Na África tropical (2) Uma gostosa jovem volta pras terras da infância dela, na plantação do pai, onde encontra um mundo inteiro de orgias de todo tipo: racial, zoofilia, coroas, novinhos... tudo serve pra dar prazer. Comecei a procurar meus esconderijos antigos e a perguntar, naqueles leves flertes com meus amigos saudosos, quais eram os melhores lugares pra observar os casais no ato. E foi assim que alguém me disse que, se eu quisesse ver meu velho pai em ação, era só ir na casa dos hóspedes e olhar. E foi o que fiz. Preparei meu esconderijo e fiquei lá quase uma hora. Quando já tava pronta pra ir embora, meu pai apareceu com o leque dele, colocou no jardim reservado uma daquelas poltronas enormes de vime estilo Emanuel, tirou pra fora um pau grosso na luz fraca do sol e quase cochilou. Aquilo me pareceu chato, até que duas adolescentes apareceram na esquina, com cara de meninas ou duas meninas com cara de adolescentes, e começaram a rodear o pau enorme do meu senhor pai. Levantavam ele como se tivessem nojo, cuspiam no buraquinho dele e esfregavam entre as roupas delas. Depois, quando o pau foi ganhando cor e tamanho, encaixavam a bunda entre as pernas do dono da casa e, levantando a saia por trás, iam se sentando naquele piru tão macio, pra consolo do meu pai, que soltava espuminha pelos cantos da boca enquanto um sorriso safado de quem dorme em pleno delírio aparecia no rosto dele. A mais novinha puxava a amiga pra abrir espaço. Quando conseguiu, em vez de sentar nas pernas, ajoelhou e, pegando o belo pau que tinha perdido a firmeza mas ganhado um brilho bonito, levou à boquinha tenra dela e, como se fosse um sorvete, levou o velho safado ao deleite mais puro. Ele, como se acordasse, pegou a cabeça da menina e empurrava mais e mais pra ela engolir o mastro inteiro, quase sufocando a garota. Pequena que se agarrava nos negros colhões do Coronel, enquanto a amiguinha enfiava o polegar no cu dela pra deleite dos três; depois deixaram a bela peça descansar da mamada violenta. As brincadeiras ao redor do velhote continuavam, puxavam ele pra cá e pra lá, faziam cócegas e terminaram quase amarrando ele na cadeira e, pra raiva dele, vendaram seus olhos, e aí já foi o delírio: o Coronel se debatendo pra se soltar, a raiva subindo na mesma medida em que as meninas, já sem nenhuma vergonha, levantavam as roupas e enfiavam um dos dedos do Coronel nos seus buraquinhos. Ele queria pegar aquelas bucetinhas lindas e apalpar à vontade, e as meninas brincavam com ele, chegaram a quase dar uma trepada com o dedão dele. Quando se divertiram pra caralho, derrubaram a cadeira de costas e, depois dos berros do meu pai, as duas mocinhas mijaram longamente bem na cara dele, o que deixou meu pai estupefato e quase se lambendo com aquele doce néctar; e ali deixaram ele caído, amarrado e cego, com o pau que, depois do mijo, tinha uma forma e postura interessante. Não pensei duas vezes, já que era impossível meu pai, ou seja, o Coronel durão, me reconhecer. Saí do meu esconderijo, me aproximei do baita homem assustado que não sabia o que tava rolando e, tirando a calcinha, me preparei pra enfiar o grosso piru que meu papai apresentava. E foi assim que, pra surpresa dele — porque algo dizia que aquilo não fazia parte do roteiro —, ele foi ficando alerta e perguntando se aquela que tava dando pra ele era essa ou aquela, e pela longa lista parecia ter uma boa legião de amantes, entre as quais até a minha tia, a mais fechada. E assim, me segurando nas laterais da poltrona, montei naquele cantimpalo que não era nenhum fora de série, mas a grossura dele junto com o tamanho logo fizeram minha bucetinha transbordar de paixão e alcançar o tão desejado. orgasmo, não satisfeita com isso, abri de novo meus lábios