Num presĂdio de segurança mĂĄxima, localizado nos arredores da cidade, uma avaliação especial estava sendo preparada. A juĂza Magdalena Santibåñez, conhecida por sua postura imponente, lĂĄbios vermelhos perfeitamente delineados e curvas que desafiavam os limites de sua toga, havia sido designada para um programa experimental para reduzir a superlotação carcerĂĄria. Tratava-se de escolher um Ășnico detento de bom comportamento para conceder um indulto especial, uma liberdade antecipada sob "supervisĂŁo direta". Mas Magdalena tinha seus prĂłprios mĂ©todos. Aos 44 anos, com uma autoridade que brotava de cada palavra e um desejo hĂĄ muito reprimido, ela decidiu colocar em prĂĄtica um teste... diferente. Estava cansada de relatĂłrios e papelada. Dessa vez, queria sentir de verdade se alguĂ©m merecia voltar para a sociedade. A sala estava preparada. Um cĂŽmodo branco, com um longo tapete vermelho, luzes baixas e uma cadeira de couro preto ao fundo, onde ela se sentou cruzando as pernas, vestida com uma saia justa, blusa branca mal abotoada e sua clĂĄssica toga preta aberta na frente. Nada de cĂąmeras. Nada de testemunhas.
Entraram cinco detentos selecionados pelo bom comportamento. Todos fortes, tatuados, com um olhar que misturava respeito, desejo e nervosismo. Mandaram eles formarem uma fila na frente da juĂza. âMuito bem, senhores âdisse Magdalena, acariciando a borda do copo d'ĂĄgua.â. Hoje um de vocĂȘs vai ganhar a liberdade. Mas nĂŁo por causa de relatĂłrio nenhum. Quem decide sou eu. E pra isso tenho dois requisitos. SilĂȘncio absoluto. âO primeiro⊠âela se levantou e começou a andar na frente deles, devagar, felinaâ. Ă ter a "vara" mais impressionante. Grande. Comprida. Dura. Uma que me convença que consegue⊠penetrar as dificuldades da vida âdisse, olhando direto pro primeiro da filaâ. Podem abaixar as calças. O primeiro detento, um moreno musculoso chamado Esteban, obedeceu sem hesitar. O pau dele saiu livre, grosso e cheio de veias, ainda meio duro. Magdalena se aproximou, se agachou sem perder a elegĂąncia, pegou ele na mĂŁo e murmurou: âHmm⊠Bom começo. PrĂłximo. Um por um, os detentos foram mostrando seus atributos. Uns mais compridos, outros mais grossos. Mas quando chegou no quarto â um dominicano de olhar escuro chamado RaĂșl â, a juĂza parou. O pau dele era simplesmente monstruoso: mais de vinte centĂmetros de carne pulsando, ainda sem estar completamente duro. Magdalena sorriu. âParece que temos um favorito preliminar⊠âdisse, acariciando o tronco com as duas mĂŁos, sentindo ele endurecer por completo. Ela sentou de novo e cruzou as pernas. âSegundo requisito: desempenho. Preciso saber se vocĂȘs sĂŁo capazes de satisfazer, de dar tudo de si⊠Se vĂŁo conseguir se adaptar Ă vida lĂĄ fora⊠ou dentro de uma mulher. Ela tirou os saltos devagar, abriu ainda mais a blusa, deixando Ă mostra os peitos durinhos sem sutiĂŁ, e apontou pra cadeira na frente dela.
âUm de cada vez. E sem piedade. Começa vocĂȘ, Esteban. O moreno nĂŁo hesitou. Ajoelhou-se, abriu-lhe as pernas e começou a devorar a buceta dela com fome selvagem. A lĂngua dele trabalhava com precisĂŁo e desejo, provocando gemidos que enchiam a sala. Magdalena se contorcia, mas queria mais. Esteban se levantou e a penetrou de uma estocada, fazendo-a gemer alto, sem medo.
âSim⊠assim! Mais forte! âela gritou, arranhando as costas dele. Quando terminou, ofegante e com o esperma escorrendo entre as coxas, mal deu tempo pra ele se limpar. O segundo jĂĄ tava pronto.
Um atrĂĄs do outro, eles a possuĂram. Uns com paixĂŁo, outros com raiva. Ela julgava cada um com cada gemido, com cada orgasmo.
Mas foi o RaĂșl que deixou ela louca. Quando entrou nela, encheu ela como ninguĂ©m antes. Fez ela gritar como nunca, segurando ela pelo pescoço, apertando os peitos dela e mordendo os bicos, bombando a buceta dela com força desumana.
âMeu Deus⊠vocĂȘ⊠vocĂȘ vai me quebrar! âela gritava entre espasmos, enquanto ele nĂŁo parava de meter. Fez ela gozar trĂȘs vezes. Quando terminou, a juĂza estava largada na cadeira, pelada, com as pernas abertas e o corpo brilhando de suor e tesĂŁo.
