Sexo forçado fica menos forçado com o pai…

Sexo forçado fica menos forçado com o pai…


Já faz meses desde que começamos nosso acordo, e agora meu desconforto não vem mais de transar regularmente com outros caras, mas sinto falta do papai.


Parei de sair com alguém de vez. Falo pra mim mesma que não tô afim, mas no fundo sei que é porque pensei nele com o último cara que transei. A vergonha e a confusão depois disso são grandes demais pra arriscar de novo...


Todo mês, depois de horas sendo usada como uma puta, com o gozo dele ainda quente bem fundo dentro de mim, saio do apartamento dele me sentindo certa. Nas últimas vezes, fiquei até horrorizada ao me ver relutante em ir trabalhar. Então nem paro pra pensar antes de concordar com tudo quando ele diz que é melhor eu ficar até segunda-feira, o pau dele ainda pulsando dentro de mim.
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É assim que me encontro de joelhos, o útero estranhamente quente e pesado de dias de repetidas fertilizações, me esfregando na perna dele e adorando carinhosamente o pau dele enquanto ele assiste ao jogo de domingo. Ele me deu "material de estudo" desde minha primeira tentativa de boquete, e o fato de eu aparentemente ter melhorado me dá um orgulho estranho e quente que prefiro não pensar.


Ele nem me nota enquanto o jogo tá passando, só toma a cerveja dele e de vez em quando faz carinho na minha cabeça, e eu nunca me senti tão como um bichinho de estimação. Ser ignorada só me faz me esforçar mais pra chamar a atenção dele. Acho que ele faz de propósito, e odeio como isso me faz ficar toda molhada.


Parece que passei horas afofando, lambendo e chupando o pau dele — nem sei quanto tempo dura um jogo de futebol — até que ele finalmente olha pra baixo pra mim. Ele desligou a TV, e eu tava tão ocupada que nem percebi. Os únicos sons no quarto são os barulhos molhados da minha boca no meio das pernas dele.
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Nunca paro meu trabalho, me deliciando com toda a atenção dele enquanto ele finalmente dá um sorrisinho de canto me encarando. Os dedos ásperos dele penteiam meu cabelo pra trás do rosto, e eu me entrego com um suspiro, sem pensar. Tudo parece tão natural agora.


Você foi uma garota tão boazinha," ele diz naquele tom doentio e meloso que sempre me faz corar e me remexer do pior jeito. "Tão paciente, consigo sentir como você tá molhadinha," ele cutuca a canela que ainda estou esfregando contra mim, me fazendo soltar um guincho. "Acho que você merece uma recompensa, não merece?


Uns dias atrás, eu poderia ter ficado envergonhada com o quanto eu aceno com a cabeça, cheia de entusiasmo. O sorriso debochado dele só faz meu coração disparar ainda mais. Ele me guia para montar em seu colo, puxando-me para perto até que minha buceta molhada esteja pressionada intimamente contra o pau dele, ainda molhado com minha saliva. Ele ri quando eu instintivamente me esfrego nele com um gemido.
Pai


Ele me empurra mais alto com as mãos firmes nos meus quadris, guia a cabeça dele para pressionar levemente minha entrada, e então… se recosta na cadeira e me observa na expectativa. Tô desesperada demais pra esperar mais.


Deixei-me afundar na pica quente e pulsante dele com um gemido humilhante. Ele tinha me fodido só hoje de manhã, e ainda assim parece uma eternidade desde que me esticou. Caio para frente até meus peitos pressionarem o peito largo dele, já não estranho, e enterro o rosto no pescoço dele.


Me agarro nele enquanto esfrego a buceta no pau dele numa quase névoa de embriaguez, girando devagar os quadris, apertando ele a cada metida, sentindo o corpanzil forte dele contra o meu. Acabo trabalhando pelo orgasmo dele em vez do meu, mas nem questiono. Isso só parece natural.


É quando eu imploro baixinho no ouvido dele que ele goza com um gemido trêmulo, os braços dele me envolvendo e me apertando contra o corpo enquanto ele empurra ainda mais fundo em mim. Como quase sempre acontece, a pulsação frenética do pau dele dentro de mim e o calor gostoso do leite dele se espalhando pela minha barriga também me levam ao limite, gemendo fraquinho enquanto meu corpo inteiro treme.


Percebo dez minutos depois, ainda tremendo no abraço possessivo dele, que isso tinha sido uma primeira vez. Uma grande.
Filha


De todas as vezes que ele encheu minha buceta, foi sempre por escolha e ação dele. Me curvando sobre o sofá, ou me prendendo na cama, ou me pressionando contra a parede do chuveiro. Mas dessa vez, ele não fez nada. Eu ordenei ele com minha boceta como se fosse morrer sem o gozo dele. Acho que deveria sentir nojo ou vergonha, mas só sinto… cheia.

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