Minha vida não era fácil, nada fácil. Mas eu tinha uma vida, já é alguma coisa. Um nerd que era a decepção do pai, com amigos nerds, pouca ou quase nenhuma vida social. Um pária, um excluído social. Bom, vocês vão dizer que tem coisa pior, que tem vidas muito mais difíceis, mas nessa idade tudo é muito dramático e extremista, e só a maturidade te dá outra perspectiva.
E como é lógico na vida, tudo pode piorar, e no meu caso, meu mal ou minha vida ir de mal a pior tem nome: Laura Altamirano. Uma das garotas mais populares da escola. E o que ela fez? Praticamente nada. Pra ela, eu não existia, era um pária. O culpado foi meu senhor pai, que casou com a mãe da Laura, que virou minha madrasta, Gabriela, toda uma beleza, ex-rainha de beleza e mulher muito cobiçada. Laura herdou grande parte dessa beleza da mãe, mas enquanto Gabriela era um doce de pessoa, a Laurinha tinha um gênio do demônio, misturado com manhas de garota mimada, uma verdadeira pérola que entrou na minha vida.
Mas vocês vão dizer: sendo eu como sou, como meu pai conseguiu uma mulher tão cobiçada? Bom, é que meu pai tem um capítulo especial nisso tudo e nessa história. Meu pai é um macho alfa, um líder nato. Meu progenitor foi membro de uma força especial da gendarmaria, e num momento da carreira, por causa de uma lesão, mudou da força especial para a segurança diplomática. Esse departamento dentro da gendarmaria dá proteção às embaixadas que ficam em zona de risco. Foi aí que ele conheceu minha mãe, que faz parte do corpo diplomático. Casaram e me tiveram. Ter esses pais não é fácil, porque a gente morou em três países diferentes em dez anos. Eu nasci no Haiti, também morei na Croácia e na Jamaica. Quando meus pais se separaram, a gente estava na Argentina, e minha mãe tinha recebido uma promoção na Colômbia. Meu pai se aposentou e abriu a própria empresa de segurança. Eu escolhi morar com meu pai, não queria continuar sendo um nômade, o que... Dizer que meus pais eram cruéis ou insensíveis parece errado, mas não é bem assim — eles me amavam, do jeito deles.
Comecei a morar com meu pai, o macho alfa. Ele é uma pessoa distante e fria, mas com quem sempre se pode contar. Herdei pouco dele: ele é alto, musculoso, dominante e seguro, mais quieto, de rosto normal, mas sempre fez sucesso com as mulheres. Eu sabia que há pelo menos dois anos ele estava saindo com alguém, mas só a apresentou perto do casamento. Quando ele se casou com Gabriela, eu tinha 18 anos, meu pai 47, Gabriela 39 e minha querida Laura 18. E como meu pai conheceu Gabriela? Na porta da escola — e lá ele fez a mágica dele.
Pra esclarecer onde eu estudava, chamando de escola: esse instituto ficava num grande parque e tinha educação básica, ou seja, crianças de 3 a 12 ou 13 anos; ensino médio, dessa última idade até os 17 ou 18; e ensino superior, com cursos universitários. Tudo nos seus prédios próprios, bem separados, com uma infraestrutura enorme — tudo administrado pela igreja junto com os militares na última ditadura. Essa escola era de grande prestígio e reputação. Eu estudava Economia e Laura, Comércio Exterior.
Quero dizer que Laura também não gostou nada de me ter como parente, e deixou isso bem claro assim que nossos pais nos contaram que estavam num relacionamento.
— Olha, esquisito, seu pai não vai ser meu pai e você nunca vai ser meu irmão — a gente não é nada.
Essas foram as primeiras palavras dela pra mim, embora na frente dos pais fosse um amor, uma mocinha boazinha. Mas na verdade ela ainda tinha esperança de que a mãe voltasse com o pai dela, então pra ela o golpe foi maior.
