Capítulo Três: Arrependimento?
Estávamos tomando café da manhã em silêncio, ninguém falava nada, a Brenda parecia um zumbi, a ressaca sugava toda a energia dela. A Susana tinha vido visitar e estava com a gente, a Erica só comia sem dizer nada, ignorando por enquanto o que tinha rolado na noite anterior.
Depois do café, as três ficaram na sala conversando entre elas, e eu fui lavar a louça. Sinceramente, me sentia desconfortável, me sentindo culpado por ter dormido com alguém da idade da minha filha, além de ter feito isso com a minha filha inconsciente por causa do álcool. Mas elas pareciam bem, conversando, cantando e até rindo na sala.
De repente, a Erica interrompeu meus pensamentos.
— Ei, oi — falou séria —, olha, a gente quer ir no shopping comprar umas roupas pra praia — continuou.
— Claro, só termino de lavar isso e a gente vai. Vocês vão as três? — perguntei sem parar de lavar.
— Claro, mas se você preferir, vou só eu — ela me abraçou por trás, ficamos em silêncio total.
— Erica, quero falar com você sobre o que aconteceu ontem à noite. Foi um erro, e sinto muito você ter me visto daquele jeito — falei — Eu devia ter agido como um adulto. Mais como um pai, acho. Desculpa ter perdido a cabeça.
— Você é o melhor pai do mundo — disse, me apertando mais —, bem, padrasto — deu uma risadinha leve — Fico feliz de saber que você tem uma rola tão bonita. Minha mãe aproveitou ela por tanto tempo e podia usar quando quisesse, então fico feliz que o nosso rolê tenha acontecido. Você é muito melhor que qualquer moleque da escola, e sua rola é bem maior — falou.
— Bom, é... — murmurei, sem saber o que dizer, e com certeza estava ficando vermelho.
— Sério, pai, se um dia você quiser me foder, chupar sua rola ou até meter no meu cu, eu adoraria tentar. Se você me fodesse sempre, acho que nem ia mais querer entrar na faculdade. Ia ficar na sua cama o dia inteiro, deixando você gozar dentro de mim, na minha boca, nos meus peitos e na minha buceta. Buceta" — disse enquanto começava a massagear meu pau por cima da calça.
— Erica, isso seria um erro — falei, sabendo que a sensatez devia vencer a excitação.
— Mas teu pau, papai. Você sempre foi tão doce e bom comigo. Nunca tinha percebido antes, mas te amo mais que qualquer homem. Mais que qualquer garoto e quero compartilhar esse amor contigo pra sempre. Além disso, minha mãe diz que teu pau deu o maior orgasmo da vida dela — ela desabotoou minha calça e enfiou a mão dentro.
— Não — falei, me afastando e indo pro meu quarto. Provavelmente era a primeira vez na vida que Erica me ouvia dizer isso.
Deitei na cama pra pensar um pouco, mas não consegui. Alguém bateu na porta. Quando olhei, era Brenda.
— Oi, papai. Heeee, a Erica já te contou, né? Já estamos prontas pra ir — disse ela, tímida.
— Sim, filha. Daqui a pouco vou — respondi.
— Pai, sobre o que aconteceu ontem — disse devagar.
— Não se preocupa, você bebeu demais — levantei da cama e me aproximei dela — Fica tranquila, não fez nada de errado. Vamos, bora pro shopping — dei um beijo na testa dela e saímos rumo ao shopping.
Entramos no shopping por uma das entradas que dá direto no térreo, em vez de uma daquelas lojas de roupa enormes que costumam ter. Como era meio de semana, tava tranquilo, cheio principalmente de idosos fazendo suas coisas. Tinha uma variedade impressionante de roupa em promoção, desde as mais baratas e feias até as mais caras. As três, quando entraram, correram pra seção que mais interessava: calças, saias, blusas. Todas perguntavam tamanhos, cores. Definitivamente, eram mulheres no habitat natural delas.
