Oi, gatas!!!
Lembram de mim, né? Se vocês leram "O Templo dos Deuses" e "Primeira Vez num Posto de Gasolina", já sabem que sou um cara bem másculo na rua, bom, quase, dá pra notar um pouquinho, e na intimidade sou uma garota de calcinha e sutiã, como tem que ser. Sempre, sempre uso meu fio dental debaixo da cueca e assim que chego em casa, largo essa roupa de mentira que uso na rua e me visto como a gatinha que sou.
Lembram quando eu contei sobre minha primeira visita ao "templo dos deuses"? O lubrificentro da esquina de casa, claro! E de como o Matías, um dos três deuses, me deu na bunda minúscula até cansar? (bom, é um modo de dizer, meu Deus é um Deus e deuses não se cansam. O Mati não se cansa de me atravessar com sua espada e de descarregar seus raios quentes na minha bunda minínha, e eu nunca, nunca vou me cansar de ser sua adoradora e de chupar sua lança). Lembram que ele me deixou na porta de casa com a bunda minúscula cheia de porra dele e me prometeu que no sábado eu "seria atendida" pelos 3 Deuses daquele Olimpo? Bom, agora vou contar como continuou.
Naquela noite, com o leitinho do Mati dentro da minha barriguinha, dormi relaxada como nunca, mas às 6h não consegui mais dormir. Pensar que naquele dia os 3 Deuses iam me presentear com os elixires deles me deixava desesperada. Tinha que lavar meu cuzinho por dentro como nunca, me depilar todinha, escolher a roupinha, me perfumar toda, ai, não sabem como fiquei louca!!! O encontro no Olimpo era às 7 da noite!!!!! Como ia passar o dia todo se já minha bucetinha estava formigando? Tomei café, tomei banho e sentei no vaso, com tristeza vi sair o elixir que meu Deus me tinha dado na noite anterior. Fiz 3 enemas com aguinha morna. Ai, meninas!, minha bucetinha estava pulsando, o que eu fazia? Peguei meus dilatadores de coraçãozinho e coloquei um médio, não queria chegar muito aberta no templo, mas se os três tivessem uma igual do Mati, melhor dilatar um pouquinho. Foi o dia mais longo da minha vida, tomei banho três vezes, escovei os dentes 5 vezes, me depilei toda toda toda, fiz mais duas enemas, passei cremes para minha pele ficar bem macia. Se coloquem no meu lugar, meninas!, por mais putinha que eu me sinta, muito poucas vezes tinha sido comida, já contei para vocês. E agora ter aqueles 3 garotos, aqueles 3 deuses, e na esquina da minha casa. Já não me importava que as velhas do bairro fofocassem, já não me importava ser "aquele neguinho de gravata, aquele da outra quadra que anda meio esquisito", já não me importavam os sorrisos maliciosos das vizinhas quando me viam passar. Se os 3 Deuses começassem a me servir, até me animava a ir no mercadinho de minissaia!!! Ai, não!!, é brincadeira, meninas, sempre fui muito discreta, nem louca me mostro. Se as velhas suspeitam é porque, bom, já disse, um caminhoneiro machão não sou, mas também não sou uma bicha.
Finalmente, depois de muito pensar, me decidi: conjunto de renda com calcinha fio-dental azul bebê, uma delícia. Tirei o plug, enfiei mais duas perolas e passei o Kenzo nos mamilos e em volta da minha bucetinha de macho. Por cima, algo simples: uma camisa justa que deixava transparecer as alças do sutiã e um jeans de cintura baixa que me dava uma bundinha de atriz pornô. Tava frio, então pude disfarçar com uma jaqueta pra não levar esculacho das vizinhas.
Às 7 em ponto chegou a mensagem do Mati: "vem, já estamos fechando e te atendemos". Ai!!!, pulei do sofá como se minha bunda tivesse uma mola, me olhei no espelho, passei um pouco mais de Kenzo, arrumei as sobrancelhas e me mentalizando para não rebolá-la, fui até a loja de lubrificantes, o templo dos meus deuses. Um quarteirão, meus amores, só um quarteirão, mas quando cheguei já sentia a buceta molhada, sou uma vadia mesmo!!!