Nossa vida foi seguindo normal. Eu me dava muito bem com Gabriela — mais que isso, sem substituir minha mãe, e sem nunca querer fazer isso, ela me apoiou bastante. Meu pai, dentro do jeito fechado e frio dele, parecia feliz. Laurinha tinha uma boa relação com meu pai, mas comigo era totalmente seca. nosso relacionamento era inexistente. A gente morava numa casa de dois andares, num bairro de classe média alta, e estudava num colégio católico. A renda do meu pai e da Gabriela era boa, ela tinha uma loja de roupas bem sucedida. Eles tinham uma vida social bem ativa e se completavam muito bem: ela super elegante, perto de um metro e setenta, magra, cabelo castanho claro, traços muito bonitos, e principalmente se destacava uma bunda que, sem ser grande, era perfeita — daquelas que sobressaem numa mulher magra, redondinha e bem empinada, que ela malhava numa academia onde ia junto com a filhinha.
E meu pai era o acompanhante perfeito: mais de um metro e oitenta e cinco, uma postura marcial impecável, um físico muito trabalhado e um olhar de águia bem chamativo. Como eu disse, eles se completavam muito bem e pareciam felizes.
A gente morava todo mundo junto, mas a Laura passava dois dias por semana com o pai dela e fins de semana alternados. Eu, por minha vez, ia pra Colômbia nas minhas férias por duas semanas e alguns feriados prolongados com pontes, pra ver minha mãe. Também a via quando ela visitava o país. Minha mãe era filha única, e meus avós, que já eram velhos, moravam no interior do país. Não tinha muita relação com eles, mas com a família do meu pai eu me dava muito bem.
Essa história começou a dar errado quando já tinham passado uns dois meses desde o casamento. Eu já estava com todos os hormônios a mil, e queria bater o recorde mundial de punheta. O problema é que eu sempre fui muito envergonhado, e preferia morrer do que alguém encontrar as provas desses feitos. Por isso, desde que comecei minha preparação pra quebrar o recorde, lavava todos os meus lençóis e roupas. Num domingo de outono, ainda bem agradável, acordei depois de uma noite bem agitada pra mim e, como de costume, levantei pra lavar minha roupa e os lençóis. Na casa parecia não ter ninguém: a princesinha estava com o pai, e a Gabriela parecia estar cuidando das plantas no... Jardim e meu pai parecia que estava na empresa ou tinha saído pra correr. Eu estava na lavanderia, que é do lado da cozinha, colocando a roupa na máquina de lavar, quando ouço minha madrastra Gabriela entrar na cozinha, e logo depois ouço meu pai entrar. Quando ele pergunta por mim.
Pai: e o Fernando?
Gabriela: ainda tá dormindo.
Eu ia cumprimentar, mas tava tentando enfiar toda minha roupa na máquina e esconder as evidências. Quando vou sair, a Gabriela tá dando um beijo carinhoso no meu pai, eu não quis atrapalhar uma cena tão romântica, os dois estavam quase de perfil pra mim. Ela termina o beijo com um sorriso tímido e meu pai tem um sorriso e um olhar estranho, quase como um lobo olhando pra presa, nenhum dos dois se afastou, se olharam por uns segundos até que meu pai colocou a mão na nuca dela, acariciando o cabelo, ela se deixava levar, nunca tinha visto ela assim, de repente ele puxa o cabelo dela pra trás e atrai ela pra perto, e começa um beijo muito apaixonado, possessivo, como se quisesse devorar ela. A Gabriela solta um gemido baixinho, quase imperceptível, ele agora começa a chupar a boca dela, morder e passar a língua. Tudo isso me faz recuar pra não ser visto, fecho um pouco a porta de correr e continuo de voyeur. A Gabriela parece estar na ponta dos pés, meu pai continua segurando ela pelo cabelo, beija ela, se afasta um pouco e olha nos olhos dela, ela tá ofegante, ele solta e empurra ela, vira ela e ela apoia as mãos na bancada da cozinha, ele dá um tapa na bunda gostosa dela e ela empina mais ainda, acaricia, aperta e amassa, até fazer ela gemer, de um puxão ele abaixa a calça e a calcinha dela, deixando ela nua da cintura pra baixo. Meu pai enfia as mãos entre as pernas dela e começa a masturbar ela, tira a mão e os dedos estavam brilhando, e aí ele leva os dedos à boca e chupa.