Depois de um bom tempo esperando e esperando, me aproximei de um manequim. Usava um conjunto bem bonito que chamou minha atenção: um short e um top preto brilhante. "Sem dúvida, é algo que a Erica usaria", pensei.
— Tá se divertindo? — ouvi uma voz atrás de mim. Quando virei, vi a Susana se aproximando. "Merda, a hora chegou. de pagar" pensei — viu só? ir fazer compras não é tão ruim quanto parece? — ela disse com um sorriso.
— Pô, pelo menos você tem bom gosto, acho que vou experimentar isso, vem comigo — pegou o conjunto que tinha visto, me segurou pela mão e fomos pros provadores. Entramos num corredor onde tinha três portas de pano que eram a entrada de cada cabine.
— Meninas, precisam de alguma coisa? — perguntou em voz alta.
— Não, obrigada — responderam Brenda e Erica, cada uma num provador diferente.
— Beleza, espera aí — ela me disse e entrou no provador. Passaram uns segundos até eu ouvir a voz da Susana de novo.
— Pode entrar? Preciso de uma opinião masculina — gritou através do pano. Obedeci e entrei na cabine apertada junto com ela. — O que você acha? — começou a desfilar.
—Me parece incrível, você tá linda, mas acho que é meio curta pro meu gosto — respondi. Susana soltou uma risadinha. — Você nunca me impediu de usar roupa curta no escritório — disse ela, mordendo o lábio. — Mas então, o que achou do tecido? — pegou minha mão e colocou no peito dela. — Acha que é de qualidade? — continuou esfregando o peito na minha mão.
—Sim, sem dúvida parece ser de qualidade — apertei o peito dela com firmeza. — Parece de muito boa qualidade — me aproximei e dei um beijo nela.
Susana interrompeu o beijo. — Quer fazer aqui? — perguntou.
—Tô morrendo de vontade de fazer agora — respondi e continuei beijando ela com paixão enquanto minha mão começava a tocar o corpo dela com desespero.
Assim que Susana ouviu isso, ajoelhou-se, desabotoou minha calça e puxou meu pau pra fora, começando a acariciar. Dava pra ver que os dois estavam adorando a excitação. Susana fez uma pausa pra admirar meu pau antes de pegar e envolver com os lábios quentes, movendo de um lado pro outro, enquanto usava a outra mão pra levantar a blusa, deixando os peitos durinhos à mostra pra eu ver de perto.
Depois de uns minutos, sussurrei: — Tô quase gozando. Susana, ao ouvir isso, parou de repente, levantou, virou de costas e abaixou o short. Eu não esperava um convite, então meti meu pau direto na buceta molhada dela e comecei a meter. Ela começou a gemer de prazer até perceber onde estavam, então rapidamente tapou a boca pra tentar abafar o som do prazer que tomava conta dela.
Não acreditava como ela tava molhada e sentia que ela ia gozar, então começou a se mover mais rápido. Era improvável que acontecesse de novo, então ela ia garantir que aproveitasse ao máximo. Dava pra sentir as pernas de Susana começando a tremer enquanto eu enfiava meu pau no fundo da buceta molhada dela, tapando a boca dela pra tentar suavizar os gemidos.
Então aconteceu: o orgasmo tomou conta dela, as Os joelhos dela dobraram levemente enquanto tentava segurar, mas um gemido escapou por entre a mão dela.
— Ei, Mãe — ouvi a voz da Erica —, pode me ajudar com uma coisa?
— Heee, tô meio ocupada, mas o Cesar já vai — eu congelei ao ouvir essas palavras.
— Quê? — falei sussurrando.
— Anda, vai, deve ser alguma besteira de zíper, tenho que me trocar, corre, vai — ela disse e me empurrou pra fora do provador.
— Erica? — perguntei com medo.
— Aqui, Papi, no segundo provador, entra — ouvi a Erica responder, suspirei e entrei no provador.

