Cheguei em casa exultante como um vencedor, ainda continuava sendo um nerd e virgem, mas tinha avançado pra caralho naquele dia.
Tinha uma mina pra mim, e ainda por cima era uma submisso, mas uma coisa que me deixou pensando é que até eu soube como agir naquele momento, como me dirigir a ela ou como levar a situação. Será que são as famosas lições do meu pai sobre macho alfa.
Mandei mensagem no Whatsapp pra Florencia, queria ter certezas.Eu:Como você está, como se sente?Flor:Bem, foi tudo muito intenso.EU:Então se prepara pra viver umas paradas intensas comigo. Anota aí no teu diário tudo que você viveu hoje.Flor:Você leu meu diário?Eu:Sim.Flor:O que você leu?Eu:O suficiente pra saber que você é minha, ou então o que o diário diz é mentira. — Ficou uns quinze minutos sem responder.Flor:Não, não mente. Sou sua.Eu:Isso me agrada muito, vai dormir, que eu vou ter que me masturbar com sua calcinha.
Minha vida tinha virado de cabeça pra baixo, e eu via um puta potencial nos novos acontecimentos. O problema é que a gente não tinha um lugar próprio pra ficar com a Flor, por isso estávamos limitados, eu tava ciente de que não podia desvirginar ela num rapidinha. Mas enquanto isso, nossas sessões de beijos, nossas punhetas e sexo oral não faltaram. Tanto na casa dela quanto na minha. A Florencia era muito obediente e submissa. Tudo isso me encantava, e ela ficava doida quando eu usava ela. Com o tempo e as sessões de sexo, comecei a ensinar como eu gostava que ela me chupasse, e já na segunda vez que a gente se encontrou, ela ficou completamente nua, e terminamos num encontro de sexo oral bem selvagem, lambuzei todos os peitos dela com meu leite, preciso dizer que ela tem uns peitos divinos, de tamanho médio, coroados com um mamilo médio, marrom escuro que contrasta muito bem com a pele branca dela. Foi sublime, mas eu queria transar de verdade com ela, mas como eu disse, nosso tempo era muito limitado, e ela merecia perder a virgindade de um jeito que fosse lembrar pra sempre, ou eu era um idealista.
E numa dessas sessões, me deram a oportunidade de retribuir o favor pra Laura e perder a virgindade. Num sábado, com nosso encontro obrigatório onde ela se punhetava e eu era voyeur, a coisa mudou, conectei meu celular nas câmeras do quintal, e direcionei elas pra janela da Laura, eu não acreditava como não tinha pensado nisso antes, bom, na verdade eu tinha aprendido aquilo fazia pouco tempo, ajudando os técnicos a instalar as câmeras, convidei a Flor e falei pra ela vir preparada, porque eu ia raspar a buceta dela. Ela não disse nada, só perguntou se precisava de algo. Ela chegou e eu tinha tudo, tinha preparado uma toalha, máquina de cortar cabelo, gilete, um creme, e me preparei. Totalmente e profissionalmente pedi pra ela tirar a roupa da cintura pra baixo, coisa que ela fez na hora.
