Bom, isso é a continuação de como fui me transformando numa sissy, ou melhor, percebendo que sempre fui uma e que nasci pra ser uma puta submissa que adora satisfazer machos.
Bom, eu tinha parado na parte em que eu vestia as roupas da minha mãe escondido e recebia humilhação constante dos meus colegas e amigos. Se quiserem saber mais, vão na primeira parte.Inícios Sissy parte 1
Enquanto isso, fui mudando o porno que eu via e cada vez colocava mais porno transexual ou anal. Comecei a ter curiosidade de me sentir como elas, ser aquela que um macho de pauzão come.
Um dia, no tesão, peguei um daqueles desodorantes roll-on na cama e tentei sentar nele. Foi uma sensação estranha, mas a situação me excitava, me imaginava sendo uma delas. Testei isso por um tempo e depois parei. Na época, achei que estava me penetrando, mas depois descobri que não, só estava apertando ele contra minha bunda.
Com a questão das roupas, comecei a ter uma pequena coleção escondida, aproveitando que todo ano minha mãe levava roupas para doar e eu pegava algumas peças. Tinha conjunto de calcinha e sutiã, leggings, jeans e algumas camisetinhas. Também tinha um pijama rosa lindo que eu amava.
O bom de ter um corpo parecido com o da minha mãe (magra e com uma bunda boa, haja) é que a roupa ficava perfeita em mim.
Com essa roupa, comecei a usar ela mais seguido, já que não tinha risco da minha mãe notar que faltava roupa ou que tava fora do lugar, etc. Comecei a usar por baixo da minha roupa de homem em várias ocasiões, até quando minha mãe tava por perto. Algumas noites dormia de pijama e tudo.
Passou um tempo e bateu a curiosidade de novo de usar minha bunda pequena. Decidi fazer o mais simples e tentar com os dedos. No começo, senti a mesma sensação de quando tentei com o desodorante, mas depois comecei a sentir meu cu se abrindo e deixando meu dedo entrar. Foi uma sensação única, e aí percebi que antes eu não tinha me penetrado de verdade.
Depois disso, começou minha nova obsessão. Ficar abrindo meu cu toda hora kkk, claro que enfiar os dedos foi só o começo. Comecei a procurar várias coisas com formato de pau pra me penetrar.
Aí voltei pro desodorante e agora sim pra meter ele de verdade. Fiz igual antes, mas em vez da cama, apoiei ele no chão e comecei a sentar. Descia até onde doía e ficava um tempo ali, depois de um tempo tentava descer mais, esperava, e assim de novo. Cada vez que descia, sentia o desodorante me partindo ao meio. Mas essa sensação também me esquentava pra caralho.
Continuei assim, achando que ainda não tinha entrado, até sentir frio nas minhas nádegas. Tinha chegado no chão e o desodorante tava todo enfiado pra dentro. Não acreditei. Fiquei ali um tempo e comecei a tirar devagar pra depois enfiar de novo até o fundo.
Ali tava me comendo o cu feito uma puta. Nisso, tirei ele inteiro e senti meu cu pulsando. Depois tentei enfiar de novo, agora entrava como se nada.
Com ele dentro, era uma sensação única, sentia uma pressão lá dentro que parecia que ia explodir. Só faltou me tocar um pouco pra gozar.
Quando terminei, fui no espelho do banheiro ver como tava meu cu. Não acreditei, tava super aberto igual das estrelas pornô. que eu vi e adorei me ver assim. Sabendo também que se alguém visse minha bunda, saberia que eu era uma puta que levou por trás.
Num desses dias que eu tava sozinho em casa, fuçando roupinha sexy da minha mãe pra vestir (minha coleção ainda era bem limitada e não tinha nada muito sexy), encontrei uma bolsa que nunca tinha visto antes.
Sempre desconfiei que minha mãe devia ter um brinquedo e ficava procurando, mas nunca achei nada até aquele dia. Quando peguei a bolsa e senti a forma pelo tato, bateu um tesão do caralho.
