A semana começou normal, trampo, rotina, etc, e aí chegou sexta-feira. Eu, pra ser sincero, tava cansado pra caralho, então não fiz resenha com os mano nem tava muito afim de nada. Mica, por outro lado, me falou que ia sair pra tomar umas com as amigas, de boa, e que voltava cedo, algo normal, claro.
Eu jantei e fui deitar na cama pra ver TV, e umas 23h já tava quase dormindo, quando recebo uma mensagem da Mica falando "amor, cê tá acordado? Tô voltando de Uber".
A mensagem era normal, ela sempre me avisa quando tá voltando sozinha, por segurança, digamos. Daí a pouco escuto abrirem a porta, era a Mica, claro, e foi direto pro quarto. Me cumprimentou, normal até aí, mas fez uma coisa que não era comum: acendeu o abajur da mesa de cabeceira dela e depois acendeu o meu. Eu, que tava meio dormindo, me incomodei um pouco com a luz e falei: "O que foi? O que cê tá fazendo?
Aí eu consegui ver bem a cara dela, e aquela cara de safada é inconfundível, ela tinha feito alguma coisa, algo que vocês já devem imaginar. Ela me disse com aquela voz de puta que ela faz: "desculpa... quer dormir? Te deixo?". Eu, que já tinha entrado no joguinho dela, acordei na hora e falei: "não... mas por que você acendeu as luzes?". Ela, que estava parada do meu lado, disse: "tenho uma surpresinha pra você", enquanto continuava com aquela cara de puta que dava a entender que ela tinha feito alguma coisa.
Eu, que a essa altura já tinha me sentado na cama, falei "que surpresinha?" sorrindo, e ela, mordendo os lábios, pegou minha mão direita e colocou por baixo do vestido que ela tava usando e disse "te trouxe uma coisinha pra você". Claro que levou minha mão até a buceta dela e me fez tocar a calcinha fio dental. Na hora eu saca, não sou tão otário, mas entrei na brincadeira do jeito que ela queria.
Eu comecei a tocar de leve e falei "que que foi, amor? Tá molhada pelo que eu tô vendo... tá com tesão?". Ela continuava rindo e me responde "mmmm.... tô molhada sim, mas sabe o que é?". Eu tava morrendo de vontade de falar "óbvio, encheram teu cu de porra, sua puta", mas me segurei, tinha que entrar na brincadeira. Além disso, tenho que ser sincero, apesar do cansaço, já tava subindo a pica, ela tinha conseguido me tirar da moleza com esses joguinhos dela.
Eu, meio na cara de pau, falei: "Não, amor, que que é isso?... não tô entendendo..." e aí ela começou a jogar mais pesado, digamos. Levantou o vestido (comentário à parte, a calcinha fio dental era preta de algodão e tava toda melada), e disse: "Quer ver seu presentinho, amor?". Já não aguentava mais tanta brincadeira e falei: "Sim, amor, quero ver". Ela me fez deitar, subiu em cima de mim, ficou na altura do meu peito mais ou menos. Enquanto me olhava fixo, puxou a calcinha de lado, e era mais que óbvio tudo, embora não desse pra ver jatos de porra, claramente ela tinha transado com alguém e não só gozaram dentro dela como ela vestiu a calcinha rápido e ficou toda lambuzada.
Eu falei pra ela "não parecem fluidos seus" e a Mica, toda no modo puta, me responde "cê tem razão... sabe o que é?". De novo a mesma coisa, pensei, e agora respondi mais direto: "me parece que você andou de putaria dando pra alguém, ou tô errado?". E ela disse "sempre foi muito inteligente", claro, tirando uma onda com a minha cara.
Já não dava mais pra aguentar, tava com o pau duro pra caralho e comecei a meter o dedo na buceta dela. "Uffff.. te encheram de porra, putinha", falei, e ela ria. Nesse momento começou um papo meio de putaria até que eu perguntei: "E quem te encheu de porra? O Cachi?". Pra minha surpresa, ela respondeu: "Não, não". Isso já me desconcertou, todas as fichas apontavam pro meu amigo, quase certeza que era o bull. Perguntei quem tinha sido, e ela começou com o "adivinha".
