story que eu tinha postado pra adicionar gente na minha lista de melhores amigos. Aí eu falei:
Eu: Você tá maluca, não posso te adicionar.
Sofia: Por que, tio?
Eu: Não dá pra você ver o que eu posto.
Sofia: Não tem problema, eu não conto nada.
Eu: Não, Sofia, sou seu tio, não rola.
Sofia: Mesmo assim, não sou filha da sua irmã. Eu te adiciono nos meus melhores amigos também.
Sinceramente, eu tava enrolando porque queria que ela dissesse que ia me adicionar nos stories dela, já que ela tem uma bunda e uns peitos que me faziam querer pular em cima dela quando a gente tava sozinho. Bom, a gente se adicionou e, entre reações e respostas nos stories, aos poucos foram rolando umas coisas mais picantes. A gente se roçava por baixo da mesa, ela me mostrava como a fio dental ficava nela, e eu já começava a pegar nos peitos e na bunda dela de um jeito discreto. Ela respondia com um "ai, tio" e esfregava a bunda toda no meu pau. A filha da puta sabia que me deixava louco de tesão e adorava. Fazia de propósito, já que as conversas pelo Instagram ou WhatsApp já tinham um tom mais quente e até pedia pra eu tirar fotos dela pra postar nas redes. Às vezes, pedia pra eu usar meu celular, depois ela escolhia e me mandava. Quando eu queria apagar, ela não deixava e falava: — “Ué, não quer ter fotos minhas no seu celular, tio?”. Eu dizia que se alguém visse aquelas fotos, a gente podia se dar mal, e por isso eu apagava (mas não esvaziava a lixeira e recuperava depois). Ficamos assim por um tempo: roçadas, encostos, beijos de despedida no canto dos lábios e, de vez em quando, passava a mão por cima da roupa... Parte 2 em outro post..
No meio de 2021, com a quarentena menos restritiva, eles decidiram vir pra Santa Fé porque meu cunhado tinha recebido notícias ruins de um parente. Enquanto estavam aqui, minha irmã vinha com a Sofia lá em casa. Nesse ano e meio que a gente não se via, ela tinha ficado muito gostosa, tinha mudado pra caralho. Como elas vinham mais vezes, a gente ficou mais íntimo, porque descobrimos que tínhamos um monte de coisas em comum, tipo hobbies, gostos musicais e séries. Ela até começou a me chamar de tio, e isso, junto com a vontade de partir ela ao meio, me deixava louco de tesão.
A gente começou a se seguir no Instagram e, uma vez, ela respondeu um story que eu tinha postado pra adicionar gente na minha lista de melhores amigos. Aí eu falei:
Eu: Você tá maluca, não posso te adicionar.
Sofia: Por que, tio?
Eu: Não dá pra você ver o que eu posto.
Sofia: Não tem problema, eu não conto nada.
Eu: Não, Sofia, sou seu tio, não rola.
Sofia: Mesmo assim, não sou filha da sua irmã. Eu te adiciono nos meus melhores amigos também.
Sinceramente, eu tava enrolando porque queria que ela dissesse que ia me adicionar nos stories dela, já que ela tem uma bunda e uns peitos que me faziam querer pular em cima dela quando a gente tava sozinho. Bom, a gente se adicionou e, entre reações e respostas nos stories, aos poucos foram rolando umas coisas mais picantes. A gente se roçava por baixo da mesa, ela me mostrava como a fio dental ficava nela, e eu já começava a pegar nos peitos e na bunda dela de um jeito discreto. Ela respondia com um "ai, tio" e esfregava a bunda toda no meu pau. A filha da puta sabia que me deixava louco de tesão e adorava. Fazia de propósito, já que as conversas pelo Instagram ou WhatsApp já tinham um tom mais quente e até pedia pra eu tirar fotos dela pra postar nas redes. Às vezes, pedia pra eu usar meu celular, depois ela escolhia e me mandava. Quando eu queria apagar, ela não deixava e falava: — “Ué, não quer ter fotos minhas no seu celular, tio?”. Eu dizia que se alguém visse aquelas fotos, a gente podia se dar mal, e por isso eu apagava (mas não esvaziava a lixeira e recuperava depois). Ficamos assim por um tempo: roçadas, encostos, beijos de despedida no canto dos lábios e, de vez em quando, passava a mão por cima da roupa... Parte 2 em outro post..
1 comentários - A época que eu comia minha sobrinha (filha do cunhado) P.1