Pai: Tá gostosa, minha putinha.
Gabriela: - solta um suspiro longo antes de responder- Sim, papai. Era uma cena irreal, eu de voyeur, vendo meu pai masturbando minha bela madrasta. Peguei meu pau que tava duríssimo e com muito líquido pré-seminal e comecei a me acariciar. Enquanto meu pai continuava masturbando a Gabriela, de repente ele se ajoelha e enfia a cara entre as nádegas dela.
Gabriela: siiiiiii assim papai
Ela se curva ainda mais, deixando o corpo a 90º das pernas, ela gemia bem devagar, como se estivesse se segurando.
Gabriela: sim sim que bem que meu macho faz, não esquece de chupar minha bunda também.
Eu tava alucinando com tudo isso, dava pra ouvir o barulho da língua do meu pai, e os gemidos mais fortes dela.
Gabriela: Não aguento mais, quero você dentro, me penetra gostoso, quero meu macho.
Ele não se fez de rogado, baixou as calças e ficou balançando uma ferramenta e tanto, lembro que pensei, porra meu pai podia ser ator pornô. Pegou a ponta do pau dele e colocou na entrada da buceta dela e com um único movimento de quadril enterrou tudo, um som abafado no braço dela se ouviu da Gabriela. Ele começou um vai e vem lento mas profundo, quase tirava tudo e depois enfiava tudo de novo, até que começou a meter ritmo e velocidade, já a Gabriela gemia mais forte mas dava pra ver que se segurava, até que meu pai pegou ela pelo cabelo de novo e puxou pra trás fazendo ela arquear as costas e os gemidos e ofegos dos dois aumentaram e o barulho que fazia cada vez que meu pai penetrava ela era constante e rápido, até que ela gozou.
Gabriela: Siiii amor gozei, me dá seu leite, me enche – tudo isso dito em sussurros.
E meu pai fez isso, aumentou o ritmo até que de repente soltou um gemido longo. Mas a coisa não parou por aí, ela se ajoelhou rapidamente e engoliu o pau inteiro dele, dando um prazer maior pro meu pai, ela não parou até que ele tivesse bem limpinho e murcho. Quando ela se levantou, olhou pro chão e tinha uma poça de fluido e porra, que ela limpou com uns guardanapos descartáveis.
Pai: Vamos pro chuveiro, pro segundo round. Não pense que eu tô satisfeito.
Gabriela: Mmmmmm hoje você acordou com tudo, bora.
Ela pegou na mão dele, subiram a roupa e foram. E eu, bom, fiquei chocado, tinha visto a melhor coisa da minha vida, me batia um pouco os protagonistas, mas tava com a mão cheia de porra, minha calça e cueca todas sujas. Claro que depois senti uma culpa da porra por ser um tarado e me meter na intimidade do meu pai. Mas fiquei super excitado com a cena. E minha madrasta ia me servir de inspiração muitas vezes de agora em diante.
Na escola eu continuava sendo um ninguém, e ela, a Laurita, uma mina popular. Ela saía, ou tinha algo, com um dos líderes do time de rugby da escola, um bombadinho de 21 anos com grana. Aqui tem que ver o quanto a Laurita era gostosa, pra um cara do status daquele babaca virar a cabeça pra uma mina de 18 anos. Muito pouca gente na escola sabia que a Laura e eu morávamos na mesma casa e ela me ignorava completamente.