Ela respirou fundo, ajeitou o cabelo e, com um sorriso malicioso, disse: âPerdĂŁo concedido⊠para o RaĂșl. Mas vocĂȘ nĂŁo vai sair ileso. De agora em diante, vai ficar sob minha custĂłdia pessoal.
Ele sorriu. E enquanto se aproximava para pegå-la de novo, Magdalena soube que aquele homem não voltaria só pra sociedade⊠mas pra cama dela.
RaĂșl chegou na casa da juĂza Magdalena com uma mochila no ombro e um sorriso arrogante. Vestia jeans justos, camiseta regata, e o mesmo rastro de luxĂșria que tinha deixado na sala de avaliação. A juĂza o esperava de roupĂŁo de seda preta, saltos finos e uma taça na mĂŁo. Ao abrir a porta, o olhou de cima a baixo. âBem-vindo ao seu novo lar. Aqui vocĂȘ vai ver se Ă© realmente capaz de se reintegrar Ă sociedade⊠começando pelo meu corpo. RaĂșl entrou sem dizer uma palavra. Fechou a porta, largou a mochila e, sem esperar ordens, se ajoelhou na frente dela, levantou o roupĂŁo e começou a lamber suavemente a buceta dela. A lĂngua dele percorreu os lĂĄbios molhados de Magdalena como se estivesse bebendo um elixir proibido.
âMmmm... assim... assim que eu gosto de começar o dia âsussurrou ela, apoiando as costas na parede, segurando a cabeça dele com força. Raul nĂŁo parava. A lĂngua dele se enfiava, girava, lambia, chupava. A juĂza tremia, gemia sem vergonha, e em menos de cinco minutos jĂĄ se contorcia em espasmos, gozando na boca dele. âBom ofĂcio o de... provador de juĂzas âriu ela, ofeganteâ. Mas ainda tem mais provas.
Ela o levou para o quarto, o despiu, o pau dele pulou duro, escorrendo, ela lambeu a ponta e o chupou com devoção, deixando ele mais duro e brilhante, pediu que ele se deitasse na cama e guiou o pau dele na buceta molhada e sentou em cima, cavalgando com fĂșria, gemendo a cada investida. O corpo dela, maduro mas firme, quicava contra o dele, com os peitos duros como pedra. âVocĂȘ tem que saber aguentar... Ou vai gozar que nem um moleque? â ela o desafiava entre gemidos, enquanto se movia igual a uma selvagem no cio.
RaĂșl segurou ela pela cintura e virou ela de repente, colocando-a de costas e pegando ela de novo, dessa vez com mais força, mais fundo. Mas Magdalena nĂŁo tinha terminado com ele. Empurrou ele de novo na cama, montou em cima, lambeu o peito dele, a barriga, as coxas⊠atĂ© a lĂngua encontrar outra parte. â Se vocĂȘ vai morar aqui, vai ter que aprender a dar e a receber, amor⊠Sem avisar, cuspiu e começou a chupar o cu dele com maestria, enquanto masturbava devagar a pica jĂĄ ensopada. RaĂșl ofegava, meio tremendo, entregue. â E agora⊠é sua vez, negĂŁo. Magdalena se ajoelhou de quatro, abriu as nĂĄdegas e mostrou o cu, apertado, molhado, rosado e provocante. â Vamos ver se vocĂȘ sabe usar bem essa ferramenta. RaĂșl cuspiu, encaixou ela, e devagar foi enfiando a pica enorme no cu da juĂza. Ela gritou, primeiro de dor, depois de puro prazer. NĂŁo era a primeira vez que fazia isso, mas nunca com um homem tĂŁo grande.
Ele a pegou com força, feito um animal, metendo sem piedade enquanto ela se agarrava aos lençóis, gritando a cada estocada. âIsso! Me dĂĄ! Arrebenta esse meu cu, presidiĂĄrio de merda! Me faz tua! Ele obedeceu. Gozou dentro dela com um rugido profundo, sentindo a juĂza tambĂ©m gozar pela terceira vez, se contorcendo toda. CaĂram juntos na cama, suados, ofegantes, satisfeitos. Minutos depois, Magdalena se levantou, serviu outra dose e olhou pra ele com um sorriso de vitoriosa. âBom, jĂĄ provamos que vocĂȘ serve como massagista, provador, garanhĂŁo e consolo anal. AmanhĂŁ a gente avalia suas habilidades com as algemas e o uniforme de oficial. RaĂșl se acomodou na cama, sorrindo. âSe toda reabilitação fosse assim, esse paĂs tava cheio de cidadĂŁo de bem. Ela deu um gole e murmurou: âCom um como vocĂȘ⊠jĂĄ me basta.
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