Uma noite, um conhecido — que não era meu amigo, mas sim amigo de amigos — me mandou mensagem falando que precisava de uma segunda para sair com a namorada e uma amiga.
A verdade é que eu tava bem de bobeira, então aceitei. Não tava com muita expectativa, mas achei um bom plano pra não ficar trancado em casa.
Levantei os 3 de carro na casa do mano, fomos num bar, tomamos uns drinks e demos altas risadas.
Desde o começo da noite eu sentia que, mesmo eu tentando levar a situação com a mina que "sobrava" pra mim, quem tava dando mole pra caralho era a namorada do cara.
Depois do bar, a gente foi pra uma balada e a mesma situação meio estranha se repetiu: a mina do cara tava bem provocante, se jogava em cima de mim, me tocava, e eu não sabia bem como lidar com aquilo, porque pra piorar era a primeira vez que eu via as duas gurias. A que supostamente tava me "tocando" não parecia incomodada com a situação, era tudo muito bizarro.
Quando a noite acabou, deixei primeiro a mina do cara, depois o cara, e fui pra minha casa com a Cami, que era o objetivo desde a proposta inicial.
Chegamos na minha casa, tomamos mais uma coisa e partimos pra ação. A mina era uma gostosa, baixinha, loira, bonita de rosto, uma bunda normal mas uns peitões muito bons, super parceira, me dava uns beijos bem intensos. Tirei a roupa dela e passei as mãos pelo corpo dela, indo e voltando várias vezes.
Ela saiu de cima de mim e, enquanto eu ainda estava sentado no sofá, ela se ajoelhou na minha frente, abaixou minha calça e começou a chupar bem devagar. A jovem não era bruta, não era uma puta, era super delicada em todos os movimentos, mas não dizia não pra nada. Eu me senti tão à vontade que, sem avisar, enchi a boca dela de porra. Ela engoliu sem reclamar, mas também não ficou brincando com o gozo na boca. Era um equilíbrio interessante entre fazer tudo certo sem ser promíscua, e isso tava me deixando louco.
Ela parou, me beijou e fomos pra cama, continuamos nos beijando, eu tocava ela e passava a língua por todo lado. Fui descendo e fiquei entre as pernas dela, fiquei chupando aquela buceta por um tempão, ela gemia baixinho, meio com vergonha, e isso me deixava louco.
Me segurando pelo cabelo, ela me parou e com uma voz super doce falou: “Mete em mim, por favor, não aguento mais”. Obedeci em silêncio, me ajeitei e, de frente pra ela, comecei a penetrar bem devagar. Ela tapava a boca pra não gemer enquanto a gente se olhava fixo. A cara de prazer dela tava me deixando louco, então me afastei do corpo dela, peguei ela pela cintura, virei e comecei a meter de quatro, visivelmente mais forte que antes. Ela já não conseguia mais segurar os gemidos. Depois de uns minutos — que, de tão bom que tava, não sei se foram 2 ou 20 — ela começou a falar: “Por favor, dentro não”. Minha cabeça explodiu e a única coisa que consegui perguntar, sem parar de bombar ela um segundo, foi: “Onde você quer?”. Com a voz entrecortada pelos gemidos, ela respondeu: “Onde você quiser, mas dentro não”.
bombiei o mais forte que conseguia e quando não aguentei mais, me separei dela, virei ela de bruços na cama e montei em cima do peito dela, jogando toda a porra na cara.
Foram 3 porradas bem carregadas, da sobrancelha até o queixo, ela ficou com porra na cara toda. Ficamos em silêncio por dois segundos e ela começou a rir e falou: "Não, que atrevido você é, agora tenho que ir tomar café da manhã com minha família hahaha". Rindo também, falei: "Bom, pode pedir café puro porque a porra você já ganhou de mim". A gente se cagou de rir, ela foi no banheiro, ajeitou o rosto, se vestiu e partimos pra casa.
No caminho, puxei o assunto da Juli, a amiga dela, pra ver se eu era o único que tinha achado que ela foi sem noção, e ela me conta que na real ela é sempre assim, que não respeita o namorado nem com ele na frente, mas aí a coisa ficou mais interessante.
Cami completa: pra mim não tem problema dividir, mas não tava rolando, o namorado tava lá, era uma galera, aliás, assim que deixamos ela em casa, ela me mandou uma mensagem dizendo que tava morrendo de vontade de vir com a gente.