e dei uma mijada ácida e uma cagadinha doce, como lembrança e vingança por aquela atitude reta e hipócrita que ele tinha comigo; e ali também o deixei perdido em espumas e berros. O caso foi comentado, porque embora pareça que gente de confiança dele o encontrou, não se sabe quanta gente pôde se aproximar ao ouvir seus gritos, e além disso quem era o bonitão que ia e o soltava se arriscando a qualquer coisa, quem agiu alertado por trabalhadores da fazenda foi o seu mordomo, que eu acho que de vez em quando meu pai devia estar comendo, pelo seu jeito servil. Sabendo então que minha querida tia entendia mais do que aparentava, tracei um pequeno plano para comer ela, porque queria provar seus cachinhos loiros e ver como subiam em suas doces bochechas o rubor do prazer e de ser descoberta, e fui até seus aposentos distantes, a salvo de olhares indiscretos; era meia-noite e eu planejava abrir o quarto dela e me meter na cama, mas a surpreendida fui eu mesma; ao me aproximar da porta, não só vi luz como também palavras sussurradas de comando; então coloquei o olho na grande fechadura e lá espiei minha tia de cinquenta anos, pelada, montada num negro bestial, cavalgando ele como se fosse um cavalo, vestida com botas de montaria e com um chicote que usava de vez em quando em Erice, um criado negro de quase dois metros e 130 quilos, tão grande quanto burro; de vez em quando minha tia passava a mão para trás e entre as nádegas do idiota, apalpava se o instrumento monstruoso do garanhão, que também arrastava pelo chão, estava ganhando tamanho e firmeza. A verdade é que nunca tinha visto uma pica daquele tamanho e não estava muito a fim de provar, mas pelo menos tocar e acariciar um pouquinho, então esperei o joguinho acabar e a festa começar, o que não demorou. Minha tia ficou de quatro e pediu pro bocó do Erice que agora era a vez dele. cavalinho fazer as delícias dela, e foi assim que o negão imenso meio se colocou como uma ponte com o pau balançando e minha tia passando por baixo dele, se esfregando e dando lambidas naquela engenhoca linda, quando já estava do jeito que ela queria, pediu ao seu peão de estábulo que enchesse sua preciosa bainha. Erice então pegou a espada com as duas mãos e, mantendo a posição de ponte, foi enfiando na conchinha linda da minha tia. Edmunda, a cada estocada, recuava mais para poder absorver com mais voracidade aquela pica. Já tinha mais da metade enfiada e minha tia soltava ais de prazer e de perdão por tão louvável castigo, para delícia do idiota, que ria com sua risada boba enquanto dava grandes tapas nas ancas da minha tia. Nesse momento, que estavam de costas, entrei eu, bem sorrateiramente, e pegando a cock do Erice, enfiei até quase o cabo na bucetinha da minha tia. As reações foram impressionantes: o bobo deve ter sentido a alegria da vida dele, outras mãos estavam acariciando as bolas e a pica dele, e ainda tinha enfiado até o cabo a cock. Minha tia sentiu que ia desmaiar com tanta carne dentro, e ainda mais seu sufoco aumentou quando se sentiu sendo acariciada. Depois que se recuperaram do susto, impus minhas condições e assim, um de quatro e o outro em posição de ponte, me deslizei por baixo deles para ver em primeiro plano como uma conchinha tão rosada e doce podia engolir um biscoito tão monstruoso quanto aquele. De vez em quando, eu ajudava com uma lambida para que aquilo não superaquecesse demais. E assim pude ver a poucos centímetros como uma cock preta de quase quarenta e cinco centímetros causava estragos numa bucetinha como a da Edmunda, que já estava fora de controle. Se a cock era enorme, o jato de porra foi até com som estéreo, e ali foi tudo saindo em borbotões, uma gozação suave e melosa como óleo de coco, que fui passando nos peitos