As cortinas já estavam baixas, bati e foi o Mati quem veio abrir, nos cumprimentamos com apenas um selinho, eu tava me mijando de nervosa... e acho que ele também. Meu carro ainda na fossa. Na sala os outros dois deuses, Lucas e Fabián, pareciam estar discutindo entre si, foi tudo muito rápido, Fabián saiu da sala, me olhou de esguelha com raiva, abriu a porta da cortina de ferro, saiu e fechou com um portasso. Fiquei preocupada.
- Calma - me disse a Mati, pegando na minha mão, - vem que te apresento o Lucas - Eu não sabia se devia dar a mão, dar um beijo na bochecha ou dar um selinho, não estou acostumada com essas coisas!
O Mati me deu uma ajudinha, enfiou a mão com força na minha bunda e disse: "Hoje a gente te atende em dose dupla, Cari". O Lucas sorriu, pegou minha mão, levou até o volume dele e falou com aquela voz tão grossa, tão máscula, com aquela voz de deus do Olimpo: "Com essa ferramenta aqui eu vou te atender, safadinha. Quer ver?
Fiquei meio incomodada com o "promiscuous", eu não sou promiscua, sou puta, mas não deu tempo de falar nada. Ele me pegou pelos ombros, me fez ajoelhar e, claro, eu sei fazer meu trabalho. Abri o zíper, tirei ele pra fora e uau! Outra lança tremenda igual a do Mati, e eu já toda molhada de pré-gozo. Não contei pra vocês, meninas, mas eu gosto mais de pré-gozo do que de coca com fernet, sério! Primeiro, lambi cada gotinha. Depois, fechei meus lábios suavemente e encostei na ponta daquele glande enorme. Fui empurrando e abrindo meus lábios, e me arrepiou o primeiro "ahhh" do Lucas. Fui engolindo devagar, acariciando cada centímetro com meus lábios, indo e vindo. E, meninas, sou muito puta mesmo. No começo, penso "vou fazer isso e aquilo", mas me empolgo e em dois minutos já estava chupando, lambendo, beijando desesperada aqueles 25 cm de carne como se minha vida dependesse disso.
Mmm, putinha, como você faz bem, mas melhor vir aqui, vamos que o Mati já está nos esperando.
Ele me levou até o quartinho escondido que eu já conhecia. Lá, no meio da cama, se masturbando devagar com o pau, estava meu outro Deus, Mati. E eu ainda toda vestida!!! A sacerdotisa precisava manter seu traje ritual, mas voei a blusa e a calça. Quando os garotos viram meu conjunto e dei uma voltinha, eles se atiraram em mim. Um me beijava, o outro agarrava meus peitos e encostava o pau na minha bunda. As quatro mãos me percorriam, eu estava no Olimpo e meus Deuses me possuíam. Não demorou muito para eu ficar de quatro na cama e sentir na entrada da minha buceta o pau enorme do Lucas. Lubrificante? Pra quê? Eu já estava toda aberta e molhada. Ele me segurou pela cintura e enfiou de uma vez. Que brutal! Mas que delíciaaaaa! Doeu, vi estrelas, até uma lágriminha escapou, mas em um minuto eu já estava gemendo e gozando como a vadia que sou. Mati, um doce, enxugou minha lágriminha, me deu um beijo suave e arrancou um sorriso. Em segundos nossas bocas se devoravam como nunca. Eu só parava para gemer quando o prazer que Lucas dava à minha buceta era intenso demais. Mati, deitado, passou as pernas pelos lados do meu corpo e deixou seu pau bem na boca da fera. Eu engoli, o pau de um Deus na minha boca, a espada do outro Deus na minha raba. O que mais uma Sacerdotisa do Olimpo poderia querer?
- Vamos trocar? - ouvi, e com tristeza senti minha buceta vazia, quase chorei, mas em segundos o pau do Mati já estava me enchendo e metendo com fúria, e minha boca fazia o possível para engolir a lança do Lucas que, sempre brutal, me agarrava pelos cabelos e tentava enfiar tudo na minha boca. Me fazia tossir pra caralho, dava ânsia de vômito e, me perdoem meninas, eu tinha vindo pra gozar e não pra sofrer, tirei ele da minha boca, siim, nunca imaginei que faria isso!
Ai Mati, para um pouquinho, amor, não tira ela de mim, mas deixa ela quietinha, tenho que fazer uma coisa pro Lucas, e você solta meu cabelo que tá me doendo.
