Minha sogra me deu força e não me julgou, isso era o mais importante pra mim, porque pra mim tudo aquilo foi um acidente lamentável. Quando eu já tava saindo da casa dela, a Mara chegou, me olhou com desprezo, cumprimentou minha sogra e subiu pro quarto dela. Depois do que conversei com minha sogra, eu tava mais do que convencido de que ela tava acordada e não dormindo como dizia. Mas isso não ia me ajudar em nada. Desde que conheci minha cunhada, nossa relação sempre foi meio distante, e numa ocasião, num aniversário, ouvi ela conversando com as amigas e falando que eu era pouca coisa pra irmã dela. Voltei pra minha casa, segui o conselho da minha sogra, não liguei nem procurei minha esposa, e dei o espaço dela.
Eu tava destruído, na real amava muito a Vanina, e não sabia como consertar as coisas. No meu sentimento de culpa, raiva, impotência, aquilo me corroía. Também tinha uma parte de mim que odiava profundamente a biscate da minha cunhada, e na minha cabeça eu ficava com a ideia de que tinha caído numa armadilha.
Passei duas semanas afundado na mesma merda, dormindo pouco, quase nada, comendo por inércia, as coisas estavam tão ruins que tava afetando meu trabalho, tava quase caindo em depressão. Não aguentei mais e fui buscar minha esposa no trabalho, esperei ela na saída. Quando vi ela saindo, meu coração se alegrou, mas reparei em várias coisas: primeiro, que ela tava tão acabada quanto eu, olheiras, sinais de pouco sono, um pouco mais magra; segundo, que assim que me viu, franziu a testa e fez uma careta de raiva e irritação, tentou ir pro lado contrário, mas eu alcancei e segurei o braço dela. Ela me olhou com muita raiva, pedi pra gente conversar só isso. Ela aceitou de má vontade, e fomos a um café perto. Expliquei da melhor forma que pude minha situação, meu ponto de vista, e ela me olhava com cara séria, os olhos brilhando, mas querendo me matar.
Vanina:Olha, Carlos, fica sabendo: nesse ponto, tanto faz se eu sabia que era minha irmã ou não. O que me dói é que você comeu minha irmã, não consigo mais te olhar do mesmo jeito, não daria pra ficar contigo sabendo disso. Você era o único cara em quem eu podia confiar, e agora não é mais. A gente já tava mal, isso é fato. Mas com isso, não dá.
Carlos:Mas o que eu posso fazer pra você me perdoar ou te mostrar que te amo?
Vanina:Isso eu sei. — uma lágrima escapou pela sua bochecha — não tenho dúvidas de que você me ama, e também tenho certeza de que não sabia que ela era minha irmã, não precisa jurar ou minha mãe me contar. Mas não consigo te ver do mesmo jeito, tenho uma confusão na cabeça, me deixa me acalmar, tô tudo muito à flor da pele, preciso de mais tempo, porque se você me apressar, hoje eu não quero te ver, nem ficar mais com você.
Se eu paro de chorar e fico sentado, com o coração na mão, queria chorar, gritar e bater em alguém. A dor não cabia no meu corpo. Cheguei no carro e comecei a chorar, espernear e bater no banco do carona. À noite, quando cheguei em casa, sentei no sofá, no escuro, chorava que nem um moleque, via como minha vida, que pra mim era feliz, tava escapando, pensava no que tinha dito, e me martelava na cabeça que pra ela a gente já tava mal antes desse incidente, e se era verdade, a gente discutia mais, compartilhava menos, conversava menos, menos comunicação e menos sexo como eu falei. Mas pra mim era uma fase, talvez por causa da convivência, muito trampo ou sei lá. Nisso, minha sogra me liga e me chama pra almoçar no dia seguinte, alguma coisa me disse que ela tinha falado com a Vanina, porque o tom dela foi muito de mãe.
No dia seguinte, ela me recebeu como sempre, com muito carinho. Já tinha quase a comida pronta, minha cunhada não quis almoçar com a gente. Conversamos sobre banalidades durante a refeição. Depois, ela fez um café e sentamos na sala. Foi aí que ela me contou que a Vanina tinha ido lá no dia anterior, depois de estar comigo. Que ela tinha chorado e desabafado tudo o que podia, que estava morando com uma amiga porque não queria dividir teto com a irmã. Aí eu coloquei meu ponto de vista e minhas dúvidas sobre tudo isso, que a gente já estava mal antes do incidente, e que me preocupou muito ela não querer me ver mais.
Mara:Na verdade, você é mais burro do que eu pensava. Minha irmã tá usando a desculpa da nossa história pra esconder o defunto no armário dela. Você não pensa, né?
Susana:Mara, cala a boca, por favor.
Mara:—É um imbecil, mãe. Ela já tem outro, e já tinha antes disso tudo acontecer.