Naquela hora, a fita apagou e esqueci que sou conhecido do cara, não me importei mais com nada e falei: “fala pra ela que na próxima a gente convida”. A gente continuou falando de outras coisas até chegar em casa, e enquanto eu tava voltando pra minha, a Juli me mandou uma mensagem no Instagram: “Como é essa história de que na próxima vocês me convidam? Primeiro você me deve um mano a mano.”
Não soube bem o que responder, a Cami parecia toda meiga e no fundo era uma puta da pesada, tinha mandado a mensagem na real e ela, sem perder tempo, já veio me encarar.
Repito o mesmo em todos os contos, não sou lá essas coisas, na verdade sou feio, gordo, nunca entendo direito como tive tanta sorte em questões relacionadas a sexo.
Cheguei em casa e respondi pra ela dizendo que não gostava de dever nada, que quando ela quisesse, eu dava o troco na hora.
Demoro até as 6 da tarde daquele domingo pra responder, a mensagem dele foi simples e direta: "Hoje?
Respondi na mesma sintonia: “Que horas?”
E ela me respondeu “21”.
Com um pouco de medo de que o cara estivesse com ela e quisesse me ferrar, mas com mais vontade de meter nessa puta do que de viver, às 21h eu tava na porta da casa.
Ela saiu vestida com roupa normal, um moletom, um casaco e uma bolsinha, me decepcionou um pouco porque na noite anterior tava uma deusa.
Arranco pra minha casa e a gostosa já começou a me provocar, me perguntou se eu tinha me divertido com a amiga, como a gente tinha terminado a noite, se eu tinha percebido que ela queria entrar na brincadeira.
Respondi a todos os tiros e antes de chegar na minha casa ela já tinha ficado bem putona, me dizia que adorava pancada, que batessem nela, que cuspissem, eu já tava com o cérebro pegando fogo.
Entramos na minha casa e ela foi pro banheiro, saiu sem o moletom, com um top da CK colado no corpo que marcava os bicos e os mamilos.
Ela acabou de sair do banho, eu encurralei ela contra a parede, comi a boca dela e perguntei no ouvido se a fio dental era de conjunto.
Sem falar nada, pegou o elástico da tanga e me mostrou que era o conjunto completo mesmo.
Continuei beijando ela, fiquei tão excitado com ela dizendo que gostava de violento que achei que ela estava muito tímida, então puxei o cabelo dela fazendo ela olhar pro teto, dei um tapa na cara dela e a fiz ajoelhar.
Tirei a pica e comecei a passar no rosto dela, quando ela abria a boca pra chupar, eu afastava fazendo ela ficar com vontade. Durante tudo isso, em nenhum momento soltei o cabelo dela.
Ela me olhou com cara de cachorro molhado, como se tivesse pedindo pra eu meter a pica.
Falei pra ela abrir a boca e quando ela fez, cuspi toda a saliva acumulada nela e na sequência enfiei a pica até o fundo da garganta e comecei a foder a boca dela.
Soltei o cabelo dela pra segurar o rosto dos dois lados e enfiava e tirava a pica com toda a raiva que eu tinha.
Quando senti que ia gozar, enfiei o mais fundo que pude e soltei toda a porra, que não foi tanta, a amiga já tinha me deixado bem descarregado, mas mesmo assim não sobrou uma gota na boca dela, caiu direto na garganta sem ela precisar engolir.
Peguei ela agarrando pelo cabelo e levei até a cama, onde joguei ela de bruços. Ela tentou ficar de quatro, e eu comecei a dar tapas na bunda dela, dizendo que não se mexesse mais sem minha permissão. Antes que ela se deitasse de novo por causa da dor dos tapas, puxei a calça dela pra baixo e aquele rabo impressionante ficou à mostra.
Puxei a fio dental que já tava encharcada e comecei a meter com violência, arranhei as costas dela toda, dei tapas na bunda com toda minha força, enforquei ela e puxei o cabelo sem parar de bombar nem um segundo.
Depois de um tempo, ele gozou e começou a me pedir pra não meter tão forte, que tava doendo. Aí, sem sair de cima dela, cuspi no cu dela e enfiei dois dedos de uma vez. Entraram sem problema nenhum, e ela disse: “Isso, arrebenta minha buceta, vai, filho da puta.”