Tudo aconteceu numa terça-feira quando eu ia pra biblioteca no horário de aula a pedido da minha professora de geografia buscar material pra aula. Entre a biblioteca e o ginásio tem um parquezinho, com plantas e árvores. Lá estavam a Laura e o namorado dela. Deixo claro que ela era da sala ao lado, mas a gente compartilhava algumas aulas especiais, como Inglês Avançado. Ela naquele momento tava discutindo com o namorado de forma bem acalorada, até que ele segura ela de jeito bruto pelos pulsos e puxa ela pra perto dele de forma violenta, e começa a falar agressivo na cara dela. Vendo isso e sendo todo um cavalheiro, saio pra defender uma dama em apuros, empurro o vilão e pra minha surpresa e fora de toda expectativa, não aconteceu nada, mal mexi ele. O que me mexeu foi o direto dele na minha têmpora, que me jogou no chão. Aí lembrei de todas as vezes que meu pai me levou pras artes marciais e eu não Queria ir, tava entediado até que desistiu, como você teria me salvado.
Musculito: e esse anormal saiu de onde?
Laura: deixa ele, não é ninguém, é um colega de sala intrometido.
Eu: Quêeeee? (meio nocauteado)
Laura: Não se mete, ninguém precisa de você — Vamos, amor — E levou o musculito puxando pelo braço. Enquanto ele me olhava e sorria feito um vilão.
Diante de tanta humilhação, me levantei e fui continuar minhas tarefas, mas fiquei arrasado com tudo, com o golpe e o baque emocional que a Laura me deu. Não acreditava na atitude dela, tinha tentado ajudar. Saí em defesa dela e fui tratado como merda. Quando saí pro recreio, fui o último, encarando o interrogatório dos meus amigos sobre minha cara ao voltar. Na porta da sala, ela tava me esperando.
Laura: O que você pensa que tá fazendo? Não se mete na minha vida.
Eu: Só tentei te ajudar, vi como ele te tratava mal e…
Laura: Não se mete na minha vida, eu tenho tudo sob controle e não preciso de ninguém pra me ajudar, muito menos de você.
E me deixou sozinho, chocado. Todas são malucas pra caralho, pensei comigo, quase gritando. Pois é, se é isso que essa metida quer. A raiva e a amargura duraram o dia inteiro, e meus amigos Tomás e Pedro me aconselharam a esquecer e ignorar uma doida daquelas. Teria acabado ali, se não fosse que, ao sair pela saída lateral, a do parque, me deparei com o musculito e três amigos que pareciam uns touros de tão grandes. Eu vi eles vindo com um sorriso no rosto que era mau presságio pra mim, só ouvi dizerem — é esse aí — e não lembro de mais nada.
E como é lógico na vida, tudo pode piorar, e no meu caso, meu mal ou minha vida ir de mal a pior tem nome: Laura Altamirano. Uma das garotas mais populares da escola. E o que ela fez? Praticamente nada. Pra ela, eu não existia, era um pária. O culpado foi meu senhor pai, que casou com a mãe da Laura, que virou minha madrasta, Gabriela, toda uma beleza, ex-rainha de beleza e mulher muito cobiçada. Laura herdou grande parte dessa beleza da mãe, mas enquanto Gabriela era um doce de pessoa, a Laurinha tinha um gênio do demônio, misturado com manhas de garota mimada, uma verdadeira pérola que entrou na minha vida.
Mas vocês vão dizer: sendo eu como sou, como meu pai conseguiu uma mulher tão cobiçada? Bom, é que meu pai tem um capítulo especial nisso tudo e nessa história. Meu pai é um macho alfa, um líder nato. Meu progenitor foi membro de uma força especial da gendarmaria, e num momento da carreira, por causa de uma lesão, mudou da força especial para a segurança diplomática. Esse departamento dentro da gendarmaria dá proteção às embaixadas que ficam em zona de risco. Foi aí que ele conheceu minha mãe, que faz parte do corpo diplomático. Casaram e me tiveram. Ter esses pais não é fácil, porque a gente morou em três países diferentes em dez anos. Eu nasci no Haiti, também morei na Croácia e na Jamaica. Quando meus pais se separaram, a gente estava na Argentina, e minha mãe tinha recebido uma promoção na Colômbia. Meu pai se aposentou e abriu a própria empresa de segurança. Eu escolhi morar com meu pai, não queria continuar sendo um nômade, o que... Dizer que meus pais eram cruéis ou insensíveis parece errado, mas não é bem assim — eles me amavam, do jeito deles.
