Saída, entregadora

Tudo começou como uma brincadeira, eu tirando fotos da minha mina na praia, ela de topless e sem calcinha, também em lugares fechados só de lingerie. O bichinho me picou e, sem ela saber, comecei a postar essas fotos na internet. Era parte de um jogo que me excitava, pensar que outros caras iam ficar de pau duro vendo minha mulher semi nua. Tudo ia de maravilha, até que Eduardo, um desconhecido, me escreveu como se eu fosse a dona das fotos. Esclareci por e-mail que eu era o marido e quais eram minhas intenções. Combinamos, meio sem querer, de nos encontrar pra tomar um café. Picado por sei lá qual bichinho, fui no encontro num bar no centro. Lá, depois das apresentações, ele se abriu, dizendo que tinha ficado apaixonado pelas fotos, e que se eu achasse legal, a gente podia ver como conectar ele com a minha mulher. A ideia foi me excitando, e sem saber direito o que tava fazendo, pelas minhas costas, comecei a tramar um encontro dos três. Edu tem uma empresa de turismo e viu como saída um contato diário com a minha esposa, oferecendo um cargo na empresa dele com a promessa de contratá-la como guia, depois de um período de treinamento. A oferta incluía viagens pra destinos exóticos e cruzeiros. Acho que nenhuma mulher recusaria essa oferta de trabalho e diversão.
Combinamos de nos encontrar na mesma confeitaria no próximo sábado, no mesmo lugar, por volta das 20h30.
Comprei pra minha mulher uma cinta-liga preta e meias pretas, falei pra ela que no próximo sábado a gente ia sair pra dar um rolê no centro, mas que eu queria ter do meu lado "uma mulher de verdade", que os caras desejassem ela e virassem pra olhar.
Ela, se divertindo com a proposta, vestiu uma saia preta, super justa, que realçava ainda mais suas curvas, fio dental preto, sutiã preto, meia coxa preta. Tudo complementado com uma blusinha azul clara bem decotada. Quando terminou sua pintura, parecia mesmo uma puta de verdade. Nunca tinha visto ela tão espetacular, fiquei de pau duro, mas não quis estragar a saída. Pedi pra ela tirar o sutiã, deixar os 95 de peito soltos, já que estavam bem durinhos e não precisavam de ajuda. Ela tirou e, ao se olhar no espelho, percebeu que os bicos apareciam através do tecido fino. Rindo, me disse que com certeza quando vissem ela, iam achar que era uma Escort Vip com o cafetão. Ri, completou o look com um xale que cobriria os peitos na rua.
Passeamos pela rua Florida, até que, por volta das 20h, sugeri irmos tomar alguma bebida. Ela aceitou de bom grado. Sentamos numa mesa, ela tirou o xale e deixou à mostra, para todos os presentes, todo o seu arsenal. Ali percebi que ela tinha levado muito a sério a ideia de se parecer com uma autêntica gostosa, porque ao sentar, fez isso de um jeito deliberado, de modo que todos os homens dirigiram o olhar para ela, e deu pra ver claramente a calcinha dela. Ela sorriu pra mim, perguntando se era aquilo que eu esperava dela. Concordei e meu pau ficou duro.
Depois de um tempo, o Edu apareceu. Quando me viu, veio direto pra nossa mesa, olhando claramente pra figura da minha mulher e reagindo como se estivesse impressionado. Me cumprimentou, fingindo que lembrava de mim dos tempos de faculdade de Direito. Apresentei minha mulher e convidei ele pra sentar com a gente. Ele cumprimentou ela com um beijo em cada bochecha. A gente conversou animado até que ela se levantou "delicadamente" da cadeira, deixando a entreperna dela à mostra de novo pra todo mundo. Ela foi pro banheiro sob o olhar atento de todos os homens ali. Ficando só eu e o Edu, ele me falou como tava impressionado com a beleza da minha esposa. Na mesma hora, disse que queria fazer ela dele. Falei que ele ia ter que esperar até ela aceitar.