- Por que você tá assim? - perguntei sussurrando, empurrei ela pra dentro e fechei a cortina pra ninguém ver a Erica pelada
- Tô com muita vontade, papai - ela começou a acariciar meu pau por cima da calça
- Você é louca? Podem nos descobrir - falei baixinho
- Não te importou de foder minha mãe, né? Por que você vai ter cuidado comigo? - ela disse e desabotoou minha calça
- Não, não tá certo - repreendi
- Você fala que não quer, mas teu corpo diz outra coisa - ela se abaixou e começou a chupar meu pau que tava cheio dos fluidos da Susana. Não resisti, deixei ela continuar, afinal, já tava quase gozando
Peguei meu pau na mão dela, guiando até a boca dela - Abre, você vai chupar esse pau e comer o que eu tenho pra te dar. Entendeu? - ordenei

Erica estava tão excitada que só assentiu e respondeu: —Sim, papai, quero comer todo esse sêmen quentinho. Por favor, não derrube nada. Quero tudo. Preciso disso, por favor, enche minha boca com seu sêmen.
Essas palavras me excitaram ainda mais, então comecei a massagear meu pau com a mão direita, com a esquerda atrás da cabeça dela, pressionando-a. A boca da Erica era tão pequena que ela teve que esticar a mandíbula só pra enfiar. Quando finalmente entrou na boca dela, Erica começou a mover a cabeça no meu pau, pra frente e pra trás, com engasgos de vez em quando, algo que eu adorava.
—Isso, engasga nesse pau monstruoso. Espera até eu gozar; você nunca viu tanto sêmen na sua vida. Quero cobrir esse corpo com ele, dos pés à cabeça, e ver você sair da loja toda lambuzada de porra— falei antes de chegar ao clímax.
Comecei a bater punheta, segurando ela assim, e ela começou a chupar minhas bolas com força. Quando menos esperava, meu corpo começou a ter espasmos. Soltei ela e comecei a gozar. Eu tinha razão, nunca tinha visto tanto sêmen. Saíram jorros longos e grossos, acompanhados de um esguicho de porra. Encharquei a cara dela, o peito, o sutiã e a calcinha. O sêmen quente não parava de sair em borbotões até que finalmente acabou, e Erica ficou coberta por ele.
Ela usou os dedos, juntando na palma da mão antes de lamber como um cachorro, e repetiu o processo até ficar mais ou menos limpa. Só fiquei observando, admirando o corpo dela com a calcinha e o sutiã que ela escolheu pra provar e que agora estavam manchados de porra.
—Que bom, raposinha, agora temos que comprar isso— falei, sacudi meu pau uma última vez, deixando umas gotas de sêmen nas pernas dela, antes de guardar e sair do provador.
Fiquei lá um tempo, do lado de fora dos provadores, rezando pra ninguém ter percebido o que aconteceu. Aos poucos, começaram a sair: Susana, Brenda e, finalmente, Erica.
