1 fim de semana, 2 amigas

Uma noite, um conhecido meu — que não era amigo, mas sim amigo de amigos — me mandou uma mensagem dizendo que precisava de uma segunda para sair com a namorada e uma amiga dela.
A verdade é que eu tava bem de bobeira, então aceitei. Não tava com muita expectativa, mas achei um bom plano pra não ficar trancado em casa.
Levantei os três de carro na casa do cara, fomos num bar, tomamos uns drinks e demos muita risada.
Desde o começo da noite eu sentia que, mesmo tentando levar a situação com a mina que "tava na minha vez", quem tava dando mole pra caralho era a namorada do cara.
Depois do bar, a gente foi pra uma balada e a mesma situação meio estranha se repetiu: a mina do cara tava bem provocante, se jogava em cima de mim, me apalpava e, pra ser sincero, eu não sabia bem como lidar com aquilo, porque, pra piorar, era a primeira vez que eu via as duas gurias. A que supostamente tava me "tocando" não parecia nem um pouco incomodada com a situação. Tudo muito bizarro.
Quando a noite acabou, deixei primeiro a mina do cara, depois o cara, e fui pra minha casa com a Cami, que era o objetivo desde a proposta inicial.
Chegamos na minha casa, tomamos mais uma coisa e partimos pra ação. A gata era linda, baixinha, loira, rostinho bonito, uma bunda normal mas uns peitões muito bons, super gente boa. Ela me dava uns beijos bem intensos, tirei a roupa dela e passei as mãos pelo corpo dela várias vezes, indo e voltando.
Ela saiu de cima de mim e, enquanto eu ainda estava sentado no sofá, ela se ajoelhou na minha frente, abaixou minha calça e começou a chupar com muita suavidade. A jovem não era bruta, não era uma puta, era super delicada em todos os movimentos, mas não dizia não pra nada. Eu me sentia tão à vontade que, sem avisar, enchi a boca dela de porra. Ela engoliu sem reclamar, mas também não ficou brincando com o gozo na boca. Era um equilíbrio interessante entre fazer tudo certo sem ser promíscua, e isso tava me deixando louco.
Ela parou, me beijou e fomos pra cama, continuamos nos beijando, eu tocava ela e passava a língua por todo lado. Me preparei pra descer e ficar entre as pernas dela, fiquei chupando a buceta dela por um bom tempo, ela gemia baixinho, meio com vergonha, e isso me deixava louco.
Segurando pelo meu cabelo, ela me parou e com uma voz super doce disse: “Mete em mim, por favor, não aguento mais”. Obedeci em silêncio, me ajeitei e, de frente pra ela, comecei a penetrar bem devagar. Ela tapava a boca pra não gemer enquanto a gente se olhava fixo. A cara de prazer dela tava me enlouquecendo, então me afastei do corpo dela, peguei ela pela cintura, virei e comecei a meter de quatro, visivelmente mais forte que antes. Ela já não conseguia mais segurar os gemidos. Depois de alguns minutos — que, de tão bom que tava, não sei se foram 2 ou 20 — ela começou a falar: “Por favor, dentro não”. Minha cabeça explodiu e a única coisa que consegui perguntar, sem parar de bombar ela um segundo, foi onde ela queria. Com a voz entrecortada pelos gemidos, ela respondeu: “Onde você quiser, mas dentro não”.
Bombiei o mais forte que pude e, quando não aguentei mais, me separei dela. Virei ela de bruços, girando na cama, e montei em cima do peito dela, jogando toda a porra na cara.
Foram 3 esporradas bem carregadas, da sobrancelha até o queixo, ela ficou com porra na cara toda. Ficamos em silêncio por dois segundos e ela começou a rir e disse: “Não, que atrevido você é, agora tenho que ir tomar café da manhã com minha família kkkk”. Rindo também, falei: “Bom, pode pedir um café puro porque a porra você já ganhou de mim”. A gente se acabou de rir, ela foi no banheiro, limpou o rosto, se vestiu e partimos pra casa.
No caminho, puxei o assunto da Juli, a amiga dela, pra ver se eu era o único que tinha achado que ela foi sem noção. Ela me contou que, na real, ela é sempre assim, que não respeita o namorado nem com ele na frente. Mas aí a coisa ficou mais interessante.
Cami completa: pra mim não tem problema dividir, mas não tava rolando, o namorado tava lá, era uma galera, aliás, mal deixamos ela em casa e ela já mandou mensagem dizendo que tava morrendo de vontade de vir com a gente.
Naquela hora, a fita apagou e esqueci que sou conhecido do cara, não liguei mais pra nada e falei “fala pra ela que na próxima a gente convida”. A gente continuou falando de outras coisas até chegar em casa, e enquanto eu tava voltando pra minha, a Juli me mandou uma mensagem no Instagram: “Como assim, na próxima vocês me convidam? Primeiro você me deve um mano a mano.”

Não soube bem o que responder, a Cami parecia toda meiga e no fundo era uma puta safada, tinha mandado a mensagem de verdade e ela, nem lenta nem preguiçosa, veio me encarar.

Repito o mesmo em todos os contos, não sou lá essas coisas, na verdade sou feio, gordo, nunca entendo direito como tive tanta sorte em questões relacionadas a sexo.

Cheguei em casa e respondi pra ela dizendo que não gosto de dever nada, que quando ela quisesse, eu dava o troco na hora.
Demoro até as 6 da tarde daquele domingo pra responder, a mensagem dele foi simples e direta: "Hoje?
Respondi na mesma sintonia: "Que horas?
E ela me respondeu: “21”.