Comecei a morar com meu pai, o macho alfa. Ele é uma pessoa distante e fria, mas com quem sempre se pode contar. Herdei pouco dele: ele é alto, musculoso, dominante e seguro, mais quieto, de rosto normal, mas sempre fez sucesso com as mulheres. Eu sabia que há pelo menos dois anos ele estava saindo com alguém, mas só a apresentou perto do casamento. Quando ele se casou com Gabriela, eu tinha 18 anos, meu pai 47, Gabriela 39 e minha querida Laura 18. E como meu pai conheceu Gabriela? Na porta da escola — e lá ele fez a mágica dele.
Pra esclarecer onde eu estudava, chamando de escola: esse instituto ficava num grande parque e tinha educação básica, ou seja, crianças de 3 a 12 ou 13 anos; ensino médio, dessa última idade até os 17 ou 18; e ensino superior, com cursos universitários. Tudo nos seus prédios próprios, bem separados, com uma infraestrutura enorme — tudo administrado pela igreja junto com os militares na última ditadura. Essa escola era de grande prestígio e reputação. Eu estudava Economia e Laura, Comércio Exterior.
Quero dizer que Laura também não gostou nada de me ter como parente, e deixou isso bem claro assim que nossos pais nos contaram que estavam num relacionamento.
— Olha, esquisito, seu pai não vai ser meu pai e você nunca vai ser meu irmão — a gente não é nada.
Essas foram as primeiras palavras dela pra mim, embora na frente dos pais fosse um amor, uma mocinha boazinha. Mas na verdade ela ainda tinha esperança de que a mãe voltasse com o pai dela, então pra ela o golpe foi maior.
Nossa vida foi seguindo normal. Eu me dava muito bem com Gabriela — mais que isso, sem substituir minha mãe, e sem nunca querer fazer isso, ela me apoiou bastante. Meu pai, dentro do jeito fechado e frio dele, parecia feliz. Laurinha tinha uma boa relação com meu pai, mas comigo era totalmente seca. nosso relacionamento era inexistente. A gente morava numa casa de dois andares, num bairro de classe média alta, e estudava num colégio católico. A renda do meu pai e da Gabriela era boa, ela tinha uma loja de roupas bem sucedida. Eles tinham uma vida social bem ativa e se completavam muito bem: ela super elegante, perto de um metro e setenta, magra, cabelo castanho claro, traços muito bonitos, e principalmente se destacava uma bunda que, sem ser grande, era perfeita — daquelas que sobressaem numa mulher magra, redondinha e bem empinada, que ela malhava numa academia onde ia junto com a filhinha.
E meu pai era o acompanhante perfeito: mais de um metro e oitenta e cinco, uma postura marcial impecável, um físico muito trabalhado e um olhar de águia bem chamativo. Como eu disse, eles se completavam muito bem e pareciam felizes.
A gente morava todo mundo junto, mas a Laura passava dois dias por semana com o pai dela e fins de semana alternados. Eu, por minha vez, ia pra Colômbia nas minhas férias por duas semanas e alguns feriados prolongados com pontes, pra ver minha mãe. Também a via quando ela visitava o país. Minha mãe era filha única, e meus avós, que já eram velhos, moravam no interior do país. Não tinha muita relação com eles, mas com a família do meu pai eu me dava muito bem.
Essa história começou a dar errado quando já tinham passado uns dois meses desde o casamento. Eu já estava com todos os hormônios a mil, e queria bater o recorde mundial de punheta. O problema é que eu sempre fui muito envergonhado, e preferia morrer do que alguém encontrar as provas desses feitos. Por isso, desde que comecei minha preparação pra quebrar o recorde, lavava todos os meus lençóis e roupas. Num domingo de outono, ainda bem agradável, acordei depois de uma noite bem agitada pra mim e, como de costume, levantei pra lavar minha roupa e os lençóis. Na casa parecia não ter ninguém: a princesinha estava com o pai, e a Gabriela parecia estar cuidando das plantas no... Jardim e meu pai parecia que estava na empresa ou tinha saído pra correr. Eu estava na lavanderia, que é do lado da cozinha, colocando a roupa na máquina de lavar, quando ouço minha madrastra Gabriela entrar na cozinha, e logo depois ouço meu pai entrar. Quando ele pergunta por mim.