—Tão prontas?— perguntei, e as três assentiram sem falar muito. Caminhamos até o caixa. caixa e, aos poucos, vi como aquele valor ia aumentando, "chic" a funcionária registrou uma peça da Erica
— Mmmmmh, esse biquíni tem umas manchas estranhas — disse angustiada e me olhou fixamente, eu congelei, o olhar dela me acusava, mas mantive a seriedade — Melhor trocarmos, com certeza sujou em outro dia — falou no rádio e, minutos depois, outra funcionária chegou com um conjunto novo
Depois daquele mini infarto que tive ao pagar, decidimos voltar pra casa, o caminho foi curto, as três conversavam entre si sobre o quanto estavam felizes com as roupas que tinham comprado
Finalmente chegamos em casa, as meninas correram pro quarto da Brenda, e eu me deitei no sofá, cansado, uns segundos depois senti umas mãos nos meus ombros
— Valeu pelas compras hoje — disse Susana enquanto massageava meus ombros com delicadeza
— Não é nada, é meu dever, acho — respondi
— Ah, para, não fala assim, deixa eu te recompensar por isso — disse e as mãos dela entraram na minha camisa, massageando meu peito
— Mmmmmh — soltei um gemidinho — Foi incrível aquilo no provador — sussurrei
— Você gostou, né? — acho que podemos terminar, disse e num instante ela subiu em cima de mim e começou a me beijar com paixão
Comecei a acariciar os peitos da Susana por cima da blusa dela até que, depois de uns minutos, ela decidiu tirar a blusa de vez. Eu também tirei minha camisa e começamos a esfregar nossos corpos, era incrível, mas mais incrível ainda foi quando ela tirou minha calça. Não queria me apressar muito, então lambi em volta dos peitos dela. Até levantei eles e lambi e beijei por baixo
— Mmmmm, isso aí, é assim que se faz — disse enquanto gemia. Lambia em volta das aréolas e depois passava a língua no mamilo como se fosse um redutor de velocidade. Chupava o peito dela e dava batidinhas no mamilo com a língua, aí enfiei um dedo na buceta suculenta dela
— Aaaaaaah — gemeu com um pouco de força, mas eu tava tão tarado que não liguei que as meninas estivessem no andar de cima Enfiei meu dedo mais fundo e mexi ele como um tornado até fazer ela gozar
— Aaaah, porra, isso aí — ela apertou a buceta já toda melada de fluidos — fica de pé. Obedeci sem falar muito e ela puxou minha cueca pra baixo pra tirar meu pau já duro
— Senti saudades desse bebê — disse sorrindo, e depois começou a dar beijinhos suaves na ponta do meu pau, de cima pra baixo. Em seguida, com a língua, lambeu o membro inteiro, de cima até as bolas. Depois, bem devagar, enfiou a cabeça entre os lábios e foi mordiscando até embaixo, pra depois subir de novo até o topo. Tava me matando. Quando meu pau ficou todo molhado de saliva, ela começou a acariciar, lamber, chupar e fazer cócegas nas minhas bolas. Eu gemia forte.
Quase gozei quando olhei pra baixo e nossos olhares se encontraram enquanto ela tinha minhas duas bolas na boca e acariciava meu pau com a mão firme e macia.
— Ah, porra! Vou gozar! — gritei.
De repente, os dentes dela morderam bem debaixo da cabeça do meu pau, misturando dor e prazer.
— Ainda não — espera, ela disse, deitou-se e enfiou meu pau na buceta dela. Tava apertada e molhada. Pediu pra eu ir devagar, mas continuar empurrando. Eu fiz isso. Logo eu tinha quase todo o meu pau grande e grosso dentro dela.
— Porra! Me fode! — disse Susana —. Vai, me fode mais forte!
Continuei bombando meu pau dentro da buceta apertada dela por uns minutos até que trocamos de posição, e foi quando eu tava fodendo ela, deitada no sofá e eu metendo com força. De repente, olhei pra escada, mesmo com a luz apagada, consegui ver alguma coisa. Lá, parada, uma silhueta, tava olhando fixo enquanto eu comia a Susana. Não falei nada, continuei metendo pra não levantar suspeita nela.
Depois de alguns segundos, quando percebeu que eu tinha visto, a silhueta subiu correndo as escadas.
— Tá bem? — perguntou Susana.
— Sim, desculpa, pode me esperar no quarto? Já vou subir — respondi. Susana concordou, se vestiu.
— Vou te esperar — ela disse e subiu as escadas, não sem antes me dar um beijo.
Fiquei sozinho pensando: Erica? Não, ela teria sido mais ousada. Brenda? Lembrei daquela vez que, bêbada, me deu um beijo e eu não aguentei a culpa. Deitei no sofá pra recuperar a sanidade. O que eu vou fazer?
Continua…
Qualquer ideia, comentário, apoio será bem-vindo, deixem seus pontos aí.