e na bunda. Uma vez concluída a tarefa do peão de estábulo, coloquei ele na cama e ordenei que esticasse a cock. Sobre sua barriga, coisa que cumpriu direitinho. Montei em cima dele e, roçando aquele pedaço de cano na minha fenda, consegui, junto com as lambidas nos meus peitos do negão e as delícias da minha tia com a língua no meu cu, um dos meus melhores orgasmos. A verdade é que aquela pica cada dia me agradava mais, porque o toque, o comprimento e a grossura dela, junto com a imbecilidade do sujeito — tudo isso junto fazia dela um objeto especial pra brincadeira mais perversa, sem ter que aturar a insolência do macho.
O resto dos dias foram os encontros e brincadeiras de sempre, até que fui ficando sabendo que logo ia rolar o dia do Grande Rei. Não entendi direito o que era ou quem participava, mas disseram que era um prêmio e presente pela minha volta e feliz aniversário. Alguém também sussurrou no meu ouvido, enquanto me enfiava a vara, que talvez fosse bom eu saber como minha mãe treinava pra esse evento. E já que meu pai ia viajar por umas semanas, eu podia conferir certos preparativos da minha querida mamãe. Com essa ideia, fui pegando no sono enquanto meus dois amantes disputavam pra enfiar as duas picas finas na minha boceta já satisfeita. Deixei eles fazerem o que quisessem, enquanto me entregava às doces cenas com o árabe e sonhava com o que minha mãe faria no treino dela, e o que meu pai faria durante essas duas semanas de viagem longa.
Depois do sussurro, comecei a vigiar minha mãe de perto, após a partida do Coronel. Sandra, minha querida e amantíssima mãe, depois que o marido foi embora, fez o seguinte: recolheu suas mascotes mais queridas do jardim, onde meu pai as deixava de lado, e levou elas com ela pros aposentos isolados da ala Norte, que davam pro Lago. Lá, ela passava as horas da noite fumando e saindo pra pegar o ar quente da noite na sacada majestosa, acompanhada das duas mascotes. Por mais que eu me esforçasse e vigiasse do meu quarto, não vi subir homem nenhum — nem branco, nem preto, nem vindo da plantação, nem vindo do lago — até os... os aposentos da minha mãe, o que me deixava surpresa e intrigada; apertei um pouco mais o círculo da espionagem e também não vislumbrei grande coisa, pois a criadagem se recolhia aos seus alojamentos, exceto a fogosa Traganta, que dormia aos pés da cama da minha mãe, desde que me lembro, a não ser quando o Coronel visitava Sandra, embora suspeite que mais de uma vez ela também ficou, e o que já não sei é se participava das brincadeiras do Coronel. Estava mais que intrigada com os treinos da minha mãe, e, exceto pelos longos passeios, não achava que ela preparasse nada de extraordinário; ou seja, revirei o quarto dela quando saiu para uma de suas longas caminhadas, e, exceto um pequeno consolo anal de marfim e alguns grossos meias de lã do meu pai, pouca coisa mais encontrei..; procurei então um possível lugar ou esconderijo para vigiar as duas mulheres no seu espaço mais íntimo, que encontrei atrás de um guarda-roupa que minha mãe mal usava e que tinha outra porta meio falsa por onde, anos atrás, meu pai metia seus amigos e amigas quando minha mãe não estava. Quando anoiteceu, me enrolei no cubículo apertado, e ali adormeci, pois minha mãe, acho que naquela noite, se demorou demais. Como disse, estava dormindo, quando me assustei com um latido de Caimão, o dogue alemão da minha mãe, que latia na minha direção; pensei que fosse descoberta, mas Traganta chamou o animal e com isso pude me preparar para observar o que acontecia do outro lado dos bambus. O que vi ali me deixou meio estupefata e agora entendia algumas coisas: Traganta e Sandra tinham espalhado alguns almofadas pelos tapetes fofos e chamavam agora seus