Da simulação à submissão (conto gay) parte 1

Era um sábado tranquilo em casa quando o Ivan me liga pra pedir um favor. O Ivan é um cara que vive se metendo com umas gostosas casadas ou comprometidas, não é um cara super musculoso, mas compensa sendo grandão, 1,90m, bem peludo, o oposto de mim, com uma piroca boa de 19x6. Ele é um puta conquistador com todas as bucetinhas, sabe como pegar elas na hora, mas isso sempre mete ele em encrenca. Nem agora. Ele se meteu com a mulher de um militar e, mesmo que não tenha pego eles no flagra, ele fingiu ser o amigo gay da mulher. O marido não acreditou, já que ele não tem nada de afeminado, mas pra convencer o cara, disse que ia levar o parceiro dele pra provar que era verdade. Aí que eu entro e o favor que ele vem me pedir. Ele vem me pedir pra fingir ser o parceiro dele, mas que tinha certas coisas que eu teria que fazer: me depilar por completo, mas principalmente usar uma tanga e que em algum momento ela aparecesse. Porque ele quis convencer o cara de que ele era másculo, mas o parceiro dele era afeminado, e tudo isso tinha que ser pra amanhã. Depois de discutir por quase duas horas sobre minha recusa, já que eu sempre curti as gostosas e os problemas dele não eram meus. No fim, ele se ofereceu pra me pagar uma boa grana, e depois de discutir mais um pouco, acabei aceitando, desde que fosse só naquela noite. O que ele deixou claro foi que, se precisasse de um beijo, um carinho ou algo assim, eu fizesse o mais natural possível. No dia seguinte, ele me ajudou a achar um centro de depilação masculina e fomos, e apesar de estranho, foi muito bom, porque até creme clareador passaram em mim sem eu pedir. E saí de lá todo lisinho. Mas o mais difícil vinha agora: eu tinha que vestir uma tanga por baixo de uma calça branca tipo legging elástica. O Ivan apareceu com a tanga e umas meias três-quartos. Tudo conjunto vermelho. A gente discutiu de novo e eu aceitei vestir tudo. Depois de várias risadas que ele soltava enquanto eu me trocava na frente dele. Me vestindo quase de femboy, por assim dizer. Quando a gente foi pra casa da amante dele, ele desceu pra abrir a O marido Raúl entra, quase tão alto quanto o Iván, mas mais barrigudo, de pele morena e um porte bem sério. Me dá um olhar desconfiado e manda a gente entrar. Quando vamos subir no elevador, percebo que era pequeno, então quando o Iván entra, fica de frente pra mim, e o Raúl sobe também, e ficamos bem apertados. Enquanto o elevador começa a subir, o Raúl comenta: "Raúl: se eu tivesse uma mulher assim, comia a boca dela toda". Na sequência, não sei se por causa da tensão ou o quê, mas o Iván concorda com um aceno de afirmação, me pega o rosto com as duas mãos e começa a me beijar, metendo a língua como se fosse a última vez, de olhos fechados, raspando a barba toda na minha cara. Eu tinha que manter o teatro e, ao abraçá-lo pela cintura, sinto a mão do Raúl pegar meu pulso e puxar pra baixo, fazendo eu agarrar a bunda dele, e depois leva pra frente pra eu pegar o volume do Iván. Quando pego o volume, ele arregala os olhos. Se afasta um pouco e comenta: "Iván: - Aqui... Aqui não, amor, que tá nosso... Nosso amigo..." Enquanto ele abaixa a mão, o Raúl solta meu pulso e a mão do Iván fica fazendo pressão sobre a minha, no volume dele. Então ele nem percebeu que o Raúl tinha colocado minha mão ali. E não sei se por acaso ou de propósito, ele não tirava a mão e ficava massageando a minha em cima do volume dele, que dava pra sentir como tava ficando duro. Eu com os olhos tentava dizer que não, e ele só continuava me beijando até que tocou a campainha do 11º andar, e mesmo assim continuou por mais uns segundos, fingindo paixão, ou pelo menos foi o que pareceu. Aí ele solta minha mão e eu afasto ele. Descemos do elevador, eu atrás do Raúl e o Iván atrás de mim, que me dá um tapão na bunda. Me viro esfregando o rabo e fulmino ele com o olhar, e ele me devolve uma careta de quem sabe que passou dos limites mas tem que seguir o jogo. Depois dos cumprimentos formais, a Gabriela, que era a gostosa que queria comer o Iván, comenta que já tinha pedido a comida. mas que me desculpem, porque ficaram o dia inteiro sem água e ela não conseguiu tomar banho, e só agora tinha começado a encher os tanques, então ia tomar um banho rápido e vir. Eu sentia o rosto todo pinicando e, depois do que aconteceu no elevador, já queria ir pra merda. Mas tudo estava prestes a piorar ou melhorar. Fomos pra sala esperar e, assim que sentamos — eu e Iván no sofá de dois lugares, à esquerda, e Raúl no sofá de um lugar — ele começou a falar.