Perguntei pra onde ela tinha ido e ela disse pro bar XXXX com as amigas e depois direto pra casa. Eu falei "então você comeu algum cara no bar" e ela se fazendo de sonsa balançava a cabeça que não. Não tava batendo pra mim e eu falei "então... se não foi no bar, sei lá", mas ela respondeu rápido "pensa bem, o que eu fiz hoje à noite?". Aí eu, meio confuso, falei "você foi no bar e voltou pra casa" e aí caiu a ficha e meio que perguntando soltei "o Uber?!?! Tá de sacanagem"... Ela começou a rir pra caralho e não falava nada, mas óbvio que tava confirmando.
Eu, incrédulo, falei "mentira, você foi com o Cachi", mas ela insistia que não, até que me disse "a porra do Cachi é mais grossa, love". Fiquei chocado e falei "como é que eu vou saber como é a porra do Cachi, sua idiota", e a putinha começou a dar uma aula magistral sobre viscosidade do sêmen do meu amigo (algo desnecessário de reproduzir, inclusive). Depois desses momentos meio estranhos, ela me perguntou se eu queria experimentar como naqueles vídeos que a gente tinha visto. Achei que era a porra do desconhecido, então falei "nem fodendo, mas vou te comer por puta mesmo".
Ela pegou na minha pica, encaixou na buceta dela e começou a sentar. Entrou super fácil e rápido, já tava aberta e bem lubrificada, claro. A sensação de comer ela com gozo de outro dentro já tinha vivido antes, mas dessa vez foi mais safado, dessa vez eu não sabia quem tinha deixado ela assim, e ainda parecia fresca e recém-comida, então a versão dela era possível (eu ainda desconfiava que não tinha sido o Cachi e que ela tava fazendo todo esse teatro pra dar mais tesão).
Falei pra ela me contar tudo e ela começou a cavalgar devagar e a contar. Basicamente, o que rolou foi que ela foi naquele bar com as amigas, depois pediu um Uber e no caminho começou a dar em cima do cara, que óbvio, topou. Quando chegaram em casa, ela pagou ele e pediu um favor, o cara perguntou o que precisava e a Mica explicou que era casada, que o marido era cuck e que queria realizar a fantasia dele de chegar cheia de porra. Segundo ela, o cara ficou meio na dúvida, achou tudo meio estranho, mas depois que a Mica abriu as pernas e mostrou a pussy, ele topou.
Segundo ela, eles desceram do carro e na entrada de casa (a gente tem um jardim na frente com várias plantas e uns arbustos, e uma garagem descoberta — é mais uma entrada de carros do que garagem, e a gente mora num bairro meio afastado do centro, então não tem muito movimento), eles se enfiaram atrás do meu carro pra "se esconder" um pouco, segundo ela, e aí a coisa começou.
Primeiro se deram uns beijos, o vagabundo passou a mão nela, ela ajoelhou e começou a chupar ele (pelo que ele me disse, chupou bem pra caralho, deixando ele no ponto). Uns minutos depois, ela virou de costas, se apoiou no capô do meu carro e aconteceu o que todo mundo já imagina: o cara levantou o vestidinho dela, puxou a tanga pro lado e meteu.
Segundo a Mica, foi um rapidinha, menos de 5 minutos, o cara meteu sem parar e encheu ela de porra. Quando o cara ia tirar a pica, ela já começou a "ajeitar a fio dental" pra não vazar nada, e depois de um cumprimento educado, o mano subiu no carro e ela entrou em casa. A descrição do cara, segundo ela me contou, era normal, uns 30 anos, meio gordinho, e a pica comum, meio pequena. O relato dela foi mais longo e detalhado (pra me excitar enquanto a gente transava, claro), por exemplo, lembro que ela contou que o cara passava a mão nos peitos ou na bunda dela, e ela pedia o tempo todo pra ele encher ela de porra ou dizia que gostava de como ele comia ela e coisas assim.
Eu obviamente gozei que nem um animal em cima da porra do outro cara, e depois ela foi tomar banho. Como fiquei na dúvida se era a Cachi ou não, fui até o carro, e pra minha surpresa, no capô estavam marcadas duas mãos. E, embora não prove que não podia ser a Cachi, ela realmente transou no lugar que disse.
