Na África tropical (2) Uma gostosa volta pras terras da infância dela, na plantação do pai, onde encontra um mundo de orgias de todo tipo: racial, zoofilia, coroas, novinhos... tudo serve pra dar prazer. Comecei a procurar meus esconderijos antigos e a perguntar, naqueles rolos leves com meus amigos saudosos, quais eram os melhores lugares pra ver os casais no ato. Foi aí que alguém me disse que, se eu quisesse ver meu velho pai em ação, era só ir na casa dos hóspedes e observar. E foi o que fiz. Preparei meu esconderijo e fiquei lá quase uma hora. Quando já tava pronta pra ir embora, apareceu meu pai com o leque dele, colocou no jardim escondido uma daquelas poltronas enormes de vime estilo Emanuel, puxou um pau grosso pra fora na luz fraca do sol e quase cochilou. Aquilo tava me parecendo chato, quando duas adolescentes, com cara de meninas ou duas meninas com cara de adolescentes, apareceram na esquina e começaram a rodear o pauzão do meu senhor pai. Elas levantavam ele como se tivesse nojo, cuspiam no buraquinho dele e esfregavam entre as roupas delas. Quando o pau foi ganhando cor e tamanho, elas encaixavam a bunda entre as pernas do dono da casa e, levantando a saia por trás, iam se sentando naquele piru tão macio, pra consolo do meu pai, que soltava uma espuminha pelos cantos da boca enquanto um sorriso safado de quem dorme no maior delírio aparecia na cara dele. A mais novinha puxava a amiga pra abrir espaço. Quando conseguiu, em vez de sentar nas pernas, ajoelhou e, pegando aquele pau lindo que tinha perdido a firmeza mas ganhado um brilho danado, levou à boquinha tenra dela e, como se fosse um sorvete, levou o velho tarado ao maior prazer. Ele, como se acordasse, pegou a cabeça da menina e empurrava mais e mais pra ela engolir o mastro inteiro, quase sufocando a garota. Pequena que se agarrava nos negros colhões do Coronel, enquanto a amiguinha enfiava o polegar no cu dela pra deleite dos três; depois deixaram a bela peça descansar da mamada violenta. As brincadeiras ao redor do velhote continuavam, puxavam ele pra cá e pra lá, faziam cócegas e acabaram quase amarrando ele na cadeira e, pra raiva dele, vendaram os olhos dele, e aí já foi o delírio, o Coronel se remexendo pra se soltar, a raiva subindo na mesma medida que as meninas, já sem nenhuma vergonha, levantavam as roupas e enfiavam um dos dedos do Coronel nos buraquinhos delas, ele queria pegar aquelas bucetinhas lindas e pequenas e apalpar elas à vontade, e as meninas brincavam com ele, chegaram a quase dar uma trepada com o dedão dele. Quando se divertiram pra caralho, derrubaram a cadeira de costas e, depois dos berros do meu pai, as duas mocinhas mijaram longamente bem na cara dele, o que deixou meu pai estupefato e meio se lambendo com aquele néctar doce; e deixaram ele lá caído, amarrado e cego, e com o pau que, depois da mijada, tinha uma forma e posição interessante, não pensei duas vezes, já que era impossível meu pai, ou seja, o Coronel durão, me reconhecer, saí do meu esconderijo, me aproximei do baita homem assustado que não sabia o que tava rolando, e, tirando minha calcinha, me preparei pra enfiar o grosso piru que meu papai apresentava. E foi assim que, pra surpresa dele, pois algo dizia que aquilo não fazia parte do roteiro, ele foi ficando alerta e perguntando se aquela que tava dando pra ele era essa ou aquela, e pela longa lista parecia ter uma boa legião de amantes, entre as quais até a minha tia, a quadrada, e assim, me segurando nas laterais da poltrona, montei naquele cantimpalo que não era nenhum fora de série, mas a grossura dele junto com o tamanho logo fizeram minha bucetinha transbordar de paixão e alcançar o tão desejado orgasmo, e não satisfeita com isso, abri de novo meus lábios e soltei uma mijada ácida e uma cagadinha doce, como lembrança e vingança por aquela atitude reta e hipócrita que ele tinha comigo; e ali também o deixei perdido em espumas e berros. O caso foi famoso, porque embora pareça que gente de confiança dele o encontrou, não se sabe quanta gente pôde se aproximar ao ouvir seus gritos, e além disso quem era o bonitão que ia e o desamarrava se expondo a qualquer coisa, quem agiu alertado por trabalhadores da fazenda foi o criado dele, que eu acho que de vez em quando meu pai devia estar comendo, a julgar pela atitude servil