Raúl: — Vocês não são um casal, nem fodendo. — Disse com um tom sério e, apontando pra mim, continuou: — Você nunca beijou um cara na vida, e muito menos pegou numa rola, né? — Coisas que eram verdade, pensei eu. Mas Iván interrompeu antes que eu respondesse e disse:

Iván: — Cala aí... Vim com meu parceiro porque você desconfiava da sua mulher, mas não vou deixar você desrespeitar ele. Eu amo ele do jeito que ele é. Se ele tá agindo assim, é só por nervosismo.

Em seguida, ele me pegou pelo pescoço, me puxou pra perto e, segurando minha nuca, começou a comer minha boca de novo, e eu tive que seguir o jogo. Entre balbucios, ele me dizia: — Você... me acompanha... igual... agora há pouco... — Entre um beijo e outro. Ele soltou minha nuca e, com um movimento que já parecia ter praticado nas suas aventuras, abaixou a calça quase até os joelhos com tanta velocidade e precisão que deu um leve pulinho com o quadril. E pegou minha mão com a dele e segurou a rola pela base, apertando bem as bolas. Eu podia sentir todos os pelos e a textura entre meus dedos. Dessa vez, eu abri os olhos e fixei o olhar nele. Enquanto isso, Iván, com um movimento de cabeça e um leve revirar de olhos, apontava pra baixo, sem parar de me beijar, até que disse entre os lábios: — Chupa... — Eu neguei com a cabeça enquanto ele massageava as bolas com a minha mão e repetiu, mais audível: — Vai, chupa, love — e me empurrou com a mão que pressionava minha nuca em direção à rola, que já estava começando a endurecer. Ele enfiou tudo na minha boca — que, do jeito que estava, ainda cabia, mas já estava ficando dura. endurecendo muito rápido, assim como meu pânico, mas a mão na nuca não cedia, enquanto Ivan, se dirigindo ao Raúl, diz Ivan:
- é assim que ele gosta, tá meio envergonhado mas adora, e olha isso que lindo...

Eu tinha ficado semi-deitado com a bunda pra cima, do lado no sofá. Aí aproveitei e baixei a calça, deixando minha buceta depilada e arreganhada no ar. E ele começou a apertar minha nádega e dar tapas na bunda.

Eu não sabia que devia me preocupar mais com a pica do Ivan, que já tava começando a me engasgar, de tão dura e ereta que tava ficando, e a mão na nuca que subia e descia, movimento que ele também fazia com o quadril, me fazendo sentir a pica inteira na boca. Ou a mão na minha bunda que tava me apalpando, expondo a buceta depilada e arreganhada pra um desconhecido, enquanto ele me tratava com brutalidade e rudeza, como se eu levasse porrada todo santo dia. Ou o fato de que a Gabriela, essa gostosa, tava prestes a voltar e ia se deparar com a situação toda.

Mas como se tivesse lido meus pensamentos, Raúl se levantou e se afastou ao ouvir uma porta que eu, por causa das minhas próprias ânsias, não conseguia escutar. Ele a interceptou vindo do quarto, trocada e meio apressada, e Raúl a parou, tampando a vista da sala, e disse:
Raúl:
- amor, vai comprar um vinho no supermercado que esqueci hoje, por favor...

Gabriela:
- uhh, sério... Bom, tá, respondeu de má vontade e continuou, recebe a comida porque a essa hora o supermercado vai estar cheio e vou demorar.

A porta dava pra sala de jantar, e a sala de estar tinha uma parede falsa separando os ambientes. Mesmo com tudo isso, Ivan não se abalou e continuou bombando a pica, que já não cabia mais inteira na minha boca de tão dura e ereta que tava. Eu sentia o formato das veias nos meus lábios a cada subida e descida. E como ela se tensava a cada empurrão de quadril.

