Vou começar descrevendo como sou: sou branca, cabelo castanho, baixinha (1,55), gordinha, minha bunda é grande e meus peitos são normais, cabem numa palma da mão. Uso óculos. Então, estou há 5 anos com meu parceiro e há 3 morando juntos. Naquela semana, estávamos meio distantes por causa de uns problemas que rolaram naquele mês, o estresse do trabalho e outras coisas. Naquele dia, íamos sair pra comer pra conversar e resolver nossos problemas, já que também não tínhamos tido tempo pra dar nosso espaço. Me preparei pra sair, me maquiei um pouco e, como não tínhamos transado, coloquei um colal que não usava tanto pra ver se depois do almoço rolasse algo. Chegamos no destino, almoçamos, tudo foi lindo, comemos, conversamos, resolvemos nossas diferenças e, já prontos pra ir pra casa pra sobremesa, no meio do caminho confessei que estava usando o colal. Ele ficou surpreso, porque eu não usava muito. Chegamos em casa, sentamos no sofá, começamos a nos beijar e tocou a campainha. Quem será?, falei. Ele se levantou e foi abrir a porta. Tinham interrompido tudo. Ao abrir, meu parceiro levou um susto: era o pai dele, que estava chegando dos Estados Unidos. Fazia um ano que não se viam. Ele não veio sozinho, trouxe o amigo dele, que conheceu em Nova York. Meu sogro era um homem de 47 anos, esportista, bem gato. O amigo, Marcos, tinha quase a mesma idade, moreno, alto, perto de 2 metros do meu lado. Meu sogro era separado há mais de 10 anos, e tinha se dedicado a viajar e conhecer o mundo. Nosso momento não pôde continuar. Meu sogro e o amigo entraram com as malas, começaram a conversar. Eu trouxe um vinho da cozinha enquanto eles contavam suas histórias. Eu sentada do lado do meu parceiro, e eles na frente. Entre uma conversa e outra, bebemos o vinho todo. Meu sogro tirou umas coisas da mala e tinha um vinho. Marcos se ofereceu pra abrir, meu parceiro foi com ele pra cozinha. Fiquei conversando com meu sogro. Ele me contou que na viagem dele tinha ficado com uma menina da minha idade (25). Maravilhada, na hora tirei das coisas dele um plug anal com um cordãozinho e um bilhete dizendo "pra você lembrar de mim pra sempre". Naquele momento, uma corrente elétrica percorreu meu corpo. Chamei o Marcos, ele veio rápido e, ao ver o presente, caiu na risada. Meu parceiro estava meio envergonhado, não sabia o que dizer. Marcos começou a contar como conheceu meu sogro e as aventuras deles. Contou quem era a responsável pelo presente e várias outras coisas. Eu olhava com cara de incredulidade pras coisas que meu marido tinha feito. De repente, ele já tava dormindo, bem bêbado. Meu sogro levou ele pro quarto, e Marcos começou a me perguntar se quando chegaram tinham interrompido alguma coisa. Falei que sim, contei tudo na real. Ele perguntou se eu gostava de andar de coleira, falei que não muito, sinceramente. Nisso, aparece meu sogro dizendo: "Sem desrespeito, mas com essa bunda deve ficar bem gostoso isso". Eu virei pra olhar ele, meio envergonhada. Ele se aproximou e falou: "Verdade, né?" Marcos confirmou com um sim. Eu não disse nada, só soltei uma risadinha. Marcos chegou perto, pegou no meu queixo, me olhando fixo, e disse: "Você é uma gostosa, e se ficou com vontade do que ia fazer, a gente pode te ajudar". Fiquei paralisada, só olhando pra ele. Ele se levantou e, sem tirar os olhos de mim, começou a tirar a rola pra fora. Quando tava toda pra fora, não acreditei no que via. Era gigante, comparado com o que eu tava acostumada. Uma rola de uns 20 cm, bem grossa. Eu não sabia o que fazer. Ele pegou minhas mãos e colocou na rola dele. Eu segurei e comecei a massagear pra cima e pra baixo. Meu sogro, naquele momento, se colocou do lado do amigo, com a rola dele pra fora. Não era tão comprida, mas era grossa. Ocupei cada mão com um deles. Eles não paravam de olhar como eu fazia, e eu não parava de olhar pras rolas deles. Comecei a sentir minha buceta molhada e tentei colocar a rola do Marcos na minha boca. Mal cabia a cabeça. Fui tentando com os dois, e aos poucos comecei a meter cada vez mais fundo. Depois de um tempo, eu metia toda na minha boca, chupando pra cima e pra baixo, cuspindo e