Flor tirou a roupa, ficando com a... buceta à minha completa disposição, peguei minha máquina de cortar cabelo e raspei todos os pelinhos dela, eram bem finos e pretos, em seguida molhei a toalha em água mais que morna e passei por todo o púbis, buceta e cu. Passei o creme em toda a área e comecei a passar a gilete, ia passando bem devagar, senti a umidade na buceta da Flor, sabia que isso tava excitando ela, mas ignorei e continuei com meu trabalho. Depois de terminar o serviço na buceta e no púbis dela, pedi pra ela ficar de quatro, ela fez na hora, não tinha reparado que era a primeira vez que via o cu dela, rosadinho, fechado, imaculado. Passei creme e raspei também aquela área, sentia a umidade no sexo dela, cada vez mais excitada. Ficou tudo impecável, olhei e me orgulhei do meu trabalho. Falei pra ela se vestir e ir no banheiro se lavar. Enquanto isso, olhei as câmeras pra ver o que a Laura tava fazendo, ela tava olhando pela janela, como se me procurasse, e era lógico, aquele era o dia dos nossos encontros não consentidos. Isso esclarecia todas as dúvidas, se a Laura sabia ou não que era observada. Peguei meu celular e mandei um WhatsApp pra ela, que tava em casa, que não ia incomodar, ia ficar ocupado no meu quarto. Ela demorou, mas respondeu com um seco OK. A Flor voltou do banheiro e sentou na minha cama, como esperando instruções. Eu olhava meu celular vendo o que a Laura fazia, ela andava pelo quarto dela, tava brava ou irritada. Meu plano já tava em andamento, tinha plantado a dúvida na Laura, meu pai tinha ido com a Gabriela num fim de semana romântico, tava com a casa vazia, tinha aberto as cortinas da janela, que dava pro quintal de casa, bom, se tudo saísse como planejei, podia devolver o favor pra Laura.
Chamei a Florencia, que ficou de pé na minha frente, e terminei de despir ela, fiz o mesmo comigo. Puxei ela pra perto de mim, colocando minhas mãos nas bundas dela, apertando e amassando, enquanto levava os peitos dela até minha boca. Os peitos dela eram perfeitos, com minha língua percorria tudo no seio dela, e brincava com o biquinho marrom escuro. Ela tinha os braços nos meus ombros e acariciava meu cabelo, como primeiro gesto de carinho, agindo por conta própria, sempre esperava eu mandar. Ela estava de olhos fechados, cabeça pra trás e língua passando nos lábios, era facinho levar ela até aquele ponto de prazer e fazer ela gozar. Enfiei minha mão entre as pernas dela, tava toda molhada, comecei a percorrer devagar até o cu e voltava pro clitóris, uma hora e outra, enquanto continuava chupando os peitos dela. Enquanto tava nessa tarefa gostosa, olhei de lado e vi a Laura nos observando, ela tava no canto da janela, meio inclinada, pra não ser vista, tava vermelha e com os olhos grudados na gente, a Florencia tava de costas pra ela e resolvi dar um belo show como ela fazia comigo. Deitei na cama e pedi pra Flor subir em cima de mim pra fazer um 69. Ela obedeceu na hora, meu pau tava durasso, nunca tinha estado tão duro, eu já tinha ensinado meus gostos pra ela, então ela começou com muita língua por todo o comprimento do meu pau, acariciando de leve minhas bolas com as mãos, chupava devagar a cabeça e enfiava na boca, não entrava muito mas pra mim era o paraíso. Enquanto isso, eu tinha uma visão da buceta dela escorrendo, e já metia minha língua direto na buceta dela como se fosse um pau. Tava tudo molhado, dos próprios sucos dela e da minha saliva. A gente tava no limite do orgasmo, até que eu gozei e ela também, entre gemidos e suspiros, as contrações e os sucos da buceta dela se multiplicaram, e eu queria tomar tudo. Depois de uns segundos, ela me disse: "Valeu, foi uma delícia." – Anotei isso, toda vez que gozava ela me agradecia. Eu já não aguentava mais, entre a depilação, o boquete e a sacanagem de ter a Laura como espectadora, porque juro que ela não se mexeu nenhum minuto. Minha excitação não baixou nada e eu ainda tinha a Flor em cima de mim. Comecei de novo a fazer oral nela pra deixar ela no ponto, não me custou nada.Eu:Flor, se prepara, chegou a hora. –Olhei pra ela e ela tinha um olhar especial, não era medo, ela se inclinou e me beijou.Eu:tranquila, eu vou cuidar de você.Flor:Sei, confio em você.
