Olá, pessoal, vou começar me apresentando.
Meu nome é Denisse, óbvio, não é meu nome real. Sou uma mina de 32 anos, muitos me chamam de milf, e a verdade é que voltei pra faculdade porque tive que largar por causa de problemas de família.
Sou baixinha, 1,50m, tenho a bunda média e meus peitos, mesmo não sendo grandes, são tentadores (bom, pelo menos é o que me dizem). Tive um parceiro desde os 15 anos, mas ele nunca me tocava. Na real, dava pra dizer que ele era tipo o Sheldon de The Big Bang Theory: só queria sexo em dias muito especiais. Então cresci com um tesão imenso, mas com medo de ser rejeitada, porque ele muitas vezes me afastava.
Isso aconteceu um dia na faculdade. Estudo na UNAM, é tudo que posso contar. Costumo me vestir de forma recatada, não mostro nada demais, nem roupa justa. Não sou paqueradora nem sensual, ou pelo menos é o que eu acho. Tive que chegar cedo, precisava falar com um professor. Quando cheguei, notei que tava um pouco frio e acho que meus mamilos sentiram, porque estavam durinhos. A sala tava vazia, então fui direto pra mesa dele esperar. Quando ele chegou, percebi que comecei a ficar excitada, minha buceta começou a molhar. Acho que ele me viu vermelha, porque perguntou se eu tava bem. Ele se aproximou e eu senti o cheiro do perfume dele.
Meu corpo tava no limite. Ele era meu crush desde que voltei pra escola, eu era apaixonada por ele, e hoje a gente tinha um tempo a sós. Num momento, senti que ia pular em cima dele, mas meu medo falou mais alto. Lembro de ver que a calça dele marcava o volume e que aquilo começou a endurecer. Eu queria ele, mas já tava quase sem tempo. Decidi ir ao banheiro e, quando puxei minha mochila da cadeira, senti resistência: tinha prendido. Me levantei e, levada pelo desejo e pela vergonha, me inclinei e virei de costas. Senti ele pegar na minha bunda com força e esfregar o pau dele entre minhas pernas. Eu tava encharcada de prazer, sentia que meu corpo ia me trair. A única coisa que consegui fazer foi sair correndo, mas entrei no banheiro. Aquela sensação, de ser vulnerável, maltratada, despertou algo em mim que eu nunca tinha sentido antes. em mim.
Tirei a blusa e deixei meus peitos à mostra, comecei a acariciá-los com delicadeza, que foi escalando até puxá-los com força; desci minha mão e desabotoei minha calça, deixando livre minha entreperna, minha calcinha estava molhada, minha buceta pedia aos gritos meus dedos. Minha mão entrava com muita facilidade entre meus lábios, úmidos que só queriam sentir o professor, o som era delicioso, meus dedos não paravam de entrar e sair, não conseguia parar, minha mão apertava com força meus mamilos, até que num momento senti um orgasmo enorme, o squirt encheu a porta do cubículo, me levantei só pra ver, como uma poça se formava bem debaixo de mim. Minhas pernas tremiam, ainda saíam fluidos da minha buceta. Foi tanta minha excitação que desejava que o mundo me visse, que soubesse o que aconteceu, que saí sem calcinha, simplesmente com a calça, molhada, mas com um prazer que eu não conhecia.
Já passei por mais coisas que espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei, e vou contar aos poucos. Se quiser que eu conte suas histórias, me manda mensagem. E se quiser ver mais de mim e do que faço, assina meu Fansly e Telegram.
Meu nome é Denisse, óbvio, não é meu nome real. Sou uma mina de 32 anos, muitos me chamam de milf, e a verdade é que voltei pra faculdade porque tive que largar por causa de problemas de família. Sou baixinha, 1,50m, tenho a bunda média e meus peitos, mesmo não sendo grandes, são tentadores (bom, pelo menos é o que me dizem). Tive um parceiro desde os 15 anos, mas ele nunca me tocava. Na real, dava pra dizer que ele era tipo o Sheldon de The Big Bang Theory: só queria sexo em dias muito especiais. Então cresci com um tesão imenso, mas com medo de ser rejeitada, porque ele muitas vezes me afastava.
Isso aconteceu um dia na faculdade. Estudo na UNAM, é tudo que posso contar. Costumo me vestir de forma recatada, não mostro nada demais, nem roupa justa. Não sou paqueradora nem sensual, ou pelo menos é o que eu acho. Tive que chegar cedo, precisava falar com um professor. Quando cheguei, notei que tava um pouco frio e acho que meus mamilos sentiram, porque estavam durinhos. A sala tava vazia, então fui direto pra mesa dele esperar. Quando ele chegou, percebi que comecei a ficar excitada, minha buceta começou a molhar. Acho que ele me viu vermelha, porque perguntou se eu tava bem. Ele se aproximou e eu senti o cheiro do perfume dele.
Meu corpo tava no limite. Ele era meu crush desde que voltei pra escola, eu era apaixonada por ele, e hoje a gente tinha um tempo a sós. Num momento, senti que ia pular em cima dele, mas meu medo falou mais alto. Lembro de ver que a calça dele marcava o volume e que aquilo começou a endurecer. Eu queria ele, mas já tava quase sem tempo. Decidi ir ao banheiro e, quando puxei minha mochila da cadeira, senti resistência: tinha prendido. Me levantei e, levada pelo desejo e pela vergonha, me inclinei e virei de costas. Senti ele pegar na minha bunda com força e esfregar o pau dele entre minhas pernas. Eu tava encharcada de prazer, sentia que meu corpo ia me trair. A única coisa que consegui fazer foi sair correndo, mas entrei no banheiro. Aquela sensação, de ser vulnerável, maltratada, despertou algo em mim que eu nunca tinha sentido antes. em mim.
Tirei a blusa e deixei meus peitos à mostra, comecei a acariciá-los com delicadeza, que foi escalando até puxá-los com força; desci minha mão e desabotoei minha calça, deixando livre minha entreperna, minha calcinha estava molhada, minha buceta pedia aos gritos meus dedos. Minha mão entrava com muita facilidade entre meus lábios, úmidos que só queriam sentir o professor, o som era delicioso, meus dedos não paravam de entrar e sair, não conseguia parar, minha mão apertava com força meus mamilos, até que num momento senti um orgasmo enorme, o squirt encheu a porta do cubículo, me levantei só pra ver, como uma poça se formava bem debaixo de mim. Minhas pernas tremiam, ainda saíam fluidos da minha buceta. Foi tanta minha excitação que desejava que o mundo me visse, que soubesse o que aconteceu, que saí sem calcinha, simplesmente com a calça, molhada, mas com um prazer que eu não conhecia.
Já passei por mais coisas que espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei, e vou contar aos poucos. Se quiser que eu conte suas histórias, me manda mensagem. E se quiser ver mais de mim e do que faço, assina meu Fansly e Telegram.
3 comentários - Universidade e meus desejos