Valeu por ler.
Estávamos tomando café da manhã em silêncio, ninguém falava nada, a Brenda parecia um zumbi, a ressaca sugava toda a energia dela. A Susana tinha vido visitar e estava com a gente, a Erica só comia sem dizer nada, ignorando por enquanto o que tinha rolado na noite anterior.
Depois do café, as três ficaram na sala conversando entre elas, e eu fui lavar a louça. Sinceramente, me sentia desconfortável, me sentindo culpado por ter dormido com alguém da idade da minha filha, além de ter feito isso com a minha filha inconsciente por causa do álcool. Mas elas pareciam bem, conversando, cantando e até rindo na sala.
De repente, a Erica interrompeu meus pensamentos.
— Ei, oi — falou séria —, olha, a gente quer ir no shopping comprar umas roupas pra praia — continuou.
— Claro, só termino de lavar isso e a gente vai. Vocês vão as três? — perguntei sem parar de lavar.
— Claro, mas se você preferir, vou só eu — ela me abraçou por trás, ficamos em silêncio total.
— Erica, quero falar com você sobre o que aconteceu ontem à noite. Foi um erro, e sinto muito você ter me visto daquele jeito — falei — Eu devia ter agido como um adulto. Mais como um pai, acho. Desculpa ter perdido a cabeça.
— Você é o melhor pai do mundo — disse, me apertando mais —, bem, padrasto — deu uma risadinha leve — Fico feliz de saber que você tem uma rola tão bonita. Minha mãe aproveitou ela por tanto tempo e podia usar quando quisesse, então fico feliz que o nosso rolê tenha acontecido. Você é muito melhor que qualquer moleque da escola, e sua rola é bem maior — falou.
— Bom, é... — murmurei, sem saber o que dizer, e com certeza estava ficando vermelho.
— Sério, pai, se um dia você quiser me foder, chupar sua rola ou até meter no meu cu, eu adoraria tentar. Se você me fodesse sempre, acho que nem ia mais querer entrar na faculdade. Ia ficar na sua cama o dia inteiro, deixando você gozar dentro de mim, na minha boca, nos meus peitos e na minha buceta. Buceta" — disse enquanto começava a massagear meu pau por cima da calça.
— Erica, isso seria um erro — falei, sabendo que a sensatez devia vencer a excitação.
— Mas teu pau, papai. Você sempre foi tão doce e bom comigo. Nunca tinha percebido antes, mas te amo mais que qualquer homem. Mais que qualquer garoto e quero compartilhar esse amor contigo pra sempre. Além disso, minha mãe diz que teu pau deu o maior orgasmo da vida dela — ela desabotoou minha calça e enfiou a mão dentro.
— Não — falei, me afastando e indo pro meu quarto. Provavelmente era a primeira vez na vida que Erica me ouvia dizer isso.
Deitei na cama pra pensar um pouco, mas não consegui. Alguém bateu na porta. Quando olhei, era Brenda.
— Oi, papai. Heeee, a Erica já te contou, né? Já estamos prontas pra ir — disse ela, tímida.
— Sim, filha. Daqui a pouco vou — respondi.
— Pai, sobre o que aconteceu ontem — disse devagar.
— Não se preocupa, você bebeu demais — levantei da cama e me aproximei dela — Fica tranquila, não fez nada de errado. Vamos, bora pro shopping — dei um beijo na testa dela e saímos rumo ao shopping.
Entramos no shopping por uma das entradas que dá direto no térreo, em vez de uma daquelas lojas de roupa enormes que costumam ter. Como era meio de semana, tava tranquilo, cheio principalmente de idosos fazendo suas coisas. Tinha uma variedade impressionante de roupa em promoção, desde as mais baratas e feias até as mais caras. As três, quando entraram, correram pra seção que mais interessava: calças, saias, blusas. Todas perguntavam tamanhos, cores. Definitivamente, eram mulheres no habitat natural delas.