Saí da cama, peguei a camisinha e coloquei. Já tinha visto milhares de vídeos, tutoriais, mas nada, nada se comparou com aquele momento. Tava nervoso e com um pouco de medo, mas não demonstrei, ela via segurança em mim. Olhei de lado e vi a Laura concentrada no que tava rolando. Fui até onde a Flor tava, com meu pau balançando e o olhar dela fixo nele. Me ajoelhei na cama e abri as pernas dela, a gente se olhava nos olhos, enquanto eu acariciava o corpo dela. Aproximei meu pau da buceta dela e comecei a esfregar ele contra ela, bem devagar, não queria penetrar, só tava masturbando ela com meu pau. Me inclinei sobre ela e comecei a beijar ela, enquanto colocava a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela, fazendo um vai e vem pequeno, simulando a penetração, só entrava a cabecinha. Enquanto continuava acariciando e beijando a Flor — isso eu tinha lido, precisava relaxar ela e deixar ela o mais excitada possível.
Ela soltava suspiros, tava realmente gostosa e com tesão igual a mim. Só entrava a cabeça, enquanto uma mão amassava o peito dela e minha boca brincava com os lábios dela. Quando senti que ela tava relaxada o suficiente, fiz pressão até que algo rompeu. Ela ficou imóvel, com a boca bem aberta, igual os olhos dela. Doeu, e pela expressão dela, doeu pra caralho. Continuei beijando e acariciando ela, sem mexer meu pau. Brincava com ela pra excitar de novo. Num certo momento, ela relaxou e eu comecei com um vai e vem lento, sem aprofundar muito, porque vi que aquilo doía nela, só entrava até a metade. Cada vez ela dilatava mais e tava mais lubrificada, mas ainda não penetrava fundo. Acelerei o ritmo, ela tava de olhos fechados e suspirava no meu pescoço, a respiração dela tava muito rápida e eu já não aguentava mais e gozei pela segunda vez. Fiquei imóvel sobre ela.Eu:Como você tá? — Vi você pensando — E quero a verdade.Flor:Foi legal, mas doeu pra caralho, e só no final consegui relaxar e aproveitar um pouco.
Ela deve ter visto minha cara de decepção. Olhei pra janela e a Laura já tinha ido embora, já contava com isso. Eu achava que na primeira vez ia ser a experiência orgásmica da vida da Flor, mas não foi assim.
Tinha uma mina pra mim, e ainda por cima era uma submisso, mas uma coisa que me deixou pensando é que até eu soube como agir naquele momento, como me dirigir a ela ou como levar a situação. Será que são as famosas lições do meu pai sobre macho alfa.
Mandei mensagem no Whatsapp pra Florencia, queria ter certezas.Eu:Como você está, como se sente?Flor:Bem, foi tudo muito intenso.EU:Então se prepara pra viver umas paradas intensas comigo. Anota aí no teu diário tudo que você viveu hoje.Flor:Você leu meu diário?Eu:Sim.Flor:O que você leu?Eu:O suficiente pra saber que você é minha, ou então o que o diário diz é mentira. — Ficou uns quinze minutos sem responder.Flor:Não, não mente. Sou sua.Eu:Isso me agrada muito, vai dormir, que eu vou ter que me masturbar com sua calcinha.
Minha vida tinha virado de cabeça pra baixo, e eu via um puta potencial nos novos acontecimentos. O problema é que a gente não tinha um lugar próprio pra ficar com a Flor, por isso estávamos limitados, eu tava ciente de que não podia desvirginar ela num rapidinha. Mas enquanto isso, nossas sessões de beijos, nossas punhetas e sexo oral não faltaram. Tanto na casa dela quanto na minha. A Florencia era muito obediente e submissa. Tudo isso me encantava, e ela ficava doida quando eu usava ela. Com o tempo e as sessões de sexo, comecei a ensinar como eu gostava que ela me chupasse, e já na segunda vez que a gente se encontrou, ela ficou completamente nua, e terminamos num encontro de sexo oral bem selvagem, lambuzei todos os peitos dela com meu leite, preciso dizer que ela tem uns peitos divinos, de tamanho médio, coroados com um mamilo médio, marrom escuro que contrasta muito bem com a pele branca dela. Foi sublime, mas eu queria transar de verdade com ela, mas como eu disse, nosso tempo era muito limitado, e ela merecia perder a virgindade de um jeito que fosse lembrar pra sempre, ou eu era um idealista.