Eu jantei e fui deitar na cama pra ver TV, e umas 23h já tava quase dormindo, quando recebo uma mensagem da Mica falando "amor, cê tá acordado? Tô voltando de Uber".
A mensagem era normal, ela sempre me avisa quando tá voltando sozinha, por segurança, digamos. Daí a pouco escuto abrirem a porta, era a Mica, claro, e foi direto pro quarto. Me cumprimentou, normal até aí, mas fez uma coisa que não era comum: acendeu o abajur da mesa de cabeceira dela e depois acendeu o meu. Eu, que tava meio dormindo, me incomodei um pouco com a luz e falei: "O que foi? O que cê tá fazendo?
Aí eu consegui ver bem a cara dela, e aquela cara de safada é inconfundível, ela tinha feito alguma coisa, algo que vocês já devem imaginar. Ela me disse com aquela voz de puta que ela faz: "desculpa... quer dormir? Te deixo?". Eu, que já tinha entrado no joguinho dela, acordei na hora e falei: "não... mas por que você acendeu as luzes?". Ela, que estava parada do meu lado, disse: "tenho uma surpresinha pra você", enquanto continuava com aquela cara de puta que dava a entender que ela tinha feito alguma coisa.
Eu, que a essa altura já tinha me sentado na cama, falei "que surpresinha?" sorrindo, e ela, mordendo os lábios, pegou minha mão direita e colocou por baixo do vestido que ela tava usando e disse "te trouxe uma coisinha pra você". Claro que levou minha mão até a buceta dela e me fez tocar a calcinha fio dental. Na hora eu saca, não sou tão otário, mas entrei na brincadeira do jeito que ela queria.
Eu comecei a tocar de leve e falei "que que foi, amor? Tá molhada pelo que eu tô vendo... tá com tesão?". Ela continuava rindo e me responde "mmmm.... tô molhada sim, mas sabe o que é?". Eu tava morrendo de vontade de falar "óbvio, encheram teu cu de porra, sua puta", mas me segurei, tinha que entrar na brincadeira. Além disso, tenho que ser sincero, apesar do cansaço, já tava subindo a pica, ela tinha conseguido me tirar da moleza com esses joguinhos dela.
Eu, meio na cara de pau, falei: "Não, amor, que que é isso?... não tô entendendo..." e aí ela começou a jogar mais pesado, digamos. Levantou o vestido (comentário à parte, a calcinha fio dental era preta de algodão e tava toda melada), e disse: "Quer ver seu presentinho, amor?". Já não aguentava mais tanta brincadeira e falei: "Sim, amor, quero ver". Ela me fez deitar, subiu em cima de mim, ficou na altura do meu peito mais ou menos. Enquanto me olhava fixo, puxou a calcinha de lado, e era mais que óbvio tudo, embora não desse pra ver jatos de porra, claramente ela tinha transado com alguém e não só gozaram dentro dela como ela vestiu a calcinha rápido e ficou toda lambuzada.
Eu falei pra ela "não parecem fluidos seus" e a Mica, toda no modo puta, me responde "cê tem razão... sabe o que é?". De novo a mesma coisa, pensei, e agora respondi mais direto: "me parece que você andou de putaria dando pra alguém, ou tô errado?". E ela disse "sempre foi muito inteligente", claro, tirando uma onda com a minha cara.
Já não dava mais pra aguentar, tava com o pau duro pra caralho e comecei a meter o dedo na buceta dela. "Uffff.. te encheram de porra, putinha", falei, e ela ria. Nesse momento começou um papo meio de putaria até que eu perguntei: "E quem te encheu de porra? O Cachi?". Pra minha surpresa, ela respondeu: "Não, não". Isso já me desconcertou, todas as fichas apontavam pro meu amigo, quase certeza que era o bull. Perguntei quem tinha sido, e ela começou com o "adivinha".