Depois de um bom tempo esperando e esperando, me aproximei de um manequim. Usava um conjunto bem bonito que chamou minha atenção: um short e um top preto brilhante. "Sem dúvida, é algo que a Erica usaria", pensei.
— Tá se divertindo? — ouvi uma voz atrás de mim. Quando virei, vi a Susana se aproximando. "Merda, a hora chegou. de pagar" pensei — viu só? ir fazer compras não é tão ruim quanto parece? — ela disse com um sorriso.
— Pô, pelo menos você tem bom gosto, acho que vou experimentar isso, vem comigo — pegou o conjunto que tinha visto, me segurou pela mão e fomos pros provadores. Entramos num corredor onde tinha três portas de pano que eram a entrada de cada cabine.
— Meninas, precisam de alguma coisa? — perguntou em voz alta.
— Não, obrigada — responderam Brenda e Erica, cada uma num provador diferente.
— Beleza, espera aí — ela me disse e entrou no provador. Passaram uns segundos até eu ouvir a voz da Susana de novo.
— Pode entrar? Preciso de uma opinião masculina — gritou através do pano. Obedeci e entrei na cabine apertada junto com ela. — O que você acha? — começou a desfilar.
—Me parece incrível, você tá linda, mas acho que é meio curta pro meu gosto — respondi. Susana soltou uma risadinha. — Você nunca me impediu de usar roupa curta no escritório — disse ela, mordendo o lábio. — Mas então, o que achou do tecido? — pegou minha mão e colocou no peito dela. — Acha que é de qualidade? — continuou esfregando o peito na minha mão. —Sim, sem dúvida parece ser de qualidade — apertei o peito dela com firmeza. — Parece de muito boa qualidade — me aproximei e dei um beijo nela.
Susana interrompeu o beijo. — Quer fazer aqui? — perguntou.
—Tô morrendo de vontade de fazer agora — respondi e continuei beijando ela com paixão enquanto minha mão começava a tocar o corpo dela com desespero.
Assim que Susana ouviu isso, ajoelhou-se, desabotoou minha calça e puxou meu pau pra fora, começando a acariciar. Dava pra ver que os dois estavam adorando a excitação. Susana fez uma pausa pra admirar meu pau antes de pegar e envolver com os lábios quentes, movendo de um lado pro outro, enquanto usava a outra mão pra levantar a blusa, deixando os peitos durinhos à mostra pra eu ver de perto.
Depois de uns minutos, sussurrei: — Tô quase gozando. Susana, ao ouvir isso, parou de repente, levantou, virou de costas e abaixou o short. Eu não esperava um convite, então meti meu pau direto na buceta molhada dela e comecei a meter. Ela começou a gemer de prazer até perceber onde estavam, então rapidamente tapou a boca pra tentar abafar o som do prazer que tomava conta dela.
Não acreditava como ela tava molhada e sentia que ela ia gozar, então começou a se mover mais rápido. Era improvável que acontecesse de novo, então ela ia garantir que aproveitasse ao máximo. Dava pra sentir as pernas de Susana começando a tremer enquanto eu enfiava meu pau no fundo da buceta molhada dela, tapando a boca dela pra tentar suavizar os gemidos.
Então aconteceu: o orgasmo tomou conta dela, as Os joelhos dela dobraram levemente enquanto tentava segurar, mas um gemido escapou por entre a mão dela.
— Ei, Mãe — ouvi a voz da Erica —, pode me ajudar com uma coisa?
— Heee, tô meio ocupada, mas o Cesar já vai — eu congelei ao ouvir essas palavras.
— Quê? — falei sussurrando.
— Anda, vai, deve ser alguma besteira de zíper, tenho que me trocar, corre, vai — ela disse e me empurrou pra fora do provador.
— Erica? — perguntei com medo.
— Aqui, Papi, no segundo provador, entra — ouvi a Erica responder, suspirei e entrei no provador.