Com um pouco de medo de que o cara estivesse com ela e quisesse me ferrar, mas com mais vontade de comer aquela puta do que de viver, às 21h eu tava na porta da casa.
Ela saiu vestida com roupa normal, um jogging, um moletom e uma bolsinha pequena, me decepcionou um pouco porque na noite anterior tava uma deusa.

Arranco pra minha casa e a gostosa já começou a me provocar, me perguntou se eu tinha me divertido com a amiga, como a gente tinha terminado a noite, se eu tinha percebido que ela queria entrar na brincadeira.
Respondi a todos os tiros e antes de chegar na minha casa ela já tinha ficado bem promíscua, me dizia que adorava pancada, que batessem nela, que cuspissem nela, eu já tava com o cérebro pegando fogo.

Entramos na minha casa e ela foi pro banheiro, saiu sem o moletom, com um top da CK justinho no corpo que marcava os bicos e os mamilos.
Acabou de sair do banho, encurralei ela contra a parede, comi a boca dela e perguntei no ouvido se a fio dental era de conjunto.
Sem falar nada, pegou o elástico da tanga e me mostrou que era o conjunto completo mesmo.
Continuei beijando ela, tinha ficado tão excitado dela dizer que gostava de violento que achei que ela estava muito tímida, então puxei o cabelo dela fazendo ela olhar pro teto, dei um tapa na cara e fiz ela se ajoelhar.
Tirei a pica e comecei a passar no rosto dela, quando ela abria a boca pra chupar, eu afastava, fazendo ela ficar com mais vontade. E o tempo todo, sem soltar o cabelo dela.
Ela me olhou com cara de cachorro molhado, como se tivesse pedindo pra eu meter o pau.
Falei pra ela abrir a boca e quando ela fez, cuspi toda a saliva de uma vez e na sequência enfiei a pica até o fundo da garganta e comecei a foder a boca dela.
Soltei o cabelo dela pra segurar o rosto dos dois lados e enfiava e tirava a pica com toda a raiva que eu tinha.
Quando senti que ia gozar, enfiei o mais fundo que pude e soltei toda a porra, que não foi tanta, a amiga já tinha me deixado bem descarregado, mas mesmo assim não sobrou uma gota na boca dela, caiu direto na garganta sem ela precisar engolir.
Peguei ela agarrando pelo cabelo e levei até a cama, onde joguei ela de bruços. Ela tentou ficar de quatro, e eu comecei a dar tapas na bunda dela, dizendo que não era pra ela se mexer de novo sem minha permissão. Antes que ela se deitasse de novo por causa da dor dos tapas, puxei a calça dela pra baixo e aquele rabo impressionante ficou à mostra.
Puxei a fio dental que já tava encharcada e comecei a meter com violência, arranhei as costas dela toda, bati na bunda com toda minha força, enforquei ela e puxei o cabelo sem parar de bombar nem um segundo.
Depois de um tempo, ele gozou e começou a me pedir pra não meter tão forte, que tava doendo. Aí, sem sair de cima dela, cuspi no cu dela e meti dois dedos de uma vez. Entraram sem problema nenhum, e ela disse: “É, arrebenta minha buceta, vai, filho da puta.”
Cuspi nela de novo e meti a pica sem hesitar, toda até o fundo. Ela gritou de dor nas duas ou três primeiras enfiadas, e depois já eram gemidos exagerados. Quando não aguentei mais, tirei a pica e enchi o cu e as costas dela de porra. Mas, mesmo depois de gozar, ainda tava com tesão, então peguei a porra das costas dela com a mão e enfiei na boca dela.
Levantei ela puxando pelo cabelo e tirei o top que ainda estava nela e a tanguinha pra levar ela até o chuveiro ainda segurando pelo cabelo, abri a água sem soltar ela e quando já estava quente, arrastei ela pra debaixo do chuveiro.
Tudo fazia sem pressa, tentando me recuperar pra meter mais um.
Mandei ela colocar as mãos na parede e dei uns 15 a 20 tapas na bunda dela sem parar. Fiquei atrás dela e quis meter assim em pé, mas como ela era bem alta, a altura batia exato no cu dela, que já tava arrombado. Então enfiei de novo no cu dela o máximo que consegui, e quando não aguentei mais, ajoelhei ela, querendo gozar na cara dela igual na amiga. Mas, depois de muito custo pra terminar, o leite caiu nos peitos dela.
Nos secamos, batemos um papo, ela bem putinha me perguntou se eu tinha gostado mais com ela ou com a amiga e, honestamente, essa tinha sido bem suja, mas a amiga era uma coisa linda, entre puta e meiga.
Quando ela estava se vestindo, fiel ao meu estilo colecionador, falei pra ela não colocar a tanga que era minha. Ela me implorou pra não fazer isso, dizendo que aquele conjunto tinha sido presente do namorado e que ele ia perceber se não estivesse com ele.
Falei pra ela que não importava, mas que agora ela me devia uma fio dental.
Levei ela pra casa, deixei na esquina porque tinha movimento na porta e, pra ser sincero, não tava afim de que ninguém da família dela me visse. Voltei pra casa feliz da vida, sem uma gota de porra, mas já imaginando como ia ser o encontro com as duas juntas. Mas isso fica pra outra história.


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