bichos de estimação: mandaram Caimão se deitar e começaram a calçar as grossas meias de lã do meu pai nas patas dianteiras dele, assim como nos cachorrinhos de colo da minha mãe, e terminaram a tarefa soltando da corrente Romualdo, o grande orangotango. Reuniu-se então todo o conjunto, animais e mulheres, no centro do quarto. Entre os travesseiros, numa cena que já conheciam pela rapidez com que acontecia e pela adaptação ao lugar que cada um ocupava, as madames começaram a ficar leves de roupa, ou seja, ficaram só de sutiã e calcinha e começaram a aquecer os dois cachorrinhos de colo, que logo se esforçaram para se deliciar com o sabor que havia por trás dos tecidos das duas mulheres. Elas abriam as pernas e deixavam os cachorrinhos brincarem com seus focinhos entre as dobras das calcinhas, de vez em quando deixando que eles chegassem até suas duas bucetinhas, o que deixava os dois animais mais do que no ponto, já lutando por outra fase, como dar espaço e calor aos seus nada desprezíveis paus, considerando o tamanho deles. Enquanto Romualdo procurava pulgas na barriga de Caimã e massageava seus ovos enormes, e este dava longas lambidas nas babas que saíam da bainha do orangotango; era um círculo perfeito e assim funcionavam. Minha gordinha mãe logo se virou e, depois de colocar um travesseiro debaixo da barriga, abriu as pernas e convidou o velho cocker a dar uma lambida na porta dos fundos. Bastou a posição para que Andranás, que era o nome dele, babasse longuíssimas lambidas no cu da minha mãe e colocasse em órbita um pau que já lutava para encontrar seu buraco, tateando, segurando-se na bunda da minha mãe enquanto ela se entretinha beijando os instrumentos dos outros acompanhantes, que continuavam meio que se punhetando um ao outro, um com as mãos longas e o outro com lambidas. Nisso, Andranás conseguiu seu objetivo sem ajuda e enfiou na minha mãe até o talo, enquanto Sandra mostrava à sua criada negra até onde o condenado já tinha chegado. Diga que Tranganta não estava em pior situação, pois tinha metido na buceta até a base do pau do outro cocker, sem que um único suspiro tivesse saído. Aquilo me deixou a mil e comecei pra me masturbar enquanto não tirava os olhos de tudo aquilo. Quando os dois cachorrinhos gozaram à vontade, as duas sátiras colocaram de novo seus ladyboys e se prepararam como se fossem dormir entre aquelas almofadas, estavam nisso quando os dois grandes monstros pararam de se masturbar mutuamente e se aproximaram das madames; Romualdo bem devagar se aproximou da minha mãe e enfiou um dos seus dedos longuíssimos e peludos por dentro da fita da calcinha da minha mãe, ela se ajeitou um pouco melhor e deixou aquele dedão ir entrando na sua buceta mais e mais, até começar a fazê-la suspirar de prazer, enquanto Romualdo com a outra mão mexia no próprio instrumento que ia ganhando forma e tamanho. Traganta, que Caimão já tinha despido a mordidas da sua tanga, abria as nádegas para que o cachorrão pudesse cravar-lhe o dardo, as investidas eram violentas e embora ele a segurasse firme pela cintura e ela rebolasse de um jeito endemoniado, a ponta do dardo só batia nas nádegas sem achar o maldito buraco, numa dessas o imenso cão cravou o dardo até o talo, Traganta dava gritinhos e pedia mais e mais, coisa que Caimão estava disposto a dar, pois acabou enfiando até a cebolinha inteira no meio da boceta, o que fez os gritos da empregada da minha mãe ficarem ainda mais enlouquecidos. Ela, ao ver que Caimão já se virava sobre a pata traseira, chamou o cachorro que se arrancou brutalmente da criada, para satisfação dela, pois não gritou nada, e ainda se refestelava com toda aquela meleca, chamando os cachorrinhos de colo para terminarem o serviço. Sandra, assim que conseguiu