—Minha sogra se levantou e deu um tapa nele que ecoou pela casa toda.
—Mãe.
Susana:Cala a boca e para de te meter na vida da sua irmã, que já fez merda demais. E se não gostou, já pode vazar da minha casa.
Eu fiquei de boca aberta, fui traído, virei corno. Minha cunhada ficava passando a mão na bochecha dela, não teve coragem de falar nada pra minha sogra, nunca tinha visto ela daquele jeito.
Susana:Calma, Carlos, e deixa eu te explicar. –Minha raiva e fúria eram mais do que evidentes.– A Vanina há meses vem aguentando um flerte, daquele flerte normal que toda mulher recebe, mas ultimamente ela não tava tão imune a esse flerte, digamos que já tava gostando, shhhh deixa eu terminar – bem quando eu ia interromper – ela não fez nada, e tava com uma culpa imensa por causa disso, digamos que vocês estavam meio distantes e alguém tava enchendo o ouvido dela, não passou disso.
Carlos:Ela tem razão, sou um idiota. — Minha sogra segurou minha mão, enquanto eu me levantava para ir embora.
Susana:Vem, não vai embora assim—eu levantei e fui embora.
Mara:Minha irmã não é tão santa quanto todo mundo pensa. – Consegui ouvir enquanto ela saía.
Tudo isso me fez desmoronar ainda mais, eu era um ingênuo, um imbecil, como minha cunhada disse. E eu não via isso, talvez minha mulher já tivesse me traído e, se não foi antes do incidente, estava me traindo naquele momento, mas ela fazia isso conscientemente, diferente de mim. A verdade é que a raiva e todos os sentimentos conflitantes não foram bons conselheiros, um sentimento de ódio tomou conta de mim. Pedia férias no trabalho e me trancava em casa, fiz de tudo, desde beber álcool até apagar ou passar semanas sem tomar banho. Vanina me escreveu uma vez para buscar as coisas dela, pedindo que eu não estivesse lá para evitar problemas. Que cinismo algumas mulheres têm, e eu, com tão pouco amor-próprio, pedi para conversar, queria explicações, mas ela não respondeu. Saí de casa quando ela foi e, ao voltar meio dia depois, ela tinha levado todas as coisas dela.
Um mês e meio depois de todo esse trágico incidente, bateram na minha porta. Eu continuava sem ir trabalhar; na verdade, tinham tentado falar comigo várias vezes, minha cunhada e minha sogra. Eu tinha uma infinidade de mensagens que não abri. Era um homem acabado, a casa toda imunda. Por acaso, eu tinha tomado banho naquele dia, o primeiro em três semanas, porque tinha ido almoçar na casa dos meus pais e não queria que me vissem tão mal. Já estava escurecendo.
Quando abri a porta, lá estava minha cunhada. Vi um pouco de doçura no olhar dela, que passou no segundo em que ela me viu na cara. Ela me afastou com a mão e foi direto para a sala, observou a bagunça e a pouca luz que tinha. Sentou e viu a garrafa de bebida que estava em cima da mesa. Deixou o casaco do lado do sofá. Eu já não queria saber mais nada daquela bruxa, e também da minha mulher. Tinha esperança de que fosse tudo mentira, ou sei lá, a verdade. Também sentia muito rancor dela. Tinha um monte de sentimentos confusos.
Mara:Tô vendo que tu tá muito mal, agora se entregou pra cachaça.
Carlos:O que você quer? E se apressa, não é agradável estar na sua presença. — Ela fez uma careta e revirou os olhos.
Mara:Não pense que eu quero estar aqui, e muito menos com você. Mas a gente tem um problema. Quando você abusou de mim — minha cara se transformou de raiva — teve consequências, tô grávida. Mais um problema, nem reagi.
Carlos:hahahahaha e você quer me empurrar essa pra mim. - a verdade é que já não me importava mais com nada. - deve ser de um dos seus "amigos".
Mara:O que você tá dizendo, idiota. — e continuei rindo, o que deixou ela puta.
Carlos:O que tu andou procurando, se já fez comigo, quem sabe a quantidade de idiotas que caiu na sua lábia. — Falei com um sorriso de orelha a orelha.
Ela se jogou em mim com as garras apontadas pro meu rosto, o que foi fácil de segurar, mas tentou acertar minhas bolas com uma joelhada. Girei o quadril e bati na coxa dela, empurrei um pouco, e ela se lançou de novo em mim, com os olhos injetados de sangue. Antes de chegar perto, dei um tapa com a mão bem aberta, acertando a bochecha dela, e joguei ela contra o sofá. Ela se recuperou e não se deu por satisfeita, pegou o vaso da mesa e jogou em mim, acertando minha cabeça, o que me fez recuar um pouco. Quando toquei na cabeça, tinha um pouco de sangue. Ao levantar o olhar, ela já estava em cima de mim, desferindo uma porrada de golpes. Empurrei ela, peguei pelo pescoço e apertei contra a parede, enfiando minha coxa entre as pernas dela pra abri-las. O olhar de ódio continuava, mas ela ficou roxa fácil por falta de ar.