E numa dessas sessões, me deram a oportunidade de retribuir o favor pra Laura e perder a virgindade. Num sábado, com nosso encontro obrigatório onde ela se punhetava e eu era voyeur, a coisa mudou, conectei meu celular nas câmeras do quintal, e direcionei elas pra janela da Laura, eu não acreditava como não tinha pensado nisso antes, bom, na verdade eu tinha aprendido aquilo fazia pouco tempo, ajudando os técnicos a instalar as câmeras, convidei a Flor e falei pra ela vir preparada, porque eu ia raspar a buceta dela. Ela não disse nada, só perguntou se precisava de algo. Ela chegou e eu tinha tudo, tinha preparado uma toalha, máquina de cortar cabelo, gilete, um creme, e me preparei. Totalmente e profissionalmente pedi pra ela tirar a roupa da cintura pra baixo, coisa que ela fez na hora.
Flor tirou a roupa, ficando com a... buceta à minha completa disposição, peguei minha máquina de cortar cabelo e raspei todos os pelinhos dela, eram bem finos e pretos, em seguida molhei a toalha em água mais que morna e passei por todo o púbis, buceta e cu. Passei o creme em toda a área e comecei a passar a gilete, ia passando bem devagar, senti a umidade na buceta da Flor, sabia que isso tava excitando ela, mas ignorei e continuei com meu trabalho. Depois de terminar o serviço na buceta e no púbis dela, pedi pra ela ficar de quatro, ela fez na hora, não tinha reparado que era a primeira vez que via o cu dela, rosadinho, fechado, imaculado. Passei creme e raspei também aquela área, sentia a umidade no sexo dela, cada vez mais excitada. Ficou tudo impecável, olhei e me orgulhei do meu trabalho. Falei pra ela se vestir e ir no banheiro se lavar. Enquanto isso, olhei as câmeras pra ver o que a Laura tava fazendo, ela tava olhando pela janela, como se me procurasse, e era lógico, aquele era o dia dos nossos encontros não consentidos. Isso esclarecia todas as dúvidas, se a Laura sabia ou não que era observada. Peguei meu celular e mandei um WhatsApp pra ela, que tava em casa, que não ia incomodar, ia ficar ocupado no meu quarto. Ela demorou, mas respondeu com um seco OK. A Flor voltou do banheiro e sentou na minha cama, como esperando instruções. Eu olhava meu celular vendo o que a Laura fazia, ela andava pelo quarto dela, tava brava ou irritada. Meu plano já tava em andamento, tinha plantado a dúvida na Laura, meu pai tinha ido com a Gabriela num fim de semana romântico, tava com a casa vazia, tinha aberto as cortinas da janela, que dava pro quintal de casa, bom, se tudo saísse como planejei, podia devolver o favor pra Laura.