Quando tirei, não acreditei: um consolo lindo, uma rola realista com as veias marcadas e bolas. Não dava pra crer. Ainda tinha uma ventosa, o que me deixaria montar e me foder sem usar as mãos, coisa que eu tentava fazer com meus brinquedinhos caseiros mas não dava certo porque escapavam.
Na hora peguei o consolo, colei no chão e sentei em cima. Entrou de primeira, não acreditei. Parece que minha rotina de abrir o cu com o desodorante tinha dado resultado, haha. Também me confirmou que meu cu já era de uma puta de verdade e que eu podia enfiar qualquer pica que quisesse sem medo.
Aí comecei a pular naquela rola igual uma puta sem freio. Não acreditava no que tava fazendo, um monte de sensações ao mesmo tempo, mas acima de tudo um prazer indescritível. Não conseguia parar, meu cu batia no chão de tanta força que eu fazia pra sentar naquela rola de brinquedo divina.
Claro que não aguentei muito e tive o melhor orgasmo da minha vida.
Depois disso, veio um monte de pensamentos na cabeça, mas o principal foi a confirmação de que, além de ser uma viciada em pica, sou tão puta que me fodi com a mesma rola que minha mãe usa.
Como eu comentei no primeiro post, eu gostava de mulheres, pelo menos de forma romântica, mas também tinha curiosidade pela pica. Depois disso, fez um clique e comecei a olhar pros homens de outro jeito.
Me vi em situações em público onde olhava pra um homem e pensava como seria a pica dele. Antes, esses pensamentos não existiam. Comecei a ficar com muito tesão por homens bem machos e maduros.
Obviamente, tudo isso era segredo, e nem minha família nem meus amigos sabiam. Comecei a sentir necessidade de ter roupas sexy e brinquedos próprios, assim não dependia de minha mãe não estar em casa pra poder usar com mais frequência.
Também comecei a pensar em jeitos de me feminizar em segredo e realçar minha atitude de menina quando interagia com machos que não me conheciam.
Se vocês gostaram, comentem aí que vejo se continuo. Também, como acham que minha história continua?
Bom, eu tinha parado na parte em que eu vestia as roupas da minha mãe escondido e recebia humilhação constante dos meus colegas e amigos. Se quiserem saber mais, vão na primeira parte.Inícios Sissy parte 1
Enquanto isso, fui mudando o porno que eu via e cada vez colocava mais porno transexual ou anal. Comecei a ter curiosidade de me sentir como elas, ser aquela que um macho de pauzão come. Um dia, no tesão, peguei um daqueles desodorantes roll-on na cama e tentei sentar nele. Foi uma sensação estranha, mas a situação me excitava, me imaginava sendo uma delas. Testei isso por um tempo e depois parei. Na época, achei que estava me penetrando, mas depois descobri que não, só estava apertando ele contra minha bunda.
Com a questão das roupas, comecei a ter uma pequena coleção escondida, aproveitando que todo ano minha mãe levava roupas para doar e eu pegava algumas peças. Tinha conjunto de calcinha e sutiã, leggings, jeans e algumas camisetinhas. Também tinha um pijama rosa lindo que eu amava.
O bom de ter um corpo parecido com o da minha mãe (magra e com uma bunda boa, haja) é que a roupa ficava perfeita em mim.
Com essa roupa, comecei a usar ela mais seguido, já que não tinha risco da minha mãe notar que faltava roupa ou que tava fora do lugar, etc. Comecei a usar por baixo da minha roupa de homem em várias ocasiões, até quando minha mãe tava por perto. Algumas noites dormia de pijama e tudo.Passou um tempo e bateu a curiosidade de novo de usar minha bunda pequena. Decidi fazer o mais simples e tentar com os dedos. No começo, senti a mesma sensação de quando tentei com o desodorante, mas depois comecei a sentir meu cu se abrindo e deixando meu dedo entrar. Foi uma sensação única, e aí percebi que antes eu não tinha me penetrado de verdade.