que Caimão se aproximasse, deitou-o de costas e pegou o instrumento do animal e apertou com força por baixo da cebolinha, ela inchou ainda mais, apresentando um aspecto impressionante, minha mãe montou no instrumento e o enfiou devagar, sua boceta abriu as portinhas até abraçar A pica do cachorro, nisso o animal tentou se levantar e o que conseguiu foi que a cebolinha entrasse inteira, eu já tava fora de mim e torcia meu clitóris buscando o orgasmo.. Sandra, já pirada, fez um sinal pro Romualdo e ele, que até então só babava grosso nas costas de Sandra, se posicionou atrás dela, empurrou um pouco e começou a tentar meter a pica de macaco onde desse, a enguia da pica do Caimão e a própria baba do orangotango faziam tudo ficar cheio de fluido e foi assim que minha mãe engoliu as duas imensas rolas na buceta, com isso ela se apertava mais no cachorro pra não deixar escapar e jogava uma mão pra trás pra incentivar o macaco a apertar mais um pouco.. A cena era impressionante, minha mãe espetada se deixou cair sobre o Caimão, o macaco agora achou o buraco preto do cu e sem se encomendar nem a deus tirou a pica e enfiou direto lá onde tinha um dedo metido, a Traganta era lambida a consciência e eu já ia não sei em qual orgasmo, tão excitada que nem percebia meus próprios gritos, e fui descoberta pelos animais que saíram dos respectivos buracos e se jogaram em cima do vestiário. De lá me tiraram minha mãe e a Traganta, e me pegando ambas pelos braços e pernas me levaram pro centro do quarto, e convidando o macaco enquanto me seguravam pra me montar, eu resistia tanto que me colocaram de barriga pra baixo botando um travesseiro debaixo da minha barriga, com isso minha perseguida ficava numa boa altura, e assim minha mãe fazendo de mangueira passou suas próprias melecas na pica do símio e apontou direto pra minha buceta, Romualdo devia ser bem treinado pois foi metendo devagar seu longo e estranho instrumento que subia e subia até parecer que ia me partir no meio, mas o gosto era tão intenso, e mais ainda quando se retirava devagar e depois voltava a começar de novo e assim fui desmaiando; até aparecer no dia seguinte em minha própria cama..
O resto dos dias foram os encontros e brincadeiras de sempre, até que fui ficando sabendo que logo ia rolar o dia do Grande Rei. Não entendi direito o que era ou quem participava, mas disseram que era um prêmio e presente pela minha volta e feliz aniversário. Alguém também sussurrou no meu ouvido, enquanto me enfiava a vara, que talvez fosse bom eu saber como minha mãe treinava pra esse evento. E já que meu pai ia viajar por umas semanas, eu podia conferir certos preparativos da minha querida mamãe. Com essa ideia, fui pegando no sono enquanto meus dois amantes disputavam pra enfiar as duas picas finas na minha boceta já satisfeita. Deixei eles fazerem o que quisessem, enquanto me entregava às doces cenas com o árabe e sonhava com o que minha mãe faria no treino dela, e o que meu pai faria durante essas duas semanas de viagem longa.
Depois do sussurro, comecei a vigiar minha mãe de perto, após a partida do Coronel. Sandra, minha querida e amantíssima mãe, depois que o marido foi embora, fez o seguinte: recolheu suas mascotes mais queridas do jardim, onde meu pai as deixava de lado, e levou elas com ela pros aposentos isolados da ala Norte, que davam pro Lago. Lá, ela passava as horas da noite fumando e saindo pra pegar o ar quente da noite na sacada majestosa, acompanhada das duas mascotes. Por mais que eu me esforçasse e vigiasse do meu quarto, não vi subir homem nenhum — nem branco, nem preto, nem vindo da plantação, nem vindo do lago — até os... os aposentos da minha mãe, o que me deixava surpresa e intrigada; apertei um pouco mais o círculo da