Cuck de sempre. Capítulo I

Esta é a história de Juliana e Emílio. Água e óleo, segundo muitos. Feitos um para o outro, segundo todos. Se conheceram na adolescência, desde a primeira série. Naquela época, o corpo começa a sentir o impacto dos hormônios e a única coisa em que se consegue pensar é em bucetas e paus. Embora se conhecessem desde a primeira série, quando ambos entraram no Colégio São Bernardo e tiveram a sorte de estar na mesma turma, não se notaram até chegarem à quarta série. Todo o tempo que passou desde que se conheceram até se apaixonarem, viveram vidas bem opostas. Juliana dedicava seu tempo a curtir com as amigas, se divertindo em festas, e aprender centímetro por centímetro a anatomia do corpo masculino dos colegas mais grandões e gostosos, como ela gostava. Por outro lado, Emílio era um nerdão conhecido, vidrado nos livros, com uma vida social quase nula. Era o típico otário de quem a maioria dos populares zoava. Passava aquele estereótipo de homem beta que geralmente não se impõe em nenhuma situação da vida. O destino fez com que eles formassem, por acaso, uma dupla para um trabalho de Matemática no último trimestre do quarto ano. Para ambos, a perspectiva do outro mudou completamente durante o tempo que passaram juntos fazendo aquela tarefa. Emílio deixou para trás o medo que tinha de uma mulher que parecia inalcançável para caras como ele, destinado a ser tocado apenas pelos colegas jogadores de rugby, futebol ou qualquer outro esporte. Pelo contrário, ele se deparou com uma garota engraçada e bastante legal com ele. Para um nerdão com pouca experiência com mulheres, isso foi o suficiente para se apaixonar completamente por aquela garota e entregar a alma a ela. Naqueles dias que passaram juntos, Emílio não parou de fazê-la se sentir bem. Dedicou toda a sua inteligência para satisfazer qualquer necessidade que aquela garota tivesse, que ele pudesse cumprir, é claro. Transar com ela estava fora de cogitação. Mesmo assim, ele a tratou como ninguém nunca tinha tratado. Então Juliana descobriu seu potencial. Não sentia atração física nenhuma por ele, não a excitava como outros caras do colégio, mas a enternecia demais ver como aquele garoto dava tudo por ela. A atração inversa dos dois culminou numa cena onde Emilio perdeu a virgindade batendo o recorde mundial de velocidade, só arrancando risadas dela. Dez anos depois, quando ambos estavam prestes a completar 26, a cena se repetiu.
- Desculpa, meu amor, desculpa. É que você me excita demais - disse Emi pra Juliana com cara de pidão.
- Relaxa, meu amor, não esquenta. Já tô acostumada.
- Desculpa, desculpa de verdade - implorava o cara como se fosse um mendigo pedindo pão.
- Eu sei o que a minha buceta me dá - disse ela com um tom condescendente, dando um beijinho na cabecinha da pequena rola do Emilio, deixando ele numa paz, do jeito que ela sabia fazer.
Ajeitando a calcinha, levantou e foi pro banheiro, rebolando aquele rabo partido pela thong preta pequena, deixando ele duro pra caralho, atravessando o quarto como uma deusa flutuando. Ele ficou olhando besta, sem acreditar na sorte.
Tomou um banho. Quando saiu, vestiu o mesmo conjunto de lingerie, um short jeans bem justinho e uma blusinha, criando um efeito óptico foda na bunda, que já era redonda e empinada de tanto treinar, fazendo as nádegas parecerem dois mini globos terrestres enormes. Emilio viu ela passar na frente dele enquanto ainda estava largado na cama sem reação. Lamentou não poder vê-la de frente também, e admirar como os dois peitos perfeitos balançavam suavemente de um lado pro outro com o caminhar. Embora fossem operados, não eram peitões, eram perfeitos pro corpo pequeno da Juliana, que com seu 1,65 os exibia com toda confiança dentro daquele top preto sem alças, sustentado só pela vontade daqueles peitos.
- Vou até a oficina buscar o carro que deixei lá no Serviço de manhã - ele disse quase gritando, com um tom despreocupado, enquanto abria a porta da rua -. - Tá bom, meu amor! Manda um abraço pro Patrício! - gritou ele já se vestindo -. - Claro, lindo - ela aceitou -. Quando Juliana chegou na oficina, foi recebida por um dos ajudantes do Patrício. - Martín, cadê o Pato? Preciso perguntar uma coisa sobre o carro - disse ela, segurando o olhar no cara. - Tá no escritório, Juli. Mexendo no computador, fazendo sei lá o quê - respondeu o cara, morrendo de vontade de olhar pros peitos dela, mas sentindo que era melhor fazer um esforço pra não olhar. Juliana curtia essa sensação que sempre causava nos caras -. Juliana agradeceu piscando o olho com cumplicidade e um toque de sensualidade, e começou a caminhar até o fundo da oficina, como se estivesse numa passarela de desfile de verão e no final tivesse a porta do escritório do Patrício, seu mecânico de confiança. Os outros dois ajudantes da oficina largaram o que estavam fazendo e tiraram as cabeças que estavam enfiadas nos capôs dos carros pra dar uma olhada naquela bunda espetacular e imaginar as cenas pornô mais sujas com ela quicando em cima deles. Patrício era um cara de uns 40 