Carlos: Não me custaria nada, sua puta de merda, você arruinou minha vida, então não me importo mais de te matar, ou você sai daqui e aborta. Não é problema meu. Além disso, não acredito que seja meu filho. — O olhar dele já era de súplica, ele estava apertando muito o pescoço dela.
Mara:Por favoooor.
- Relaxa um pouco o pescoço, só o suficiente pra você respirar.
- O moleque não tem culpa, além disso minha mãe me proibiu de fazer isso. O único com quem eu estive foi você e meu ex, um mês antes da gente se separar a gente não transava.
Carlos:Então você vai ter que criar um moleque sozinha, sua puta.
Dizendo isso, comecei a perceber várias coisas: uma, a nossa proximidade; duas, que eu tava tendo uma ereção, e não sei explicar por quê; três, que ela tava percebendo.
Mara:Filho da puta, maldito safado, teu pau subiu. — Eu sorri. — Não vou criar ele sozinha, você vai ter que assumir a responsabilidade. — Comecei a apertar o peito dele com a mão. — O que cê tá fazendo, porco.
Carlos:Vou cuidar do moleque e da mãe.
Em seguida, comecei a beijar ela, mas ela não colaborou, e acabei mordendo a boca dela.
Mara:O que foi, viado? Vai me estuprar de novo?
Carlos:Não, vou simplesmente tomar posse da minha putinha, se quiser chama de estupro.
Apertei ela mais contra a parede e continuei beijando ela, até conseguir enfiar minha língua na boca dela, e com minha mão apertava o peito dela e beliscava o mamilo. Ela ainda não tava a fim.
Carlos:Acho que você não chega nem aos pés da sua irmã, ela é muita mulher comparada com você, você é só uma esquentadora de pica, que não consegue homem e tem que pegar os da sua irmã. - O ódio se injetou de novo nos olhos dela.
Mara:O que cê tá falando, viado? Sou mulher pra caralho pra você, minha irmã era demais pra você, por isso ela procura fora o que você não dava.
Apertei ela mais contra a parede e procurei os lábios dela de novo, mas ela colaborou, aliás, mordeu até fazer sangue no meu lábio, e eu fiz o mesmo. Os mamilos dela nas minhas mãos cresciam visivelmente. Desci minha mão e enfiei por baixo da saia dela, afastei a calcinha minúscula e, com os dedos, percebi que ela começava a lubrificar. Beijei ela de novo e nos enroscamos num beijo que era quase até ficar sem ar, terminando os dois se mexendo. Eu masturbava ela com vontade e sentia cada vez mais os fluidos dela nos meus dedos, massageava o quanto podia os lábios dela, terminando no clitóris.
Mara: você é tão pouco homem que não consegue ter uma mulher senão pela força. — eu me afastei um pouco, tirei a mão e mostrei meus dedos banhados pelos seus fluidos e os coloquei na minha boca.
Carlos:Hmm, sabe aquela puta barata, você é tão piranha que adora ser estuprada, ou reparar no que sua irmã gosta.
Em seguida, cruzei a cara dela com um tapa, e devolvi com força. Ficamos cara a cara, até terminar nos beijando de novo como loucos, querendo possuir um ao outro. Ela claramente queria se impor sobre mim, e não ligava como. Peguei o cabelo castanho claro dela, agarrei a bunda dela, e dali arrastei ela pro quarto.
Carlos: Vem aqui que eu vou te comer, vagabunda. - Ela reclamava e me xingava em todas as línguas que conhecia.
Chegamos no quarto, puxei ela pra perto de mim e começamos a nos beijar de novo, ela colaborou totalmente. Empurrei ela e ela caiu na cama, arranquei a saia dela e também a calcinha fio dental. Recuei um pouco e tirei minha calça e o resto da roupa num piscar de olhos. Quando olhei, minha cunhada estava pelada me encarando com um olhar desafiador. Os peitos dela, que eu via pela primeira vez, eram obra de arte de um cirurgião. Ela fixou o olhar na minha pica.
Mara:Vamos ver se você sabe satisfazer uma mulher de verdade.
Não deixei ela continuar, me equilibrei sobre ela, abri bem as pernas dela e mergulhei na buceta dela, me grudei que nem uma lapa, chupando ela do jeito que eu sabia.
Mara:O que foi, viadinho? Eu quero que você me coma, não que... aaaaaah. - Enfiei dois dedos na buceta dela enquanto chupava o clitóris, a virilha dela era uma fonte, não parava de jorrar fluidos.