dele. Sabendo então que minha querida tia entendia mais do que aparentava, tracei um pequeno plano para comer ela, porque queria provar seus cachinhos loiros e ver como subiam em suas doces bochechas o rubor do prazer e de ser descoberta, e fui até seus aposentos distantes, a salvo de olhares indiscretos; era meia-noite e eu planejava abrir o quarto dela e me meter na cama, mas a surpreendida fui eu mesma; ao me aproximar da porta, não só vi luz como também palavras sussurradas de comando; então coloquei o olho na grande fechadura e lá espiei minha tia de cinquenta anos pelada montada em um negro bestial, cavalgando ele como se fosse um cavalo, vestida com botas de montaria e com um chicote que usava de vez em quando em Erice, um criado negro de quase dois metros e 130 quilos, tão grande quanto burro; de vez em quando minha tia passava a mão para trás e entre as nádegas do idiota, apalpava se o instrumento monstruoso do garanhão, que também arrastava pelo chão, ia ganhando tamanho e firmeza. A verdade é que nunca tinha visto uma pica daquele tamanho e não estava muito a fim de provar, mas pelo menos tocar e acariciar um pouquinho, então esperei o joguinho acabar e a festa começar, o que não demorou. Minha tia ficou de quatro e pediu para o bobão do Erice que agora era a vez da bunda dela. cavalinho fazer as delícias dela, e foi assim que o negão imenso meio se colocou como uma ponte com o pau pendurado e minha tia passando por baixo dele, se esfregando e dando lambidas nesse belo artefato, quando já estava do jeito que ela queria, pediu ao seu rapaz das cocheiras que enchesse sua preciosa bainha, Erice então pegou a espada com as duas mãos e, mantendo a posição de ponte, foi enfiando na minha tia em sua linda conchinha, Edmunda a cada estocada recuava mais para poder absorver o mais vorazmente possível aquela pica, já tinha mais da metade enfiada e minha tia dava ais de prazer e de perdão por tão louvável castigo, para delícia do idiota que ria com sua risada boba enquanto dava grandes palmadas nas ancas da minha tia. Naquele momento em que estavam de costas, entrei eu, bem sorrateiramente, e pegando a cock do Erice enfiei até quase o cabo na bocetinha da minha tia, as reações foram impressionantes, o bobo deve ter sentido a alegria da vida dele, outras mãos estavam bolinando as bolas e a pica dele e além disso tinha enfiado até o cabo a cock, minha tia se sentiu desfalecer com tanta carne dentro e ainda seu sufoco aumentou quando se sentiu sendo bolinada; depois que se recuperaram do susto, impus minhas condições e assim, um de quatro e o outro como ponte, me deslizei por baixo deles para ver em primeiro plano como uma conchinha tão rosada e doce podia comer um biscoito tão monstruoso como aquele, de vez em quando ajudava com uma linguada para que aquilo não superaquecesse demais; e assim pude ver a poucos centímetros como uma cock preta de quase quarenta e cinco causava estragos numa bocetinha como a da Edmunda que já estava fora de controle. Se a cock era enorme, o esguicho de porra foi até com som estéreo, e ali foi tudo saindo em borbotões, uma goza suave e melosa como óleo de coco, que fui passando nos peitos e na bunda; uma vez terminada a tarefa do rapaz das cocheiras, coloquei ele na cama e ordenei que esticasse a cock. sobre sua barriga, coisa que cumpriu direitinho, montei em cima dele e, roçando aquele pedaço de cano na minha fenda, consegui, junto com as lambidas nos meus peitos do preto e as delícias da minha tia com a língua no meu cu, um dos meus melhores orgasmos; a verdade é que aquela pica cada dia me agradava mais, porque o toque, o comprimento e a grossura dela, junto com a imbecilidade do sujeito, tudo isso junto fazia dela um objeto especial pra brincadeira mais perversa, sem ter que aturar a insolência do macho. O resto dos dias foram os encontros e jogos clássicos, até que fui ficando sabendo que logo se celebraria o dia do Grande Rei, coisa que não entendi direito o que era ou quem participava, mas que tinham como prêmio e presente pela minha volta e feliz aniversário. Alguém também me sussurrou enquanto me enfiava a vara que talvez fosse bom eu saber como minha mãe treinava pra tal evento, e já que meu pai ia viajar por umas semanas, eu podia conferir certos preparativos da minha querida mamãe, e com essa ideia fui