- Por que você tá assim? - perguntei sussurrando, empurrei ela pra dentro e fechei a cortina pra ninguém ver a Erica pelada
- Tô com muita vontade, papai - ela começou a acariciar meu pau por cima da calça
- Você é louca? Podem nos descobrir - falei baixinho
- Não te importou de foder minha mãe, né? Por que você vai ter cuidado comigo? - ela disse e desabotoou minha calça
- Não, não tá certo - repreendi
- Você fala que não quer, mas teu corpo diz outra coisa - ela se abaixou e começou a chupar meu pau que tava cheio dos fluidos da Susana. Não resisti, deixei ela continuar, afinal, já tava quase gozando
Peguei meu pau na mão dela, guiando até a boca dela - Abre, você vai chupar esse pau e comer o que eu tenho pra te dar. Entendeu? - ordenei

Erica estava tão excitada que só assentiu e respondeu: —Sim, papai, quero comer todo esse sêmen quentinho. Por favor, não derrube nada. Quero tudo. Preciso disso, por favor, enche minha boca com seu sêmen.
Essas palavras me excitaram ainda mais, então comecei a massagear meu pau com a mão direita, com a esquerda atrás da cabeça dela, pressionando-a. A boca da Erica era tão pequena que ela teve que esticar a mandíbula só pra enfiar. Quando finalmente entrou na boca dela, Erica começou a mover a cabeça no meu pau, pra frente e pra trás, com engasgos de vez em quando, algo que eu adorava.
—Isso, engasga nesse pau monstruoso. Espera até eu gozar; você nunca viu tanto sêmen na sua vida. Quero cobrir esse corpo com ele, dos pés à cabeça, e ver você sair da loja toda lambuzada de porra— falei antes de chegar ao clímax.
Comecei a bater punheta, segurando ela assim, e ela começou a chupar minhas bolas com força. Quando menos esperava, meu corpo começou a ter espasmos. Soltei ela e comecei a gozar. Eu tinha razão, nunca tinha visto tanto sêmen. Saíram jorros longos e grossos, acompanhados de um esguicho de porra. Encharquei a cara dela, o peito, o sutiã e a calcinha. O sêmen quente não parava de sair em borbotões até que finalmente acabou, e Erica ficou coberta por ele.
Ela usou os dedos, juntando na palma da mão antes de lamber como um cachorro, e repetiu o processo até ficar mais ou menos limpa. Só fiquei observando, admirando o corpo dela com a calcinha e o sutiã que ela escolheu pra provar e que agora estavam manchados de porra.
—Que bom, raposinha, agora temos que comprar isso— falei, sacudi meu pau uma última vez, deixando umas gotas de sêmen nas pernas dela, antes de guardar e sair do provador.
Fiquei lá um tempo, do lado de fora dos provadores, rezando pra ninguém ter percebido o que aconteceu. Aos poucos, começaram a sair: Susana, Brenda e, finalmente, Erica.