Ele me propôs que a gente fosse jantar num restaurante na beira da praia, onde ele formalizaria a oferta de emprego. A gente saiu, eu tinha deixado o carro num estacionamento que ficava aberto o dia inteiro, então fomos pro carro do Edu e seguimos pra orla. Já sentados no restaurante, o Edu começou dizendo que tava preocupado, porque a Carmen, uma ex-colega de faculdade muito gostosa e eficiente, de total confiança, depois de muitos anos trabalhando com ele, tinha casado e se mudado pra Bahía Blanca, o que complicou o esquema dele, já que era super difícil achar alguém pra substituir ela. Num dado momento, ele pergunta pra minha mulher se ela tava procurando emprego, já que era esposa de um amigo e com certeza dava pra confiar nela. Ele contou como seria o trabalho dela caso aceitasse, e que com um pouco de experiência, ela poderia até atuar como anfitriã em viagens pra Europa, Sudeste Asiático, cruzeiros pelo Caribe e/ou Mediterrâneo, e por que não, destinos dentro do país. Eu ficava olhando as reações da minha mina, os olhos dela não acreditavam no impacto dessas ofertas. Num momento ela se tocou e me perguntou o que eu achava do que tava ouvindo. Com naturalidade, respondi que se ela topasse, eu não ia impedir ela de experimentar a parada. Na hora ela respondeu que sim, que amava a proposta, e assim ficou combinado que na segunda-feira ao meio-dia ela apareceria no escritório do Eduardo. Ele, sorrindo, respondeu que beleza, mas que queria uma funcionária tão gostosa quanto ela tava hoje, porque isso era um atrativo pros clientes.
Jantamos enquanto eles conversavam sobre as perspectivas de um bom salário e de viagens. Eu só escutava.
Terminada a janta e depois do café de sempre, o Edu pagou a conta, subimos no carro dele, ela sentou no banco do carona, o Edu abriu a porta pra ela, eu ainda tava parado do lado e vi direitinho quando ela se sentou "generosamente", deixando à mostra a linda entreperna dela e a calcinha fio dental preta, que quase se enfiava entre os lábios inferiores, bem depilados. Demorou mais que o normal pra se ajeitar, enquanto o Edu segurava a porta aberta, se deliciando com aquela vista. Eu sorri por dentro, pensando em como a minha mulher tinha levado a sério o papel dela. Parado do lado dela, enquanto ela se sentava, ela se abaixou um pouco, deixando à mostra os 95 cm de peito e os biquinhos durinhos. Uma verdadeira delícia.
Já dentro do carro, o Edu seguiu pro norte. Quando perguntei pra onde a gente tava indo, ele falou que era pra área de San Isidro, numa casa de baile. Quando tentei reclamar, ele disse que tinha combinado com ela de terminar a noite assim. Não me opus.
Durante o trajeto, me pareceu que o Edu apoiava a mão direita na coxa da minha mulher, que, se segurando na posição de cortesã, deixava ele fazer até aproximar a mão da bucetinha dela. Coisa que depois ela me confirmou, dizendo que só deixou ele acariciar o púbis e os lábios, mas que não deixou ele meter os dedos dentro dela.
Já na balada, a gente dançava alternado. Num momento, cansado, deixei ele dançar umas lentinhas, perdi a morena de vista. Aí, subindo pro banheiro, tinha um balconcinho de onde dava pra ver quase toda a pista, que tava no escuro. Depois de muito espiar, consegui achar o casal: pareciam uma pessoa só. Edu tava apertando ela pra caralho, e de vez em quando eu via as mãos dele passando descaradamente na bunda gostosa dela.
Saída, entregadora

, a que pelo visto recebia de bom grado tais carícias.
Amanhecendo, saímos da balada, ela foi até o estacionamento com a gente. Enquanto esperava o carro, vi que num momento eles trocaram um beijinho. Nos despedimos, cheguei em casa voando de tesão. Perguntei pra Lore como foi a noite, ela disse que foi fantástica e sobre o Edu: "QUE ERA UM DOCE.
Com tudo o que aconteceu, eu tava de pau duro e ela muito tarada. A gente transou por um tempão, ela multiorgásmica gozou um monte de vezes, eu meti nela como nunca pelos dois buraquinhos. Terminamos exaustos e dormimos até o anoitecer.

1 comentários - Saída, entregadora