Continuei com minha estratégia: domar aquela puta na base de orgasmos, e não ia parar até conseguir. Continuei chupando o clitóris dela e metendo forte com meus dedos. Em poucos segundos, ela teve um orgasmo avassalador e tentou pressionar minha cabeça com as mãos, puxando meu cabelo com força. Quando não aguentava mais de prazer, fechou as pernas, mas eu não deixei e continuei. Ela chegou a mijar de novo, igual da primeira vez, soltando fluidos e urina no orgasmo. Fiquei ereto e, ofegante, peguei ela pelo queixo e comecei um beijo possessivo. Queria que ela provasse os próprios sucos. No começo, ela resistiu, mas não dei muita opção — acabou colaborando. Me afastei dela e comecei a esfregar meu pau na boceta dela, que estava encharcadíssima.
Mara:espera um pouco que eu me recupere.
Não dei bola e continuei por uns segundos, quando cansei, levei as pernas dela pros meus ombros e meti de uma só vez. Ela ficou com a boca em formato de O.
Carlos:As putas são escolhidas assim.
Minhas enfiadas eram profundas, eu só tirava deixando a cabeça dentro e metia de novo até as bolas, uma e outra vez, aumentando o ritmo. Queria comer ela selvagemente, deixar ela destruída, foram vários minutos de enfiadas brutais até que eu gozei forte, não deixei ela descansar como pediu, virei ela e coloquei de bruços, abri a perna esquerda dela e sentei um pouco antes da bunda dela, com minha perna montada na perna direita dela, penetrei nessa posição de novo até as bolas, ela se contraiu muito, nessa posição era onde eu fazia ela sentir melhor a curva do meu pau, nessa posição meu pau esfregava direto no ponto G dela, ela começou a gritar como se eu estivesse matando ela e segundos depois começou a gozar forte, eu não parei, estava numa posição muito confortável e continuei com meus dedos besuntados com os sucos dela, penetrei o cu dela, primeiro um dedo, depois dois, uma e outra vez, e notei outro orgasmo muito forte e senti minhas bolas muito molhadas pelos sucos dela, cheguei a meter três dedos no cu dela. Até que não aguentei mais e gozei forte dentro da buceta dela, continuei até meu pau não aguentar mais. Uns minutos me recuperando, e levantei, meu orgasmo tinha sido devastador, mas não podia mostrar fraqueza.
Carlos:Vamos, vagabunda, é só isso que você tem? Eu ainda nem cheguei perto de ficar satisfeito.
Ela me olhou com muita raiva, peguei ela pelo braço e pela perna, arrastei até a beirada da cama, segurei seu queixo e levei meu pau até a boca dela, ela tava bem molhadinha. Forcei ela a me fazer um boquete, quando ela se recuperou, tomou o controle e começou a me fazer um boquete de respeito, bem fundo e gostoso, muito melhor do que os que a irmã dela fazia. Peguei meus dedos, abri as pernas dela e comecei a penetrar a buceta e o cu dela.
Carlos:não tá ruim, nada mal, mas prefiro os boquetes da sua irmã, ela se esforça mais, kkkkk.
Acho que me arrependi em dois segundos, porque ela começou a fazer um boquete daqueles, me fez tremer as pernas, e eu tive medo de não aguentar muito mais. Precisava retomar o controle, tirei ela de lá, e empurrei na cama, ela ficou de costas pra mim.
Carlos:Vamos ver, agora vou gozar mesmo.
Coloquei ela de conchinha por trás. Peguei meu pau e encostei na entrada do cu dela, ela tentou evitar, mas um tapa forte e seco na bunda dela impediu. Meti de uma vez, sem piedade, até as bolas baterem, ela gritou bem alto, minha mão, que apertava os peitos divinos dela, levou uma mordida de castigo. Empurrei sem parar, eu tava destruindo o cu dela, até que, pra meu bem, tirei minha mão do alcance dela e coloquei a perna dela sobre minha coxa, abrindo um pouco e deixando acesso livre pra toda a buceta dela. Comecei a masturbar ela com força no ritmo das minhas metidas, ela teve um orgasmo longo pra caralho, que terminou num squirt fenomenal. Isso me deixou na beira do orgasmo, mas eu queria humilhar ela mais. Agarrei ela e trouxe pra beirada da cama, ela tava meio grogue, segurei ela e enfiei meu pau na boca dela, peguei pelo pescoço e, quando ela abriu a boca pra respirar, comecei a meter como se fosse na buceta dela. Não aguentei nada, o tesão era grande, gozei tudo dentro dela.
Em seguida, a gente ouviu um barulhão como se quisessem arrombar a porta, no grito de "polícia". Quando eu abri, pelado, tinha dois oficiais, junto com a minha vizinha, que tava explicando o que eles estavam fazendo ali, quando a Mara apareceu do meu lado, pelada também.