A única coisa que consegui dizer quando Raúl se afastou foi:
Raúl:
- depois de hoje, não encho mais o teu saco... E vou poder foder a Gabriela toda semana sem ela desconfiar, com um tom... mistura de silêncio e excitação. Mas ao dizer essa frase, aumentava a força da bombada, como se ter a pica na minha boca impulsionasse a imaginação dele. E continuava falando, Raul:

- Fica tranquila que, mesmo não tendo botado desde semana passada, não vou gozar na sua boca. Posso ficar o tempo do mundo enquanto me chupam.

Mas, mesmo não querendo que ele gozasse, também não queria ficar o tempo do mundo com a pica me engasgando e dando ânsia o tempo todo. Na verdade, não queria nem por um momento. Mas, como ele não aliviava a pressão na minha nuca, eu não parava de chupar sem parar.

Quando Raul voltou, viu a pica e comentou:

- Mandei a Gabriela embora por uns minutos pra você terminar tranquilo. Sei como é ficar com o gozo entalado. Então continua e termina.

E continuou contando umas histórias rápidas de umas gostosas que ele tinha comido ou que tinham dado pra ele em diferentes momentos da vida, e uma ou outra vez que ficou com o gozo e o quanto se sentiu mal. E aquilo parecia deixar o Ivan mais excitado do que já estava. Não sei se pela emoção do momento ou o quê, mas entre uma história e outra que ele contava, cuspiu na ponta dos dedos da mão que estava apalpando minha bunda e começou a sondar meu cu com o dedo médio. E a mão dele não era pequena, não. Então sentia o dedo entrando e saindo de um jeito bruto, fazendo meus olhos lacrimejarem. No começo era só a ponta, mas como ele era tão bruto, não demorou pra entrar inteiro, e a cada gemido meu, ele enfiava a pica até me dar ânsia. Então eu tinha que aguentar o dedo pra não me afogar com a pica, embora a força e a tensão aumentassem a cada momento.

E depois de um bom tempo subindo e descendo o ritmo da bombada da pica e agora do dedo no cu, conforme Raul contava suas histórias, só ouvi: "Uff, não aguento mais..." E, em vez de um, ele começou a meter um segundo dedo até conseguir. A dor do dedo médio e anelar enterrados no cu era tremenda, e depois de alguns momentos, sinto a pica ficar duríssima e tensa, e ele enfia até o talo. fundo e começa a cuspir uma quantidade enorme de porra, que no final eu acabo engolindo entre engasgos, embora grande parte escorra pelos lados da pica e um pouco pelo nariz, já que era uma quantidade absurda. Raul: - Epa! Que gostosa! Comenta animado, dando uma risadinha cúmplice. Levanto a cabeça fingindo que vou cuspir, mas já tinha engolido quase tudo, o que consegui cuspir já era, e mesmo assim ele continuava enfiando e tirando os dedos do meu cu, só que agora mais devagar. Quando vou me levantar, Raúl comenta de novo: Raul: - Ehh, não vai deixar assim não, vai comer tudo melado, toma tudo isso e deixa limpinho pra ele. Ivan olha pra ele quase como agradecendo e me encara com cara de cúmplice. Meio contrariada, mas já por vontade própria, chupo a pica e as bolas peludas cheias de porra dele, e enquanto faço isso, ouço Raúl ligando no celular pra Gabriela. Ele pede mais algumas coisas, mas pelo jeito que Raúl fala, entendo que ela já tinha saído do supermercado e que pra comprar aquilo teria que voltar. Depois de alguns minutos, enquanto termino de deixar a pica dele limpinha, Raúl convence ela. Vai até o sofá individual e comenta num tom cúmplice com Ivan, enquanto abaixa a calça e a cueca até os tornozelos: Raul: - Você é muito ciumento ou gosta de dividir? Porque quero sentir esses lábios na minha pica. Enquanto se acomoda e começa a se masturbar devagar, a pica era mais fina que a do Ivan e mais curta. Eu ainda com os dedos enfiados no cu, sinto a pica do Ivan endurecer de novo com a proposta, e ele responde se virando pra mim: Ivan: - Você topa, me faz a segunda?... Continua...

8 comentários - Da simulação à submissão (conto gay) parte 1

Roby_CD +3
Como me ponen los relatos con situaciones morbosas, bien escritos y con diálogos, van +10
ufff que bien!! siempre tan calientes tus relatos!!
GIEGUI
Ojalá me pasara algo así jijiji 🤭