anos. Era um cara forte, bem másculo. Um estereótipo de mecânico, mas sem a gordura nas roupas e no corpo. Costumava estar tão impecável que qualquer um que cruzasse com ele fora da oficina nunca adivinharia a profissão dele. Desde que se mudaram com o Emílio pro bairro, eles levavam tanto o carro da Juliana quanto o dele pra fazer as revisões e essas coisas. Já fazia uns 3 anos disso, e eles já tinham bastante confiança entre os três. Paula entrou no escritório sem bater, fechando a porta atrás dela, e parou de frente pra mesa do Patrício como se tivesse chegado no final da passarela e tivesse que posar pros flashes. O cara levantou automaticamente assim que a viu. Paula tirou o top num movimento só, deixando os peitos à mostra. lindas tetas, com os bicos apontando direto na mente do mecânico. — Preciso de um service, senhor — disse ela com uma cara de puta oferecida misturada com mocinha inocente —. — De novo o babaca do teu namorado te deixou na mão, gata. — falou o cara que se jogou em cima dela igual um leão na presa —. Enfiou a boca na dela sem perder tempo, enquanto não perdia tempo em abraçá-la apertando as bundas dela, puxando a pélvis dela contra a dele, fazendo com que as tetas que tinham recuperado a liberdade fossem aprisionadas de novo, se apertando contra ele. — É, de novo a mesma coisa — respondeu ela resignada quando conseguiu se soltar do beijão que o cara tava propondo —. Preciso de pica, Pato — disse ela fingindo implorar —. — E você vai ter. Ajoelha, linda. — ordenou ele com suavidade —. Juliana obedeceu e se ajoelhou na frente dele na hora. As tetas balançaram suavemente no peito dela quando ela chegou no chão, o mecânico olhou pra elas com tanta atenção que não perdeu nem um centímetro do caminho. Num movimento ninja, ele tirou uma porra de cabelo que tinha no pulso convenientemente, montando uma piroca de cavalo quase perfeita pra alguém que não tem um espelho pra se olhar. — Deixa eu desembrulhar esse presente, por favor — pediu ela enquanto mexia no zíper da calça jeans do Patricio, aproximando os peitos um pouquinho até roçar nas pernas dele —. — Tudo seu, gata — respondeu ele com um tom babão e condescendente —. Quando ela terminou de abrir o zíper da calça dele de uma vez, o trambolhão do mecânico se destacava como um pacote contido pela cueca preta dele, como se fosse um morro perto da praia à noite. Juliana lambeu levemente os lábios, desejando aquele pedaço de carne. Ela abaixou a cueca até liberar completamente a pica enquanto ele olhava de cima, da altura do metro e noventa dele, antecipando a admiração pela habilidade que aquela mulher tinha de chupar pica. Assim que ela viu sair, borrachuda, ainda não totalmente dura, ela agarrou com uma mão, enquanto com a outra segurava os ovos dele, cada um do tamanho de uma ameixa, e deu um beijo amoroso e demorado na lateral do tronco, fazendo o cara sentir o primeiro calor dos lábios dela, como um pagamento adiantado pelo que estava por vir. No passo seguinte, abriu a boca por completo e, esticando a língua, meteu ela de uma vez na boca dele, comendo a cabeça toda, enchendo tudo de umidade. Chupou a pica dele como se fosse o último alimento do mundo, com devoção. Enfiava na boca até a metade, tirava, e repetia uma e outra vez, punhetando ele com a boca. Passava a língua de um lado pro outro. Comia os ovos dele e chupava como se fossem uma fruta. A cada chupada nos ovos, Patricio sentia que enchia cada vez mais de porra. — Que beleza como você chupa pica, gata! — gritou Patricio sem se importar se os ajudantes ouviam ou não na oficina. — Shhhh. Cala a boca que vão te ouvir. — disse ela fingindo indignação, voltando logo a chupar a pica do amante da vez. — O que foi, gata? Tá com medo que descubram que seu marido é um baita dum corno? Kkkk — perguntou ele entre gargalhadas — Todo mundo sabe que ele é um saco de chifre, sua burra! — continuou o cara. — Togô mundo sabe? — perguntou ela sem tirar a pica da boca, cravando o olhar nos olhos dele, num claro sinal de ironia. O cara não aguentou mais e levantou ela no ar do chão, pegando por debaixo dos braços e encaixando ela em cima do quadril, como se ela pesasse igual a uma pena, obrigando com o movimento ela a entrelaçar os braços atrás da nuca de Patricio, e as pernas rodeando ele pela cintura, ficando a pica, dura como pedra, roçando por fora do short que ela ainda vestia. Enquanto beijava ela nessa posição, cutucava com a pica como se quisesse comer ela furando o short. Ela acompanhava o movimento no sentido contrário, como se não desgostasse da ideia. Quando Ele cansou de tentar rasgar a roupa dela com a pica, baixou ela de uma vez e jogou em cima da mesa do escritório. Os papéis que estavam lá pareciam não ter muita importância. Ele se jogou de cabeça para arrancar o short da pele dela, com brutalidade, deixando ela só com a tanga preta que tava usando, completamente molhada pelo tesão que ela tava. Ele puxou a tanga pro lado e pegou a pica dele, passando a cabeça dela pela racha toda molhada, fazendo a Juliana se contorcer de vontade de enfiar.