espionagem e também não vislumbrei grande coisa, pois a criadagem se recolhia aos seus alojamentos, exceto a fogosa Traganta, que dormia aos pés da cama da minha mãe, desde que me lembro, a não ser quando o Coronel visitava Sandra, embora suspeite que mais de uma vez ela também ficou, e o que já não sei é se participava das brincadeiras do Coronel. Estava mais que intrigada com os treinos da minha mãe, e, exceto pelos longos passeios, não achava que ela preparasse nada de extraordinário; ou seja, revirei o quarto dela quando saiu para uma de suas longas caminhadas, e, exceto um pequeno consolo anal de marfim e alguns grossos meias de lã do meu pai, pouca coisa mais encontrei..; procurei então um possível lugar ou esconderijo para vigiar as duas mulheres no seu espaço mais íntimo, que encontrei atrás de um guarda-roupa que minha mãe mal usava e que tinha outra porta meio falsa por onde, anos atrás, meu pai metia seus amigos e amigas quando minha mãe não estava. Quando anoiteceu, me enrolei no cubículo apertado, e ali adormeci, pois minha mãe, acho que naquela noite, se demorou demais. Como disse, estava dormindo, quando me assustei com um latido de Caimão, o dogue alemão da minha mãe, que latia na minha direção; pensei que fosse descoberta, mas Traganta chamou o animal e com isso pude me preparar para observar o que acontecia do outro lado dos bambus. O que vi ali me deixou meio estupefata e agora entendia algumas coisas: Traganta e Sandra tinham espalhado alguns almofadas pelos tapetes fofos e chamavam agora seus bichos de estimação: mandaram Caimão se deitar e começaram a calçar as grossas meias de lã do meu pai nas patas dianteiras dele, assim como nos cachorrinhos de colo da minha mãe, e terminaram a tarefa soltando da corrente Romualdo, o grande orangotango. Reuniu-se então todo o conjunto, animais e mulheres, no centro do quarto. Entre os travesseiros, numa cena que já conheciam pela rapidez com que acontecia e pela adaptação ao lugar que cada um ocupava, as madames começaram a ficar leves de roupa, ou seja, ficaram só de sutiã e calcinha e começaram a aquecer os dois cachorrinhos de colo, que logo se esforçaram para se deliciar com o sabor que havia por trás dos tecidos das duas mulheres. Elas abriam as pernas e deixavam os cachorrinhos brincarem com seus focinhos entre as dobras das calcinhas, de vez em quando deixando que eles chegassem até suas duas bucetinhas, o que deixava os dois animais mais do que no ponto, já lutando por outra fase, como dar espaço e calor aos seus nada desprezíveis paus, considerando o tamanho deles. Enquanto Romualdo procurava pulgas na barriga de Caimã e massageava seus ovos enormes, e este dava longas lambidas nas babas que saíam da bainha do orangotango; era um círculo perfeito e assim funcionavam. Minha gordinha mãe logo se virou e, depois de colocar um travesseiro debaixo da barriga, abriu as pernas e convidou o velho cocker a dar uma lambida na porta dos fundos. Bastou a posição para que Andranás, que era o nome dele, babasse longuíssimas lambidas no cu da minha mãe e colocasse em órbita um pau que já lutava para encontrar seu buraco, tateando, segurando-se na bunda da minha mãe enquanto ela se entretinha beijando os instrumentos dos outros acompanhantes, que continuavam meio que se punhetando um ao outro, um com as mãos longas e o outro com lambidas. Nisso, Andranás conseguiu seu objetivo sem ajuda e enfiou na minha mãe até o talo, enquanto Sandra mostrava à sua criada negra até onde o condenado já tinha chegado. Diga que Tranganta não estava em pior situação, pois tinha metido na buceta até a base do pau do outro cocker, sem que um único suspiro tivesse saído. Aquilo me deixou a mil e comecei pra me masturbar enquanto não tirava os olhos de