Cuspi nela de novo e meti a pica sem hesitar, toda até o fundo, ela gritou de dor nas duas ou três primeiras enfiadas e depois já eram gemidos exagerados. Quando não aguentei mais, tirei a pica e enchi o cu e as costas dela de porra, mas mesmo depois de gozar ainda tava com tesão, então peguei a porra das costas dela com a mão e enfiei na boca dela.
Levantei ela puxando pelo cabelo e tirei o top que ainda estava nela e a fio dental pra levar ela até o chuveiro ainda segurando pelo cabelo, abri a água sem soltar ela e quando já estava quente arrastei ela pra debaixo do chuveiro.
Tudo fazia sem pressa, tentando me recuperar pra poder meter mais um.
Mandei ela colocar as mãos na parede e dei uns 15 a 20 tapas na bunda dela sem parar. Fiquei atrás dela e quis meter assim mesmo, de pé, mas como ela era bem alta, a altura batia exato no cu dela, que já tava arrombado. Então enfiei de novo no cu dela o máximo que consegui, e quando não aguentei mais, ajoelhei ela, querendo gozar na cara dela igual fiz com a amiga. Mas, depois de muito custo pra terminar, o leite caiu nos peitos dela.
Nós nos secamos, batemos um papo, ela toda putinha me perguntando se eu tinha gostado mais com ela ou com a amiga, e sinceramente, essa tinha sido bem safada, mas a amiga era uma coisa linda, entre puta e meiga.
Quando ela estava se vestindo, fiel ao meu estilo colecionador, falei pra ela não colocar a tanga que era minha. Ela me implorou pra não fazer isso, dizendo que aquele conjunto tinha sido presente do namorado e que ele ia perceber se não estivesse com ele.
Falei pra ela que não importava, mas que agora ela me devia uma fio dental.
Levei ela pra casa, deixei na esquina porque tinha movimento na porta e, pra ser sincero, não tava afim de ninguém da família dela me ver. Voltei pra casa feliz da vida, sem uma gota de porra, mas já imaginando como ia ser o encontro com as duas juntas. Mas isso fica pra outro relato.
A verdade é que eu tava bem de bobeira, então aceitei. Não tava com muita expectativa, mas achei um bom plano pra não ficar trancado em casa.
Levantei os 3 de carro na casa do mano, fomos num bar, tomamos uns drinks e demos altas risadas.
Desde o começo da noite eu sentia que, mesmo eu tentando levar a situação com a mina que "sobrava" pra mim, quem tava dando mole pra caralho era a namorada do cara.
Depois do bar, a gente foi pra uma balada e a mesma situação meio estranha se repetiu: a mina do cara tava bem provocante, se jogava em cima de mim, me tocava, e eu não sabia bem como lidar com aquilo, porque pra piorar era a primeira vez que eu via as duas gurias. A que supostamente tava me "tocando" não parecia incomodada com a situação, era tudo muito bizarro.
Quando a noite acabou, deixei primeiro a mina do cara, depois o cara, e fui pra minha casa com a Cami, que era o objetivo desde a proposta inicial.
Chegamos na minha casa, tomamos mais uma coisa e partimos pra ação. A mina era uma gostosa, baixinha, loira, bonita de rosto, uma bunda normal mas uns peitões muito bons, super parceira, me dava uns beijos bem intensos. Tirei a roupa dela e passei as mãos pelo corpo dela, indo e voltando várias vezes.
Ela saiu de cima de mim e, enquanto eu ainda estava sentado no sofá, ela se ajoelhou na minha frente, abaixou minha calça e começou a chupar bem devagar. A jovem não era bruta, não era uma puta, era super delicada em todos os movimentos, mas não dizia não pra nada. Eu me senti tão à vontade que, sem avisar, enchi a boca dela de porra. Ela engoliu sem reclamar, mas também não ficou brincando com o gozo na boca. Era um equilíbrio interessante entre fazer tudo certo sem ser promíscua, e isso tava me deixando louco.
Ela parou, me beijou e fomos pra cama, continuamos nos beijando, eu tocava ela e passava a língua por todo lado. Fui descendo e fiquei entre as pernas dela, fiquei chupando aquela buceta por um tempão, ela gemia baixinho, meio com vergonha, e isso me deixava louco.