- Me come, por favor - ela implorou.
- Pra que você veio, puta? - ele falou todo envalentado.
- Pra te dar, Pato - ela respondeu na honestidade.
- Não, não veio só pra isso. Pra que você veio? - ele insistia enquanto não parava de provocar, esfregando a buceta dela encharcada na cabeçona da pica dele.
- Pra fazer meu marido de corno! Vai, enfia logo, por favor! - ela falou levantando a voz, pra surpresa dela mesma.

Um sorriso arrogante se estampou na cara do Patricio. De um só impulso, ele enfiou a pica inteira na buceta da Juli, até o talo, fazendo os ovos baterem na bunda dela, que ficou suspensa no ar enquanto as costas dela estavam apoiadas na mesa e as pernas abertas de lado a lado.

- Toma pica, puta! - ele gritou completamente fora de si.
- Isso, isso! Me dá pica! Quero pica! Me come! Ah, ah, ah, ah aaaaahhh! - ela gritava de volta.

Na oficina, os três ajudantes do Patricio tinham parado qualquer tarefa, e cada um no seu canto, escondido dos outros atrás de algum carro, se tocava imaginando o chefe metendo na esposa do vizinho Emílio no escritório.

Patricio metia a pica nela em cima da mesa com força, bombando sem parar, até que rapidinho a Juliana gozou pela primeira vez. As pernas dela tremiam, como se quisessem se fechar, mas o Patricio segurava elas com os braços, impedindo. O corpo inteiro dela tremia.