tudo aquilo. Quando os dois cachorrinhos gozaram à vontade, as duas sátiras colocaram de novo seus ladyboys e se prepararam como se fossem dormir entre aquelas almofadas, estavam nisso quando os dois grandes monstros pararam de se masturbar mutuamente e se aproximaram das madames; Romualdo bem devagar se aproximou da minha mãe e enfiou um dos seus dedos longuíssimos e peludos por dentro da fita da calcinha da minha mãe, ela se ajeitou um pouco melhor e deixou aquele dedão ir entrando na sua buceta mais e mais, até começar a fazê-la suspirar de prazer, enquanto Romualdo com a outra mão mexia no próprio instrumento que ia ganhando forma e tamanho. Traganta, que Caimão já tinha despido a mordidas da sua tanga, abria as nádegas para que o cachorrão pudesse cravar-lhe o dardo, as investidas eram violentas e embora ele a segurasse firme pela cintura e ela rebolasse de um jeito endemoniado, a ponta do dardo só batia nas nádegas sem achar o maldito buraco, numa dessas o imenso cão cravou o dardo até o talo, Traganta dava gritinhos e pedia mais e mais, coisa que Caimão estava disposto a dar, pois acabou enfiando até a cebolinha inteira no meio da boceta, o que fez os gritos da empregada da minha mãe ficarem ainda mais enlouquecidos. Ela, ao ver que Caimão já se virava sobre a pata traseira, chamou o cachorro que se arrancou brutalmente da criada, para satisfação dela, pois não gritou nada, e ainda se refestelava com toda aquela meleca, chamando os cachorrinhos de colo para terminarem o serviço. Sandra, assim que conseguiu que Caimão se aproximasse, deitou-o de costas e pegou o instrumento do animal e apertou com força por baixo da cebolinha, ela inchou ainda mais, apresentando um aspecto impressionante, minha mãe montou no instrumento e o enfiou devagar, sua boceta abriu as portinhas até abraçar A pica do cachorro, nisso o animal tentou se levantar e o que conseguiu foi que a cebolinha entrasse inteira, eu já tava fora de mim e torcia meu clitóris buscando o orgasmo.. Sandra, já pirada, fez um sinal pro Romualdo e ele, que até então só babava grosso nas costas de Sandra, se posicionou atrás dela, empurrou um pouco e começou a tentar meter a pica de macaco onde desse, a enguia da pica do Caimão e a própria baba do orangotango faziam tudo ficar cheio de fluido e foi assim que minha mãe engoliu as duas imensas rolas na buceta, com isso ela se apertava mais no cachorro pra não deixar escapar e jogava uma mão pra trás pra incentivar o macaco a apertar mais um pouco.. A cena era impressionante, minha mãe espetada se deixou cair sobre o Caimão, o macaco agora achou o buraco preto do cu e sem se encomendar nem a deus tirou a pica e enfiou direto lá onde tinha um dedo metido, a Traganta era lambida a consciência e eu já ia não sei em qual orgasmo, tão excitada que nem percebia meus próprios gritos, e fui descoberta pelos animais que saíram dos respectivos buracos e se jogaram em cima do vestiário. De lá me tiraram minha mãe e a Traganta, e me pegando ambas pelos braços e pernas me levaram pro centro do quarto, e convidando o macaco enquanto me seguravam pra me montar, eu resistia tanto que me colocaram de barriga pra baixo botando um travesseiro debaixo da minha barriga, com isso minha perseguida ficava numa boa altura, e assim minha mãe fazendo de mangueira passou suas próprias melecas na pica do símio e apontou direto pra minha buceta, Romualdo devia ser bem treinado pois foi metendo devagar seu longo e estranho instrumento que subia e subia até parecer que ia me partir no meio, mas o gosto era tão intenso, e mais ainda quando se retirava devagar e depois voltava a começar de novo e assim fui desmaiando; até aparecer no dia seguinte em minha própria cama..
0 comentários - Negra Africana Gostosa