Me segurando pelo cabelo, ela me parou e com uma voz super doce falou: “Mete em mim, por favor, não aguento mais”. Obedeci em silêncio, me ajeitei e, de frente pra ela, comecei a penetrar bem devagar. Ela tapava a boca pra não gemer enquanto a gente se olhava fixo. A cara de prazer dela tava me deixando louco, então me afastei do corpo dela, peguei ela pela cintura, virei e comecei a meter de quatro, visivelmente mais forte que antes. Ela já não conseguia mais segurar os gemidos. Depois de uns minutos — que, de tão bom que tava, não sei se foram 2 ou 20 — ela começou a falar: “Por favor, dentro não”. Minha cabeça explodiu e a única coisa que consegui perguntar, sem parar de bombar ela um segundo, foi: “Onde você quer?”. Com a voz entrecortada pelos gemidos, ela respondeu: “Onde você quiser, mas dentro não”.
bombiei o mais forte que conseguia e quando não aguentei mais, me separei dela, virei ela de bruços na cama e montei em cima do peito dela, jogando toda a porra na cara.
Foram 3 porradas bem carregadas, da sobrancelha até o queixo, ela ficou com porra na cara toda. Ficamos em silêncio por dois segundos e ela começou a rir e falou: "Não, que atrevido você é, agora tenho que ir tomar café da manhã com minha família hahaha". Rindo também, falei: "Bom, pode pedir café puro porque a porra você já ganhou de mim". A gente se cagou de rir, ela foi no banheiro, ajeitou o rosto, se vestiu e partimos pra casa.
No caminho, puxei o assunto da Juli, a amiga dela, pra ver se eu era o único que tinha achado que ela foi sem noção, e ela me conta que na real ela é sempre assim, que não respeita o namorado nem com ele na frente, mas aí a coisa ficou mais interessante.
Cami completa: pra mim não tem problema dividir, mas não tava rolando, o namorado tava lá, era uma galera, aliás, assim que deixamos ela em casa, ela me mandou uma mensagem dizendo que tava morrendo de vontade de vir com a gente.
Naquela hora, a fita apagou e esqueci que sou conhecido do cara, não me importei mais com nada e falei: “fala pra ela que na próxima a gente convida”. A gente continuou falando de outras coisas até chegar em casa, e enquanto eu tava voltando pra minha, a Juli me mandou uma mensagem no Instagram: “Como é essa história de que na próxima vocês me convidam? Primeiro você me deve um mano a mano.”
Não soube bem o que responder, a Cami parecia toda meiga e no fundo era uma puta da pesada, tinha mandado a mensagem na real e ela, sem perder tempo, já veio me encarar.
Repito o mesmo em todos os contos, não sou lá essas coisas, na verdade sou feio, gordo, nunca entendo direito como tive tanta sorte em questões relacionadas a sexo.
Cheguei em casa e respondi pra ela dizendo que não gostava de dever nada, que quando ela quisesse, eu dava o troco na hora.
Demoro até as 6 da tarde daquele domingo pra responder, a mensagem dele foi simples e direta: "Hoje?
Respondi na mesma sintonia: “Que horas?”
E ela me respondeu “21”.
Com um pouco de medo de que o cara estivesse com ela e quisesse me ferrar, mas com mais vontade de meter nessa puta do que de viver, às 21h eu tava na porta da casa.
Ela saiu vestida com roupa normal, um moletom, um casaco e uma bolsinha, me decepcionou um pouco porque na noite anterior tava uma deusa.
Arranco pra minha casa e a gostosa já começou a me provocar, me perguntou se eu tinha me divertido com a amiga, como a gente tinha terminado a noite, se eu tinha percebido que ela queria entrar na brincadeira.
Respondi a todos os tiros e antes de chegar na minha casa ela já tinha ficado bem putona, me dizia que adorava pancada, que batessem nela, que cuspissem, eu já tava com o cérebro pegando fogo.
Entramos na minha casa e ela foi pro banheiro, saiu sem o moletom, com um top da CK colado no corpo que marcava os bicos e os mamilos.
Ela acabou de sair do banho, eu encurralei ela contra a parede, comi a boca dela e perguntei no ouvido se a fio dental era de conjunto.