- Como você tava precisando de pica, Juli! Que Sorte que você veio - dizia Patrício, se regozijando. Continuou comendo ela assim por mais um tempo. O suficiente pra fazer ela gozar mais duas vezes. Os gritos de Juliana ecoavam claramente do lado de fora do escritório. Nessa altura, os três assistentes de Patrício já estavam morrendo de vergonha alheia do quão corno manso o Emílio era. Quando se cansou, tirou a pussy dela, contemplando a cara de decepção de Julieta pela interrupção da foda. Sentou na única cadeira que tinha no escritório, com a piroca apontando pro teto. - Vem, senta aqui, gata - disse ele, segurando a piroca com a mão direita, apontando ela pro alto. - Claro, papai - respondeu ela, obedecendo. Subiu em cima dele, com uma perna de cada lado do quadril dele. Devagar, foi descendo enquanto ele chupava os peitos dela e segurava firme na cintura. Assim que conseguiu enfiar ela toda pra dentro, fez movimentos circulares, como se sentisse cada centímetro da piroca dele. Olhou na cara dele e não conseguiu evitar virar os olhos, num sinal claro de êxtase. Se decidiu a começar um sobe e desce naquela piroca que era digno de olimpíada. Sem parar, manteve o movimento até provocar um orgasmo nela mesma. A piroca do mecânico era tão boa que ela não conseguia se segurar. O cara agarrou ela pela bunda, apertando, forçando o movimento. Era como se ele estivesse se masturbando com ela. Ficou assim até fazer ela gozar de novo. - Como eu adoro botar chifre no meu namorado com você! - disse ela, quando voltou a si. - Dá pra ver que você adora - respondeu ele, com a piroca já prestes a explodir - Eu também adoro pra caralho - continuou - Quer levar um presentinho pra ele? - perguntou, com um sorriso sádico. - Sempre - respondeu ela, descendo de cima dele e se ajoelhando como se soubesse exatamente do que ele tava falando. O cara ficou de pé na frente dela, com a piroca na altura do rosto e começou a se masturbar com uma mão, enquanto segurava o rosto de Juliana com a outra. O rosto dela era o de uma putinha, louca por leite. E ele não ia negar pra ela. Em segundos, o corpo do Patricio começou a tremer e ela, sem perder tempo, soube exatamente o que fazer. Enfiou o pau dele na boca e engoliu todo o leite que o mecânico tinha pra ela. Mas era tanto que escorria pelos cantos dos lábios, descendo pelo queixo dela.
— Toma, leva esse leite pro corno do Emílio! — falou ele, tremendo depois da porrada de transa que ela tinha dado —.
— Mmmmmhhhh, mmmmhhh — fazia ela, saboreando cada gota daquele líquido gostoso.

Depois que o show acabou, ela limpou o queixo com a mão, chupando os dedos, sem deixar nenhum vestígio de leite no rosto. Tudo dentro da boca dela.

Os dois pegaram as roupas e se vestiram de novo. Depois de alguns minutos pra ficarem mais ou menos apresentáveis, ela saiu, enquanto ele ficou na oficina.

No caminho de volta, na passarela do escritório do Patricio até a saída, ela rebolava a rabeta sem parar, sabendo que os caras ajudantes com certeza estavam de olho nela.

— Tchau, gurizada. Até mais. Valeu — disse ela, mandando um beijinho com a mesma mão que tinha limpado o leite do chefe dela.

Quando chegou em casa, o Emilio tava sentado na varanda, esperando ela. Ele estranhou ao vê-la voltar a pé, sem o carro, e perguntou o que tinha acontecido.

— O Patricio falou que eu tenho que voltar amanhã, que ele precisa revisar mais a fundo ainda. E olha que hoje ele já revisou bem a fundo — respondeu a Juliana, tratando ele com uma falsa ternura —.
— Ah, tá, meu amor. Então amanhã cê tem que voltar? — perguntou ele, com uma voz de paspalho total —.
— Sim, provavelmente sim — respondeu ela —. Vou tomar um banho. É que deu um calor danado andando essas duas quadras — disse ela, sem preocupação —.
— Beleza, amor. Te amo — falou ele, com um sorriso de otário enorme que fez ela sentir uma pena gostosa —.
— Te amo, meu xodó — respondeu ela, como quem não quer nada. quem fala com um menino – Ah, ia me esquecendo – disse ela, inclinando-se para ele e dando um baita chupão, daqueles que nunca dava, a não ser quando voltava excitada – O Patrício mandou lembranças – completou, morrendo de rir e de tesão por dentro com a situação. Em seguida, sumiu porta adentro, deixando para o Emilio a imagem daquela bunda gostosa indo embora e um gosto estranho na boca. (Continua?)

5 comentários - Cuck de sempre. Capítulo I

Decime que continúa..
Si la gente lo pide con puntos y comentarios, seguro.
Se subió la segunda parte!