pegando no sono enquanto meus dois amantes disputavam pra enfiar suas duas picas finas na minha buceta já satisfeita, coisa que deixei eles fazerem enquanto me abandonava nas doces cenas com o árabe e sonhava com o que minha mãe faria no treino dela, e o que meu pai faria durante essas duas semanas de viagem longa. A partir do sussurro, comecei a vigiar mais de perto minha mãe, depois da partida do Coronel. Sandra, minha querida e amantíssima mãe, depois que o marido foi embora, o que fez foi pegar seus bichinhos de estimação mais queridos do jardim, onde meu pai os deixava, e levá-los com ela pra seus aposentos afastados na ala Norte, que davam pro Lago, e lá passava as horas da noite fumando e saindo pra tomar o ar quente da noite na sua majestosa varanda, acompanhada dos dois bichinhos. Por mais que eu me esforçasse e vigiasse do meu quarto, não vi subir homem nenhum, nem branco nem preto, nem vindo da plantação nem do lago até os Os aposentos da minha mãe, o que me deixava surpresa e intrigada; apertei um pouco mais o círculo da espionagem e também não vislumbrei grande coisa, pois a criadagem se recolhia aos seus alojamentos, exceto a fogosa Traganta, que dormia aos pés da cama da minha mãe desde que me lembro, salvo quando o Coronel visitava Sandra, embora suspeite que mais de uma vez ela também ficou, e o que já não sei é se participava das brincadeiras do Coronel. Eu estava mais que intrigada com os treinos da minha mãe, e, exceto pelos longos passeios, não achava que ela preparasse nada extraordinário; ou seja, revirei o quarto dela quando saiu para uma de suas longas caminhadas, e, exceto um pequeno consolo anal de marfim e alguns grossos meias de lã do meu pai, pouca coisa mais encontrei... Busquei então um possível lugar ou esconderijo para vigiar as duas mulheres no seu espaço mais íntimo, que encontrei atrás de um guarda-roupa que minha mãe mal usava e que tinha outra porta meio falsa por onde, anos atrás, meu pai colocava seus amigos e amigas quando minha mãe não estava. Quando anoiteceu, me enrolei no cubículo apertado e ali adormeci, pois acho que minha mãe se demorou demais naquela noite. Como disse, estava dormindo quando me assustei com um latido de Caimão, o dogue alemão da minha mãe, que latia na minha direção; pensei que tinha sido descoberta, mas Traganta chamou o animal e com isso pude me preparar para observar o que acontecia do outro lado dos bambus. O que vi ali me deixou meio estupefata, e agora entendia algumas coisas: Traganta e Sandra tinham espalhado algumas almofadas pelos tapetes fofos e agora chamavam seus bichos de estimação: Caimão, que mandaram deitar, e começaram a calçar as grossas meias de lã do meu pai nas patas dianteiras dele, assim como nos cachorrinhos de colo da minha mãe, e terminaram a tarefa soltando da corrente Romualdo, o grande orangotango. Reuniram-se então todos, animais e mulheres, no centro do quarto. Entre os travesseiros, numa cena que já conheciam pela rapidez com que acontecia e pela adaptação ao lugar que cada um ocupava, as madames começaram a ficar leves de roupa, ou seja, ficaram só de sutiã e calcinha e começaram a deixar os dois cachorrinhos de colo no ponto, que logo se esforçavam para se deliciar com o sabor que havia por trás dos tecidos das duas mulheres. Elas abriam as pernas e deixavam os cachorrinhos brincarem com seus focinhos entre as dobras das calcinhas, de vez em quando deixavam que eles chegassem até suas duas bucetas, o que deixava os dois animais mais do que no ponto, que já batalhavam por outra fase, como dar espaço e calor aos seus nada desprezíveis paus, considerando o tamanho deles. Enquanto Romualdo procurava pulgas na barriga de Caimã e massageava seus ovos enormes, e este ia dando longas lambidas nas babas que saíam da bainha do orangotango; era um círculo perfeito e assim funcionavam. Minha gordinha mãe logo se virou e, depois de colocar um travesseiro debaixo da barriga, abriu as pernas e convidou o velho cão cooker a dar uma esfregada na porta dos fundos. Bastou a posição para que Andranás, que era o nome dele, babasse longuíssimas lambidas no cu da minha mãe e colocasse em órbita uma pica que já batalhava para encontrar seu buraco, tateava se agarrando à bunda da minha mãe enquanto ela se entretinha beijando os instrumentos dos outros acompanhantes, que