Mara:Qual é, cara, não posso transar com meu homem sem ser incomodada? Tô bem, mais que bem, e seus oficiais, se não se importam, a gente ainda não terminou — em seguida, fechei a porta na cara deles, peguei na minha mão e fomos pro meu quarto.
Eu tava destruído, na real amava muito a Vanina, e não sabia como consertar as coisas. No meu sentimento de culpa, raiva, impotência, aquilo me corroía. Também tinha uma parte de mim que odiava profundamente a biscate da minha cunhada, e na minha cabeça eu ficava com a ideia de que tinha caído numa armadilha.
Passei duas semanas afundado na mesma merda, dormindo pouco, quase nada, comendo por inércia, as coisas estavam tão ruins que tava afetando meu trabalho, tava quase caindo em depressão. Não aguentei mais e fui buscar minha esposa no trabalho, esperei ela na saída. Quando vi ela saindo, meu coração se alegrou, mas reparei em várias coisas: primeiro, que ela tava tão acabada quanto eu, olheiras, sinais de pouco sono, um pouco mais magra; segundo, que assim que me viu, franziu a testa e fez uma careta de raiva e irritação, tentou ir pro lado contrário, mas eu alcancei e segurei o braço dela. Ela me olhou com muita raiva, pedi pra gente conversar só isso. Ela aceitou de má vontade, e fomos a um café perto. Expliquei da melhor forma que pude minha situação, meu ponto de vista, e ela me olhava com cara séria, os olhos brilhando, mas querendo me matar.
Vanina:Olha, Carlos, fica sabendo: nesse ponto, tanto faz se eu sabia que era minha irmã ou não. O que me dói é que você comeu minha irmã, não consigo mais te olhar do mesmo jeito, não daria pra ficar contigo sabendo disso. Você era o único cara em quem eu podia confiar, e agora não é mais. A gente já tava mal, isso é fato. Mas com isso, não dá.
Carlos:Mas o que eu posso fazer pra você me perdoar ou te mostrar que te amo?
Vanina:Isso eu sei. — uma lágrima escapou pela sua bochecha — não tenho dúvidas de que você me ama, e também tenho certeza de que não sabia que ela era minha irmã, não precisa jurar ou minha mãe me contar. Mas não consigo te ver do mesmo jeito, tenho uma confusão na cabeça, me deixa me acalmar, tô tudo muito à flor da pele, preciso de mais tempo, porque se você me apressar, hoje eu não quero te ver, nem ficar mais com você.
Se eu paro de chorar e fico sentado, com o coração na mão, queria chorar, gritar e bater em alguém. A dor não cabia no meu corpo. Cheguei no carro e comecei a chorar, espernear e bater no banco do carona. À noite, quando cheguei em casa, sentei no sofá, no escuro, chorava que nem um moleque, via como minha vida, que pra mim era feliz, tava escapando, pensava no que tinha dito, e me martelava na cabeça que pra ela a gente já tava mal antes desse incidente, e se era verdade, a gente discutia mais, compartilhava menos, conversava menos, menos comunicação e menos sexo como eu falei. Mas pra mim era uma fase, talvez por causa da convivência, muito trampo ou sei lá. Nisso, minha sogra me liga e me chama pra almoçar no dia seguinte, alguma coisa me disse que ela tinha falado com a Vanina, porque o tom dela foi muito de mãe.
No dia seguinte, ela me recebeu como sempre, com muito carinho. Já tinha quase a comida pronta, minha cunhada não quis almoçar com a gente. Conversamos sobre banalidades durante a refeição. Depois, ela fez um café e sentamos na sala. Foi aí que ela me contou que a Vanina tinha ido lá no dia anterior, depois de estar comigo. Que ela tinha chorado e desabafado tudo o que podia, que estava morando com uma amiga porque não queria dividir teto com a irmã. Aí eu coloquei meu ponto de vista e minhas dúvidas sobre tudo isso, que a gente já estava mal antes do incidente, e que me preocupou muito ela não querer me ver mais.
Mara:Na verdade, você é mais burro do que eu pensava. Minha irmã tá usando a desculpa da nossa história pra esconder o defunto no armário dela. Você não pensa, né?
Susana:Mara, cala a boca, por favor.
Mara:—É um imbecil, mãe. Ela já tem outro, e já tinha antes disso tudo acontecer.
—Minha sogra se levantou e deu um tapa nele que ecoou pela casa toda.
—Mãe.
Susana:Cala a boca e para de te meter na vida da sua irmã, que já fez merda demais. E se não gostou, já pode vazar da minha casa.
Eu fiquei de boca aberta, fui traído, virei corno. Minha cunhada ficava passando a mão na bochecha dela, não teve coragem de falar nada pra minha sogra, nunca tinha visto ela daquele jeito.
