68📑A Babá Gostosa

68📑A BabĂĄ GostosaQuando Daniela chegou pela primeira vez naquela casa no subĂșrbio, achou que tinha dado sorte. SalĂĄrio bom, crianças adorĂĄveis, horĂĄrios flexĂ­veis. Mas nĂŁo demorou pra perceber a tensĂŁo. A dona da casa, VerĂŽnica, era arrogante, fria, com uma voz afiada que enchia o ambiente assim que entrava pela porta. Todo dia a mesma coisa: gritos, reclamaçÔes, desaforos pro marido na frente dos filhos. — VocĂȘ nĂŁo passa de um inĂștil, RaĂșl! — ela latia. — NĂŁo sei como conseguiu aquela promoção, se mal sabe cuidar dos seus prĂłprios filhos! RaĂșl baixava a cabeça. Sempre calmo. Nunca levantava a voz. Daniela observava ele da cozinha, fingindo que preparava o lanche. Mas por dentro, ardia. NĂŁo entendia como alguĂ©m tĂŁo doce, tĂŁo atencioso com as crianças, podia ser tratado daquele jeito. E ainda assim, ele continuava ali, paciente, lavando a louça, ajudando com a lição de casa, beijando os filhos na testa toda noite. E Daniela
 começava a desejar ele. Ele era mais velho, sim. Mas tinha aquele olhar quente, aquela voz grave e serena que a deixava nervosa. E do jeito que as mĂŁos grandes dele seguravam a filha mais nova quando ela chorava
 fazia ela imaginar aquelas mĂŁos em outro lugar. Uma noite, VerĂŽnica anunciou que ia viajar a negĂłcios. — Vou ficar fora trĂȘs dias. Cuida de tudo, como sempre — disse pro marido, sem nem olhar pra ele. E pra Daniela: — VocĂȘ fica responsĂĄvel. NĂŁo faz merda nenhuma. O clima mudou completamente assim que ela foi embora. RaĂșl cozinhou. Daniela colocou uma mĂșsica suave. As crianças dormiram cedo. E aĂ­, veio o vinho. — Obrigado por tudo que vocĂȘ faz — disse RaĂșl, sentado no sofĂĄ, com a taça na mĂŁo. — VocĂȘ nĂŁo faz ideia de como me ajuda. Daniela se aproximou, com os pĂ©s descalços e o short curto que mal cobria a bunda redonda dela. — É um prazer, RaĂșl. SĂ©rio
 eu gosto de estar aqui. O silĂȘncio tomou conta. Os olhares se cruzaram. Daniela mordeu o lĂĄbio, e ele baixou o olhar pro decote dela. Ela nĂŁo tava de sutiĂŁ. A blusa branca marcava os bicos duros de frio
 ou de Pelo desejo.
—Tá com frio? —ele perguntou.
—Um pouco —ela sussurrou.
Ele tirou o suĂ©ter e colocou sobre os ombros dela, mas ao fazer isso, as mĂŁos dele roçaram os braços nus dela. Foi um toque leve. Suficiente. Daniela olhou pra ele de frente e, com a voz trĂȘmula, disse:
—NĂŁo entendo como alguĂ©m consegue falar assim com vocĂȘ
 sendo que vocĂȘ Ă© tĂŁo bom.
Ele engoliu seco.
—É complicado.
—NĂŁo, nĂŁo Ă© —disse Daniela, e sentou no colo dele, devagar—. Eu sei o que vocĂȘ merece