massageando com as mãos. Eu me virava com cada um deles. A situação me deixou muito molhada e, depois de alguns minutos, meu sogro soltou uma quantidade enorme de sêmen na minha cara, enchendo meus óculos com aquilo. Limpei com minha língua, assim como os óculos, passei a língua toda e tirei todo aquele sêmen gostoso do Marcos. Ele me pegou pela cabeça e enfiou de uma vez todo o pau dele na minha boca. Eu comecei a me engasgar, e ele tirou, deixando cair saliva da minha boca que ia até o pau dele. Ele começou a bater na minha cara com o pau e dizia como eu estava excitante. Repetiu o ato umas três vezes e, de repente, começou a gozar na minha cara, ficando coberta com o esperma grosso dele. Meu cabelo estava todo pegajoso, assim como minha cara. Comecei a me limpar o rosto com os dedos e chupá-los. Meu sogro me levantou do chão e começou a me despir. Ao tirar minhas calças, notou como estavam minhas calcinhas. "Que rabo grande você tem", dando umas palmadas enormes. Apertou com força minha bunda enquanto eu o masturbava. Ele não tirou e me deitou no chão, abriu minhas pernas e começou a lamber minha buceta aos poucos com a língua. Começou a brincar, enfiando os dedos. Notava como eu já estava molhada. Enfiava dois, três dedos, entravam com facilidade. Marcos se aproximou e começou a brincar com meus peitos, apertava, chupava meus bicos, beliscava. Eu soltava leves orgasmos, aproveitava como meu sogro e um desconhecido me tocavam. Não estava me lembrando que meu namorado dormia no quarto, só aproveitava aqueles homens. Meu sogro colocou o pau na entrada da minha buceta e foi entrando devagar, sentia como abria minhas paredes e se abria caminho para entrar. Quando ele sentiu que era tudo, começou a tirar e meter. Marcos colocou o pau dele na minha boca enquanto meu sogro me fodia. Eu estava muito excitada, lambendo aquele pau, sendo fodida pelo meu sogro. Sentia o pau dele e soltava orgasmos um atrás do outro. Depois de um tempo, me colocou de quatro e deixou o Marcos me foder. Comecei a sentir o pau dele e só jogava minha bunda para trás para que o pau dele entrasse. Ele começou a me dar uma grande metida, e meu sogro me dava pela boca. Boca, os dois estavam me comendo num ritmo bom, sem parar. Marcos parou de me foder e se deitou, me puxou pra cima dele, olhando nos meus olhos, e meu sogro colocou a rola na entrada do meu cu. Enfiei o pau de Marcos e meu sogro meteu no meu cu. Senti abrindo e gostei, aos poucos os dois começaram a meter e eu curtia como estavam me fodendo. Entrava e saía, eu soltava orgasmos enquanto Marcos apertava meus peitos. Ficaram um tempão assim, depois trocaram: Marcos começou a me comer pelo cu e eu não acreditava como aguentava um pau daqueles. Senti Marcos segurar firme minhas nádegas quando comecei a sentir todo o esperma dele jorrar no meu cu. Ele deixou o pau lá dentro até soltar toda a porra, tirou o pau e levou até minha boca pra eu limpar. Meu sogro começou a meter mais rápido e também gozou dentro de mim, mas na minha buceta molhada. Tirou o pau e pelos meus buracos saía um monte de porra. Fiquei deitada no sofá, e aqueles dois na minha frente, eu cheia de esperma, sem vontade de me mexer. Tinha levado uma bela foda do meu sogro e de um desconhecido. Falei que ia tomar um banho pra tirar o cheiro e tudo mais. Eles ficaram pelados no sofá. Fui me lavar e não parava de pensar no que tinha acontecido. Tocava minha buceta lembrando daquela foda. Nisso, meu sogro entrou, disse que ia embora, mas queria que eu desse a última mamada de pau. Saí do chuveiro toda molhada e me abaixei pra chupar ele. Aos poucos, cuspia, segurava as bolas dele e ele batia na minha cara com o pau. Metia na minha boca, brincava com minha língua, passava de cima pra baixo, massageava com as mãos e chupava assim até ele avisar que ia gozar. Enfiei o pau todo na minha boca e não deixei escapar nada. Engoli toda aquela porra e o pau dele saiu limpo da minha boca. Ele agradeceu e foi embora com o amigo. Eu fui deitar do lado do meu parceiro pra no dia seguinte contar que o pai dele tinha ido embora, mas que voltaria logo.
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