Chamei a Florencia, que ficou de pé na minha frente, e terminei de despir ela, fiz o mesmo comigo. Puxei ela pra perto de mim, colocando minhas mãos nas bundas dela, apertando e amassando, enquanto levava os peitos dela até minha boca. Os peitos dela eram perfeitos, com minha língua percorria tudo no seio dela, e brincava com o biquinho marrom escuro. Ela tinha os braços nos meus ombros e acariciava meu cabelo, como primeiro gesto de carinho, agindo por conta própria, sempre esperava eu mandar. Ela estava de olhos fechados, cabeça pra trás e língua passando nos lábios, era facinho levar ela até aquele ponto de prazer e fazer ela gozar. Enfiei minha mão entre as pernas dela, tava toda molhada, comecei a percorrer devagar até o cu e voltava pro clitóris, uma hora e outra, enquanto continuava chupando os peitos dela. Enquanto tava nessa tarefa gostosa, olhei de lado e vi a Laura nos observando, ela tava no canto da janela, meio inclinada, pra não ser vista, tava vermelha e com os olhos grudados na gente, a Florencia tava de costas pra ela e resolvi dar um belo show como ela fazia comigo. Deitei na cama e pedi pra Flor subir em cima de mim pra fazer um 69. Ela obedeceu na hora, meu pau tava durasso, nunca tinha estado tão duro, eu já tinha ensinado meus gostos pra ela, então ela começou com muita língua por todo o comprimento do meu pau, acariciando de leve minhas bolas com as mãos, chupava devagar a cabeça e enfiava na boca, não entrava muito mas pra mim era o paraíso. Enquanto isso, eu tinha uma visão da buceta dela escorrendo, e já metia minha língua direto na buceta dela como se fosse um pau. Tava tudo molhado, dos próprios sucos dela e da minha saliva. A gente tava no limite do orgasmo, até que eu gozei e ela também, entre gemidos e suspiros, as contrações e os sucos da buceta dela se multiplicaram, e eu queria tomar tudo. Depois de uns segundos, ela me disse: "Valeu, foi uma delícia." – Anotei isso, toda vez que gozava ela me agradecia. Eu já não aguentava mais, entre a depilação, o boquete e a sacanagem de ter a Laura como espectadora, porque juro que ela não se mexeu nenhum minuto. Minha excitação não baixou nada e eu ainda tinha a Flor em cima de mim. Comecei de novo a fazer oral nela pra deixar ela no ponto, não me custou nada.Eu:Flor, se prepara, chegou a hora. –Olhei pra ela e ela tinha um olhar especial, não era medo, ela se inclinou e me beijou.Eu:tranquila, eu vou cuidar de você.Flor:Sei, confio em você.
Saí da cama, peguei a camisinha e coloquei. Já tinha visto milhares de vídeos, tutoriais, mas nada, nada se comparou com aquele momento. Tava nervoso e com um pouco de medo, mas não demonstrei, ela via segurança em mim. Olhei de lado e vi a Laura concentrada no que tava rolando. Fui até onde a Flor tava, com meu pau balançando e o olhar dela fixo nele. Me ajoelhei na cama e abri as pernas dela, a gente se olhava nos olhos, enquanto eu acariciava o corpo dela. Aproximei meu pau da buceta dela e comecei a esfregar ele contra ela, bem devagar, não queria penetrar, só tava masturbando ela com meu pau. Me inclinei sobre ela e comecei a beijar ela, enquanto colocava a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela, fazendo um vai e vem pequeno, simulando a penetração, só entrava a cabecinha. Enquanto continuava acariciando e beijando a Flor — isso eu tinha lido, precisava relaxar ela e deixar ela o mais excitada possível.
Ela soltava suspiros, tava realmente gostosa e com tesão igual a mim. Só entrava a cabeça, enquanto uma mão amassava o peito dela e minha boca brincava com os lábios dela. Quando senti que ela tava relaxada o suficiente, fiz pressão até que algo rompeu. Ela ficou imóvel, com a boca bem aberta, igual os olhos dela. Doeu, e pela expressão dela, doeu pra caralho. Continuei beijando e acariciando ela, sem mexer meu pau. Brincava com ela pra excitar de novo. Num certo momento, ela relaxou e eu comecei com um vai e vem lento, sem aprofundar muito, porque vi que aquilo doía nela, só entrava até a metade. Cada vez ela dilatava mais e tava mais lubrificada, mas ainda não penetrava fundo. Acelerei o ritmo, ela tava de olhos fechados e suspirava no meu pescoço, a respiração dela tava muito rápida e eu já não aguentava mais e gozei pela segunda vez. Fiquei imóvel sobre ela.Eu:Como você tá? — Vi você pensando — E quero a verdade.Flor:Foi legal, mas doeu pra caralho, e só no final consegui relaxar e aproveitar um pouco.
Ela deve ter visto minha cara de decepção. Olhei pra janela e a Laura já tinha ido embora, já contava com isso. Eu achava que na primeira vez ia ser a experiência orgásmica da vida da Flor, mas não foi assim.
1 comentários - Família Complicada, 1ª vez com minha submissa