E beijou ele.
RaĂșl tentou resistir
 por um segundo. Mas o calor dos lĂĄbios dela, o cheiro da pele jovem e Ășmida, o roçar daquele corpo firme contra a virilha dele, venceram. Ele beijou com força, com fome acumulada. As mĂŁos subiram pelas costas dela, desceram pelas coxas. Daniela gemia entre os beijos, se esfregando contra a ereção jĂĄ dura dele por baixo da calça.
—Me faz tua
 —ela ofegou—. Faz comigo o que ela nunca deixou vocĂȘ fazer.
Ele se levantou com ela no colo e a levou pro quarto. Deitou ela de bruços e baixou o short devagar, deixando Ă  mostra aquela bunda redonda e firme que ele tanto tinha imaginado. Daniela arqueou as costas, se oferecendo.vadiaRaĂșl lambeu ela desde a coxa atĂ© o centro da buceta molhada e aberta. Ela tremia, agarrando os lençóis. Ele tirou a pica e quando penetrou, foi com força, afundando atĂ© o fundo, sentindo ela apertar ele inteiro. —Meu Deus, RaĂșl! Isso! —gritava Daniela enquanto ele metia sem parar, segurando os quadris dela. Mudou de posição. Colocou ela por cima. Ela cavalgou a pica dele toda molhada enquanto ele apertava os peitos dela e mordia os bicos, segurando ela pela cintura. Daniela gritava, perdendo o controle. —VocĂȘ merece isso
 merece se sentir desejado —sussurrou ela, bem antes de gozar com um gemido abafado. RaĂșl nĂŁo aguentou mais. Gozou dentro dela, com tudo. E pela primeira vez em anos
 ele se sentiu vivo.transadoVerĂłnica tinha voltado uma noite antes do previsto. Nem uma ligação. Nem um aviso.
—NĂŁo se incomodem — disse ao entrar, com aquele tom cortante de sempre. —Vou dormir, estou com dor de cabeça. E RaĂșl, nem pense em me acordar com suas mancadas.

A porta do quarto de casal bateu com força. Daniela, na cozinha, ficou paralisada.

RaĂșl sĂł suspirou.
—Nem uma palavra — murmurou ele, e continuou lavando a louça.

Naquela noite, o silĂȘncio na casa era pesado. As crianças dormiam. VerĂłnica tambĂ©m. Mas Daniela nĂŁo conseguia fechar os olhos. A cena do dia anterior ainda ardia na sua pele. Ela sentia dentro de si a lembrança de RaĂșl, o jeito que ele a pegara, o calor do corpo dele, a voz grave dizendo o quanto a desejava.

E agora, a esposa dormia
 do outro lado do corredor.

Eram quase duas da madrugada quando Daniela saiu na ponta dos pĂ©s do quarto das crianças. Sua camisola curta nĂŁo deixava nada para a imaginação. Ela parou na frente da porta do escritĂłrio onde RaĂșl costumava trabalhar Ă  noite. Empurrou devagar.

LĂĄ estava ele. De camiseta, com os Ăłculos, revisando uns documentos sob a luz fraca da escrivaninha.
—Não conseguia dormir — sussurrou ela.

RaĂșl levantou o olhar.
—VocĂȘ nĂŁo devia estar aqui — murmurou. Mas a voz dele tremia.

—Ela tĂĄ dormindo, nĂ©? — Daniela fechou a porta atrĂĄs de si. —Eu tambĂ©m podia estar dormindo
 sozinha
 molhadinha


Ela disse isso bem baixinho, sentando na escrivaninha, deixando a camisola subir, mostrando a buceta molhada, sem calcinha.

RaĂșl engoliu seco.
—Daniela


—Shhh — ela levou um dedo aos lábios. —Não fala.

Ela se aproximou e sentou no colo dele, roçando a buceta na ereção jĂĄ evidente. Devagar, começou a se mexer sobre ele, se esfregando sem deixar penetrar. RaĂșl fechou os olhos e apertou os dentes.
—CĂȘ gosta de me ver assim? — sussurrou. —Molhada
 em cima de vocĂȘ
 enquanto sua mulher dorme a poucos metros.

RaĂșl nĂŁo respondeu. SĂł agarrou ela com força e a levantou, baixou o short, deslizando. O pau dele fica duro dentro dela com uma Ășnica estocada. Daniela abafou um gemido e tapou a boca com a mĂŁo.vadia—Shhh
 pra ninguĂ©m ouvir

Ela começou a montå-lo devagar, sem desgrudar o corpo do dele, com a camisola mal cobrindo as costas nuas. Os gemidos eram suaves, sussurrados. As estocadas eram profundas, mas contidas. A escrivaninha rangia levemente debaixo deles.
—Juro que nunca me senti assim —sussurrou RaĂșl no ouvido dela—. Como se finalmente
 eu fosse eu.
—VocĂȘ Ă© —respondeu Daniela—. E eu sou sua