Fechei os olhos, relaxei e comecei a chupar bem devagar, engolindo o máximo que conseguia, mas não adiantava, não dava pra engolir tudo. Peguei na base com uma mão e fui mudando a posição da boca até que finalmente, finalmente!, senti que conseguia passar pela garganta sem engasgar e assim meus lábios chegaram até o púbis dele, levantei o olhar, vi o sorriso do Lucas, senti as mãos dele agora acariciando minha cabeça. Claro, precisava respirar!, mas pelo menos por um tempinho meu boquete nos 25 cm dele foi completo, olhei pro Mati, ele começou a meter devagar, eu comecei a reboladinha no meu cuzinho, Sentia!!, como sentia a carne quente, a espada ardente do meu Deus perfurando minhas entranhas, voava pelo céu desse Olimpo, servindo meus dois Deuses. Pelas minhas coxas escorriam os fluidos retais que a espada do meu Deus fazia jorrar da minha buceta, minha boca se deliciava com o pré-gozo do outro Deus. Meu clit inútil ficou duro e eu gozei como nunca, jatos de porra contra os lençóis, minhas pernas amoleceram, caí exausta sobre o peito do Lucas. E fiquei assim, enfiada pelo Mati e feita um sanduíche entre os corpos dos meus dois deuses. O Mati continuou, mas as contrações da minha xota no gozo levaram ele ao limite e em alguns minutos ele me encheu com seu elixir de Deus. Ele se levantou devagar, ai!, que triste ficar vazia, mas a verdade é que eu estava morta. Sentia o pau enorme do Lucas batendo na minha barriguinha e a mão dele percorrendo suave meu corpo, estava cansadíssima, mas uma sacerdotisa precisa satisfazer seu Deus. Me levantei, deitei de bruços e olhei pra ele
Vai Lu, me engravida
Lucas se levantou e, de uma vez, enfiou os 25 cm de novo. Dessa vez não doeu, eu estava tão aberta, tão molhada, que mesmo se ele tivesse 40 cm teria entrado sem dor. Ele meteu com força, a cama rangia, eu gemía e, putinha que sou, pedia mais, mais que 25? Lucas me fodeu furiosamente por uns 15 minutos até que finalmente senti ele engrossar e senti todo o seu elixir me inundando, me preenchendo de paz, me preenchendo daquilo tão especial que só nós putinhos sabemos sentir. Ele se levantou devagar de mim, fechei os olhos e em um minuto peguei no sono. Literalmente, tinham me destruído.
Acordei sozinha na cama, tinha passado umas 2 horas, vi os lençóis com meu sêmen, a poça de lubrificação anal entre minhas pernas, me sentei, e de tão aberta que eu estava começou a escorrer o gozo dos meus deuses da minha buceta. Vi uma toalha, me limpei como deu, ainda estava com os joelhos meio bambos, nunca tinha me sentido tão aberta, nem mesmo naquelas noites loucas de consolos enormes que eu já tinha feito. Saí para o escritório. Lá estavam meus deuses sentados na mesa-escritório, pelados, me sorriram — Finalmente, dorminhoca!
Sobre a mesa, sanduíches de pão de forma, salgadinhos, refrigerante e uma garrafa daquele vinho branco doce tão de novinha.
Ai, gente, tô toda melada de porra de vocês, vou sujar tudo aqui.
Põe a toalha, vem cá Cari, o que você vai beber?
Nem conto o que veio depois, mas já imaginam. Só digo que fui pra casa, eles dirigiram meu carro, com 6 gozadas dos meus deuses, todas no meu cuzinho e que no domingo nem levantei da cama, estava destruída, meninas, mas feliiiiiz! Só uma fofoca: o Mati e o Lucas me contaram que às vezes, quando estão com tesão, se pegam entre eles, não dá pra acreditar!! Mas a sacerdotisa vai cuidar pra que não precisem se pegar, minha buceta vai estar sempre à disposição desses deuses cheios de testosterona.
Só me restava uma dúvida, Fabián, ai!!!, por que será que ele me olhou daquele jeito?, por que foi batendo a porta? Será que era homofóbico?
E como sempre, sou uma tagarela e isso ficou enorme. Na próxima conto sobre a fossa e como continuou minha adoração aos Deuses desse Olimpo.
Besis, minhas lindas!!!