Depois disso, começou minha nova obsessão. Ficar abrindo meu cu toda hora kkk, claro que enfiar os dedos foi só o começo. Comecei a procurar várias coisas com formato de pau pra me penetrar.
Aí voltei pro desodorante e agora sim pra meter ele de verdade. Fiz igual antes, mas em vez da cama, apoiei ele no chão e comecei a sentar. Descia até onde doía e ficava um tempo ali, depois de um tempo tentava descer mais, esperava, e assim de novo. Cada vez que descia, sentia o desodorante me partindo ao meio. Mas essa sensação também me esquentava pra caralho.
Continuei assim, achando que ainda não tinha entrado, até sentir frio nas minhas nádegas. Tinha chegado no chão e o desodorante tava todo enfiado pra dentro. Não acreditei. Fiquei ali um tempo e comecei a tirar devagar pra depois enfiar de novo até o fundo.
Ali tava me comendo o cu feito uma puta. Nisso, tirei ele inteiro e senti meu cu pulsando. Depois tentei enfiar de novo, agora entrava como se nada.
Com ele dentro, era uma sensação única, sentia uma pressão lá dentro que parecia que ia explodir. Só faltou me tocar um pouco pra gozar.
Quando terminei, fui no espelho do banheiro ver como tava meu cu. Não acreditei, tava super aberto igual das estrelas pornô. que eu vi e adorei me ver assim. Sabendo também que se alguém visse minha bunda, saberia que eu era uma puta que levou por trás.
Num desses dias que eu tava sozinho em casa, fuçando roupinha sexy da minha mãe pra vestir (minha coleção ainda era bem limitada e não tinha nada muito sexy), encontrei uma bolsa que nunca tinha visto antes.Sempre desconfiei que minha mãe devia ter um brinquedo e ficava procurando, mas nunca achei nada até aquele dia. Quando peguei a bolsa e senti a forma pelo tato, bateu um tesão do caralho.
Quando tirei, não acreditei: um consolo lindo, uma rola realista com as veias marcadas e bolas. Não dava pra crer. Ainda tinha uma ventosa, o que me deixaria montar e me foder sem usar as mãos, coisa que eu tentava fazer com meus brinquedinhos caseiros mas não dava certo porque escapavam.
Na hora peguei o consolo, colei no chão e sentei em cima. Entrou de primeira, não acreditei. Parece que minha rotina de abrir o cu com o desodorante tinha dado resultado, haha. Também me confirmou que meu cu já era de uma puta de verdade e que eu podia enfiar qualquer pica que quisesse sem medo.
Aí comecei a pular naquela rola igual uma puta sem freio. Não acreditava no que tava fazendo, um monte de sensações ao mesmo tempo, mas acima de tudo um prazer indescritível. Não conseguia parar, meu cu batia no chão de tanta força que eu fazia pra sentar naquela rola de brinquedo divina.
Claro que não aguentei muito e tive o melhor orgasmo da minha vida.
Depois disso, veio um monte de pensamentos na cabeça, mas o principal foi a confirmação de que, além de ser uma viciada em pica, sou tão puta que me fodi com a mesma rola que minha mãe usa.
Como eu comentei no primeiro post, eu gostava de mulheres, pelo menos de forma romântica, mas também tinha curiosidade pela pica. Depois disso, fez um clique e comecei a olhar pros homens de outro jeito. Me vi em situações em público onde olhava pra um homem e pensava como seria a pica dele. Antes, esses pensamentos não existiam. Comecei a ficar com muito tesão por homens bem machos e maduros.
Obviamente, tudo isso era segredo, e nem minha família nem meus amigos sabiam. Comecei a sentir necessidade de ter roupas sexy e brinquedos próprios, assim não dependia de minha mãe não estar em casa pra poder usar com mais frequência.
Também comecei a pensar em jeitos de me feminizar em segredo e realçar minha atitude de menina quando interagia com machos que não me conheciam.
Se vocês gostaram, comentem aí que vejo se continuo. Também, como acham que minha história continua?
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