Ele a deitou de bruços sobre a escrivaninha, levantando a camisola. Inclinou-se sobre ela e a pegou por trĂĄs, empurrando devagar, mas firme, segurando-a pelo pescoço com uma mĂŁo, enquanto com a outra tapava a boca dela pra nĂŁo gritar.Relatos eroticosO sexo era mais intenso por causa do risco. Pela possibilidade de serem descobertos. Cada movimento, cada suspiro
 era um desafio pra esposa que dormia a poucos metros. Daniela gozou tremendo, com a boca aberta em silĂȘncio. RaĂșl terminou segundos depois, se descarregando dentro dela com força, mordendo o ombro dela pra nĂŁo gemer. Os dois ficaram assim, respirando pesado, suando. Depois, ela se levantou, ajeitou a camisola e sorriu pra ele. —Boa noite, seu RaĂșl. E saiu sem fazer barulho. No corredor, a porta do quarto do casal continuava fechada. Naquela noite, os gritos foram mais altos que o normal. —TĂŽ farta das suas desculpas! —berrou VerĂŽnica do corredor—. VocĂȘ Ă© um parasita! NĂŁo serve nem como homem! Vai pro sofĂĄ, agora! RaĂșl nĂŁo respondeu. SĂł fechou os olhos por um instante, segurando a raiva, e baixou o olhar. Andou em silĂȘncio pela casa escura, atĂ© parar na frente da porta do quarto das crianças. Abriu devagar, com cuidado, e lĂĄ estava ela. Daniela, deitada no colchĂŁo extra, com uma camiseta dele vestida, que ficava grande e provocante, tipo uma fantasia erĂłtica de inocĂȘncia. Ela olhou pra ele na hora, sabendo, pela expressĂŁo cansada dele, que algo nĂŁo tava bem. RaĂșl chegou perto da cama dela e se agachou. —TĂĄ acordada? —TĂŽ sempre acordada quando vocĂȘ tĂĄ mal —sussurrou. Ele hesitou um momento, e entĂŁo disse: —Vem comigo. Mas sem fazer barulho. Daniela se levantou, sem perguntar. Sabia que se ele chamava ela assim, de noite, sem palavras, era porque alguma coisa tava queimando dentro dele. Seguiu ele pelo corredor. NĂŁo foi pro sofĂĄ. Nem pro escritĂłrio dele. Desceram por uma escada lateral, estreita, que levava ao porĂŁo. Um lugar escuro e Ășmido que ela nunca tinha explorado. Quando RaĂșl acendeu a luz, Daniela se surpreendeu. LĂĄ, num canto, ele tinha preparado um colchĂŁo de casal, limpo, coberto com lençóis macios. Uma lĂąmpada fraca pendia do teto. De um lado, um ventilador de pĂ© zumbia com ar fresco. Em cima de uma mesinha Tinha garrafas d'ĂĄgua, lenços, uma vela apagada. Tudo pronto. Tudo planejado.
—Faz quanto tempo
 que vocĂȘ tem isso? —sussurrou Daniela, olhando ao redor.
—Faz semanas —respondeu RaĂșl—. NĂŁo aguentava mais. Precisava
 de um lugar onde pudesse respirar.

Daniela se aproximou e o abraçou. Sentiu o peito dele batendo forte, as mĂŁos tremendo ao envolvĂȘ-la.
—Aqui vocĂȘ pode fazer mais do que respirar —sussurrou no ouvido dele, enquanto tirava a camiseta, ficando completamente nua sob a luz fraca.

RaĂșl olhou pra ela como se fosse a primeira vez. Ele a desejava. Mas, mais que isso, precisava dela.

Deitou ela no colchĂŁo e começou a beijĂĄ-la devagar, com devoção. Os lĂĄbios dele percorreram o pescoço, os peitos, a barriga. Daniela se arqueava, entregue. Quando a lĂ­ngua dele chegou na buceta molhada, ela jĂĄ gemia, tapando a boca com a mĂŁo.muito gostosa—Deus
 RaĂșl
 —ofegava, com as pernas tremendo—. VocĂȘ Ă© meu
 aqui embaixo, vocĂȘ Ă© sĂł meu

Ele a devorou atĂ© fazĂȘ-la gozar duas vezes, com movimentos suaves, precisos, apaixonados. Depois, subiu sobre ela e enfiou a pica na buceta dela devagar, olhando nos olhos dela, como se o mundo inteiro nĂŁo existisse alĂ©m daquele cantinho secreto.

O colchão rangia suavemente sob os corpos deles, misturados em suor e desejo. O ventilador girava, soprando o ar quente do pecado. Os movimentos aceleravam. Ela o envolvia com as pernas, apertando ele com força dentro dela. Sentia ele tão fundo, tão cheio, tão dela.