Susana:Calma, Carlos, e deixa eu te explicar. –Minha raiva e fúria eram mais do que evidentes.– A Vanina há meses vem aguentando um flerte, daquele flerte normal que toda mulher recebe, mas ultimamente ela não tava tão imune a esse flerte, digamos que já tava gostando, shhhh deixa eu terminar – bem quando eu ia interromper – ela não fez nada, e tava com uma culpa imensa por causa disso, digamos que vocês estavam meio distantes e alguém tava enchendo o ouvido dela, não passou disso.
Carlos:Ela tem razão, sou um idiota. — Minha sogra segurou minha mão, enquanto eu me levantava para ir embora.
Susana:Vem, não vai embora assim—eu levantei e fui embora.
Mara:Minha irmã não é tão santa quanto todo mundo pensa. – Consegui ouvir enquanto ela saía.
Tudo isso me fez desmoronar ainda mais, eu era um ingênuo, um imbecil, como minha cunhada disse. E eu não via isso, talvez minha mulher já tivesse me traído e, se não foi antes do incidente, estava me traindo naquele momento, mas ela fazia isso conscientemente, diferente de mim. A verdade é que a raiva e todos os sentimentos conflitantes não foram bons conselheiros, um sentimento de ódio tomou conta de mim. Pedia férias no trabalho e me trancava em casa, fiz de tudo, desde beber álcool até apagar ou passar semanas sem tomar banho. Vanina me escreveu uma vez para buscar as coisas dela, pedindo que eu não estivesse lá para evitar problemas. Que cinismo algumas mulheres têm, e eu, com tão pouco amor-próprio, pedi para conversar, queria explicações, mas ela não respondeu. Saí de casa quando ela foi e, ao voltar meio dia depois, ela tinha levado todas as coisas dela.
Um mês e meio depois de todo esse trágico incidente, bateram na minha porta. Eu continuava sem ir trabalhar; na verdade, tinham tentado falar comigo várias vezes, minha cunhada e minha sogra. Eu tinha uma infinidade de mensagens que não abri. Era um homem acabado, a casa toda imunda. Por acaso, eu tinha tomado banho naquele dia, o primeiro em três semanas, porque tinha ido almoçar na casa dos meus pais e não queria que me vissem tão mal. Já estava escurecendo.
Quando abri a porta, lá estava minha cunhada. Vi um pouco de doçura no olhar dela, que passou no segundo em que ela me viu na cara. Ela me afastou com a mão e foi direto para a sala, observou a bagunça e a pouca luz que tinha. Sentou e viu a garrafa de bebida que estava em cima da mesa. Deixou o casaco do lado do sofá. Eu já não queria saber mais nada daquela bruxa, e também da minha mulher. Tinha esperança de que fosse tudo mentira, ou sei lá, a verdade. Também sentia muito rancor dela. Tinha um monte de sentimentos confusos.
Mara:Tô vendo que tu tá muito mal, agora se entregou pra cachaça.
Carlos:O que você quer? E se apressa, não é agradável estar na sua presença. — Ela fez uma careta e revirou os olhos.
Mara:Não pense que eu quero estar aqui, e muito menos com você. Mas a gente tem um problema. Quando você abusou de mim — minha cara se transformou de raiva — teve consequências, tô grávida. Mais um problema, nem reagi.
Carlos:hahahahaha e você quer me empurrar essa pra mim. - a verdade é que já não me importava mais com nada. - deve ser de um dos seus "amigos".
Mara:O que você tá dizendo, idiota. — e continuei rindo, o que deixou ela puta.
Carlos:O que tu andou procurando, se já fez comigo, quem sabe a quantidade de idiotas que caiu na sua lábia. — Falei com um sorriso de orelha a orelha.
Ela se jogou em mim com as garras apontadas pro meu rosto, o que foi fácil de segurar, mas tentou acertar minhas bolas com uma joelhada. Girei o quadril e bati na coxa dela, empurrei um pouco, e ela se lançou de novo em mim, com os olhos injetados de sangue. Antes de chegar perto, dei um tapa com a mão bem aberta, acertando a bochecha dela, e joguei ela contra o sofá. Ela se recuperou e não se deu por satisfeita, pegou o vaso da mesa e jogou em mim, acertando minha cabeça, o que me fez recuar um pouco. Quando toquei na cabeça, tinha um pouco de sangue. Ao levantar o olhar, ela já estava em cima de mim, desferindo uma porrada de golpes. Empurrei ela, peguei pelo pescoço e apertei contra a parede, enfiando minha coxa entre as pernas dela pra abri-las. O olhar de ódio continuava, mas ela ficou roxa fácil por falta de ar.