Pai: e o Fernando?
Gabriela: ainda tá dormindo.
Eu ia cumprimentar, mas tava tentando enfiar toda minha roupa na máquina e esconder as evidências. Quando vou sair, a Gabriela tá dando um beijo carinhoso no meu pai, eu não quis atrapalhar uma cena tão romântica, os dois estavam quase de perfil pra mim. Ela termina o beijo com um sorriso tímido e meu pai tem um sorriso e um olhar estranho, quase como um lobo olhando pra presa, nenhum dos dois se afastou, se olharam por uns segundos até que meu pai colocou a mão na nuca dela, acariciando o cabelo, ela se deixava levar, nunca tinha visto ela assim, de repente ele puxa o cabelo dela pra trás e atrai ela pra perto, e começa um beijo muito apaixonado, possessivo, como se quisesse devorar ela. A Gabriela solta um gemido baixinho, quase imperceptível, ele agora começa a chupar a boca dela, morder e passar a língua. Tudo isso me faz recuar pra não ser visto, fecho um pouco a porta de correr e continuo de voyeur. A Gabriela parece estar na ponta dos pés, meu pai continua segurando ela pelo cabelo, beija ela, se afasta um pouco e olha nos olhos dela, ela tá ofegante, ele solta e empurra ela, vira ela e ela apoia as mãos na bancada da cozinha, ele dá um tapa na bunda gostosa dela e ela empina mais ainda, acaricia, aperta e amassa, até fazer ela gemer, de um puxão ele abaixa a calça e a calcinha dela, deixando ela nua da cintura pra baixo. Meu pai enfia as mãos entre as pernas dela e começa a masturbar ela, tira a mão e os dedos estavam brilhando, e aí ele leva os dedos à boca e chupa.
Pai: Tá gostosa, minha putinha.
Gabriela: - solta um suspiro longo antes de responder- Sim, papai. Era uma cena irreal, eu de voyeur, vendo meu pai masturbando minha bela madrasta. Peguei meu pau que tava duríssimo e com muito líquido pré-seminal e comecei a me acariciar. Enquanto meu pai continuava masturbando a Gabriela, de repente ele se ajoelha e enfia a cara entre as nádegas dela.
Gabriela: siiiiiii assim papai
Ela se curva ainda mais, deixando o corpo a 90º das pernas, ela gemia bem devagar, como se estivesse se segurando.
Gabriela: sim sim que bem que meu macho faz, não esquece de chupar minha bunda também.
Eu tava alucinando com tudo isso, dava pra ouvir o barulho da língua do meu pai, e os gemidos mais fortes dela.
Gabriela: Não aguento mais, quero você dentro, me penetra gostoso, quero meu macho.
Ele não se fez de rogado, baixou as calças e ficou balançando uma ferramenta e tanto, lembro que pensei, porra meu pai podia ser ator pornô. Pegou a ponta do pau dele e colocou na entrada da buceta dela e com um único movimento de quadril enterrou tudo, um som abafado no braço dela se ouviu da Gabriela. Ele começou um vai e vem lento mas profundo, quase tirava tudo e depois enfiava tudo de novo, até que começou a meter ritmo e velocidade, já a Gabriela gemia mais forte mas dava pra ver que se segurava, até que meu pai pegou ela pelo cabelo de novo e puxou pra trás fazendo ela arquear as costas e os gemidos e ofegos dos dois aumentaram e o barulho que fazia cada vez que meu pai penetrava ela era constante e rápido, até que ela gozou.
Gabriela: Siiii amor gozei, me dá seu leite, me enche – tudo isso dito em sussurros.