Perguntei pra onde ela tinha ido e ela disse pro bar XXXX com as amigas e depois direto pra casa. Eu falei "então você comeu algum cara no bar" e ela se fazendo de sonsa balançava a cabeça que não. Não tava batendo pra mim e eu falei "então... se não foi no bar, sei lá", mas ela respondeu rápido "pensa bem, o que eu fiz hoje à noite?". Aí eu, meio confuso, falei "você foi no bar e voltou pra casa" e aí caiu a ficha e meio que perguntando soltei "o Uber?!?! Tá de sacanagem"... Ela começou a rir pra caralho e não falava nada, mas óbvio que tava confirmando.
Eu, incrédulo, falei "mentira, você foi com o Cachi", mas ela insistia que não, até que me disse "a porra do Cachi é mais grossa, love". Fiquei chocado e falei "como é que eu vou saber como é a porra do Cachi, sua idiota", e a putinha começou a dar uma aula magistral sobre viscosidade do sêmen do meu amigo (algo desnecessário de reproduzir, inclusive). Depois desses momentos meio estranhos, ela me perguntou se eu queria experimentar como naqueles vídeos que a gente tinha visto. Achei que era a porra do desconhecido, então falei "nem fodendo, mas vou te comer por puta mesmo".
Ela pegou na minha pica, encaixou na buceta dela e começou a sentar. Entrou super fácil e rápido, já tava aberta e bem lubrificada, claro. A sensação de comer ela com gozo de outro dentro já tinha vivido antes, mas dessa vez foi mais safado, dessa vez eu não sabia quem tinha deixado ela assim, e ainda parecia fresca e recém-comida, então a versão dela era possível (eu ainda desconfiava que não tinha sido o Cachi e que ela tava fazendo todo esse teatro pra dar mais tesão).
Falei pra ela me contar tudo e ela começou a cavalgar devagar e a contar. Basicamente, o que rolou foi que ela foi naquele bar com as amigas, depois pediu um Uber e no caminho começou a dar em cima do cara, que óbvio, topou. Quando chegaram em casa, ela pagou ele e pediu um favor, o cara perguntou o que precisava e a Mica explicou que era casada, que o marido era cuck e que queria realizar a fantasia dele de chegar cheia de porra. Segundo ela, o cara ficou meio na dúvida, achou tudo meio estranho, mas depois que a Mica abriu as pernas e mostrou a pussy, ele topou.
Segundo ela, eles desceram do carro e na entrada de casa (a gente tem um jardim na frente com várias plantas e uns arbustos, e uma garagem descoberta — é mais uma entrada de carros do que garagem, e a gente mora num bairro meio afastado do centro, então não tem muito movimento), eles se enfiaram atrás do meu carro pra "se esconder" um pouco, segundo ela, e aí a coisa começou.
Primeiro se deram uns beijos, o vagabundo passou a mão nela, ela ajoelhou e começou a chupar ele (pelo que ele me disse, chupou bem pra caralho, deixando ele no ponto). Uns minutos depois, ela virou de costas, se apoiou no capô do meu carro e aconteceu o que todo mundo já imagina: o cara levantou o vestidinho dela, puxou a tanga pro lado e meteu.
Segundo a Mica, foi um rapidinha, menos de 5 minutos, o cara meteu sem parar e encheu ela de porra. Quando o cara ia tirar a pica, ela já começou a "ajeitar a fio dental" pra não vazar nada, e depois de um cumprimento educado, o mano subiu no carro e ela entrou em casa. A descrição do cara, segundo ela me contou, era normal, uns 30 anos, meio gordinho, e a pica comum, meio pequena. O relato dela foi mais longo e detalhado (pra me excitar enquanto a gente transava, claro), por exemplo, lembro que ela contou que o cara passava a mão nos peitos ou na bunda dela, e ela pedia o tempo todo pra ele encher ela de porra ou dizia que gostava de como ele comia ela e coisas assim.
Eu obviamente gozei que nem um animal em cima da porra do outro cara, e depois ela foi tomar banho. Como fiquei na dúvida se era a Cachi ou não, fui até o carro, e pra minha surpresa, no capô estavam marcadas duas mãos. E, embora não prove que não podia ser a Cachi, ela realmente transou no lugar que disse.
6 comentários - mi mujer cada dia mas trola
Tu mujer es una diosa del morbo
Y a ellas les hace bien literal en todo sentido