Sem falar nada, pegou o elástico da tanga e me mostrou que era o conjunto completo mesmo.
Continuei beijando ela, fiquei tão excitado com ela dizendo que gostava de violento que achei que ela estava muito tímida, então puxei o cabelo dela fazendo ela olhar pro teto, dei um tapa na cara dela e a fiz ajoelhar.
Tirei a pica e comecei a passar no rosto dela, quando ela abria a boca pra chupar, eu afastava fazendo ela ficar com vontade. Durante tudo isso, em nenhum momento soltei o cabelo dela.
Ela me olhou com cara de cachorro molhado, como se tivesse pedindo pra eu meter a pica.
Falei pra ela abrir a boca e quando ela fez, cuspi toda a saliva acumulada nela e na sequência enfiei a pica até o fundo da garganta e comecei a foder a boca dela.
Soltei o cabelo dela pra segurar o rosto dos dois lados e enfiava e tirava a pica com toda a raiva que eu tinha.
Quando senti que ia gozar, enfiei o mais fundo que pude e soltei toda a porra, que não foi tanta, a amiga já tinha me deixado bem descarregado, mas mesmo assim não sobrou uma gota na boca dela, caiu direto na garganta sem ela precisar engolir.
Peguei ela agarrando pelo cabelo e levei até a cama, onde joguei ela de bruços. Ela tentou ficar de quatro, e eu comecei a dar tapas na bunda dela, dizendo que não se mexesse mais sem minha permissão. Antes que ela se deitasse de novo por causa da dor dos tapas, puxei a calça dela pra baixo e aquele rabo impressionante ficou à mostra.
Puxei a fio dental que já tava encharcada e comecei a meter com violência, arranhei as costas dela toda, dei tapas na bunda com toda minha força, enforquei ela e puxei o cabelo sem parar de bombar nem um segundo.
Depois de um tempo, ele gozou e começou a me pedir pra não meter tão forte, que tava doendo. Aí, sem sair de cima dela, cuspi no cu dela e enfiei dois dedos de uma vez. Entraram sem problema nenhum, e ela disse: “Isso, arrebenta minha buceta, vai, filho da puta.”
Cuspi nela de novo e meti a pica sem hesitar, toda até o fundo, ela gritou de dor nas duas ou três primeiras enfiadas e depois já eram gemidos exagerados. Quando não aguentei mais, tirei a pica e enchi o cu e as costas dela de porra, mas mesmo depois de gozar ainda tava com tesão, então peguei a porra das costas dela com a mão e enfiei na boca dela.
Levantei ela puxando pelo cabelo e tirei o top que ainda estava nela e a fio dental pra levar ela até o chuveiro ainda segurando pelo cabelo, abri a água sem soltar ela e quando já estava quente arrastei ela pra debaixo do chuveiro.
Tudo fazia sem pressa, tentando me recuperar pra poder meter mais um.
Mandei ela colocar as mãos na parede e dei uns 15 a 20 tapas na bunda dela sem parar. Fiquei atrás dela e quis meter assim mesmo, de pé, mas como ela era bem alta, a altura batia exato no cu dela, que já tava arrombado. Então enfiei de novo no cu dela o máximo que consegui, e quando não aguentei mais, ajoelhei ela, querendo gozar na cara dela igual fiz com a amiga. Mas, depois de muito custo pra terminar, o leite caiu nos peitos dela.
Nós nos secamos, batemos um papo, ela toda putinha me perguntando se eu tinha gostado mais com ela ou com a amiga, e sinceramente, essa tinha sido bem safada, mas a amiga era uma coisa linda, entre puta e meiga.
Quando ela estava se vestindo, fiel ao meu estilo colecionador, falei pra ela não colocar a tanga que era minha. Ela me implorou pra não fazer isso, dizendo que aquele conjunto tinha sido presente do namorado e que ele ia perceber se não estivesse com ele.
Falei pra ela que não importava, mas que agora ela me devia uma fio dental.
Levei ela pra casa, deixei na esquina porque tinha movimento na porta e, pra ser sincero, não tava afim de ninguém da família dela me ver. Voltei pra casa feliz da vida, sem uma gota de porra, mas já imaginando como ia ser o encontro com as duas juntas. Mas isso fica pra outro relato.
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