Carlos: Não me custaria nada, sua puta de merda, você arruinou minha vida, então não me importo mais de te matar, ou você sai daqui e aborta. Não é problema meu. Além disso, não acredito que seja meu filho. — O olhar dele já era de súplica, ele estava apertando muito o pescoço dela.
Mara:Por favoooor.
- Relaxa um pouco o pescoço, só o suficiente pra você respirar.
- O moleque não tem culpa, além disso minha mãe me proibiu de fazer isso. O único com quem eu estive foi você e meu ex, um mês antes da gente se separar a gente não transava.
Carlos:Então você vai ter que criar um moleque sozinha, sua puta.
Dizendo isso, comecei a perceber várias coisas: uma, a nossa proximidade; duas, que eu tava tendo uma ereção, e não sei explicar por quê; três, que ela tava percebendo.
Mara:Filho da puta, maldito safado, teu pau subiu. — Eu sorri. — Não vou criar ele sozinha, você vai ter que assumir a responsabilidade. — Comecei a apertar o peito dele com a mão. — O que cê tá fazendo, porco.
Carlos:Vou cuidar do moleque e da mãe.
Em seguida, comecei a beijar ela, mas ela não colaborou, e acabei mordendo a boca dela.
Mara:O que foi, viado? Vai me estuprar de novo?
Carlos:Não, vou simplesmente tomar posse da minha putinha, se quiser chama de estupro.
Apertei ela mais contra a parede e continuei beijando ela, até conseguir enfiar minha língua na boca dela, e com minha mão apertava o peito dela e beliscava o mamilo. Ela ainda não tava a fim.
Carlos:Acho que você não chega nem aos pés da sua irmã, ela é muita mulher comparada com você, você é só uma esquentadora de pica, que não consegue homem e tem que pegar os da sua irmã. - O ódio se injetou de novo nos olhos dela.
Mara:O que cê tá falando, viado? Sou mulher pra caralho pra você, minha irmã era demais pra você, por isso ela procura fora o que você não dava.
Apertei ela mais contra a parede e procurei os lábios dela de novo, mas ela colaborou, aliás, mordeu até fazer sangue no meu lábio, e eu fiz o mesmo. Os mamilos dela nas minhas mãos cresciam visivelmente. Desci minha mão e enfiei por baixo da saia dela, afastei a calcinha minúscula e, com os dedos, percebi que ela começava a lubrificar. Beijei ela de novo e nos enroscamos num beijo que era quase até ficar sem ar, terminando os dois se mexendo. Eu masturbava ela com vontade e sentia cada vez mais os fluidos dela nos meus dedos, massageava o quanto podia os lábios dela, terminando no clitóris.
Mara: você é tão pouco homem que não consegue ter uma mulher senão pela força. — eu me afastei um pouco, tirei a mão e mostrei meus dedos banhados pelos seus fluidos e os coloquei na minha boca.
Carlos:Hmm, sabe aquela puta barata, você é tão piranha que adora ser estuprada, ou reparar no que sua irmã gosta.
Em seguida, cruzei a cara dela com um tapa, e devolvi com força. Ficamos cara a cara, até terminar nos beijando de novo como loucos, querendo possuir um ao outro. Ela claramente queria se impor sobre mim, e não ligava como. Peguei o cabelo castanho claro dela, agarrei a bunda dela, e dali arrastei ela pro quarto.
Carlos: Vem aqui que eu vou te comer, vagabunda. - Ela reclamava e me xingava em todas as línguas que conhecia.
Chegamos no quarto, puxei ela pra perto de mim e começamos a nos beijar de novo, ela colaborou totalmente. Empurrei ela e ela caiu na cama, arranquei a saia dela e também a calcinha fio dental. Recuei um pouco e tirei minha calça e o resto da roupa num piscar de olhos. Quando olhei, minha cunhada estava pelada me encarando com um olhar desafiador. Os peitos dela, que eu via pela primeira vez, eram obra de arte de um cirurgião. Ela fixou o olhar na minha pica.
Mara:Vamos ver se você sabe satisfazer uma mulher de verdade.
Não deixei ela continuar, me equilibrei sobre ela, abri bem as pernas dela e mergulhei na buceta dela, me grudei que nem uma lapa, chupando ela do jeito que eu sabia.
Mara:O que foi, viadinho? Eu quero que você me coma, não que... aaaaaah. - Enfiei dois dedos na buceta dela enquanto chupava o clitóris, a virilha dela era uma fonte, não parava de jorrar fluidos.