Lembram de mim, né? Se vocês leram "O Templo dos Deuses" e "Primeira Vez num Posto de Gasolina", já sabem que sou um cara bem másculo na rua, bom, quase, dá pra notar um pouquinho, e na intimidade sou uma garota de calcinha e sutiã, como tem que ser. Sempre, sempre uso meu fio dental debaixo da cueca e assim que chego em casa, largo essa roupa de mentira que uso na rua e me visto como a gatinha que sou.
Lembram quando eu contei sobre minha primeira visita ao "templo dos deuses"? O lubrificentro da esquina de casa, claro! E de como o Matías, um dos três deuses, me deu na bunda minúscula até cansar? (bom, é um modo de dizer, meu Deus é um Deus e deuses não se cansam. O Mati não se cansa de me atravessar com sua espada e de descarregar seus raios quentes na minha bunda minínha, e eu nunca, nunca vou me cansar de ser sua adoradora e de chupar sua lança). Lembram que ele me deixou na porta de casa com a bunda minúscula cheia de porra dele e me prometeu que no sábado eu "seria atendida" pelos 3 Deuses daquele Olimpo? Bom, agora vou contar como continuou.
Naquela noite, com o leitinho do Mati dentro da minha barriguinha, dormi relaxada como nunca, mas às 6h não consegui mais dormir. Pensar que naquele dia os 3 Deuses iam me presentear com os elixires deles me deixava desesperada. Tinha que lavar meu cuzinho por dentro como nunca, me depilar todinha, escolher a roupinha, me perfumar toda, ai, não sabem como fiquei louca!!! O encontro no Olimpo era às 7 da noite!!!!! Como ia passar o dia todo se já minha bucetinha estava formigando? Tomei café, tomei banho e sentei no vaso, com tristeza vi sair o elixir que meu Deus me tinha dado na noite anterior. Fiz 3 enemas com aguinha morna. Ai, meninas!, minha bucetinha estava pulsando, o que eu fazia? Peguei meus dilatadores de coraçãozinho e coloquei um médio, não queria chegar muito aberta no templo, mas se os três tivessem uma igual do Mati, melhor dilatar um pouquinho. Foi o dia mais longo da minha vida, tomei banho três vezes, escovei os dentes 5 vezes, me depilei toda toda toda, fiz mais duas enemas, passei cremes para minha pele ficar bem macia. Se coloquem no meu lugar, meninas!, por mais putinha que eu me sinta, muito poucas vezes tinha sido comida, já contei para vocês. E agora ter aqueles 3 garotos, aqueles 3 deuses, e na esquina da minha casa. Já não me importava que as velhas do bairro fofocassem, já não me importava ser "aquele neguinho de gravata, aquele da outra quadra que anda meio esquisito", já não me importavam os sorrisos maliciosos das vizinhas quando me viam passar. Se os 3 Deuses começassem a me servir, até me animava a ir no mercadinho de minissaia!!! Ai, não!!, é brincadeira, meninas, sempre fui muito discreta, nem louca me mostro. Se as velhas suspeitam é porque, bom, já disse, um caminhoneiro machão não sou, mas também não sou uma bicha.
Finalmente, depois de muito pensar, me decidi: conjunto de renda com calcinha fio-dental azul bebê, uma delícia. Tirei o plug, enfiei mais duas perolas e passei o Kenzo nos mamilos e em volta da minha bucetinha de macho. Por cima, algo simples: uma camisa justa que deixava transparecer as alças do sutiã e um jeans de cintura baixa que me dava uma bundinha de atriz pornô. Tava frio, então pude disfarçar com uma jaqueta pra não levar esculacho das vizinhas.
Às 7 em ponto chegou a mensagem do Mati: "vem, já estamos fechando e te atendemos". Ai!!!, pulei do sofá como se minha bunda tivesse uma mola, me olhei no espelho, passei um pouco mais de Kenzo, arrumei as sobrancelhas e me mentalizando para não rebolá-la, fui até a loja de lubrificantes, o templo dos meus deuses. Um quarteirão, meus amores, só um quarteirão, mas quando cheguei já sentia a buceta molhada, sou uma vadia mesmo!!!