continuavam meio que se punhetando um ao outro, um com suas longas mãos e o outro com lambidas. Nisso estava quando Andranás conseguiu seu objetivo sem ajuda e enfiou na minha mãe até a cebolinha, que Sandra se encarregava de mostrar à sua criada negra como quem diz até onde o condenado já tinha chegado. Diz que Tranganta não estava em pior situação, pois tinha metido na buceta até o talo da pica do outro cooker, sem que um único suspiro tivesse saído. Aquilo me deixou a mil e comecei a me acariciar enquanto eu não tirava os olhos de tudo aquilo. Quando os dois cachorrinhos gozaram à vontade, as duas sátiras colocaram de novo seus ladyboys e se ajeitaram como se fossem dormir entre aquelas almofadas, estavam nisso quando os dois grandes monstros pararam de se punhetar e se aproximaram das madames; Romualdo bem devagar se aproximou da minha mãe e enfiou um dos seus dedos longos e peludos por dentro da cinta da calcinha da minha mãe, ela se reajustou um pouco melhor e deixou aquele dedo comprido ir entrando na sua buceta mais e mais, até começar a fazê-la suspirar de prazer, enquanto Romualdo com a outra mão manobrava no próprio instrumento que ia ganhando forma e tamanho. Traganta, que já tinha sido despojada da sua tanga pelo Caimão a mordidas, abria as nádegas para que o cachorrão pudesse cravar-lhe o dardo, as investidas eram tremendas e embora ele a segurasse firme pela cintura e ela rebolasse de um jeito endemoniado, a ponta do dardo só batia nas nádegas sem achar o maldito buraco; numa dessas, o imenso cão cravou o dardo até o talo, Traganta dava gritinhos e pedia mais e mais, coisa que o Caimão estava disposto a dar, pois acabou enfiando até a base no meio da boceta, o que deixou os gritos da empregada da minha mãe ainda mais enlouquecidos. Ela, ao ver que o Caimão já se virava sobre a pata traseira, chamou o cachorro que se arrancou brutalmente da criada, para satisfação dela, pois não gritou nada, e ainda se refestelava com toda aquela meleca, chamando os cachorrinhos de colo para terminarem o serviço. Sandra, assim que conseguiu que o Caimão se aproximasse, deitou-o de costas e pegou o instrumento do animal e apertou com força por baixo da base, que inchou ainda mais, apresentando um aspecto impressionante; minha mãe montou no instrumento e o introduziu devagar, a boceta dela abriu as portinhas até abraçar a pica do cachorro, nisso o animal tentou se levantar e o que conseguiu foi que a cebolinha entrasse toda, eu já tava fora de mim e torcia meu clitóris em busca do orgasmo.. Sandra, já fora de si, fez um sinal pro Romualdo e ele, que até agora só dava grandes babadas nas costas de Sandra, se posicionou atrás dela, empurrou um pouco e começou a tentar meter a pica de macaco onde desse, a enguia da pica do Caimão e a própria baba do orangotango faziam tudo ficar cheio de fluido e foi assim que minha mãe engoliu as duas imensas pirocas na buceta, com o que ela se apertava mais no cachorro pra não deixar escapar e jogava uma mão pra trás pra incentivar o macaco a apertar mais um pouco.. A cena era impressionante, minha mãe enfiada se deixou cair sobre o Caimão, o macaco agora encontrou o buraco preto do cu e sem se encomendar nem a deus tirou a pica e enfiou direto lá onde tinha um dedo metido, a Traganta era limpa a consciência e eu já ia não sei em qual orgasmo, tão excitada que não percebia meus próprios gritos, e fui descoberta pelos animais que saíram de seus respectivos buracos e se jogaram em cima do vestiário. De lá me tiraram minha mãe e a Traganta, e me pegando ambas pelos braços e pernas me levaram pro centro do quarto, e convidando o macaco enquanto me seguravam pra me montar, eu resistia tanto que me colocaram de barriga pra baixo botando um travesseiro debaixo da minha barriga, com o que minha xota ficava agora numa boa altura, e assim minha mãe fazendo de mangueira passou suas próprias melecas na pica do símio e a enfiou direto na minha buceta, o Romualdo devia ser bem treinado pois foi metendo devagar seu longo e estranho instrumento que subia e subia até parecer que ia me partir em dois, mas o gosto era tão intenso, e mais quando se retirava devagar e depois voltava a começar de novo e assim fui desmaiando; até aparecer no dia seguinte em minha própria cama..
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