E meu pai fez isso, aumentou o ritmo até que de repente soltou um gemido longo. Mas a coisa não parou por aí, ela se ajoelhou rapidamente e engoliu o pau inteiro dele, dando um prazer maior pro meu pai, ela não parou até que ele tivesse bem limpinho e murcho. Quando ela se levantou, olhou pro chão e tinha uma poça de fluido e porra, que ela limpou com uns guardanapos descartáveis.
Pai: Vamos pro chuveiro, pro segundo round. Não pense que eu tô satisfeito.
Gabriela: Mmmmmm hoje você acordou com tudo, bora.
Ela pegou na mão dele, subiram a roupa e foram. E eu, bom, fiquei chocado, tinha visto a melhor coisa da minha vida, me batia um pouco os protagonistas, mas tava com a mão cheia de porra, minha calça e cueca todas sujas. Claro que depois senti uma culpa da porra por ser um tarado e me meter na intimidade do meu pai. Mas fiquei super excitado com a cena. E minha madrasta ia me servir de inspiração muitas vezes de agora em diante.
Na escola eu continuava sendo um ninguém, e ela, a Laurita, uma mina popular. Ela saía, ou tinha algo, com um dos líderes do time de rugby da escola, um bombadinho de 21 anos com grana. Aqui tem que ver o quanto a Laurita era gostosa, pra um cara do status daquele babaca virar a cabeça pra uma mina de 18 anos. Muito pouca gente na escola sabia que a Laura e eu morávamos na mesma casa e ela me ignorava completamente.
Tudo aconteceu numa terça-feira quando eu ia pra biblioteca no horário de aula a pedido da minha professora de geografia buscar material pra aula. Entre a biblioteca e o ginásio tem um parquezinho, com plantas e árvores. Lá estavam a Laura e o namorado dela. Deixo claro que ela era da sala ao lado, mas a gente compartilhava algumas aulas especiais, como Inglês Avançado. Ela naquele momento tava discutindo com o namorado de forma bem acalorada, até que ele segura ela de jeito bruto pelos pulsos e puxa ela pra perto dele de forma violenta, e começa a falar agressivo na cara dela. Vendo isso e sendo todo um cavalheiro, saio pra defender uma dama em apuros, empurro o vilão e pra minha surpresa e fora de toda expectativa, não aconteceu nada, mal mexi ele. O que me mexeu foi o direto dele na minha têmpora, que me jogou no chão. Aí lembrei de todas as vezes que meu pai me levou pras artes marciais e eu não Queria ir, tava entediado até que desistiu, como você teria me salvado.
Musculito: e esse anormal saiu de onde?
Laura: deixa ele, não é ninguém, é um colega de sala intrometido.
Eu: Quêeeee? (meio nocauteado)
Laura: Não se mete, ninguém precisa de você — Vamos, amor — E levou o musculito puxando pelo braço. Enquanto ele me olhava e sorria feito um vilão.
Diante de tanta humilhação, me levantei e fui continuar minhas tarefas, mas fiquei arrasado com tudo, com o golpe e o baque emocional que a Laura me deu. Não acreditava na atitude dela, tinha tentado ajudar. Saí em defesa dela e fui tratado como merda. Quando saí pro recreio, fui o último, encarando o interrogatório dos meus amigos sobre minha cara ao voltar. Na porta da sala, ela tava me esperando.
Laura: O que você pensa que tá fazendo? Não se mete na minha vida.
Eu: Só tentei te ajudar, vi como ele te tratava mal e…
Laura: Não se mete na minha vida, eu tenho tudo sob controle e não preciso de ninguém pra me ajudar, muito menos de você.
E me deixou sozinho, chocado. Todas são malucas pra caralho, pensei comigo, quase gritando. Pois é, se é isso que essa metida quer. A raiva e a amargura duraram o dia inteiro, e meus amigos Tomás e Pedro me aconselharam a esquecer e ignorar uma doida daquelas. Teria acabado ali, se não fosse que, ao sair pela saída lateral, a do parque, me deparei com o musculito e três amigos que pareciam uns touros de tão grandes. Eu vi eles vindo com um sorriso no rosto que era mau presságio pra mim, só ouvi dizerem — é esse aí — e não lembro de mais nada.
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