—Tão prontas?— perguntei, e as três assentiram sem falar muito. Caminhamos até o caixa. caixa e, aos poucos, vi como aquele valor ia aumentando, "chic" a funcionária registrou uma peça da Erica
— Mmmmmh, esse biquíni tem umas manchas estranhas — disse angustiada e me olhou fixamente, eu congelei, o olhar dela me acusava, mas mantive a seriedade — Melhor trocarmos, com certeza sujou em outro dia — falou no rádio e, minutos depois, outra funcionária chegou com um conjunto novo
Depois daquele mini infarto que tive ao pagar, decidimos voltar pra casa, o caminho foi curto, as três conversavam entre si sobre o quanto estavam felizes com as roupas que tinham comprado
Finalmente chegamos em casa, as meninas correram pro quarto da Brenda, e eu me deitei no sofá, cansado, uns segundos depois senti umas mãos nos meus ombros
— Valeu pelas compras hoje — disse Susana enquanto massageava meus ombros com delicadeza
— Não é nada, é meu dever, acho — respondi
— Ah, para, não fala assim, deixa eu te recompensar por isso — disse e as mãos dela entraram na minha camisa, massageando meu peito
— Mmmmmh — soltei um gemidinho — Foi incrível aquilo no provador — sussurrei
— Você gostou, né? — acho que podemos terminar, disse e num instante ela subiu em cima de mim e começou a me beijar com paixão
Comecei a acariciar os peitos da Susana por cima da blusa dela até que, depois de uns minutos, ela decidiu tirar a blusa de vez. Eu também tirei minha camisa e começamos a esfregar nossos corpos, era incrível, mas mais incrível ainda foi quando ela tirou minha calça. Não queria me apressar muito, então lambi em volta dos peitos dela. Até levantei eles e lambi e beijei por baixo
— Mmmmm, isso aí, é assim que se faz — disse enquanto gemia. Lambia em volta das aréolas e depois passava a língua no mamilo como se fosse um redutor de velocidade. Chupava o peito dela e dava batidinhas no mamilo com a língua, aí enfiei um dedo na buceta suculenta dela
— Aaaaaaah — gemeu com um pouco de força, mas eu tava tão tarado que não liguei que as meninas estivessem no andar de cima Enfiei meu dedo mais fundo e mexi ele como um tornado até fazer ela gozar
— Aaaah, porra, isso aí — ela apertou a buceta já toda melada de fluidos — fica de pé. Obedeci sem falar muito e ela puxou minha cueca pra baixo pra tirar meu pau já duro
— Senti saudades desse bebê — disse sorrindo, e depois começou a dar beijinhos suaves na ponta do meu pau, de cima pra baixo. Em seguida, com a língua, lambeu o membro inteiro, de cima até as bolas. Depois, bem devagar, enfiou a cabeça entre os lábios e foi mordiscando até embaixo, pra depois subir de novo até o topo. Tava me matando. Quando meu pau ficou todo molhado de saliva, ela começou a acariciar, lamber, chupar e fazer cócegas nas minhas bolas. Eu gemia forte.
Quase gozei quando olhei pra baixo e nossos olhares se encontraram enquanto ela tinha minhas duas bolas na boca e acariciava meu pau com a mão firme e macia.
— Ah, porra! Vou gozar! — gritei.

De repente, os dentes dela morderam bem debaixo da cabeça do meu pau, misturando dor e prazer.
— Ainda não — espera, ela disse, deitou-se e enfiou meu pau na buceta dela. Tava apertada e molhada. Pediu pra eu ir devagar, mas continuar empurrando. Eu fiz isso. Logo eu tinha quase todo o meu pau grande e grosso dentro dela.
— Porra! Me fode! — disse Susana —. Vai, me fode mais forte!
Continuei bombando meu pau dentro da buceta apertada dela por uns minutos até que trocamos de posição, e foi quando eu tava fodendo ela, deitada no sofá e eu metendo com força. De repente, olhei pra escada, mesmo com a luz apagada, consegui ver alguma coisa. Lá, parada, uma silhueta, tava olhando fixo enquanto eu comia a Susana. Não falei nada, continuei metendo pra não levantar suspeita nela.
Depois de alguns segundos, quando percebeu que eu tinha visto, a silhueta subiu correndo as escadas.
— Tá bem? — perguntou Susana.
— Sim, desculpa, pode me esperar no quarto? Já vou subir — respondi. Susana concordou, se vestiu.
— Vou te esperar — ela disse e subiu as escadas, não sem antes me dar um beijo.
Fiquei sozinho pensando: Erica? Não, ela teria sido mais ousada. Brenda? Lembrei daquela vez que, bêbada, me deu um beijo e eu não aguentei a culpa. Deitei no sofá pra recuperar a sanidade. O que eu vou fazer?
Continua…
Qualquer ideia, comentário, apoio será bem-vindo, deixem seus pontos aí.
Valeu por ler.
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