—Me faz tua mulher
 aqui
 nesse esconderijo
 onde ela não existe — sussurrou Daniela, entre ofegos.

RaĂșl a penetrou com força, fazendo a tĂĄbua do chĂŁo vibrar. Gozou com um gemido grave, enterrado nela atĂ© o fundo. Depois, se deixou cair ao lado dela, exausto, acariciando o cabelo dela.

Ficaram assim. Em silĂȘncio. Juntos. Reais.

Do andar de cima, sĂł o som do ventilador se infiltrava pelas paredes.

E a certeza de que aquele lugar
 jĂĄ nĂŁo seria sĂł um refĂșgio.

Mas o palco onde o desejo se transformava em amor proibido.relatos pornoAs semanas passavam. RaĂșl e Daniela continuavam se vendo toda noite no quarto secreto. A relação deles ficava mais profunda, mais emocional. JĂĄ nĂŁo era sĂł sexo. Era cuidado, ternura, cumplicidade. Mas lĂĄ em cima
 o clima continuava pesado. VerĂŽnica estava mais tensa. Mais distante. Quase nĂŁo falava mais. SaĂ­a Ă  tarde vestida como se fosse para uma gala, mas dizia que ia para “reuniĂ”es de trabalho”. NĂŁo perguntava pelas crianças. Nem pelo marido. Nem pela babĂĄ.

Uma noite, RaĂșl notou que VerĂŽnica tinha esquecido o celular na cozinha. Pegou ele pra deixar em cima da mesa, mas aĂ­ viu.

Uma notificação: "TĂŽ com saudade de vocĂȘ na minha cama, foxy yummy."

Ele sentiu o chĂŁo tremer.

Abriu a mensagem. Era de alguém chamado "Luis (Escritório)". Mas as fotos não eram de escritório. VerÎnica, de lingerie. Com uma taça de vinho. Numa cama que não era a dela.

RaĂșl nĂŁo disse nada. NĂŁo gritou. SĂł respirou fundo
 e tirou fotos. VĂ­deos. Prints. Provas. Naquela noite, desceu com Daniela pro porĂŁo sem falar uma palavra.

— O que foi? — perguntou ela, acariciando o rosto dele.

— Agora sim
 acabou tudo — respondeu ele, com uma calma que assustava —. NĂŁo vou mais viver nessa farsa. Vou embora. E vocĂȘ vem comigo.

Dois dias depois, RaĂșl entrou com o pedido de divĂłrcio. Pediu a guarda total das crianças, alegando negligĂȘncia emocional, abuso verbal e infidelidade comprovada.

VerÎnica explodiu. Gritou. Ameaçou. Mas não conseguiu negar as provas. Nem as datas. Nem os hotéis.

Daniela nĂŁo se escondeu. Encarou. Como babĂĄ. Como testemunha. Como mulher.

TrĂȘs semanas depois, um juiz concedeu a guarda provisĂłria pra RaĂșl, enquanto o processo corria. VerĂŽnica saiu de casa furiosa, com uma mala sĂł, sob o olhar frio dos prĂłprios filhos.

Naquela noite, a casa ficou em silĂȘncio.

RaĂșl se aproximou de Daniela, que estava na cozinha, tremendo.

— E agora
 o que vai ser da gente? — perguntou ela, sem coragem de olhar pra ele.

Ele se aproximou, segurou o rosto dela com as duas mĂŁos e a beijou com Força. —Agora
 vocĂȘ vai ser minha mulher. NĂŁo escondida. NĂŁo em segredo. NĂŁo num porĂŁo. E naquela noite, pela primeira vez, eles transaram na prĂłpria cama deles. A que antes ele tinha dividido com a VerĂŽnica. Agora era sĂł deles.babaRaĂșl foi tirando a roupa dela devagar, como se redesenhando a pele com os dedos. Daniela olhava pra ele com os olhos brilhando, bem abertos, enquanto ele a penetrava com calma, acariciando o rosto dela.
—Tî contigo
 pra sempre —ele sussurrou.
Ela se arqueou, gemendo baixinho, montada nele, cavalgando devagar, fundo, até os dois gozarem juntos, num gemido longo, doce e desesperado.
Não tinha mais culpa. Nem segredos. Só dois corpos
 e uma vida nova pela frente.68📑A Babá Gostosa


vadia

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