Continuei com minha estratégia: domar aquela puta na base de orgasmos, e não ia parar até conseguir. Continuei chupando o clitóris dela e metendo forte com meus dedos. Em poucos segundos, ela teve um orgasmo avassalador e tentou pressionar minha cabeça com as mãos, puxando meu cabelo com força. Quando não aguentava mais de prazer, fechou as pernas, mas eu não deixei e continuei. Ela chegou a mijar de novo, igual da primeira vez, soltando fluidos e urina no orgasmo. Fiquei ereto e, ofegante, peguei ela pelo queixo e comecei um beijo possessivo. Queria que ela provasse os próprios sucos. No começo, ela resistiu, mas não dei muita opção — acabou colaborando. Me afastei dela e comecei a esfregar meu pau na boceta dela, que estava encharcadíssima.
Mara:espera um pouco que eu me recupere.
Não dei bola e continuei por uns segundos, quando cansei, levei as pernas dela pros meus ombros e meti de uma só vez. Ela ficou com a boca em formato de O.
Carlos:As putas são escolhidas assim.
Minhas enfiadas eram profundas, eu só tirava deixando a cabeça dentro e metia de novo até as bolas, uma e outra vez, aumentando o ritmo. Queria comer ela selvagemente, deixar ela destruída, foram vários minutos de enfiadas brutais até que eu gozei forte, não deixei ela descansar como pediu, virei ela e coloquei de bruços, abri a perna esquerda dela e sentei um pouco antes da bunda dela, com minha perna montada na perna direita dela, penetrei nessa posição de novo até as bolas, ela se contraiu muito, nessa posição era onde eu fazia ela sentir melhor a curva do meu pau, nessa posição meu pau esfregava direto no ponto G dela, ela começou a gritar como se eu estivesse matando ela e segundos depois começou a gozar forte, eu não parei, estava numa posição muito confortável e continuei com meus dedos besuntados com os sucos dela, penetrei o cu dela, primeiro um dedo, depois dois, uma e outra vez, e notei outro orgasmo muito forte e senti minhas bolas muito molhadas pelos sucos dela, cheguei a meter três dedos no cu dela. Até que não aguentei mais e gozei forte dentro da buceta dela, continuei até meu pau não aguentar mais. Uns minutos me recuperando, e levantei, meu orgasmo tinha sido devastador, mas não podia mostrar fraqueza.
Carlos:Vamos, vagabunda, é só isso que você tem? Eu ainda nem cheguei perto de ficar satisfeito.
Ela me olhou com muita raiva, peguei ela pelo braço e pela perna, arrastei até a beirada da cama, segurei seu queixo e levei meu pau até a boca dela, ela tava bem molhadinha. Forcei ela a me fazer um boquete, quando ela se recuperou, tomou o controle e começou a me fazer um boquete de respeito, bem fundo e gostoso, muito melhor do que os que a irmã dela fazia. Peguei meus dedos, abri as pernas dela e comecei a penetrar a buceta e o cu dela.
Carlos:não tá ruim, nada mal, mas prefiro os boquetes da sua irmã, ela se esforça mais, kkkkk.
Acho que me arrependi em dois segundos, porque ela começou a fazer um boquete daqueles, me fez tremer as pernas, e eu tive medo de não aguentar muito mais. Precisava retomar o controle, tirei ela de lá, e empurrei na cama, ela ficou de costas pra mim.
Carlos:Vamos ver, agora vou gozar mesmo.
Coloquei ela de conchinha por trás. Peguei meu pau e encostei na entrada do cu dela, ela tentou evitar, mas um tapa forte e seco na bunda dela impediu. Meti de uma vez, sem piedade, até as bolas baterem, ela gritou bem alto, minha mão, que apertava os peitos divinos dela, levou uma mordida de castigo. Empurrei sem parar, eu tava destruindo o cu dela, até que, pra meu bem, tirei minha mão do alcance dela e coloquei a perna dela sobre minha coxa, abrindo um pouco e deixando acesso livre pra toda a buceta dela. Comecei a masturbar ela com força no ritmo das minhas metidas, ela teve um orgasmo longo pra caralho, que terminou num squirt fenomenal. Isso me deixou na beira do orgasmo, mas eu queria humilhar ela mais. Agarrei ela e trouxe pra beirada da cama, ela tava meio grogue, segurei ela e enfiei meu pau na boca dela, peguei pelo pescoço e, quando ela abriu a boca pra respirar, comecei a meter como se fosse na buceta dela. Não aguentei nada, o tesão era grande, gozei tudo dentro dela.
Em seguida, a gente ouviu um barulhão como se quisessem arrombar a porta, no grito de "polícia". Quando eu abri, pelado, tinha dois oficiais, junto com a minha vizinha, que tava explicando o que eles estavam fazendo ali, quando a Mara apareceu do meu lado, pelada também.
Mara:Qual é, cara, não posso transar com meu homem sem ser incomodada? Tô bem, mais que bem, e seus oficiais, se não se importam, a gente ainda não terminou — em seguida, fechei a porta na cara deles, peguei na minha mão e fomos pro meu quarto.
1 comentários - Rompi o cú da cunhada sem querer 2, consequências