As cortinas já estavam baixas, bati e foi o Mati quem veio abrir, nos cumprimentamos com apenas um selinho, eu tava me mijando de nervosa... e acho que ele também. Meu carro ainda na fossa. Na sala os outros dois deuses, Lucas e Fabián, pareciam estar discutindo entre si, foi tudo muito rápido, Fabián saiu da sala, me olhou de esguelha com raiva, abriu a porta da cortina de ferro, saiu e fechou com um portasso. Fiquei preocupada.
- Calma - me disse a Mati, pegando na minha mão, - vem que te apresento o Lucas - Eu não sabia se devia dar a mão, dar um beijo na bochecha ou dar um selinho, não estou acostumada com essas coisas!
O Mati me deu uma ajudinha, enfiou a mão com força na minha bunda e disse: "Hoje a gente te atende em dose dupla, Cari". O Lucas sorriu, pegou minha mão, levou até o volume dele e falou com aquela voz tão grossa, tão máscula, com aquela voz de deus do Olimpo: "Com essa ferramenta aqui eu vou te atender, safadinha. Quer ver?
Fiquei meio incomodada com o "promiscuous", eu não sou promiscua, sou puta, mas não deu tempo de falar nada. Ele me pegou pelos ombros, me fez ajoelhar e, claro, eu sei fazer meu trabalho. Abri o zíper, tirei ele pra fora e uau! Outra lança tremenda igual a do Mati, e eu já toda molhada de pré-gozo. Não contei pra vocês, meninas, mas eu gosto mais de pré-gozo do que de coca com fernet, sério! Primeiro, lambi cada gotinha. Depois, fechei meus lábios suavemente e encostei na ponta daquele glande enorme. Fui empurrando e abrindo meus lábios, e me arrepiou o primeiro "ahhh" do Lucas. Fui engolindo devagar, acariciando cada centímetro com meus lábios, indo e vindo. E, meninas, sou muito puta mesmo. No começo, penso "vou fazer isso e aquilo", mas me empolgo e em dois minutos já estava chupando, lambendo, beijando desesperada aqueles 25 cm de carne como se minha vida dependesse disso.
Mmm, putinha, como você faz bem, mas melhor vir aqui, vamos que o Mati já está nos esperando.
Ele me levou até o quartinho escondido que eu já conhecia. Lá, no meio da cama, se masturbando devagar com o pau, estava meu outro Deus, Mati. E eu ainda toda vestida!!! A sacerdotisa precisava manter seu traje ritual, mas voei a blusa e a calça. Quando os garotos viram meu conjunto e dei uma voltinha, eles se atiraram em mim. Um me beijava, o outro agarrava meus peitos e encostava o pau na minha bunda. As quatro mãos me percorriam, eu estava no Olimpo e meus Deuses me possuíam. Não demorou muito para eu ficar de quatro na cama e sentir na entrada da minha buceta o pau enorme do Lucas. Lubrificante? Pra quê? Eu já estava toda aberta e molhada. Ele me segurou pela cintura e enfiou de uma vez. Que brutal! Mas que delíciaaaaa! Doeu, vi estrelas, até uma lágriminha escapou, mas em um minuto eu já estava gemendo e gozando como a vadia que sou. Mati, um doce, enxugou minha lágriminha, me deu um beijo suave e arrancou um sorriso. Em segundos nossas bocas se devoravam como nunca. Eu só parava para gemer quando o prazer que Lucas dava à minha buceta era intenso demais. Mati, deitado, passou as pernas pelos lados do meu corpo e deixou seu pau bem na boca da fera. Eu engoli, o pau de um Deus na minha boca, a espada do outro Deus na minha raba. O que mais uma Sacerdotisa do Olimpo poderia querer?
- Vamos trocar? - ouvi, e com tristeza senti minha buceta vazia, quase chorei, mas em segundos o pau do Mati já estava me enchendo e metendo com fúria, e minha boca fazia o possível para engolir a lança do Lucas que, sempre brutal, me agarrava pelos cabelos e tentava enfiar tudo na minha boca. Me fazia tossir pra caralho, dava ânsia de vômito e, me perdoem meninas, eu tinha vindo pra gozar e não pra sofrer, tirei ele da minha boca, siim, nunca imaginei que faria isso!
Ai Mati, para um pouquinho, amor, não tira ela de mim, mas deixa ela quietinha, tenho que fazer uma coisa pro Lucas, e você solta meu cabelo que tá me doendo.
Fechei os olhos, relaxei e comecei a chupar bem devagar, engolindo o máximo que conseguia, mas não adiantava, não dava pra engolir tudo. Peguei na base com uma mão e fui mudando a posição da boca até que finalmente, finalmente!, senti que conseguia passar pela garganta sem engasgar e assim meus lábios chegaram até o púbis dele, levantei o olhar, vi o sorriso do Lucas, senti as mãos dele agora acariciando minha cabeça. Claro, precisava respirar!, mas pelo menos por um tempinho meu boquete nos 25 cm dele foi completo, olhei pro Mati, ele começou a meter devagar, eu comecei a reboladinha no meu cuzinho, Sentia!!, como sentia a carne quente, a espada ardente do meu Deus perfurando minhas entranhas, voava pelo céu desse Olimpo, servindo meus dois Deuses. Pelas minhas coxas escorriam os fluidos retais que a espada do meu Deus fazia jorrar da minha buceta, minha boca se deliciava com o pré-gozo do outro Deus. Meu clit inútil ficou duro e eu gozei como nunca, jatos de porra contra os lençóis, minhas pernas amoleceram, caí exausta sobre o peito do Lucas. E fiquei assim, enfiada pelo Mati e feita um sanduíche entre os corpos dos meus dois deuses. O Mati continuou, mas as contrações da minha xota no gozo levaram ele ao limite e em alguns minutos ele me encheu com seu elixir de Deus. Ele se levantou devagar, ai!, que triste ficar vazia, mas a verdade é que eu estava morta. Sentia o pau enorme do Lucas batendo na minha barriguinha e a mão dele percorrendo suave meu corpo, estava cansadíssima, mas uma sacerdotisa precisa satisfazer seu Deus. Me levantei, deitei de bruços e olhei pra ele
Vai Lu, me engravida
Lucas se levantou e, de uma vez, enfiou os 25 cm de novo. Dessa vez não doeu, eu estava tão aberta, tão molhada, que mesmo se ele tivesse 40 cm teria entrado sem dor. Ele meteu com força, a cama rangia, eu gemía e, putinha que sou, pedia mais, mais que 25? Lucas me fodeu furiosamente por uns 15 minutos até que finalmente senti ele engrossar e senti todo o seu elixir me inundando, me preenchendo de paz, me preenchendo daquilo tão especial que só nós putinhos sabemos sentir. Ele se levantou devagar de mim, fechei os olhos e em um minuto peguei no sono. Literalmente, tinham me destruído.
Acordei sozinha na cama, tinha passado umas 2 horas, vi os lençóis com meu sêmen, a poça de lubrificação anal entre minhas pernas, me sentei, e de tão aberta que eu estava começou a escorrer o gozo dos meus deuses da minha buceta. Vi uma toalha, me limpei como deu, ainda estava com os joelhos meio bambos, nunca tinha me sentido tão aberta, nem mesmo naquelas noites loucas de consolos enormes que eu já tinha feito. Saí para o escritório. Lá estavam meus deuses sentados na mesa-escritório, pelados, me sorriram — Finalmente, dorminhoca!
Sobre a mesa, sanduíches de pão de forma, salgadinhos, refrigerante e uma garrafa daquele vinho branco doce tão de novinha.
Ai, gente, tô toda melada de porra de vocês, vou sujar tudo aqui.
Põe a toalha, vem cá Cari, o que você vai beber?
Nem conto o que veio depois, mas já imaginam. Só digo que fui pra casa, eles dirigiram meu carro, com 6 gozadas dos meus deuses, todas no meu cuzinho e que no domingo nem levantei da cama, estava destruída, meninas, mas feliiiiiz! Só uma fofoca: o Mati e o Lucas me contaram que às vezes, quando estão com tesão, se pegam entre eles, não dá pra acreditar!! Mas a sacerdotisa vai cuidar pra que não precisem se pegar, minha buceta vai estar sempre à disposição desses deuses cheios de testosterona.
Só me restava uma dúvida, Fabián, ai!!!, por que será que ele me olhou daquele jeito?, por que foi batendo a porta? Será que era homofóbico?
E como sempre, sou uma tagarela e isso ficou enorme. Na próxima conto sobre a fossa e como continuou minha adoração aos Deuses desse Olimpo.
Besis, minhas lindas!!!
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